Prefeitura de Igaporã realiza grande investimento em material didático para a educação infantil
Município renova acervo pedagógico após uma década e amplia oferta de livros para crianças e estudantes do ensino fundamental
Por: Redação Sudoeste Bahia
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- A Prefeitura de Igaporã realizou um grande investimento na área educacional, adquirindo novos materiais didáticos para a educação infantil após dez anos sem compras específicas. O novo pacote inclui livros da Editora FTD e obras do Projeto de Vida, que serão utilizados para apoiar os professores e melhorar a aprendizagem das crianças.
- A medida é parte de uma política de fortalecimento do ensino no município e destaca a prioridade da educação na gestão municipal. A secretária de Educação afirma que o objetivo é garantir recursos que contribuam diretamente para o desenvolvimento das crianças, e o prefeito ressalta que a aquisição dos livros representa mais do que uma compra, proporcionando novas formas de aprender e criar.
Foto: Divulgação | Governo de Igaporã
A Prefeitura de Igaporã realizou um dos maiores investimentos dos últimos anos na área educacional ao adquirir novo material didático para a educação infantil, renovando o acervo da rede municipal após dez anos sem compras específicas para essa etapa. A ação foi conduzida pela Secretaria de Educação e marca um avanço na política de fortalecimento do ensino no município. O novo pacote inclui livros da coleção Trilhas, da Editora FTD, voltados exclusivamente para a educação infantil. Além disso, a gestão também adquiriu obras da coleção OPEE – Projeto de Vida, que servirão de apoio aos professores do 1º ao 9º ano, ampliando o alcance do investimento e oferecendo suporte pedagógico para toda a rede. A medida dá continuidade às ações implementadas pela administração municipal. No início do ano, Igaporã já havia destinado mais de R$ 1,5 milhão para materiais escolares, reforçando o compromisso com a qualidade do ensino. A secretária de Educação, Ednea Azevedo, afirma que o objetivo é garantir recursos que contribuam diretamente para o desenvolvimento das crianças. Ela destaca que bons materiais pedagógicos são essenciais para qualificar o processo de aprendizagem e ampliar as possibilidades dentro da sala de aula. O prefeito Newton Cotrim também ressaltou que a educação segue como área prioritária da gestão. Para ele, a aquisição dos livros representa mais do que uma compra: significa proporcionar novas formas de aprender, imaginar e criar, tornando as experiências educativas mais significativas. A Prefeitura informou que novas ações devem ser anunciadas nos próximos meses, mantendo o foco na expansão da estrutura educacional e na oferta de recursos que atendam às necessidades dos estudantes da rede municipal.
Mãe denuncia falta de horário estendido em creche de Urandi
Mãe denuncia falta de horário estendido em creche de Urandi
Roseane Ferreira afirma que trabalha até as 17h e não consegue buscar a filha no horário de encerramento da unidade.
Por: Redação Sudoeste Bahia
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- Uma moradora de Urandi, no sudoeste da Bahia, recorreu ao Ministério Público da Bahia (MPBA) devido à incompatibilidade entre seu horário de trabalho e o funcionamento da creche municipal de sua filha. Roseane Ferreira trabalha das 8h às 17h, enquanto a instituição de ensino fecha às 16h e suspende atividades em datas comemorativas. Sem rede de apoio, ela frequentemente precisa levar a criança ao emprego ou enfrentar problemas com o Conselho Tutelar por deixá-la na unidade após o horário de encerramento oficial.
- Após tentar uma solução sem sucesso com a Secretaria Municipal de Educação, o caso foi formalizado junto ao Ministério Público. Roseane participará de uma audiência com uma promotora para buscar conciliação entre o horário de atendimento da creche e a jornada de trabalho dos pais, levantando um debate sobre o papel social dessas instituições de ensino na região.
Foto: Leitor Sudoeste Bahia |Via WhatsApp
Uma moradora de Urandi, no sudoeste da Bahia, procurou o Ministério Público da Bahia (MPBA) após enfrentar dificuldades para conciliar o horário de trabalho com o funcionamento da creche municipal onde deixa a filha. Roseane Ferreira afirmou que trabalha de segunda a sexta-feira, das 8h às 17h, enquanto a unidade onde a filha está matriculada encerra as atividades às 16h. Segundo a mãe, a situação se torna ainda mais complicada em datas comemorativas, como o Dia dos Pais e o Dia dos Avós, quando, de acordo com seu relato, a creche não funciona. Sem uma rede de apoio, ela afirma que precisa encontrar alternativas para conseguir cumprir a jornada de trabalho. “Ficamos de mãos atadas sem saber o que fazer com a criança para poder trabalhar. Não tenho rede de apoio e tenho que me desdobrar, às vezes, até trazer minha filha para o trabalho porque não tenho onde deixar”, relatou. Roseane disse que tentou buscar uma solução diretamente com a Secretaria Municipal de Educação, mas não conseguiu alterar o horário de funcionamento da unidade. A situação chegou a envolver o Conselho Tutelar depois que a mãe passou a deixar a filha na creche até as 17h, após o encerramento oficial das atividades. A unidade teria informado que a permanência da criança além do horário estabelecido poderia gerar consequências legais. Roseane, por outro lado, afirma que não tem condições de deixar o trabalho uma hora mais cedo para buscar a filha. A mãe também questiona a diferença de horários em relação a outros municípios da região e defende que as creches ofereçam atendimento compatível com a jornada de trabalho dos pais que não contam com rede de apoio. O caso foi levado ao Ministério Público da Bahia. Roseane terá uma audiência com uma promotora nesta quarta-feira (12), quando deverá apresentar a situação e buscar uma solução para o atendimento da filha. A discussão envolve o funcionamento da unidade, a necessidade de atendimento às famílias e a garantia de que a criança permaneça em segurança enquanto os responsáveis cumprem suas jornadas de trabalho.
Bahia avança e sobe para 4º lugar em escolarização infantil
Bahia avança e sobe para 4º lugar em escolarização infantil
Estado registrou o maior crescimento nacional na escolarização de crianças de até 5 anos e reduziu o atraso escolar entre adolescentes.
Por: Redação Sudoeste Bahia
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- A Bahia apresentou um dos maiores crescimentos no Brasil em termos de escolarização de crianças de 0 a 5 anos em 2025, de acordo com a Pesquisa Nacional por Amostra de Domicílios Contínua (PNAD Contínua Educação 2025).
- De acordo com o levantamento do Instituto Brasileiro de Geografia e Estatística (IBGE), 63,7% das crianças dessa faixa etária estavam matriculadas em creches ou escolas. O índice representa um aumento de 7,1 pontos percentuais em relação ao ano anterior, colocando a Bahia na liderança do Norte e Nordeste e na quarta posição do ranking nacional. Além disso, os resultados apontam avanços na alfabetização e em outras etapas da educação.
Foto: Divulgação
A Bahia registrou o maior crescimento do Brasil na taxa de escolarização de crianças de 0 a 5 anos, segundo dados da Pesquisa Nacional por Amostra de Domicílios Contínua (PNAD Contínua Educação 2025), divulgada pelo Instituto Brasileiro de Geografia e Estatística (IBGE). De acordo com o levantamento, 63,7% das crianças dessa faixa etária estavam matriculadas em creches ou escolas em 2025. O índice representa um aumento de 7,1 pontos percentuais em relação ao ano anterior, colocando a Bahia na liderança do Norte e Nordeste e na quarta posição do ranking nacional. Em 2024, o estado ocupava o 15º lugar no país. Os resultados também apontam avanços em outras etapas da educação. Entre os jovens de 15 a 17 anos, 76,2% frequentavam o Ensino Médio na idade adequada, percentual superior aos 72,1% registrados em 2024. O estudo mostra ainda uma redução significativa do atraso escolar. O número de adolescentes entre 15 e 17 anos que estavam fora da série adequada caiu de 166 mil para 122 mil em um ano, uma diminuição de 44 mil estudantes. No Ensino Fundamental, a frequência escolar também apresentou crescimento. Entre crianças e adolescentes de 6 a 14 anos, 95,1% estavam frequentando a escola em 2025, acima dos 93,7% registrados no ano anterior. O índice está dentro da meta estabelecida pelo Plano Nacional de Educação (PNE). Segundo o Governo da Bahia, os resultados refletem investimentos realizados na ampliação da infraestrutura escolar, construção e reforma de creches, fortalecimento da rede pública e programas de permanência estudantil. Entre 2023 e 2026, a previsão é de investimento de R$ 20,7 bilhões na área da educação. Além disso, outros R$ 4,9 bilhões deverão ser destinados a programas de apoio aos estudantes, incluindo o Bolsa Presença. Os dados também apontam avanços na alfabetização. Conforme informações do Ministério da Educação (MEC), 55% dos alunos do 2º ano do Ensino Fundamental na Bahia estão alfabetizados na idade adequada, superando a meta de 50% estabelecida para 2025.
Escola de educação infantil é invadida e furtada em Candiba
Escola de educação infantil é invadida e furtada em Candiba
Criminoso entrou na sala da direção após violar uma janela e levou R$ 200; nenhum outro objeto foi furtado.
Por: Redação Sudoeste Bahia
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- Uma escola de educação infantil em Candiba, sudoeste da Bahia, foi alvo de furto na noite de segunda para terça-feira. A Polícia Militar informou que R$ 200 foram levados, mas nenhum outro objeto foi apreendido.
- A Polícia Militar orientou a diretora a registro de ocorrência na Polícia Civil, que será responsável pela investigação.
Foto: Flávia Vieira | Ascom SSP
Uma escola de educação infantil foi alvo de furto na madrugada desta terça-feira (9), no município de Candiba, no sudoeste da Bahia. O caso foi descoberto pela direção da unidade no início da manhã, quando foram identificados sinais de invasão no prédio. De acordo com informações da Polícia Militar, uma guarnição do 17º Batalhão foi acionada pela diretora da escola após a constatação de que uma das janelas da sala da direção havia sido violada. Durante a vistoria no local, os policiais verificaram que o invasor teve acesso ao interior da sala e furtou R$ 200 que estavam guardados em uma gaveta. O autor do crime não foi identificado. Apesar da ação criminosa, nenhum outro objeto foi levado. Conforme relatado pela direção da unidade, móveis, equipamentos e materiais escolares permaneceram intactos, sem registro de danos ou depredação. A Polícia Militar orientou a gestora a formalizar a ocorrência junto à Polícia Civil, que ficará responsável pela investigação do caso. Até o momento, não há informações sobre suspeitos ou imagens que possam auxiliar na identificação do responsável pelo furto.
Lula sanciona lei que obriga prefeituras a pagar o piso salarial para professores da educação infantil
Medida equipara docentes da primeira infância ao magistério e impacta folhas municipais.
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Foto: Reprodução
O presidente Luiz Inácio Lula da Silva sancionou nesta quarta-feira (7) uma lei que reconhece os professores da educação infantil como integrantes do magistério da educação básica. Com a mudança, os municípios passam a ser obrigados a pagar o piso salarial nacional da categoria. A norma foi publicada no Diário Oficial da União. Até então, a remuneração desses profissionais era definida exclusivamente pelas prefeituras, sem a obrigatoriedade de seguir o piso nacional do magistério. A nova legislação altera a Lei de Diretrizes e Bases da Educação (LDB) e as regras que tratam do piso salarial da categoria.O texto amplia o reconhecimento legal dos professores da educação infantil ao considerar como docentes os profissionais que atuam diretamente com crianças, independentemente da denominação do cargo. Em muitos municípios, esses trabalhadores são registrados como auxiliares de educação, agentes pedagógicos ou funções equivalentes. A lei estabelece que são consideradas atividades docentes tanto o exercício direto da sala de aula quanto funções de suporte pedagógico. O texto também reforça que cuidar, educar e brincar constituem práticas indissociáveis na educação infantil.Para o enquadramento como professor do magistério, a legislação exige formação mínima em magistério ou nível superior, além de aprovação em concurso público. O projeto é de autoria da deputada federal Luciene Cavalcante (PSOL-SP) e foi aprovado pelo Congresso Nacional no final de 2025. A expectativa é de impacto financeiro nas redes municipais de ensino, responsáveis pela maior parte das matrículas da educação infantil no país.
























