Operação suspende camarote e bloqueia R$ 230 mi
Ação da Polícia Civil da Bahia mira grupo suspeito de lavar dinheiro com rifas online; 13 investigados são alvo de mandados em cinco cidades.
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Foto: Reprodução
A Polícia Civil da Bahia suspendeu, nesta quarta-feira (11), as atividades de um camarote no circuito do Carnaval de Salvador durante a Operação Falsas Promessas 3. A Justiça também determinou o bloqueio de R$ 230 milhões e a apreensão de uma aeronave avaliada em mais de R$ 10 milhões. Segundo a investigação, o espaço era usado para ocultar e dissimular recursos obtidos com a exploração ilegal de rifas pela internet. A decisão judicial impôs a suspensão imediata do funcionamento do camarote às vésperas da festa.A ação é coordenada pelo Departamento de Repressão e Combate ao Crime Organizado e à Lavagem de Dinheiro (Draco), com apoio da Core e do Serviço Aeropolicial (Saer).
Foto: Polícia Civil da Bahia
De acordo com o diretor do Draco, delegado Fábio Lordello, o grupo utilizava empresas de fachada, intermediadoras de pagamento e pessoas interpostas para movimentar valores incompatíveis com a renda declarada. As conexões financeiras seguem sob análise. Mandados de busca e apreensão são cumpridos contra 13 investigados em Salvador, Camaçari e Feira de Santana, na Bahia, além de São Paulo e São Bernardo do Campo (SP). A polícia busca apreender celulares, computadores e documentos que possam reforçar as provas do inquérito.A aeronave apreendida, segundo a corporação, seria produto dos crimes investigados e usada para facilitar deslocamentos e ocultação de patrimônio.
Vereador é preso em operação contra esquema bilionário de lavagem de dinheiro
Ação conjunta envolveu polícias de quatro estados
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Foto: Divulgação
Um vereador de Santo Estêvão, no interior da Bahia, foi preso nesta quarta-feira (24) durante uma operação integrada das polícias civis da Bahia, Minas Gerais, Santa Catarina e Paraná contra um esquema bilionário de lavagem de dinheiro e tráfico de drogas. Segundo as investigações, iniciadas em 2023, mais de R$ 4,3 bilhões foram movimentados por meio de contas de terceiros e empresas de fachada. O parlamentar é suspeito de usar um posto de combustíveis como fachada para as transações financeiras. Durante o cumprimento dos mandados, foram apreendidos cerca de R$ 18 mil em espécie, cheques e contratos. Outro vereador, do município de Jaguarari, também foi alvo da operação, que cumpriu mandados de busca em imóveis ligados a ele. Ao todo, a força-tarefa cumpriu sete mandados de prisão temporária e realizou três prisões em flagrante. Foram apreendidas cinco armas de fogo, uma arma artesanal, dez veículos, duas motocicletas, joias, eletrônicos e mais de R$ 20 mil em espécie. A operação contou com a participação de mais de 170 policiais civis, além do apoio do Draco, da Secretaria da Fazenda da Bahia (Sefaz-BA) e da Agência Nacional do Petróleo (ANP), que identificou indícios de sonegação fiscal no posto investigado.























