Petrobras anuncia corte de R$ 0,35 no litro do diesel
Petrobras anuncia corte de R$ 0,35 no litro do diesel
Desconto de 9,59% nas refinarias passa a valer nesta segunda (1º) e integra pacote federal para conter os impactos da alta do petróleo no mercado internacional.
Por: Redação Sudoeste Bahia
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- A Petrobras reduziu em R$ 0,35 por litro o preço do diesel vendido às distribuidoras, em vigor desde a segunda-feira. A medida visa minimizar os impactos da alta internacional do petróleo, impulsionada pelos conflitos no Oriente Médio. Com a redução, o preço médio do diesel A passará de R$ 3,65 para R$ 3,30 por litro.
- A Petrobras anunciou a redução como parte das ações adotadas pelo governo federal. O modelo de subsídio novinho em folha busca garantir que a diminuição dos custos chegue ao consumidor final. As novas regras unificam programas anteriores e simplificam o repasse dos recursos para produtores e importadores.
Foto: Reprodução
A Petrobras anunciou neste domingo (31) uma redução de R$ 0,35 por litro no preço do diesel vendido às distribuidoras. O novo valor entra em vigor nesta segunda-feira (1º) e representa uma queda de 9,59% no combustível comercializado nas refinarias da estatal. Com o reajuste, o preço médio do diesel A passará de R$ 3,65 para R$ 3,30 por litro. A medida faz parte das ações adotadas pelo governo federal para minimizar os impactos provocados pela alta internacional do petróleo, impulsionada pelos conflitos no Oriente Médio. Segundo o governo, a redução incorpora o novo modelo de subsídio concedido ao combustível. A iniciativa substitui benefícios anteriores e busca garantir que a diminuição dos custos chegue ao consumidor final. No sábado (30), o governo federal prorrogou até o fim do ano as medidas de contenção dos preços dos combustíveis. Entre elas estão a subvenção ao diesel e ao gás de cozinha, além da manutenção da isenção de tributos federais sobre o querosene de aviação e o biodiesel. De acordo com as novas regras, o benefício total destinado ao diesel poderá alcançar R$ 1,47 por litro. O modelo unifica programas anteriores e simplifica o repasse dos recursos para produtores e importadores. A Petrobras havia elevado o preço do diesel em março, após a disparada do petróleo no mercado internacional causada pela guerra envolvendo o Irã e pelo fechamento do Estreito de Ormuz, uma das principais rotas mundiais de transporte da commodity. Agora, com a ampliação dos subsídios e a redução anunciada pela estatal, a expectativa é de que o combustível apresente queda nos preços praticados ao longo da cadeia de distribuição, chegando gradualmente aos postos de combustíveis em todo o país.
Acelen reduz preços da gasolina e do diesel na Bahia
Acelen reduz preços da gasolina e do diesel na Bahia
Novos valores para distribuidoras começaram a valer nesta quinta-feira, mas impacto ao consumidor depende dos postos
Por: Redação Sudoeste Bahia
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- A Acelen anunciou uma nova redução nos preços dos combustíveis vendidos às distribuidoras na Refinaria de Mataripe na Bahia. O reajuste incluiu cortes nos valores da gasolina e do diesel. A gasolina ficou mais barata nas vendas para distribuidoras, com recuo de 4,5%, passando de R$ 4,148 para R$ 3,960. Já o diesel S10 teve redução de 2,2%, passando de R$ 5,699 para R$ 5,572. O impacto no preço final ao consumidor não ocorre de forma imediata, dependendo das distribuidoras e dos postos de combustíveis. Mesmo assim, a redução no preço dos combustíveis deve atender às necessidades do mercado e alinhar-se às práticas internacionais do setor.
- A Acelen afirma que utiliza uma política de preços transparente e considera fatores como o valor internacional do petróleo, a variação cambial e os custos logísticos, incluindo transporte e frete. Isso garante preços competitivos e alinhados às necessidades do mercado.
Foto: Marcos Oliveira | Sudoeste Bahia
A Acelen anunciou uma nova redução nos preços dos combustíveis vendidos às distribuidoras na Refinaria de Mataripe, na Bahia. O reajuste entrou em vigor nesta quinta-feira (14) e inclui cortes nos valores da gasolina e do diesel. O diesel S10 teve redução de 2,2%, passando de R$ 5,699 para R$ 5,572. Já o diesel comum caiu 6,9%, saindo de R$ 5,482 para R$ 5,107. A gasolina também ficou mais barata nas vendas para distribuidoras, com recuo de 4,5%. O preço passou de R$ 4,148 para R$ 3,960. Mesmo com a redução anunciada pela refinaria, o impacto no preço final ao consumidor não ocorre de forma imediata. O repasse depende das distribuidoras e dos postos de combustíveis. Segundo a Acelen, a política de preços adotada pela empresa segue critérios de mercado e leva em consideração fatores como o valor internacional do petróleo, a variação cambial e custos logísticos, incluindo transporte e frete. A companhia afirma ainda que utiliza uma política de preços “transparente” e alinhada às práticas internacionais do setor de combustíveis.
Combustível acumula queda após medidas do governo federal
Combustível acumula queda após medidas do governo federal
Combustível acumula redução de 4,5% em cinco semanas, segundo a ANP.
Por: Redação Sudoeste Bahia
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- O preço do óleo diesel no Brasil registrou a quarta queda em cinco semanas, com o litro do diesel S10 caindo para uma média de R$ 7,24, uma redução acumulada de 4,5% no período, de acordo com levantamento da Agência Nacional do Petróleo, Gás Natural e Biocombustíveis (ANP). Apesar da sequência de recuos, o combustível ainda se mantém 18,9% acima do valor praticado antes do início da escalada militar no Oriente Médio, que marcou o preço médio de R$ 6,09.
- A desaceleração dos preços é atribuída a medidas do governo federal, como subsídios a produtores e importadores, e à atuação da Petrobras, que ajudaram a conter repasses maiores ao consumidor. No entanto, o patamar elevado reflete os impactos da guerra no Irã sobre o mercado internacional de petróleo, com o barril de Brent acima de US$ 100. A dependência brasileira da importação de diesel, que corresponde a 30% do consumo interno, mantém o país vulnerável às oscilações globais, influenciando diretamente o custo do frete e, consequentemente, os preços de alimentos e mercadorias.
Foto: Reprodução
O preço do óleo diesel voltou a cair no Brasil e registrou a quarta redução em um intervalo de cinco semanas, segundo levantamento da Agência Nacional do Petróleo, Gás Natural e Biocombustíveis (ANP). Apesar da sequência de recuos, o combustível ainda permanece em patamar elevado por causa dos reflexos da guerra no Irã sobre o mercado internacional de petróleo. De acordo com o monitoramento da ANP, o litro do diesel S10 foi vendido, em média, a R$ 7,24 na semana entre os dias 3 e 9 de maio. Há cinco semanas, o valor estava em R$ 7,58. A redução acumulada no período chega a 4,5%.Mesmo assim, o preço ainda segue 18,9% acima do registrado antes do início do conflito no Oriente Médio. Na semana encerrada em 28 de fevereiro, data apontada como marco inicial da escalada militar envolvendo Irã, Israel e Estados Unidos, o diesel custava R$ 6,09 em média no país. O diesel é acompanhado com atenção pelo governo e pelo setor produtivo porque influencia diretamente o valor do frete rodoviário e, consequentemente, o custo final de alimentos e mercadorias transportadas em todo o Brasil.O diesel S500 também apresentou redução nas últimas semanas. O combustível caiu de R$ 7,45 para R$ 7,05 por litro, retração de 5,37%. Ainda assim, permanece cerca de 17% acima do período anterior ao conflito internacional. Segundo especialistas do setor, a recente desaceleração nos preços está ligada a medidas adotadas pelo governo federal e à atuação da Petrobras no mercado de combustíveis.Desde 1º de abril, produtores e importadores de diesel passaram a receber subsídios federais para reduzir o impacto da alta internacional. O diesel nacional pode receber até R$ 1,12 por litro em subvenção, enquanto o combustível importado pode alcançar R$ 1,52 por litro. Além disso, o governo zerou as alíquotas de PIS e Cofins incidentes sobre o diesel como tentativa de reduzir o preço final nas bombas.O pesquisador Iago Montalvão, do Instituto de Estudos Estratégicos de Petróleo, Gás Natural e Biocombustíveis (Ineep), avalia que as medidas fiscais e a forte presença da Petrobras ajudaram a conter repasses ainda maiores ao consumidor. Segundo ele, o mercado começou a se adaptar ao novo cenário internacional, mesmo com o barril do petróleo Brent ainda acima dos US$ 100 no mercado global.A guerra no Irã provocou forte instabilidade na cadeia internacional de petróleo após ataques atingirem áreas estratégicas e afetarem o fluxo pelo Estreito de Ormuz, região por onde circula cerca de 20% da produção mundial de petróleo e gás natural. O Brasil, apesar de produtor de petróleo, ainda depende da importação de aproximadamente 30% do diesel consumido internamente, o que mantém o país vulnerável às oscilações do mercado internacional.
Livramento, Brumado, Caetité e Vitória da Conquista têm a gasolina mais cara da Bahia
Levantamento da ANP mostra preço médio estadual de R$ 7,21 entre 3 e 9 de maio
Por: Redação Sudoeste Bahia
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- O preço médio da gasolina comum na Bahia foi de R$ 7,21 na semana de 3 a 9 de maio, de acordo com a Agência Nacional do Petróleo, Gás Natural e Biocombustíveis (ANP). Houve leve redução de 0,1% em relação à semana anterior, com o maior preço médio registrado em Livramento de Nossa Senhora e o menor valor individual encontrado em Feira de Santana.
- Além disso, o diesel também registrou queda, com preço médio de R$ 7,71, e o diesel S10 caiu 1%, com média de R$ 7,83. A Bahia tem o segundo maior preço médio de diesel do país e o sexto maior preço médio da gasolina comum no ranking nacional.
Foto: Marcos Oliveira | Sudoeste Bahia
O preço médio da gasolina comum na Bahia ficou em R$ 7,21 na semana de 3 a 9 de maio, segundo levantamento da Agência Nacional do Petróleo, Gás Natural e Biocombustíveis (ANP). O valor variou entre R$ 6,64 e R$ 7,99 nos postos pesquisados. Em relação à semana anterior, houve leve redução de 0,1% no preço médio. No período anterior, o litro era vendido, em média, por R$ 7,22. Ao todo, a ANP pesquisou 224 postos em 27 municípios. Considerando a média ponderada, o preço geral no estado ficou em R$ 7,27. As informações são da Agência Sertão. De acordo com a publicação, o maior preço médio foi registrado em Livramento de Nossa Senhora, onde o litro custou R$ 7,97. Em seguida aparecem Brumado (R$ 7,94), Vitória da Conquista (R$ 7,87) e Caetité (R$ 7,69). Na outra ponta, Feira de Santana teve o menor preço médio, de R$ 6,83, com o menor valor individual encontrado no estado: R$ 6,79. Outros municípios com preços mais baixos foram Alagoinhas e Paulo Afonso (R$ 6,84), além de Salvador, onde o litro custou, em média, R$ 7,00. Em Guanambi, o preço médio foi de R$ 7,41. No ranking nacional, a Bahia aparece com o sexto maior preço médio da gasolina comum. O estado tem o combustível mais caro do Nordeste depois de Sergipe. Diesel também registrou queda - O diesel comum teve preço médio de R$ 7,71, queda de 1% em relação à semana anterior. O valor variou entre R$ 7,18 e R$ 8,89 nos 131 postos pesquisados. O diesel S10 também caiu 1%, com média de R$ 7,83. Apesar da redução, os valores seguem acima dos da gasolina comum na média estadual. A Bahia tem o segundo maior preço médio de diesel do país, atrás apenas do Acre.
Combustíveis têm queda de até 4,6% na Refinaria de Mataripe, na Bahia
Combustíveis têm queda de até 4,6% na Refinaria de Mataripe, na Bahia
Queda chega a 4,6% nas refinarias; valor final ao consumidor depende de distribuidoras e postos
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Foto: Marcos Oliveira | Sudoeste Bahia
A Acelen anunciou a redução nos preços dos combustíveis vendidos às distribuidoras na Refinaria de Mataripe. O reajuste passou a valer na quinta-feira (16). Segundo a empresa, o diesel S10 teve queda de 3,5%, passando de R$ 6,144 para R$ 5,926. O diesel S500 recuou 3,7%, de R$ 5,927 para R$ 5,709.A gasolina apresentou redução de 4,6%, com o valor saindo de R$ 4,089 para R$ 3,903. Apesar da diminuição nas refinarias, o impacto para o consumidor final não é imediato. O repasse depende das distribuidoras e dos postos, que consideram custos operacionais e estratégias comerciais antes de ajustar os preços nas bombas.A Acelen informou que a política de preços segue critérios de mercado, com base na variação do petróleo no cenário internacional, na taxa de câmbio e nos custos logísticos, como transporte e frete.
Mais de 5 mil postos são fiscalizados por alta de combustíveis
Mais de 5 mil postos são fiscalizados por alta de combustíveis
Mais de 3,5 mil notificações foram emitidas; multas podem chegar a R$ 14 milhões
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Foto: Marcos Oliveira | Sudoeste Bahia
Uma força-tarefa nacional já fiscalizou 5.358 postos de combustíveis e 322 distribuidoras em todo o país desde o dia 9 de março. A ação busca coibir aumentos abusivos de preços após o início da guerra no Oriente Médio. As operações envolvem órgãos federais e estaduais, como a Secretaria Nacional do Consumidor (Senacon), a Polícia Federal, a Polícia Rodoviária Federal, a Agência Nacional do Petróleo (ANP) e Procons.Até o momento, foram emitidas mais de 3,5 mil notificações. Após análise, os casos podem resultar em multas de até R$ 14 milhões, conforme o Código de Defesa do Consumidor. A ANP também autuou 85 postos e 19 distribuidoras por irregularidades. Em 16 casos, há indícios de formação de preço abusivo por parte de distribuidoras, com multas que podem chegar a R$ 500 milhões.As fiscalizações se somam a outras medidas adotadas pelo governo federal, como a redução de impostos sobre o diesel e a criação de subsídios para conter os impactos da alta nos preços. As ações seguem em andamento em todo o país.
Jerônimo anuncia adesão a plano para conter alta do diesel
Jerônimo anuncia adesão a plano para conter alta do diesel
Estado vai bancar R$ 0,60 por litro; medida busca reduzir impacto da crise internacional
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O governador Jerônimo Rodrigues anunciou nesta segunda-feira (30) que a Bahia vai aderir ao plano do governo federal para conter a alta do diesel, pressionada pela crise internacional. Pela proposta, o subsídio ao diesel importado pode chegar a R$ 1,20 por litro, com divisão igual entre os entes públicos. Caberá à União arcar com R$ 0,60, enquanto o Estado ficará responsável pelos outros R$ 0,60. Segundo o governador, a medida busca reduzir os impactos econômicos, sobretudo para trabalhadores diretamente afetados pelo aumento dos combustíveis. A adesão ocorre após o governo federal descartar a isenção do ICMS sobre o diesel importado por entraves legais. O Governo Federal do Brasil apresentou a alternativa de subvenção como forma de estabilizar os preços. Jerônimo afirmou que a Bahia tem condições de contribuir com o esforço fiscal.Além do subsídio, o Estado informou que vai intensificar a fiscalização sobre a cadeia de distribuição e comercialização de combustíveis, para evitar abusos e garantir que a redução chegue ao consumidor final.
Frete terá revisão mais rápida com alta do diesel, diz ministro
Frete terá revisão mais rápida com alta do diesel, diz ministro
Medida busca acompanhar oscilações do diesel; governo também prepara mudanças no CIOT e reforço na fiscalização.
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O Ministério dos Transportes do Brasil anunciou que a tabela do frete passará a ser atualizada com maior frequência para acompanhar a volatilidade dos preços dos combustíveis. A informação foi confirmada nesta sexta-feira (20), durante coletiva na Agência Nacional de Transportes Terrestres (ANTT). Atualmente, a legislação prevê revisão a cada seis meses ou quando há variação superior a 5% no preço do diesel. Com a mudança, o governo pretende acelerar esse processo por meio de portaria, permitindo ajustes mais rápidos conforme as oscilações do mercado.Segundo o ministro Renan Filho, a medida atende a uma demanda dos caminhoneiros e busca refletir com mais precisão os custos do transporte. “Se o preço do petróleo sobe ou cai muito, a tabela será atualizada mais vezes para espelhar os custos do momento”, afirmou. O governo também informou que deve publicar, no início da próxima semana, a regulamentação da medida provisória que reforça a fiscalização do piso do frete, incluindo regras de penalidade.Outra mudança prevista é a atualização do sistema do CIOT (Código Identificador da Operação de Transporte). A nova regra, que deve ser definida em até 60 dias, vai impedir a contratação de fretes abaixo do valor mínimo estabelecido. De acordo com o ministro, o mecanismo deve aumentar o cumprimento da tabela, ao exigir documentação obrigatória para a realização do transporte.Renan Filho também citou impactos externos sobre o preço dos combustíveis e pediu mobilização pelo fim de conflitos internacionais, afirmando que o custo econômico dessas crises afeta diretamente o mercado global.
Governo Federal reúne Procons e aciona PF para fiscalizar preços dos combustíveis
União mobiliza Procons e PF contra especulação
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Foto: Marcos Oliveira | Arquivo Sudoeste Bahia
O Governo do Brasil iniciou uma força-tarefa nacional para ampliar a fiscalização sobre o mercado de combustíveis, após identificar indícios de aumentos considerados abruptos e sem justificativa clara de custos.A articulação foi conduzida pela Secretaria Nacional do Consumidor (Senacon), ligada ao Ministério da Justiça e Segurança Pública, que reuniu mais de 100 Procons estaduais e municipais na terça-feira (17) para alinhar ações conjuntas em todo o país.A Agência Nacional do Petróleo, Gás Natural e Biocombustíveis (ANP) também iniciou uma operação de fiscalização em nove estados e no Distrito Federal, em parceria com a Senacon e os órgãos de defesa do consumidor.Além disso, o governo acionou a Polícia Federal, a Secretaria Nacional de Segurança Pública (Senasp) e o Conselho Nacional de Secretários de Segurança Pública (Consesp), com o envio de ofícios contendo análises preliminares sobre o comportamento dos preços.Segundo o governo, há sinais de aumentos generalizados nos combustíveis que não acompanham variações identificáveis nos custos da cadeia, o que pode indicar práticas abusivas ou especulativas.Representantes do Ministério da Justiça e de órgãos de controle detalharam as ações em entrevista coletiva realizada na noite de terça-feira.A expectativa é de que a atuação integrada fortaleça a fiscalização e coíba irregularidades no setor em todo o país.
Rui Costa anuncia medidas para reforçar controle sobre postos e distribuidoras
Rui Costa anuncia medidas para reforçar controle sobre postos e distribuidoras
Medidas ampliam poderes de fiscalização da ANP e fazem parte de pacote para reduzir impactos da crise internacional do petróleo.
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Foto: Fabio Rodrigues Pozzebom | Agência Brasil
O governo federal anunciou nesta quinta-feira (12) um conjunto de medidas para ampliar a fiscalização sobre possíveis abusos e práticas especulativas nos preços dos combustíveis em postos de todo o país. As ações fazem parte de um pacote preparado para reduzir os impactos econômicos da crise internacional provocada pela guerra envolvendo Irã, que pressiona os preços do petróleo no mercado global.Segundo o ministro da Casa Civil, Rui Costa, uma medida provisória e decretos assinados pelo presidente Luiz Inácio Lula da Silva ampliam os instrumentos de atuação da Agência Nacional do Petróleo, Gás Natural e Biocombustíveis (ANP) e de outros órgãos responsáveis pelo monitoramento do setor. De acordo com o ministro, as novas regras devem reforçar a capacidade de controle do governo sobre o mercado de combustíveis.“Vamos adotar instrumentos legais que criam ferramentas para que esses órgãos possam atuar de forma mais consistente e coibir abusos”, afirmou. Rui Costa também criticou a atuação de parte dos revendedores e distribuidores. Segundo ele, em muitos casos as reduções de preços anunciadas pela Petrobras não chegam ao consumidor final.Por outro lado, afirmou o ministro, aumentos motivados por momentos de especulação no mercado internacional costumam ser repassados rapidamente para o valor cobrado nas bombas.
Bahia está entre estados com mais combustível irregular
Bahia está entre estados com mais combustível irregular
Levantamento do ICL analisou mais de 3,2 mil amostras em 14 estados.
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Foto: Marcos Oliveira | Sudoeste Bahia
Um estudo do Instituto Combustível Legal (ICL) identificou irregularidades em 28% das amostras de gasolina, etanol e diesel comercializadas no Brasil ao longo de 2025. O levantamento analisou mais de 3.200 amostras em 14 estados, por meio do programa “Cliente Misterioso”. A Bahia aparece com destaque negativo e figura entre os cinco estados com maior incidência de combustível irregular no país, ao lado de São Paulo, Rio de Janeiro, Paraná e Goiás.Dentro do estado, o estudo aponta a existência de “zonas de risco”, com maior probabilidade de fraude no eixo metropolitano. Salvador, Lauro de Freitas e Camaçari concentram os principais registros de irregularidades. As fraudes identificadas se dividem em dois tipos principais. O mais recorrente na Bahia é a fraude volumétrica, conhecida como “bomba baixa”. Nesse caso, dispositivos eletrônicos ou softwares adulterados fazem com que a bomba registre um volume maior do que o efetivamente abastecido, levando o consumidor a pagar por combustível que não recebe.O segundo grupo envolve problemas de qualidade, como excesso de etanol anidro na gasolina, adição de metanol e mistura de solventes. Essas práticas comprometem a queima do combustível e podem causar danos ao motor. Além do prejuízo financeiro imediato e da evasão fiscal, o uso contínuo de combustível adulterado pode danificar componentes do veículo, como bicos injetores, velas, filtros, bomba de combustível e catalisador.A fiscalização é realizada pela Agência Nacional do Petróleo (ANP) e pelos Procons, que reforçam o papel do consumidor no combate às irregularidades. Por lei, os postos são obrigados a realizar o teste de qualidade do combustível na presença do cliente, sempre que solicitado, além do teste de litragem para verificar se o volume abastecido corresponde ao valor pago.
Diesel mais barato a partir desta sexta-feira nas distribuidoras
Diesel mais barato a partir desta sexta-feira nas distribuidoras
A redução por litro, em média, é R$ 0,27
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Foto: Marcos Oliveira | Sudoeste Bahia
- O litro do diesel nas distribuidoras está, em média, R$ 0,27 menor, a partir desta sexta-feira (8). O valor passa a ser de R$ 3,78. A medida foi anunciada nessa quinta-feira (7) pela Petrobras. No ano, a redução acumulada soma R$ 0,71 por litro, o equivalente a 15,8%. De acordo com a empresa, o ajuste é resultado da análise dos fundamentos dos mercados externo e interno, frente à estratégia comercial da companhia, implementada em maio de 2023, em substituição à política de preços anterior, e que “passou a incorporar parâmetros que refletem as melhores condições de refino e logística da Petrobras na sua precificação”. Preço médio - Ao considerar a mistura obrigatória de 88% de diesel A e 12% de biodiesel para a composição do diesel comercializado nos postos, a parcela da Petrobras no preço ao consumidor cairá R$ 0,24 por litro e passará a ser, em média, R$ 3,33 a cada litro vendido na bomba. Com isso, o preço médio do diesel A S10 nas bombas poderá atingir valor de R$ 5,92 por litro, considerando que o Levantamento de Preços de Combustíveis da Agência Nacional do Petróleo, Gás Natural e Biocombustíveis (ANP) para a semana de 26 de novembro a 2 de dezembro indicou valor médio de R$ 6,16 por litro. A Petrobras lembra que o valor cobrado ao consumidor final no posto é afetado por outros fatores, como impostos, mistura de biocombustíveis e margens de lucro da distribuição e da revenda. “Daí, esta estimativa ter propósito meramente referencial, mantidas constantes as demais parcelas que compuseram os preços ao consumidor naquele período”. A companhia destacou, também, que cabe às autoridades competentes realizar ações de fiscalização, autuação e penalização de práticas abusivas ou lesivas ao consumidor. Gasolina - No momento, a Petrobras está mantendo estáveis seus preços de venda de gasolina às distribuidoras, tendo em vista o último movimento realizado em 21 de outubro, de redução de R$ 0,12 por litro. No ano, os preços de gasolina A da Petrobras para as distribuidoras acumulam queda de R$ 0,27 por litro, o equivalente a 8,7%. Para o GLP (gás de cozinha), os preços de venda às distribuidoras permanecem estáveis desde o dia 1º de julho. No ano, os preços do gás de cozinha para as distribuidoras acumulam retração equivalente a R$ 10,40 por botijão de 13 kg, ou 24,7%. A companhia reiterou que na formação de seus preços “busca evitar o repasse da volatilidade conjuntural do mercado internacional e da taxa de câmbio, ao passo que preserva um ambiente competitivo salutar nos termos da legislação vigente”.
Acelen diz que se manterá independente em relação à nova política de preços da Petrobras
A empresa reafirmou sua definição de preços a partir de uma fórmula objetiva, homologada pela agência reguladora
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Foto: Sindipetro
- A Acelen, empresa responsável pela Refinaria de Mataripe, informou, nesta terça-feira (16), que não vai seguir a política de preços da Petrobras, aprovada na última segunda (15). Reafirmando sua autonomia, a empresa disse que “possui uma política de preços independente e transparente, a partir de uma fórmula objetiva, homologada pela agência reguladora” - a Agência Nacional do Petróleo, Gás Natural e Biocombustíveis do Brasil. A Acelen informou ainda que os custos do petróleo, do dólar e do frete, em consonância com as práticas internacionais de mercado, se manterão como critérios seguidos pela empresa em sua política de preços. “Reforçando essa política independente, a Acelen vem reduzindo os preços há cerca de dois meses já”, afirmou, em nota. As informações são do site Metro 1. Decisão da Petrobras - A decisão da estatal implica no fim da paridade de preços do petróleo e dos combustíveis derivados, como gasolina e diesel, com o dólar e o mercado internacional. Pela regra em vigor desde 2016, com o governo do ex-presidente Michel Temer (MDB), o governo não podia intervir nos preços da estatal para diminui-los. No cálculo anterior, chamado de Preço de Paridade de Importação (PPI), a Petrobras considerava o valor do petróleo no mercado global e custos logísticos como o fretamento de navios, as taxas portuárias e o uso dos dutos internos para transporte.
Petrobras reduz preço da gasolina e do diesel a partir de amanhã
Petrobras reduz preço da gasolina e do diesel a partir de amanhã
O preço médio de venda de gasolina da Petrobras para as distribuidoras passará de R$ 3,31 para R$ 3,18 por litro, uma redução de R$ 0,13 por litro, ou menos 3,9%
Por: Denise Luna
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Foto: Marcos Oliveira | Sudoeste Bahia
- A Petrobras anunciou hoje que vai reduzir o preço da gasolina e do diesel nas suas refinarias a partir de amanhã, 1º de março, mesmo dia em que os tributos federais sobre o combustível e o etanol voltarão a ser cobrados. A queda de preços já havia sido sinalizada pelo ministro da Fazenda, Fernando Haddad, na noite de ontem, 27. O modelo para a volta dos tributos, porém, será anunciado no final da tarde desta terça-feira, 28. A partir de amanhã, o preço médio de venda de gasolina da Petrobras para as distribuidoras passará de R$ 3,31 para R$ 3,18 por litro, uma redução de R$ 0,13 por litro, ou menos 3,9%. “Considerando a mistura obrigatória de 73% de gasolina A e 27% de etanol anidro para a composição da gasolina comercializada nos postos, a parcela da Petrobras no preço ao consumidor será, em média, R$ 2,32 a cada litro vendido na bomba”, disse a companhia em nota. Já para o diesel A, o preço médio de venda da Petrobras para as distribuidoras passará de R$ 4,10 para R$ 4,02 por litro, uma redução de R$ 0,08 por litro, ou 1,9%. “Considerando a mistura obrigatória de 90% de diesel A e 10% de biodiesel para a composição do diesel comercializado nos postos, a parcela da Petrobras no preço ao consumidor será, em média, R$ 3,62 a cada litro vendido na bomba”, disse a companhia.
Petrobras anuncia redução de 8,8% no preço do diesel nas refinarias
Petrobras anuncia redução de 8,8% no preço do diesel nas refinarias
O preço do diesel vendido pela Petrobras às distribuidoras de combustíveis terá uma queda de R$ 0,40 a partir de amanhã (8)
Por: Vinícius Lisboa
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Foto: Marcos Oliveira | Sudoeste Bahia
O preço do diesel vendido pela Petrobras às distribuidoras de combustíveis terá uma queda de R$ 0,40 a partir de amanhã (8), anunciou hoje (7), no Rio de Janeiro, a estatal. Em termos percentuais, a redução é de 8,8%. Com a variação de preço, o valor do litro do diesel comprado pelas distribuidoras, chamado de diesel A, vai cair de R$ 4,50 para R$ 4,10, segundo a Petrobras. O diesel comprado por motoristas nos postos de combustíveis é resultado de uma mistura de 90% desse diesel A, vendido pela Petrobras, com 10% de biodiesel. A empresa estima que a parcela do preço cobrado por ela no valor final pago pelos motoristas passará a ser de R$ 3,69 por litro. Equilíbrio - O valor de venda às distribuidoras tem como principal balizador a busca pelo equilíbrio dos preços da Petrobras aos mercados nacional e internacional, argumenta a estatal. "A companhia, na formação de preços de derivados de petróleo e gás natural no mercado interno, busca evitar o repasse da volatilidade conjuntural das cotações e da taxa de câmbio, ao passo que preserva um ambiente competitivo salutar nos termos da legislação vigente", finalizou.
Gasolina e diesel sobem pela segunda semana seguida no Brasil, diz ANP
Gasolina e diesel sobem pela segunda semana seguida no Brasil, diz ANP
Valor máximo do litro da gasolina vendido na bomba é R$ 7,99; em janeiro do ano passado, valor em média era de R$ 4,483
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Foto: Marcos Oliveira | Sudoeste Bahia
- O preço da gasolina subiu na semana passada, de acordo com dados da Agência Nacional do Petróleo (ANP). O valor médio do litro vendido nos postos do Brasil passou de R$ 6,608, há duas semanas, para R$ 6,664, entre os dias 16 e 22 de janeiro. É um avanço de 0,84%. É a segunda alta semanal seguida, informou a ANP. Segundo a ANP, o valor máximo do litro da gasolina vendido na bomba é R$ 7,99. Em janeiro do ano passado, o litro da gasolina custava em média no Brasil R$ 4,483. De lá para cá, a alta acumulada é de 48,65%. Além da gasolina, o litro do diesel também subiu, passando de R$5,422, há duas semanas, para R$ 5,582, na semana passada. Avanço de 2,95%, segundo a ANP.
Refinaria de Mataripe anuncia alta do valor do combustível na Bahia; será a terceira só em 2022
A gasolina ficará 2,25% mais cara nas distribuídoras
Por: Tiago Rego | Sudoeste Bahia
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Foto: Marcos Oliveira | Sudoeste Bahia
- Segundo comunicado da Refinaria de Mataripe feito neste sábado (22), a gasolina ficará 2,25% mais cara nas distribuidoras do estado da Bahia. Em postos da Região Sudoeste, o referido combustível já é encontrado a R$ 7,00. A refinaria também informou ainda que além do reajuste de 2,25% na gasolina, foi definido um aumento de 1,44% para o diesel. No caso da gasolina, é o terceiro aumento só neste início do ano de 2022.
Petrobras anuncia alta de preço da gasolina e do diesel a partir da próxima quarta
Por: Redação do Sudoeste Bahia
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Foto: Marcos Oliveira | Sudoeste Bahia
- A Petrobras anunciou nesta terça-feira (11), que a partir de quarta-feira (12), a gasolina e o diesel ficarão mais caros. Com o aumento, o valor médio da gasolina vendida pelas distribuidoras passará de R$ 3,09 para R$ 3,24 por litro, um reajuste de 4,85%. No caso do diesel, o aumento foi de R$ 3.34 para R$ 3,61, uma alta de 8%. Com esse reajuste, a parcela da Petrobras no preço ao consumidor em relação à gasolina passará de R$ 2,26, em média, para R$ 2,37 a cada litro vendido na bomba - uma variação de R$ 0,11. No caso do diesel, a parcela da estatal no preço ao consumidor passará de R$ 3,01, em média, para R$ 3,25 a cada litro vendido na bomba. Uma variação de R$ 0,24. As informações são do site UOL.
Após segundo aumento do diesel no mês, líder dos caminhoneiros confirma greve dia 1º
Reajuste no valor do combustível nas refinarias já vale a partir desta terça (26)
Por: Luciana Freire
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Foto: Marcos Oliveira | Sudoeste Bahia
- O presidente da Associação Brasileira dos Condutores de Veículos Automotores (Abrava), Wallace Landim, conhecido como Chorão, disse nesta segunda (25) que a greve convocada para a partir de 1º de novembro está mantida. “A greve está mantida. A categoria já deliberou. E não esperávamos um percentual tão alto nesse novo reajuste. Os caminhoneiros estão trabalhando para colocar combustível. A questão agora é de sobrevivência”, afirmou ao Antagonista. A Petrobras anunciou hoje o segundo aumento consecutivo no valor da gasolina e do diesel já nesta terça (26) em 9,1% e passará de R$ 3,06 para R$ 3,34, uma alta de R$ 0,28 por litro.
Líder dos caminhoneiros rejeita "esmola" de Bolsonaro e diz que greve deve ocorrer
Presidente prometeu benefício de R$ 400 mensais para compensar o aumento do diesel
Por: Alexandre Santos
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Foto: Reprodução | Agência Brasil
- Caminhoneiros afirmam que grave anunciada para o dia 1ª de novembro está mantida caso o governo não faça algo para atender o segmento. Em entrevista ao portal UOL, Carlos Alberto Litti Dahmer, diretor da CNTTL (Confederação Nacional dos Trabalhadores em Transportes e Logística), disse que iniciativa do presidente Jair Bolsonaro (sem partido) de oferecer R$ 400 aos caminhoneiros como forma de ajudar a categoria em meio à alta dos combustíveis "não é uma boa notícia porque fundamentalmente ele não ataca a causa do problema", mas sim um "efeito colateral". "R$ 400 reais foi o que disse o companheiro Chorão e os imensos companheiros espalhados pelos pais: caminhoneiro não quer esmola. Caminhoneiro quer dignidade e dignidade significa discutir o maior insumo na planilha de custo do caminhoneiro, que representa em qualquer frete, 50% daquilo que se ganha", disse Dahmer. O diretor da CNTTL explicou que a greve dos caminhoneiros não é uma pauta política a favor ou contra o governo Bolsonaro, inclusive, para ele, "defender a Petrobras é defender o povo brasileiro". "Fortalecer a indústria de base através do petróleo é fortalecer a cadeia nacional." Dahmer declarou que os caminhoneiros estão trabalhando abaixo do seu custo, sem nenhuma solução, portanto, "não há outra alternativa" se não a greve para cobrar uma "negociação que atenda aos interesses da categoria". Ele definiu a greve como um "último recurso e medida" para a categoria ser ouvida.
Caminhoneiros prometem greve no dia 1º se preço do diesel não baixar
Caminhoneiros prometem greve no dia 1º se preço do diesel não baixar
Em reunião da categoria, associações de motoristas decidiram cruzar os braços o caso suas reivindicações não sejam atendidas pelo governo Bolsonaro
Por: Alexandre Santos
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Foto: Marcos Oliveira | Sudoeste Bahia
- Grupos de caminhoneiros prometem uma nova paralisação a partir de 1º de novembro caso suas reivindicações não sejam atendidas pelo governo Bolsonaro, entre elas a queda do preço do diesel. Em reunião no Rio de Janeiro, no sábado (16), associações de motoristas decidiram que o "estado de greve" se dará pelo período de 15 dias. Além da reivindicação da diminuição do preço do diesel, os caminhoneiros reivindicam também a "defesa da constitucionalidade do Piso Mínimo de Frete" e o retorno da aposentadoria especial após 25 anos de contribuição ao INSS. A greve não é apoiada pela Abcam (Associação Brasileira dos Caminhoneiros). Vídeo da reunião no Rio começaram a circular pelos aplicativos de mensagem na noite deste sábado, segundo o portal UOL. "Ficou decidido que vamos dar 15 dias para o governo responder", declarou Luciano Santos Carvalho, do Sindicam (Sindicato dos Transportadores Rodoviários Autônomos de Bens da Baixada Santista e Vale do Ribeira). "Se não houver resposta de forma concreta em cima dos direitos do caminhoneiro autônomo, dia 1º de novembro, Brasil todo parado aí." A informação foi confirmada ao UOL por Wallace Landim, o Chorão, uma das principais lideranças de caminhoneiros autônomos do país e presidente da Abrava (Associação Brasileira de Condutores de Veículos Automotores). "A nossa categoria está na beira do abismo. Hoje ficou decidido que estamos em estado de greve pelos próximos dias. E se as nossas reivindicações, principalmente com relação ao preço do diesel, não forem aceitas, a gente começa uma greve no dia 1º", disse Chorão.
Com risco de contaminação por diesel, rio São João enfrenta também estiagem na Chapada Diamantina
População teme falta d'água com forte seca na região
Por: Maria Clara Andrade
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Foto: Reprodução
- Após um caminhão, que transportava óleo diesel, tombar no Morro do Pai Inácio, na Chapada Diamantina, moradores da comunidade de Campos do São João relatam preocupação com contaminação da água. Técnicos da seguradora da empresa responsável pelo transporte, além de integrantes do Ibama e do Inema estão fazendo vistorias para garantir que o diesel não atinja o lençol freático. No entanto, além deste risco, os moradores enfrentam também outro problema com o mesmo rio: a forte seca, que compromete o abastecimento da comunidade. Elzito Guimarães, presidente da Associação Comunitária e morador do distrito há mais de 40 anos, diz que a falta d'água tem impactado diretamente na rotina. A chegada de abastecimento por parte do governo deve demorar ainda três meses, até lá resta aos moradores conviver com a aflição.
Petrobras elevará preço do diesel nas refinarias em quase 9% a partir desta quarta
Com reajuste, valor médio do produto vendido pela companhia a distribuidoras passará de R$ 2,81 para R$ 3,06 por litro
Por: Gabriel Amorim
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Foto: Marcos Oliveira | Sudoeste Bahia
- A Petrobras elevará o preço do diesel nas refinarias em quase 9% a partir de quarta-feira (29), após 85 dias de estabilidade. Em nota, a estatal informou que o resjuste é importante para garantir o abastecimento do combustível no país. Com o aumento, o valor médio do diesel vendido pela companhia a distribuidoras passará de R$ 2,81 para R$ 3,06 por litro, refletindo reajuste médio de R$ 0,25 por litro. O repasse do aumento para as bombas, nos postos, depende de uma série de questões, como margens de distribuidoras e revendedoras, misturas de biodiesel, assim como tributos. O aumento já era esperado. Na última segunda (27), o diretor-executivo de Comercialização e Logística da empresa, Cláudio Mastella, havia dito que a empresa poderia aumentar os preços. Segundo o executivo, os valores praticados até então estavam defasados ante o mercado internacional.
Petrobrás anuncia alta nos preços do diesel e da gasolina
Petrobrás anuncia alta nos preços do diesel e da gasolina
Por: Redação do Sudoeste Bahia
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Foto: Marcos Oliveira | Sudoesta Bahia
- A Petrobras informou nesta segunda-feira (28), que o preço do diesel e da gasolina sofrerá um aumento de 4% e 5%, respectivamente, a partir desta terça-feira (29). A estatal anunciou aumento no preço dos combustíveis pela segunda vez, em apenas duas semanas. Em novembro, o aumento foi de 3% no preço do diesel e 4% na gasolina. Nas distribuidoras, o litro da gasolina sairá por R$ 1,84 enquanto o litro do diesel custará R$ 2,02.























