Mais de 60% das empresas fecham em até cinco anos
Mais de 60% das empresas fecham em até cinco anos
Levantamento aponta alto índice de encerramento de atividades no país; especialistas defendem gestão de riscos e continuidade dos negócios para enfrentar crises e reduzir prejuízos.
Por: Redação Sudoeste Bahia
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Narração automática (IA)Resumo
- A taxa de fechamento de empresas no Brasil é alta, com cerca de 20% encerrando suas atividades ainda no primeiro ano e 62% em até cinco anos. Para especialistas, a adoção de sistemas de continuidade dos negócios pode ser decisiva para aumentar a capacidade de resposta das organizações em momentos críticos.
- A implementação da norma ISO 22301 pode ajudar a prevenir perdas financeiras, reduzir o tempo de paralisação e proteger atividades estratégicas. Além disso, a certificação também funciona como um indicativo de compromisso com a governança, a segurança operacional e a gestão eficiente de riscos.
Foto: Reprodução | 97 News
A elevada taxa de fechamento de empresas no Brasil reforça a necessidade de planejamento estratégico e gestão de riscos para garantir a sustentabilidade dos negócios. Dados do Instituto Brasileiro de Geografia e Estatística (IBGE) indicam que cerca de 20% das empresas encerram suas atividades ainda no primeiro ano de funcionamento. Em um período de até cinco anos, esse percentual ultrapassa 62%. O cenário revela os desafios enfrentados por empreendedores diante de crises econômicas, falhas operacionais, interrupções de serviços, desastres naturais, ataques cibernéticos e outras situações capazes de comprometer a continuidade das atividades. Para especialistas da Associação Brasileira de Infraestrutura da Qualidade (ABRIQ), a adoção de sistemas voltados à continuidade dos negócios pode ser decisiva para aumentar a capacidade de resposta das organizações em momentos críticos. Entre as ferramentas disponíveis está a ISO 22301, norma internacional que estabelece diretrizes para identificação de riscos, avaliação de impactos e desenvolvimento de estratégias para manter operações essenciais em funcionamento. Segundo a entidade, a norma permite que empresas de diferentes portes criem processos estruturados para prevenir prejuízos, reduzir o tempo de paralisação e proteger atividades consideradas estratégicas. A certificação também funciona como um indicativo de compromisso com a governança, a segurança operacional e a gestão eficiente de riscos. Além de minimizar perdas financeiras, a implementação de medidas preventivas contribui para fortalecer a confiança de clientes, fornecedores, investidores e parceiros comerciais. Outro benefício apontado é a melhoria na capacidade de recuperação diante de incidentes inesperados. Para a ABRIQ, a continuidade dos negócios deixou de ser uma preocupação exclusiva das grandes corporações. Em um ambiente cada vez mais sujeito a instabilidades, preparar-se para enfrentar crises tornou-se um fator essencial para a permanência e o crescimento das empresas no mercado.























