Mulher denuncia ameaça de vendedor após cobrança de dívida em Pindaí
Mulher denuncia ameaça de vendedor após cobrança de dívida em Pindaí
Mulher de 34 anos relatou ter recebido um áudio com ameaças após remarcar a data de pagamento de materiais.
Por: Redação Sudoeste Bahia
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- Uma mulher de 34 anos procurou a Polícia Militar em Pindaí, no sudoeste da Bahia, após relatar ter sido ameaçada durante uma cobrança de dívida. Segundo a ocorrência, a mulher havia comprado materiais de um vendedor de bijuterias e combinado uma data para efetuar o pagamento, mas posteriormente pediu a alteração do prazo, que não foi aceita.
- A Polícia Militar foi acionada e realizou buscas nas imediações, mas o suspeito não foi localizado. A mulher foi orientada a permanecer em um local seguro e acionar a Polícia Militar caso novas ameaças fossem feitas. Ela também deverá procurar a Delegacia Territorial para formalizar a ocorrência e apresentar o áudio que teria sido enviado pelo suspeito.
Foto: Thanize Borges / Ascom-PCBA
Uma mulher de 34 anos procurou a Polícia Militar neste sábado (15), em Pindaí, no sudoeste da Bahia, após relatar ter sido ameaçada durante uma cobrança de dívida. Segundo a ocorrência, a mulher informou que havia comprado materiais de um vendedor de bijuterias e combinado uma data para efetuar o pagamento. Posteriormente, ela teria pedido a alteração do prazo, mas a proposta não teria sido aceita pelo vendedor. Ainda conforme o relato, a mulher recebeu um áudio do suposto autor no qual ele teria feito ameaças e afirmado que faria a cobrança de qualquer maneira caso o débito não fosse quitado. Após o acionamento, policiais do 17º Batalhão da Polícia Militar (17º BPM) foram até a residência da vítima e realizaram buscas nas imediações, mas o suspeito não foi localizado. A mulher foi orientada a permanecer em um local seguro e acionar a Polícia Militar caso novas ameaças fossem feitas. Ela também deverá procurar a Delegacia Territorial (DT) para formalizar a ocorrência e apresentar o áudio que teria sido enviado pelo suspeito.
Lula usa dados de emprego para criticar gastos com jogos
Lula usa dados de emprego para criticar gastos com jogos
Presidente participou da divulgação de dados da Rais e defendeu o uso responsável do crédito e do dinheiro.
Por: Redação Sudoeste Bahia
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- O presidente Luiz Inácio Lula da Silva criticou o uso excessivo de dinheiro em jogos e defendeu o consumo responsável durante a divulgação dos dados da Relação Anual de Informações Sociais (Rais). Ele enfatizou que o problema está em assumir dívidas sem retorno para a vida financeira das pessoas e defendeu a orientação para que a população gaste apenas o que está dentro do próprio orçamento.
- De acordo com os dados apresentados pelo governo, o Brasil acumulou um saldo positivo de 10,1 milhões de empregos entre janeiro de 2023 e junho de 2026. Os setores de serviços, comércio, indústria, construção e agropecuária registraram crescimento, com os serviços tendo a maior alta, de 42% em relação a 2023. No entanto, os números mais recentes do Cadastro Geral de Empregados e Desempregados (Caged) indicam uma desaceleração na contratação formal.
Foto: Ricardo Stuckert | PR
O presidente Luiz Inácio Lula da Silva (PT) aproveitou a divulgação dos dados da Relação Anual de Informações Sociais (Rais), nesta quinta-feira (13), para criticar o uso de dinheiro em jogos e defender o consumo responsável. Lula afirmou que não é contra o endividamento, desde que a dívida tenha um objetivo e possa ser paga. Segundo o presidente, o problema está em assumir dívidas sem retorno para a vida financeira das pessoas. Ele também defendeu que a população seja orientada a gastar apenas o que está dentro do próprio orçamento. Ao falar sobre jogos, Lula criticou o ciclo de dívidas provocado por apostas e afirmou que muitas pessoas acabam tentando recuperar perdas com novos gastos. A participação do presidente na divulgação dos dados da Rais foi considerada incomum. Lula normalmente não participa de eventos específicos dos ministérios. De acordo com os dados apresentados pelo governo, o Brasil acumulou saldo positivo de 10,1 milhões de empregos entre janeiro de 2023 e junho de 2026. Desse total, 5,35 milhões correspondem a vínculos no setor privado e 4,75 milhões ao setor público. O crescimento foi registrado nos setores de serviços, comércio, indústria, construção e agropecuária. Serviços tiveram a maior alta, de 42% em relação a 2023. Na agropecuária, o avanço foi de 5%. Entre as regiões, Norte e Centro-Oeste apresentaram os maiores crescimentos no período, de 34,7% e 28,6%, respectivamente. Apesar do resultado acumulado positivo, os números mais recentes do Cadastro Geral de Empregados e Desempregados (Caged) indicam uma desaceleração na contratação formal. Entre abril e junho, o Caged registrou os piores resultados para o período desde 2020, durante a pandemia. Pela Rais, a variação acumulada no primeiro semestre de 2026 foi de 2,6%. Em 2025, o Brasil tinha 59,9 milhões de empregos formais, 5% a mais que no ano anterior. O aumento representou 2,8 milhões de vínculos. A maior parte dos trabalhadores estava no regime celetista, com 46,1 milhões de vínculos. O setor público reunia outros 12,6 milhões de servidores estatutários.
Nova versão do Desenrola está em fase final e aguarda aval de Lula
Nova versão do Desenrola está em fase final e aguarda aval de Lula
Proposta prevê reduzir endividamento e pode incluir uso de FGTS para quitar dívidas
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O governo federal prepara uma nova versão do programa de renegociação de dívidas, nos moldes do Desenrola, que deve ser anunciada após a viagem do presidente Luiz Inácio Lula da Silva à Europa.A informação foi divulgada nesta segunda-feira (13) pelo ministro da Fazenda, Dario Durigan. Segundo ele, o desenho final da proposta ainda está sendo concluído pela equipe econômica e será apresentado ao presidente nos próximos dias.O anúncio oficial ficará a cargo de Lula após o retorno ao Brasil. “Esperamos um impacto grande para que a população se desendivide ou diminua o endividamento”, afirmou Durigan, em São Paulo, após evento relacionado às obras do túnel Santos–Guarujá.Entre as medidas em estudo está a possibilidade de liberar recursos retidos no Fundo de Garantia do Tempo de Serviço (FGTS) para quitação de dívidas. O valor pode chegar a cerca de R$ 7 bilhões, segundo estimativas preliminares.O programa tem como objetivo reduzir os níveis de inadimplência no país, em um cenário de juros ainda elevados, mas com expectativa de queda. O governo também avalia mecanismos para conter o uso excessivo de apostas, incluindo bets esportivas e plataformas digitais, como forma de diminuir o endividamento das famílias.De acordo com o ministro, a proposta deve contemplar tanto pessoas físicas quanto empresas, embora detalhes ainda não tenham sido divulgados.Durigan embarca nesta segunda-feira para compromissos nos Estados Unidos e na Europa, onde deve se encontrar com o presidente. A agenda internacional inclui discussões sobre governança financeira, transição energética e cooperação internacional, além do alinhamento final do programa.A expectativa é de que o anúncio seja feito após o retorno da comitiva ao país.
Desenrola Brasil: renegociação de dívidas começa nesta segunda-feira
Desenrola Brasil: renegociação de dívidas começa nesta segunda-feira
A autorização vale para a “Faixa 2” do programa, que é voltada para pessoas com renda mensal de até R$ 20 mil
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- O Desenrola Brasil, programa do Governo Federal que renegocia as dívidas, começa na próxima segunda-feira (17), de acordo com portaria do Ministério da Fazenda no Diário Oficial da União publicada nesta sexta-feira (14). A autorização vale para a “Faixa 2” do programa, que é voltada para pessoas com renda mensal de até R$ 20 mil e deve beneficiar 30 milhões de pessoas. As renegociações valem para dívidas inscritas até 31 de dezembro de 2022 e que continuam ativas. Para não incentivar a inadimplência, o Ministério da Fazenda escolheu uma data de corte anterior ao anúncio do plano. Os cinco maiores bancos do país –Bradesco, Banco do Brasil, Itaú Unibanco, Caixa Econômica e Santander– já anunciaram que vão aderir ao Desenrola. A renegociação dos débitos será feita por meio de uma plataforma digital. Para isso, o devedor entrará no sistema com seu login do portal gov.br. Além disso, os devedores também terão direito a um curso de educação financeira.
Bancos confirmam adesão ao "Desenrola Brasil"
Bancos confirmam adesão ao "Desenrola Brasil"
Bradesco, Itaú, Banco do Brasil e Santander confirmaram que vão participar do programa que visa beneficiar cerca de 70 milhões de negativados
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- Os bancos Bradesco, Itaú, Banco do Brasil e Santander, confirmaram que vão participar do "Desenrola Brasil", Programa Emergencial de Renegociação de Dívidas de Pessoas Físicas Inadimplentes, que visa beneficiar cerca de 70 milhões de negativados. A informação foi diculgada pela Folha de São Paulo. A Caixa Econômica Federal ainda não declarou adesão ao programa. Em nota enviada à Folha, a Federação Brasileira dos Bancos (Febraban) afirmou ter participado das negociações com o Governo Federal e diz que o programa é uma forma de garantir crédito futuro a quem está endividado. A adesão dos bancos é importante para a execução do programa, já que serão as instituições financeiras que realizarão as operações de crédito e receberão o valor do devedor, repassando em seguida para o credor. O Ministério da Fazenda prevê que o potencial em dívidas a serem negociadas é de mais de R$ 50 bilhões. O pagamento poderá ser realizado de diversas formas, como débito em conta, PIX ou boleto bancário, assim como terá a possibilidade ser efetuado a vista ou por financiamento bancário, com 1,99% de juros ao mês e na primeira parcela após 30 dias. De acordo com a pasta, a maior parte das dívidas negativadas, 66,3%, é com varejistas e companhias de água, gás e telefonia, que deverão participar das negociações.
Percentual de famílias endividadas se mantém em 78%
Percentual de famílias endividadas se mantém em 78%
Famílias com dívidas em atraso somam 29,9%, revela pesquisa
Por: Vitor Abdala
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Foto: Reprodução | Agência Brasil
- A parcela de famílias com dívidas - em atraso ou não - se manteve em 78% na passagem de dezembro de 2022 para janeiro deste ano. Em janeiro do ano passado, o percentual era de 76,1%. Os dados são da Pesquisa de Endividamento e Inadimplência do Consumidor (Peic), divulgada hoje (8), no Rio de Janeiro, pela Confederação Nacional do Comércio de Bens, Serviços e Turismo (CNC). Entre aqueles que ganham até três salários mínimos, os endividados são 79,2%. Já aqueles que ganham mais de dez salários são 74,4%. Inadimplência - As famílias com dívidas em atraso, as chamadas inadimplentes, somam 29,9% do total, abaixo dos 30% de dezembro, mas acima dos 26,4% de janeiro do ano passado. Entre aquelas com renda de até três salários mínimos, 38,7% são inadimplentes. Já entre os que ganham mais de dez salários, a inadimplência atinge 13,5%. Sem condições de pagar - As famílias que não terão condições de pagar suas dívidas são 11,6%, percentual superior aos 11,3% de dezembro e aos 10,1% de janeiro de 2022. O problema atinge 17,4% daqueles que ganham até três salários mínimos e 2,9% dos que ganham mais de dez salários.
Brasil encerrou 2021 com número recorde de famílias endividadas
Brasil encerrou 2021 com número recorde de famílias endividadas
Pesquisa foi feita pela Confederação Nacional do Comércio de Bens, Serviços e Turismo (CNC)
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- O nível de endividamento médio das famílias brasileiras em 2021 foi o maior em 11 anos. É o que aponta a pesquisa divulgada nesta terça-feira (18) pela Confederação Nacional do Comércio de Bens, Serviços e Turismo (CNC). Segundo o levantamento, o último ano apresentou recorde do total de endividados, registrando uma média de 70,9% das famílias brasileiras, enquanto dezembro alcançou 76,3% do total de famílias – patamar máximo histórico já registrado pela CNC. Ou seja, 7 em cada 10 famílias contraíram algum tipo de dívida com o sistema financeiro em 2021. Em 2020, o nível médio de endividamento foi de 66,5%.
Datafolha: 45% dos brasileiros têm contas em atraso
Datafolha: 45% dos brasileiros têm contas em atraso
Dívidas atrasadas com cartão de crédito foram citadas por 25% dos entrevistados
Por: Luciane Freire
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- Uma pesquisa Datafolha divulgada nesta segunda (20) mostra que 45% dos brasileiros têm alguma dívida ou conta atrasada no momento. Os outros 55% estão com os débitos em dia. Dívidas atrasadas com cartão de crédito foram citadas por 25% dos entrevistados. Conta de luz em atraso, por 22%. De água, por 16%.Outras contas incluídas na pesquisa são aluguel ou prestação de imóvel, 11%; gás, 8%; mensalidade de escola ou faculdade, 6%; prestação de automóvel ou motocicleta, também 6%; plano de saúde, 5%. Por região, a taxa mais alta está no Norte/Centro-Oeste (53%), seguido por Nordeste (48%), Sudeste (42%) e Sul (36%).
























