Ex-companheira é indiciada por difamação e perseguição em Vitória da Conquista
Investigação aponta ataques nas redes, ameaças e perseguição em Conquista
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Foto: Polícia Civil da Bahia
A Polícia Civil da Bahia, por meio da 1ª Delegacia Territorial, concluiu na segunda-feira (15) um inquérito que apurou condutas reiteradas de difamação, ameaça e perseguição contra uma vítima em Vitória da Conquista, no sudoeste do estado. Segundo a investigação, a suspeita divulgou em redes sociais e aplicativos de mensagens informações falsas, incluindo a alegação de que a vítima seria portadora do HIV, sem qualquer comprovação, com o objetivo de atingir sua honra e reputação. Também foram identificadas publicações que induziram terceiros a erro ao afirmar que a vítima seria casada com a investigada, além de insinuações sobre relacionamentos extraconjugais, com repercussão negativa na imagem social.As apurações ainda identificaram ameaças de morte e vídeos que mostram a investigada perseguindo a vítima em locais públicos. A autoria foi confirmada por meio de investigação cibernética, que apontou a ex-companheira da vítima como responsável pelos ataques. A suspeita foi indiciada por ameaça, difamação majorada e perseguição (stalking). O inquérito foi encaminhado à Justiça para análise do Ministério Público.
Seis jovens são indiciados por cyberbullying em Vitória da Conquista
Investigação aponta ofensas e ameaças feitas em grupo de WhatsApp
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Foto: Divulgação | Polícia Civil
Seis jovens, com idades entre 18 e 20 anos, foram indiciados por cyberbullying contra uma estudante de 19 anos, em Vitória da Conquista, no sudoeste da Bahia. De acordo com a Polícia Civil, os ataques ocorreram em outubro, durante e após uma excursão escolar para participação em um campeonato de futsal. As ofensas foram feitas em um grupo de WhatsApp de estudantes de um cursinho pré-vestibular no bairro Candeias. Segundo a investigação, os jovens usaram linguagem humilhante e discriminatória, direcionada à aparência física da vítima. Entre as mensagens analisadas estavam frases como: “toma aí sua baleia assassina” e “se eu pudesse matar, eu mataria essa gorda aí”. Os investigados foram interrogados e confessaram participação, afirmando estar arrependidos. O inquérito foi concluído pela 1ª Delegacia Territorial e encaminhado à Justiça, que decidirá sobre as próximas medidas.























