Datafolha aponta pior avaliação do governo em áreas prioritárias, como segurança e corrupção
Levantamento ouviu 2.004 pessoas em todo o país nos dias 12 e 13 de maio
Por: Redação Sudoeste Bahia
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- Uma pesquisa Datafolha realizada em maio apontou a segurança pública como a área de pior desempenho do governo do presidente Luiz Inácio Lula da Silva, citada por 16% dos entrevistados. Saúde (15%), economia (13%) e combate à corrupção (13%) também figuram entre os principais pontos negativos. Curiosamente, esses temas também se destacam como prioridades para o próximo presidente, com a saúde liderando as preocupações (34%), seguida por educação (15%) e segurança pública (12%).
- O levantamento, que entrevistou 2.004 pessoas, revelou variações significativas por grupos demográficos, como a preocupação feminina com a saúde e dos jovens com a economia. Mesmo entre eleitores de Lula, a segurança pública é vista como o principal problema, enquanto apoiadores de Flávio Bolsonaro priorizam a crítica ao combate à corrupção. Em contraste, as áreas de melhor desempenho do governo foram o combate à fome e à miséria (13%), ao desemprego (10%) e a educação (10%). A pesquisa está registrada no TSE sob o código BR-00290/2026.
Foto: Reprodução | O Globo
A segurança pública foi apontada como a área de pior desempenho do governo do presidente Luiz Inácio Lula da Silva (PT), segundo pesquisa Datafolha realizada nos dias 12 e 13 de maio com 2.004 entrevistados em todo o país. O tema foi citado por 16% dos participantes. Na sequência aparecem saúde (15%), economia (13%) e combate à corrupção (13%). Esses mesmos temas figuram entre as prioridades indicadas pelos entrevistados para o próximo presidente, com destaque para saúde (34%), educação (15%), segurança pública (12%) e economia (11%). O levantamento mostra diferenças entre grupos. Entre mulheres, 19% apontaram a saúde como pior área do governo, contra 11% dos homens. Entre jovens de 16 a 24 anos, a economia foi o principal ponto negativo (21%), enquanto apenas 5% dos entrevistados com 60 anos ou mais citaram o tema. Mesmo entre eleitores que declaram voto em Lula, a segurança pública aparece como principal problema (18%). Já entre apoiadores de Flávio Bolsonaro (PL), o combate à corrupção lidera as críticas (17%). A pesquisa também perguntou em quais áreas o governo teve melhor desempenho. Combate à fome e à miséria (13%), combate ao desemprego (10%) e educação (10%) foram as mais citadas. O levantamento está registrado no TSE sob o código BR-00290/2026. Os dados completos da pesquisa estão disponíveis no site do Tribunal Superior Eleitoral.
Desemprego cai de 8% para 7,7% no país no terceiro trimestre do ano
Desemprego cai de 8% para 7,7% no país no terceiro trimestre do ano
Taxa foi puxada principalmente pelo recuo em São Paulo
Por: Vitor Abdala
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Foto: Agência Brasil
- A queda na taxa de desemprego no país, de 8% no segundo trimestre para 7,7% no terceiro trimestre deste ano, foi puxada principalmente pelo recuo do indicador em São Paulo. Segundo dados da Pesquisa Nacional por Amostra de Domicílios Contínua (PNAD Contínua), a taxa no estado recuou de 7,8% para 7,1% no período. “A queda no Brasil não foi um processo disseminado nos estados. A maior parte das unidades da Federação mostra tendência de redução na taxa de desocupação, mas apenas três estados registram queda estatisticamente significativa, principalmente por causa da redução da desocupação. E São Paulo tem uma importância dado o contingente do mercado de trabalho, o que influencia bastante a queda em nível nacional”, explica a pesquisadora do IBGE Adriana Beringuy. Além de São Paulo, apresentaram queda significativa na taxa de desemprego os estados do Maranhão (de 8,8% para 6,7%) e Acre (de 9,3% para 6,2%). Em 23 unidades da Federação, a taxa manteve-se estatisticamente estável. Apenas em Roraima houve crescimento da taxa de desemprego,, ao passar de 5,1% para 7,6%. No terceiro trimestre deste ano, as maiores taxas de desemprego foram observadas na Bahia (13,3%), em Pernambuco (13,2%) e no Amapá (12,6%). As menores taxas ficaram com os estados de Rondônia (2,3%), Mato Grosso (2,4%) e Santa Catarina (3,6%). Comparações - Na comparação por sexo, a taxa de desocupação no terceiro trimestre foi de 6,4% para os homens e de 9,3% para as mulheres. Em relação à cor ou raça, a taxa entre os brancos ficou em 5,9%, enquanto entre os pretos o indicador foi de 9,6% e entre os pardos, de 8,9%. Considerando-se o nível de instrução, a maior taxa de desocupação ficou entre as pessoas com ensino médio incompleto (13,5%). Para as pessoas com nível superior incompleto, a taxa foi de 8,3%, mais que o dobro da verificada para o nível superior completo (3,5%).
IBGE: Desemprego fica em 8,5% no trimestre até abril e atinge a menor taxa em 8 anos
Houve uma variação de apenas 0,1 ponto percentual em relação ao trimestre anterior (8,4%), indicando estabilidade no índice
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Foto: Reprodução | Agência Brasil
- A taxa de desemprego registrou 8,5% durante o período móvel encerrado em abril de 2023. Conforme os dados divulgados pelo Instituto Brasileiro de Geografia e Estatística (Ibge) nesta quarta-feira (31), por meio da Pesquisa Nacional por Amostra de Domicílios Contínua (Pnad), essa taxa é a menor registrada para um trimestre encerrado em abril desde 2015, quando atingiu 8,1%. De acordo com os dados do Ibge, houve uma variação de apenas 0,1 ponto percentual em relação ao trimestre anterior (8,4%), indicando estabilidade no índice. Além disso, em comparação com o mesmo período de 2022, houve uma queda de 2 pontos percentuais na taxa de desocupação. A analista da pesquisa, Alessandra Brito, destacou que essa estabilidade é incomum para esse período específico. Normalmente, o padrão sazonal do trimestre móvel de fevereiro, março e abril é de aumento na taxa de desocupação, com um maior número de pessoas desempregadas. No entanto, essa tendência não foi observada desta vez.
Desemprego cai a 13,7%, mas ainda atinge 14,1 milhões de pessoas, aponta IBGE
Desemprego cai a 13,7%, mas ainda atinge 14,1 milhões de pessoas, aponta IBGE
Taxa sofreu redução de 1 ponto percentual em relação ao trimestre encerrado em abril (14,7%)
Por: Luciana Freire
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Foto: Reprodução | Agência Brasil
- O Instituto Brasileiro de Geografia e Estatística (IBGE) divulgou nesta quinta-feira (30) que a taxa de desemprego no Brasil caiu para 13,7% no trimestre fechado em julho, uma redução de 1 ponto percentual em relação ao trimestre encerrado em abril (14,7%). Na comparação com o trimestre encerrado em julho de 2020, houve estabilidade (13,8%). Apesar da diminuição na taxa, o país ainda soma 14,1 milhões de pessoas na fila em busca de um trabalho. O número representa queda de 4,6% em relação ao trimestre terminado em abril (14,8 milhões de pessoas), mas aumentou 7,3% ante o trimestre (mais 955 mil) ante o trimestre de 2020 (13,1 milhões de pessoas). Os dados fazem parte da Pnad (Pesquisa Nacional por Amostra de Domicílios) Contínua, indicador que usa trimestres móveis, que não correspondem necessariamente ao primeiro, segundo, terceiro e quarto trimestres do ano. De acordo com o IBGE, a queda na taxa de desemprego foi influenciada, principalmente, pelo aumento no número de pessoas ocupadas (89 milhões), que avançou 3,6%, com mais 3,1 milhões no período. Com isso, o nível de ocupação subiu para 50,2%.
Desemprego mantém recorde e atinge 14,8 milhões de brasileiros, diz IBGE
Desemprego mantém recorde e atinge 14,8 milhões de brasileiros, diz IBGE
Resultado veio em linha com o esperado pelo mercado
Por: Luciane Freire
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Foto: Reprodução | Agência Brasil
- O desemprego no Brasil ficou em 14,7% no trimestre encerrado em abril e se manteve em patamar recorde, segundo divulgou nesta quarta (30) o Instituto Brasileiro de Geografia e Estatística (IBGE). No total, são 14,8 milhões de pessoas desempregadas. "Essa taxa e o contingente de desocupados mantêm o recorde registrado no trimestre encerrado em março, o maior da série desde 2012", destacou o IBGE. No mesmo período do ano passado, a taxa de desemprego era menor, de 12,6%. O resultado veio em linha com o esperado pelo mercado.
Com pior taxa de desemprego, Bolsonaro critica método de pesquisa do IBGE
Com pior taxa de desemprego, Bolsonaro critica método de pesquisa do IBGE
Por: Adele Robichez
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Foto: Reprodução | Folhapress
- O presidente da República Jair Bolsonaro (sem partido) voltou a criticar ontem (8) a Pnad Contínua, do Instituto Brasileiro de Geografia e Estatística (IBGE), que indica a taxa de desemprego no Brasil. Ele já havia feito a mesma crítica há dois anos. “Estamos criando empregos formais mês a mês. Mas tem aumentado o desemprego por causa dessa metodologia do IBGE que atendia ao governo da época”, afirmou Bolsonaro. Ele acredita que o crescimento do desemprego está relacionado aos trabalhadores informais, que deixaram de ganhar dinheiro na pandemia da Covid-19, e tiveram que passar a procurar emprego formal. O índice de desemprego no trimestre encerrado em janeiro foi de 14,2% - o que corresponde a 14,3 milhões de brasileiros - o pior marco histórico da pesquisa, iniciada em 2012.
Desemprego da pandemia atinge mais jovens, negros e região Nordeste
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Foto: Reprodução | Agência Brasil
- O desemprego recorde provocado pela pandemia do novo coronavírus teve efeitos mais devastadores sobre os mais jovens, os negros e a região Nordeste, segundo dados divulgados ontem (10) pelo Instituto Brasileiro de Geografia e Estatística (IBGE). Em 2020, a taxa de desemprego no país bateu 13,5%, o maior valor desde o início da série histórica da pesquisa no formato atual, em 2012. Houve recorde de desemprego em 10 estados e no Distrito Federal, com os menores índices registrados nos estados da Bahia (19,8%), Alagoas (18,6%), Sergipe (18,4%) e Rio de Janeiro (17,4%). Na região Nordeste, a taxa média chegou a 16,7%. Em média, a taxa de desocupação cresceu 1,62% em relação ao ano anterior, mas entre pessoas pretas e pardas a alta foi maior, de 2,6 e 1,75 pontos porcentuais, respectivamente. Em todo o ano, a taxa de desemprego entre as pessoas que se autodeclaravam pretas, de 17,3%, era 58,7% superior à daquelas que se autodeclaravam brancas (10,9%). Entre a população com faixa etária entre 18 e 24 anos, a alta em relação a 2019 foi de 2,85 pontos percentuais. Em 2020, 29,5% dessa parcela estavam desempregados, mais que o dobro da média nacional.
Desemprego no período da pandemia chega a 14,2% e atinge novo recorde
Desemprego no período da pandemia chega a 14,2% e atinge novo recorde
Por: Adele Robichez
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Foto: Reprodução | Agência Brasil
- O desemprego atingiu um novo recorde em novembro, segundo dados da última Pesquisa Nacional por Amostra de Domicílios (Pnad) da Covid-19 divulgados hoje (23) pelo Instituto Brasileiro de Geografia e Estatística (IBGE) e chegou a 14,2%. O levantamento acontece durante a crise causada pela epidemia do coronavírus no país. A pesquisa indica que o Brasil chegou ao final do mês de novembro com mais de 14 milhões de pessoas desempregadas. O número representa um crescimento de 2% em relação a outubro, quando ainda eram 13,8 milhões de desempregados. E de quase 40% considerando a pesquisa desde maio, quando o desemprego atingia 10 milhões de brasileiros. O índice de desemprego durante a pandemia, então, passou de 10,7% em maio para 14,2% em novembro. Desde julho, o país vem batendo recordes sucessivos de desemprego. Muitos trabalhadores vêm perdendo seus empregos devido a pandemia da Covid-19 e passaram a buscar um emprego após a flexibilização dos protocolos restritivos. De acordo com a coordenadora da pesquisa, Maria Lucia Viera, o aumento da população desocupada ocorreu majoritariamente na região Nordeste.























