Brasil é surpreendido por pacto de aliados de Trump contra PCC e CV
Brasil é surpreendido por pacto de aliados de Trump contra PCC e CV
Governo Lula diz desconhecer comunicado assinado por 14 países ao lado dos EUA.
Por: Redação Sudoeste Bahia
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- O governo brasileiro está analisando a declaração divulgada nesta terça‑feira (22) pelo Escudo das Américas, aliança liderada pelos Estados Unidos que reúne 14 países latino‑americanos. O documento classifica o PCC (Primeiro Comando da Capital) e o Comando Vermelho como “narcoterroristas” e propõe medidas como congelamento de bens, restrição de vistos e responsabilização de quem ofereça apoio logístico às organizações.
- Embora o Brasil não faça parte da coalizão, o presidente Luiz Inácio Lula da Silva, em discurso na ONU, defendeu a cooperação internacional como caminho para combater o crime organizado, rejeitando a necessidade de presença militar como porta‑aviões, e ressaltou a importância de impedir o fluxo de armas e dinheiro que alimenta esses grupos.
Foto: Reprodução
O governo brasileiro avalia a declaração divulgada nesta terça-feira (22) pelo Escudo das Américas, aliança liderada pelos Estados Unidos que reúne 14 países latino-americanos. O documento inclui o PCC (Primeiro Comando da Capital) e o Comando Vermelho entre 24 organizações classificadas pelo grupo como “narcoterroristas” e prevê medidas como congelamento de bens, restrições de vistos e responsabilização de pessoas que ofereçam apoio material ou logístico às organizações, conforme as leis de cada país. Segundo informações divulgadas pela imprensa, o governo brasileiro não tinha conhecimento prévio do comunicado, anunciado em Nova York durante a Assembleia Geral da ONU. O Brasil não integra a coalizão. A declaração ocorre em meio ao aumento das cobranças do governo Donald Trump para que países da região adotem medidas mais duras contra o crime organizado. Em seu discurso na ONU, o presidente Luiz Inácio Lula da Silva defendeu que o combate ao crime deve ocorrer por meio de cooperação internacional e afirmou: “Não precisamos de porta-aviões vigiando nossas águas. Precisamos de cooperação para estancar o fluxo de armas e de dinheiro que abastecem o crime”.
Abin alerta para risco de pressão dos EUA sobre eleições brasileiras de 2026
Abin alerta para risco de pressão dos EUA sobre eleições brasileiras de 2026
Relatório reservado aponta aumento da pressão do governo Trump sobre o processo eleitoral
Por: Redação Sudoeste Bahia
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- Um relatório confidencial da Agência Brasileira de Inteligência (Abin) alerta para um nível “crítico” de pressão dos Estados Unidos, sob a administração de Donald Trump, sobre o Brasil no contexto das eleições de 2026. O documento, enviado ao governo federal e ao Tribunal Superior Eleitoral, aponta sanções econômicas, classificações de organizações brasileiras como terroristas e tentativas de influenciar a participação de “dissidentes políticos”, tudo como parte da estratégia de Washington de ampliar sua influência na América Latina e conter a China.
- A Abin classifica o cenário como risco ao processo eleitoral, recomendando vigilância das autoridades brasileiras diante de possíveis intervenções externas. Embora o relatório destaque a autonomia da política externa brasileira, ele não comprova interferência direta nos resultados das eleições, apenas sinaliza a necessidade de atenção ao aumento das tensões entre Brasília e Washington.
Foto: Reprodução
Um relatório reservado da Agência Brasileira de Inteligência (Abin) alerta para um nível considerado “crítico” de pressão dos Estados Unidos sobre o Brasil no contexto das eleições de 2026. O documento foi encaminhado no fim de agosto ao governo federal e ao Tribunal Superior Eleitoral (TSE) e aponta uma intensificação das ações do governo do presidente Donald Trump sobre o país. As informações foram divulgadas pelo Metrópoles e pela coluna de Mônica Bergamo, da Folha de S.Paulo. Segundo o relatório, a estratégia de Washington estaria relacionada à tentativa de ampliar a influência dos Estados Unidos na América Latina e conter o avanço de potências rivais, principalmente a China. O documento afirma que o Brasil ocupa uma posição de destaque nesse cenário por manter uma política externa com maior autonomia em relação às exigências norte-americanas. A Abin também aponta que a pressão sobre o país envolve medidas econômicas, comerciais e diplomáticas. Entre os episódios citados estão sanções contra brasileiros e empresas, além da classificação de organizações criminosas brasileiras como terroristas pelo governo dos Estados Unidos. O relatório ainda menciona iniciativas relacionadas ao processo eleitoral brasileiro, incluindo uma exigência apresentada pelo governo Trump para que o Brasil não impedisse a participação de chamados “dissidentes políticos” nas eleições de 2026. A solicitação não foi aceita pelo governo brasileiro. Em agosto, o Departamento de Estado dos EUA afirmou ao Metrópoles que Washington respeitaria a escolha dos brasileiros em eleições “livres e justas”. A avaliação da Abin ocorre em meio ao aumento das tensões entre Brasília e Washington. O órgão classifica o cenário como um risco ao processo eleitoral e recomenda atenção das autoridades brasileiras diante de possíveis ações externas durante o período eleitoral. O relatório, porém, representa uma avaliação de inteligência sobre riscos e não uma comprovação de que o governo dos Estados Unidos tenha interferido diretamente no resultado das eleições brasileiras.
Lula: ‘Não aceito a ideia do Trump de que facções criminosas são terroristas’
Lula: ‘Não aceito a ideia do Trump de que facções criminosas são terroristas’
Presidente defende investimentos em forças de segurança e reforço na defesa das fronteiras porque o líder dos EUA ‘está atrás de minerais críticos e de petróleo’
Por: Gabriela da Cunha e Gabriel Hirabahasi
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- O presidente Luiz Inácio Lula da Silva criticou a classificação das facções criminosas como terroristas feita pelo governo dos EUA sob Donald Trump, defendendo que a segurança pública no Rio de Janeiro deve ser tratada como questão de soberania nacional. Lula destacou investimentos nas forças de segurança, no policiamento de fronteiras e na participação de mulheres na Polícia Rodoviária Federal, apontando que o plano de Ações Integradas para o Enfrentamento ao Crime Organizado pode servir de modelo para todo o país.
Foto: Pedro Kirilos | Estadão
Em agenda para tratar de segurança pública no Rio de Janeiro, o presidente Luiz Inácio Lula da Silva (PT) fez críticas à decisão do governo americano de Donald Trump de classificar facções criminosas como terroristas. O presidente defendeu ainda investimentos nas forças de segurança e no policiamento de fronteiras como uma questão estratégica de soberania nacional. Lula argumentou também que “terrorista é o (Jair) Bolsonaro, que tentou matar a mim e ao Alexandre de Moraes”. “Bandidos são terroristas para as pessoas que estão na periferia. Mas não aceito a ideia do Trump de que facções criminosas são terroristas”, afirmou. Lula fez o acompanhamento das Ações Integradas para o Enfrentamento ao Crime Organizado no Rio de Janeiro. O plano prevê uma cooperação entre o governo federal, o governo estadual e a prefeitura no âmbito da segurança pública. Lula defendeu que, se a iniciativa “der certo no Rio, dará em qualquer lugar”. “Estamos tendo um novo começo para criar um novo padrão de segurança nesse País”, argumentou. Em um aceno à força feminina de segurança, elogiou a presença de agentes mulheres da PRF no evento. “Temos de ter mais mulheres na PRF para fazer inteligência. Elas são mais inteligentes do que os homens.” O presidente se comprometeu em transformar 138 prisões em presídios de segurança máxima e defendeu mudanças na gestão das unidades. “Advogado para visitar o preso tem de ter critério. Cadeia não é lugar para comandar quadrilha, é para pagar pelo crime que cometeu”, afirmou.
Trump exigiu que Brasil permitisse ‘dissidentes’ nas eleições de 2026
Trump exigiu que Brasil permitisse ‘dissidentes’ nas eleições de 2026
Pedido foi apresentado durante negociações sobre tarifaço e acabou rejeitado pelo governo brasileiro
Por: Redação Sudoeste Bahia
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- O governo dos Estados Unidos, sob a liderança de Donald Trump, apresentou ao Brasil uma exigência para que pessoas rotuladas como “dissidentes políticos” pudessem participar das eleições de 2026, conforme documentos vazados e confirmados por fontes do Itamaraty. A proposta, inserida nas negociações sobre tarifas americanas a produtos brasileiros, não especificava quem seria considerado dissidente e acabou rejeitada pelo governo brasileiro, sem avançar para discussões de alto nível.
- Além da questão dos dissidentes, o documento abordava temas como a compra de aeronaves Boeing por empresas brasileiras, minerais críticos, regulação de plataformas digitais e meios de pagamento, refletindo a amplitude das tratativas comerciais entre as duas nações. A menção ao termo ganhou destaque após Trump criticar o tratamento dado ao ex‑presidente Jair Bolsonaro em 2025, chamando o processo de “caça às bruxas”.
Foto: Daniel Torok | Casa Branca
O governo do presidente dos Estados Unidos, Donald Trump, apresentou ao Brasil uma exigência para que pessoas classificadas como “dissidentes políticos” pudessem participar das eleições de 2026. A informação foi confirmada por fontes do Itamaraty após a divulgação do documento, que fazia parte das negociações entre os dois países relacionadas às tarifas impostas pelos Estados Unidos sobre produtos brasileiros. De acordo com integrantes da diplomacia brasileira, o documento não especificava quais pessoas seriam consideradas “dissidentes políticos”. A proposta foi rejeitada pelo governo brasileiro e não chegou a integrar oficialmente as negociações conduzidas entre as diplomacias dos dois países. Segundo as fontes, o conteúdo circulou inicialmente entre integrantes técnicos das tratativas e não avançou para uma discussão entre autoridades de alto escalão. A exigência fazia parte de uma lista mais ampla apresentada pelos Estados Unidos durante as conversas comerciais. O documento também incluía outros temas, como a compra de aeronaves da Boeing por empresas brasileiras, minerais críticos e questões relacionadas à regulação de plataformas digitais e meios de pagamento. A expressão “dissidentes políticos” ganhou repercussão porque, em 2025, Trump havia criticado publicamente o tratamento dado pelo Brasil ao ex-presidente Jair Bolsonaro (PL), classificando o processo contra ele como uma “caça às bruxas”. Na ocasião, Trump também questionou decisões das instituições brasileiras relacionadas ao caso. A documentação divulgada agora, porém, não identifica nominalmente quais pessoas seriam contempladas pela exigência. Segundo as informações divulgadas pelo Itamaraty, o governo brasileiro considerou a proposta incompatível com os termos das negociações e decidiu não levá-la adiante. A Casa Branca não havia apresentado, até a publicação das primeiras reportagens sobre o caso, uma manifestação oficial sobre o conteúdo do documento.
Governo Trump diz que respeitará resultado das eleições no Brasil desde que "livre e justa"
Departamento de Estado afirma que respeitará a escolha dos brasileiros em uma eleição considerada livre e justa.
Por: Redação Sudoeste Bahia
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- O governo dos Estados Unidos negou que esteja tentando interferir nas eleições presidenciais brasileiras e afirmou que respeitará o resultado das urnas, desde que a disputa seja realizada de forma 'livre e justa'. A declaração foi dada por uma autoridade do Departamento de Estado dos EUA, sob condição de anonimato, em resposta a questionamentos da imprensa brasileira sobre as recentes tensões entre os dois países.
- A tensão aumentou após decisões envolvendo diplomatas brasileiros e americanos, com o governo Lula criticando publicamente medidas adotadas pelos Estados Unidos e acusando a administração Trump de adotar uma postura de pressão sobre o Brasil. O presidente Lula ainda fez críticas ao secretário de Estado americano, Marco Rubio, e afirmou que uma eventual participação de autoridades dos EUA em atos políticos ao lado de Flávio Bolsonaro poderia beneficiar o adversário na disputa presidencial. Apesar das acusações e da troca de críticas, o Departamento de Estado reiterou que os EUA não pretendem interferir na eleição e que reconhecerão a escolha dos brasileiros em um processo considerado livre e justo.
Foto: Daniel Torok | Casa Branca
O governo dos Estados Unidos negou que esteja tentando interferir nas eleições presidenciais brasileiras e afirmou que respeitará o resultado das urnas, desde que a disputa seja realizada de forma “livre e justa”. A declaração foi dada por uma autoridade do Departamento de Estado dos EUA, sob condição de anonimato, em resposta a questionamentos da imprensa brasileira sobre as recentes tensões entre os dois países. Segundo a autoridade, os Estados Unidos respeitarão a escolha dos brasileiros e já mantiveram relações bem-sucedidas com governos de diferentes posições políticas no Brasil. A versão, porém, contrasta com as acusações feitas pelo governo Lula. Integrantes do Palácio do Planalto afirmam que a administração de Donald Trump vinha reunindo informações para questionar a segurança e a transparência das eleições brasileiras. A tensão aumentou após decisões envolvendo diplomatas brasileiros e americanos. O governo Lula também criticou publicamente medidas adotadas pelos Estados Unidos e acusou a administração Trump de adotar uma postura de pressão sobre o Brasil. O presidente Lula ainda fez críticas ao secretário de Estado americano, Marco Rubio, e afirmou que uma eventual participação de autoridades dos EUA em atos políticos ao lado de Flávio Bolsonaro poderia beneficiar o adversário na disputa presidencial. Flávio Bolsonaro, por sua vez, voltou a questionar o sistema eleitoral brasileiro. Até hoje, não foi comprovada fraude nas urnas eletrônicas brasileiras. Nesta quarta-feira (12), o ex-ministro Celso Amorim, assessor especial da Presidência, afirmou que os Estados Unidos estariam atingindo a soberania brasileira e classificou a relação entre os dois governos como uma “escalada de hostilidades”. Apesar das acusações e da troca de críticas, o Departamento de Estado reiterou que os EUA não pretendem interferir na eleição e que reconhecerão a escolha dos brasileiros em um processo considerado livre e justo.
Deputado dos EUA publica montagem de Lula como Maduro
Deputado dos EUA publica montagem de Lula como Maduro
Imagem publicada por deputado republicano dos Estados Unidos mostra presidente brasileiro com aparência do ex-presidente venezuelano.
Por: Redação Sudoeste Bahia
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- O deputado norte-americano Carlos Gimenez publicou nas redes sociais uma imagem gerada por inteligência artificial que retrata o presidente Luiz Inácio Lula da Silva caracterizado como o líder venezuelano Nicolás Maduro, segurando uma garrafa de cachaça. A montagem, compartilhada com a legenda "o que o espera", foi repercutida no Brasil pelo ex-deputado Eduardo Bolsonaro e pelo influenciador Paulo Figueiredo, provocando forte debate online.
- Como reação, apoiadores do presidente brasileiro criaram e compartilharam montagens satíricas envolvendo o ex-presidente dos Estados Unidos Donald Trump, associando-o ao criminoso sexual Jeffrey Epstein e a elementos humorísticos. O caso ilustra o crescimento do uso de ferramentas de inteligência artificial na criação de conteúdos políticos satíricos e potencialmente enganosos que circulam nas plataformas digitais.
Foto: Reprodução
Uma imagem gerada e editada com recursos de inteligência artificial que mostra o presidente Luiz Inácio Lula da Silva (PT) como se fosse o ex-presidente da Venezuela Nicolás Maduro foi publicada nas redes sociais pelo deputado norte-americano Carlos Gimenez, do Partido Republicano. Na montagem, Lula aparece caracterizado como Maduro e segurando uma garrafa de 51, marca brasileira de cachaça. A publicação foi acompanhada da frase “o que o espera”, em referência ao destino de Maduro. Gimenez é deputado pela Flórida e integra o Partido Republicano. O parlamentar é conhecido pelo apoio ao presidente dos Estados Unidos, Donald Trump. A imagem também foi compartilhada nas redes sociais pelo ex-deputado federal Eduardo Bolsonaro e pelo influenciador Paulo Figueiredo, ampliando a circulação da montagem entre usuários brasileiros. A publicação provocou reação de apoiadores de Lula. Nas redes sociais, usuários passaram a reproduzir a montagem original e substituir a imagem de Maduro pela de Trump, acrescentando outros elementos. Em uma das versões, Trump aparece segurando uma fotografia do criminoso sexual Jeffrey Epstein, em referência à relação entre os dois. Outra montagem mostra o presidente norte-americano segurando um pacote de Cheetos, salgadinho conhecido nos Estados Unidos. As imagens que circulam nas redes são montagens digitais e não representam fotografias reais dos políticos. O episódio ocorre em meio à crescente utilização de ferramentas de inteligência artificial para produção e alteração de imagens com conteúdo político, aumentando também a circulação de peças satíricas e potencialmente enganosas nas redes sociais.
Jornalista chama Messi de "lambe botas de Trump" e diz que jogador "nunca será Maradona"
Durante programa do Canal UOL, jornalista elogiou o talento do argentino, mas criticou sua postura em temas políticos e sociais.
Por: Redação Sudoeste Bahia
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- A jornalista Milly Lacombe fez críticas ao atacante Lionel Messi durante participação no programa Fim de Papo, do Canal UOL, horas antes da semifinal da Copa do Mundo de 2026 entre Argentina e Inglaterra. Ela comparou Messi ao ex-jogador Diego Maradona, mas afirmou que a postura do atleta fora dos gramados o distancia do ídolo argentino.Milly afirmou que a ausência de posicionamentos de Messi em questões como o combate ao racismo e sua proximidade com o presidente dos Estados Unidos, Donald Trump, influenciaram sua avaliação. As declarações repercutiram nas redes sociais e reacenderam o debate sobre o papel de atletas de projeção internacional em temas políticos e sociais.
Foto: Reprodução | Getty Imagens
A jornalista Milly Lacombe fez críticas ao atacante Lionel Messi durante participação no programa Fim de Papo, do Canal UOL, nesta quarta-feira (15), horas antes da semifinal da Copa do Mundo de 2026 entre Argentina e Inglaterra, disputada em Atlanta, nos Estados Unidos. Ao comentar o clássico entre as duas seleções, a jornalista comparou Messi ao ex-jogador Diego Maradona. Embora tenha reconhecido a qualidade técnica do camisa 10 da Argentina, Milly afirmou que a postura do atleta fora dos gramados o distancia do ídolo argentino, conhecido por manifestações públicas sobre temas políticos e sociais. Segundo a comentarista, a ausência de posicionamentos de Messi em questões como o combate ao racismo e sua proximidade com o presidente dos Estados Unidos, Donald Trump, influenciaram sua avaliação. "Vou falar uma frase polêmica aqui, que pode ser tirada de contexto, mas quem nasceu para Messi jamais será Maradona. Fora de campo, Messi é um cidadão bem pequeno, bem minúsculo. Não se manifesta contra o racismo e vai lá beijar as botas do Trump. Nesse contexto, estou me convencendo a torcer para a Inglaterra. O Messi é um gênio, um deus em campo, mas um homem minúsculo fora dele", afirmou Milly Lacombe. As declarações repercutiram nas redes sociais e reacenderam o debate sobre o papel de atletas de projeção internacional em temas políticos e sociais, além da comparação entre dois dos maiores nomes da história do futebol argentino.
Itamaraty vê risco de ação militar dos EUA em solo brasileiro após classificação terrorista
Ministro das Relações Exteriores afirma que medida adotada pelo governo Donald Trump pode abrir brechas para ações unilaterais e gerar impactos à soberania brasileira.
Por: Redação Sudoeste Bahia
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- O ministro das Relações Exteriores do Brasil, Mauro Vieira, alertou que a decisão dos Estados Unidos de classificar o Primeiro Comando da Capital (PCC) e o Comando Vermelho como organizações terroristas pode comprometer a soberania nacional. Em resposta à Câmara dos Deputados, o chanceler explicou que a legislação antiterrorista norte-americana possibilita o uso de força militar em território estrangeiro e acarreta severas sanções administrativas, financeiras e migratórias que podem impactar cidadãos e empresas brasileiras de forma unilateral.
- Vieira ressaltou que o governo brasileiro não foi consultado sobre a medida e se posiciona contra o enquadramento dessas facções como grupos terroristas, uma vez que a legislação nacional possui critérios distintos para essa tipificação. O Itamaraty defende que os mecanismos bilaterais de cooperação já existentes são suficientes para combater o crime organizado, tornando desnecessária a classificação imposta recentemente pelo governo de Donald Trump.
Foto: Reprodução
O ministro das Relações Exteriores, Mauro Vieira afirmou que a decisão do governo dos Estados Unidos de classificar o Primeiro Comando da Capital e o Comando Vermelho como organizações terroristas pode abrir espaço para o uso de força militar norte-americana em território brasileiro. A declaração foi feita em resposta a um pedido de informações encaminhado à Câmara dos Deputados. No documento enviado ao deputado federal Evair Vieira de Melo, o chanceler afirmou que a classificação adotada pelo governo do presidente Donald Trump pode produzir efeitos relevantes para a soberania nacional e para a cooperação internacional no combate ao crime organizado. Segundo Mauro Vieira, a legislação antiterrorismo dos Estados Unidos permite medidas administrativas e judiciais de alcance internacional, o que pode afetar cidadãos e empresas brasileiras nos campos financeiro, migratório e penal. Para o ministro, as ferramentas de cooperação entre os dois países, como troca de informações, combate à lavagem de dinheiro e recuperação de ativos, já existem e independem dessa classificação. O chefe do Itamaraty também informou que o Brasil não foi consultado formalmente antes da decisão norte-americana, classificando a medida como unilateral. De acordo com ele, o governo brasileiro mantém posição contrária ao enquadramento das facções como organizações terroristas. No Brasil, a legislação prevê a tipificação de terrorismo para atos motivados por xenofobia, discriminação ou preconceito com o objetivo de provocar terror social, definição diferente da adotada pelos Estados Unidos. Há cerca de um mês, o governo norte-americano anunciou a inclusão do PCC e do Comando Vermelho na lista de organizações terroristas estrangeiras. A medida permite sanções mais amplas, como bloqueio de bens, restrições financeiras e impedimentos migratórios contra integrantes e pessoas ou empresas que mantenham relações com esses grupos criminosos.
Lula diz que SUS é exemplo para os EUA e alfineta governo Trump
Lula diz que SUS é exemplo para os EUA e alfineta governo Trump
Presidente destacou atendimento gratuito no Brasil durante último evento de entregas antes do início do período de restrições eleitorais.
Por: Redação Sudoeste Bahia
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- O presidente Luiz Inácio Lula da Silva destacou que o Sistema Único de Saúde (SUS) é referência mundial, citando os Estados Unidos como exemplo de país sem atendimento público universal similar ao brasileiro e fez crítica indireta ao presidente americano Donald Trump. Ele contou o caso de um filho de jornalista norte‑americano que recebeu atendimento gratuito após acidente no Brasil e questionou se a mesma prática aconteceria nos EUA.
- Durante a cerimônia no Palácio do Planalto, o governo inaugurou dez novos campi de institutos federais de educação, anunciou R$ 464,8 milhões em investimentos para fortalecer o SUS e entregou 1.619 moradias do programa Minha Casa, Minha Vida, beneficiando 6.476 pessoas. Também foi lembrado que a partir de sábado (4) entra em vigor o defeso eleitoral, limitando a participação de candidatos em inaugurações e eventos institucionais.
Foto: Ricardo Stuckert / PR
O presidente Luiz Inácio Lula da Silva (PT) afirmou nesta sexta-feira (3) que o Sistema Único de Saúde (SUS) é uma referência mundial e citou os Estados Unidos como exemplo de um país que, segundo ele, não oferece atendimento público universal semelhante ao brasileiro. Durante o discurso, Lula também fez uma crítica indireta ao presidente americano Donald Trump. Ao defender o sistema público de saúde, o presidente relatou o caso do filho de um jornalista norte-americano que teria sido atendido gratuitamente após sofrer um acidente no Brasil. Em seguida, questionou se a mesma situação ocorreria nos Estados Unidos. “Nenhum país do mundo tem um programa como o SUS. Vá nos Estados Unidos ver se você pega ambulância de graça”, afirmou. As declarações foram feitas durante cerimônia realizada no Palácio do Planalto, em Brasília. No evento, o governo federal inaugurou simultaneamente dez novos campi de institutos federais de educação, anunciou investimentos de R$ 464,8 milhões destinados ao fortalecimento do SUS e entregou 1.619 moradias do programa Minha Casa, Minha Vida em seis estados. Segundo o governo, as unidades habitacionais beneficiarão 6.476 pessoas. A solenidade marcou a última agenda oficial de inaugurações e anúncios de obras do governo federal antes do início das restrições previstas pela legislação eleitoral. A partir deste sábado (4), entra em vigor o período conhecido como defeso eleitoral. Durante esse intervalo, candidatos à Presidência da República ficam impedidos de participar da inauguração de obras públicas e de eventos institucionais que possam caracterizar promoção eleitoral, conforme as regras estabelecidas pela Justiça Eleitoral. Com isso, Lula deverá suspender a participação em cerimônias de inauguração até o fim do período eleitoral, mantendo apenas agendas permitidas pela legislação.
Lula deve procurar Trump para discutir tarifas contra o Brasil
Lula deve procurar Trump para discutir tarifas contra o Brasil
Ministro da Fazenda afirma que presidente brasileiro deve entrar em contato com Donald Trump para tratar das tarifas que podem atingir produtos nacionais.
Por: Redação Sudoeste Bahia
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- O presidente Luiz Inácio Lula da Silva planeja entrar em contato com o presidente dos Estados Unidos, Donald Trump, para abordar a questão das tarifas que o governo norte-americano ameaça impor a produtos brasileiros. A informação foi confirmada pelo ministro da Fazenda, Dario Durigan, que indicou que o contato pode ser via ligação ou carta, como parte da estratégia brasileira para ampliar o diálogo e mitigar impactos nas exportações nacionais. A medida surge em meio a crescentes preocupações com novas barreiras comerciais.
- Durigan enfatizou que o Brasil mantém as negociações abertas com representantes dos EUA e se mostrou disponível para conversar com o secretário do Tesouro norte-americano, Scott Bessent, buscando uma solução para o impasse comercial. O cenário inclui a participação de Lula e Trump no encontro do G7, onde o Brasil, embora não membro, foi convidado. Paralelamente, esforços estão sendo feitos para viabilizar uma reunião virtual entre o ministro do Desenvolvimento, Indústria, Comércio e Serviços e Jamieson Greer, representante comercial dos Estados Unidos, com o objetivo de preservar o fluxo comercial bilateral.
Foto: Reprodução
O presidente Luiz Inácio Lula da Silva deve entrar em contato com o presidente dos Estados Unidos, Donald Trump, para discutir as tarifas que o governo norte-americano ameaça impor a produtos brasileiros. A informação foi confirmada pelo ministro da Fazenda, Dario Durigan, durante entrevista publicada nesta segunda-feira (15). Segundo o ministro, o contato poderá ocorrer por meio de uma ligação telefônica ou de uma carta enviada diretamente ao chefe da Casa Branca. A iniciativa faz parte da estratégia do governo brasileiro para tentar ampliar o diálogo com as autoridades americanas e evitar impactos nas exportações nacionais. Durigan afirmou que o Brasil mantém abertas as negociações com representantes do governo dos Estados Unidos. Ele também declarou estar disponível para conversar com o secretário do Tesouro norte-americano, Scott Bessent, em busca de uma solução para o impasse comercial. A discussão ocorre em meio às preocupações do governo brasileiro com a possibilidade de novas tarifas sobre produtos exportados para o mercado americano. Os Estados Unidos são um dos principais parceiros comerciais do Brasil, e eventuais medidas podem afetar setores importantes da economia. Lula e Trump participam do encontro do G7, grupo que reúne algumas das maiores economias do mundo. Embora o Brasil não faça parte do bloco, o país foi convidado para participar das atividades e reuniões do evento. Na semana passada, Durigan já havia informado que o governo brasileiro trabalhava para viabilizar uma reunião virtual entre o ministro do Desenvolvimento, Indústria, Comércio e Serviços e Jamieson Greer, representante comercial dos Estados Unidos. A expectativa é que as conversas avancem nos próximos dias, enquanto o governo brasileiro busca preservar o fluxo comercial entre os dois países.
Otoni de Paula, ex-apoiador de Bolsonaro, chama Flávio de "traidor da direita"
Otoni de Paula, ex-apoiador de Bolsonaro, chama Flávio de "traidor da direita"
Deputado Otoni de Paula fez uma série de acusações contra Flávio Bolsonaro e afirmou que a estratégia adotada pelo senador pode beneficiar politicamente o presidente Lula.
Por: Redação Sudoeste Bahia
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Narração automática (IA)Resumo
- O deputado federal Otoni de Paula acusou o senador Flávio Bolsonaro de colocar interesses familiares acima dos interesses do país, em um vídeo contundente que reacendeu o debate sobre os rumos da direita para as próximas eleições presidenciais. Otoni também classificou Flávio Bolsonaro como um 'traidor da direita' e afirmou que sua eventual escolha como candidato presidencial seria um erro capaz de abrir caminho para uma nova vitória do presidente Luiz Inácio Lula da Silva.
- O episódio revela que a disputa por espaço e liderança no campo conservador está longe de um consenso, com apoiadores de ambos os lados trocando críticas e manifestações na internet. O vídeo rapidamente repercutiu nas redes sociais e levou ao silêncio de Flávio Bolsonaro até o momento.
Foto: Reprodução
A temperatura subiu de vez no campo da direita brasileira. Em um vídeo carregado de críticas e acusações, o deputado federal Otoni de Paula protagonizou um dos ataques mais contundentes já feitos contra o senador Flávio Bolsonaro, expondo publicamente uma crise que vem ganhando força nos bastidores políticos. Sem poupar palavras, o parlamentar disparou contra o filho do ex-presidente Jair Bolsonaro e afirmou que sua eventual escolha como candidato presidencial seria um erro capaz de abrir caminho para uma nova vitória do presidente Luiz Inácio Lula da Silva. Durante o pronunciamento, Otoni acusou Flávio Bolsonaro de colocar interesses familiares acima dos interesses do país. Em tom exaltado, o deputado repetiu diversas vezes a palavra "vergonha" e atribuiu ao senador a responsabilidade por episódios recentes que, segundo ele, acabaram fortalecendo o discurso do governo federal. As declarações ocorreram após repercussões envolvendo uma reunião com o presidente norte-americano Donald Trump, assunto que se transformou em mais um ponto de tensão dentro do campo conservador. Para Otoni, a condução política do episódio teria produzido efeito contrário ao esperado e fortalecido adversários políticos. O parlamentar foi além e classificou Flávio Bolsonaro como um "traidor da direita", afirmando que perdeu a confiança no senador. As declarações evidenciam um momento de forte divisão entre lideranças que até pouco tempo atrás integravam o mesmo grupo político. O vídeo rapidamente repercutiu nas redes sociais e reacendeu o debate sobre os rumos da direita para as próximas eleições presidenciais. Enquanto apoiadores de ambos os lados trocam críticas e manifestações na internet, o episódio revela que a disputa por espaço e liderança no campo conservador está longe de um consenso. Até o momento, Flávio Bolsonaro não havia se pronunciado sobre as declarações.
























