ACM Neto fará visita à Rio de Contas, Dom Basílio e Jussiape nesta sexta
O pré-candidato cumpre sua agenda de compromissos em visita ao interior da Bahia. Na oportunidade, ACM Neto irá se reunir com lideranças locais
Por: Tiago Rego | Sudoeste Bahia
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Foto: Marcos Oliveira | Sudoeste Bahia
- Enquanto o grupo situacionista segue com indefinições de quem vai disputar o Governo do Estado da Bahia, por parte da oposição, no caso de ACM Neto (União Brasil), este por sua vez, está com articulações para lá de bem definidas. E visando dar mais visibilidade a sua pré-candidatura, o ex-prefeito de Salvador irá se reunir nesta sexta-feira (04), com lideranças políticas das cidades de Dom Basílio, Rio de Contas, Jussiape e Tanhaçu, todas no Sudoeste baiano. A primeira parada de Neto deverá acontecer às 11h. Conforme divulgou a assessoria de comunicação do político, esta será a primeira visita de ACM Neto no interior da Bahia neste mês de março. No mês passado, o oposicionista visitou Oliveira dos Brejinhos, Buritirama, Boquita, Barra e Mansidão.
Opinião: Lula rumo ao Palácio do Planalto em 2022
Por: Tiago Rego | Sudoeste Bahia
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Foto: Reprodução | Ricardo Stuckert
- A menos de 10 meses das eleições presidenciais, o ex-presidente Luiz Inácio Lula da Silva (PT) se consolida como líder absoluto em todas as pesquisas de intenção de voto, sendo que, muitas delas, apontam vitória do petista já no primeiro turno. É claro que, como diz o ditado, muita água ainda pode rolar embaixo da ponte. No entanto, no cenário eleitoral, Lula joga praticamente sozinho, dada a qualidade de seus adversários. De um lado, tem-se um presidente que desde o primeiro dia de mandato trabalha pela sua reeleição, porém, Jair Bolsonaro (PL) não entregou nada do que prometeu, com exceção do barulho feito por suas bravatas vazias, como comunismo, deus, família e ordem, que pouco ou nada mudam nada vida do brasileiro. Por isso, o desembarque de seu governo é cada dia maior, e até mesmo a Faria Lima não aposta mais as suas fichas no ex-capitão e no seu ministro da Economia, Paulo Guedes. Hoje, Bolsonaro se vale de uma minoria do eleitorado brasileiro, o chamado núcleo duro do bolsonarismo, no entanto, sem força o suficiente para garantir a sua permanência à frente do Executivo nacional. A chamada terceira via, ao que tudo indica, nem emplacou e nem vai emplacar nome nenhum, apesar do esforço quase hercúleo de alguns setores da imprensa brasileira em torno do nome do ex-juiz Sergio Moro (Podemos). Em favor de Lula, tem-se um passado glorioso, pois à época em que foi presidente, o ex-metalúrgico encerrou seu último mandato com 87% de popularidade. É claro que Silva terá que lidar com temas espinhosos, como corrupção e seu calcanhar de aquiles, a ex-presidente Dilma (PT). Porém, da parte de Bolsonaro, com um governo fracassado, atacar o governo Dilma não é a melhor estratégia, pois mesmo os piores anos de Dilma, foi melhor do que a gestão do ainda chefe do Planalto. E quando se trata de corrupção, um país assolado pela fome, pelo desemprego e por uma inflação de dois dígitos, pouca relevância será dada para os candidatos que farão do discurso moralista sua ferramenta de marketing. A Lula, resta apenas esperar, pois a faixa presidencial está cada dia mais próxima do seu peito novamente.
Este texto não reflete, necessariamente, a opinião do site Sudoeste Bahia.
Confira o calendário oficial aprovado pelo TSE para eleições de 2022
Serão eleitos presidente, governadores, senadores e deputados
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Foto: Reprodução | Agência Brasil
- Com o começo do ano em que haverá eleições, inicia-se uma sucessão de etapas e procedimentos que culminarão na eleição de 2 de outubro, data do primeiro turno, quando milhões de brasileiros devem ir às urnas para a escolha de presidente, governadores, senadores e deputados federais, estaduais e distritais. Pelo calendário oficial aprovado pelo Tribunal Superior Eleitoral (TSE), o segundo turno ocorre em 30 de outubro, caso nenhum dos candidatos a presidente alcance a maioria absoluta dos votos válidos (excluídos brancos e nulos). O mesmo ocorre nas disputas para o cargo de governador. Já desde 1º de janeiro, as pesquisas eleitorais precisam ser devidamente registradas junto à Justiça Eleitoral, e os órgãos públicos têm limitadas as despesas com publicidade, por exemplo. Há também restrições quanto à distribuição gratuita de bens e valores aos cidadãos e cidadãs. A campanha eleitoral com comícios, distribuição de material gráfico, propagandas na internet e caminhadas deverá ocorrer a partir de 16 de agosto. Já as peças publicitárias em horário gratuito de rádio e televisão ficam liberadas entre 26 de agosto e 29 de setembro. Entre as datas mais importantes para os candidatos está a janela partidária, entre 3 de março e 1° de abril. Esse é o único período em que parlamentares podem mudar de partido livremente, sem correr o risco de perder o mandato. Outra data importante é 2 de abril, exatamente seis meses antes da eleição. Essa é a data limite para que todos os candidatos estejam devidamente filiados aos partidos pelos quais pretendem concorrer. O 2 de abril é também a data a partir da qual os ocupantes de cargos majoritários – presidente, governadores e prefeitos – renunciarem aos mandatos caso queiram concorrer a cargo diferente do que já ocupam. As convenções partidárias devem ocorrer entre 20 de julho e 5 de agosto, quando todas as legendas devem oficializar a escolha de seus candidatos. Os registros de todas as candidaturas devem ser solicitados até 15 de agosto. No caso do eleitor, uma das datas a que se deve ficar mais atento é o 4 de maio, quando se encerra o prazo para emitir ou transferir o título de eleitor. Em 11 de julho, a Justiça Eleitoral deve divulgar quantos cidadãos encontram-se aptos a votar. O número serve de base para o cálculo do limite de gastos na campanha. O calendário completo, com todas as etapas até a diplomação dos eleitos, mês a mês, pode ser conferido no portal do TSE.
Segundo pesquisa Ipesp, Lula consolida dianteira de intenções de votos e mantém 17 pontos de vantagem sobre Bolsonaro
Lula venceria em todos os cenários de segundo turno
Por: Tiago Rego | Sudoeste Bahia
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Foto: Reprodução | Ricardo Stuckert
- A menos de um ano para o primeiro turno das eleições presidenciais, o ex-presidente Lula (PT) mantém liderança folgada sobre os demais postulantes à presidência da República. É o que mostra a nova pesquisa do Instituto Ipespe, divulgada nesta sexta-feira (26). Segundo o levantamento, para o primeiro turno, Lula tem 42% das intenções de voto, ante 25% do presidente Jair Bolsonaro (sem partido). Em terceiro lugar aparece o ex-juiz Sergio Moro com 11%, empatado tecnicamente com Ciro Gomes (PDT), que assinalou 9%. O levantamento também aponta que nomes como João Dória (PSDB), Eduardo Leite, Rodrigo Pacheco (PSD) e Henrique Mandetta (União Brasil) não passam de 2%. A pesquisa também fez simulações de segundo turno, e Lula também venceria em todos os cenários. O petista derrotaria Bolsonaro pelo placar de 52% a 32%, triunfaria contra Moro marcando 51% contra 34%, e derrotaria Ciro Gomes por 50% a 27%.
Em pesquisa do mercado financeiro, Lula abre mais de 20 pontos sobre Bolsonaro
Por: Tiago Rego | Sudoeste Bahia
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Foto: Reprodução | AFP
- O ex-presidente Luiz Inácio Lula da Silva (PT) ampliou sua vantagem eleitoral sobre o atual presidente da República Jair Bolsonaro (sem partido). Segundo pesquisa divulgada pela Genial Investimentos em parceria com a Quaest, em levantamento de intenções de voto para o primeiro turno, Lula teria 47% contra 26% do atual mandatário. Em terceiro lugar aparece o ex-governador do Ceará Ciro Gomes (PDT) com 9%. Em um eventual segundo turno, o petista também venceria Bolsonaro, só que desta vez por 55% a 30%, ou seja, 25% de vantagem. A Quaest ouviu 2.000 eleitores entre os dias 26 e 29 de agosto, o que resulta numa margem de erro de dois pontos.























