Jaques Wagner anuncia processo contra revista Veja por reportagem que associa PT ao Master
Parlamentar afirmou que não existe investigação que o relacione a irregularidades e acusou a divulgação de informações sem comprovação.
Por: Redação Sudoeste Bahia
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- O senador Jaques Wagner (PT-BA) anunciou que irá processar a revista Veja em resposta a uma reportagem que aponta supostas relações entre integrantes do PT da Bahia e o empresário Daniel Vorcaro, ex-CEO do Banco Master. Durante discurso no Senado Federal e em suas redes sociais, Wagner classificou a matéria como irresponsável e negou veementemente qualquer investigação da Polícia Federal envolvendo seu nome ou o do ministro da Casa Civil, Rui Costa.
- O parlamentar também criticou a divulgação indevida de informações de uma suposta delação envolvendo Vorcaro, afirmando que o conteúdo não é público e serve para especulações, comparando a situação aos vazamentos da Operação Lava Jato. Wagner classificou o episódio como parte de uma "guerra de narrativas", denunciando a propagação de acusações sem comprovação e apelando pelo fim da leviandade na imprensa e nas instituições. Até o momento, a revista não se manifestou publicamente sobre as declarações do senador.
Foto: Valter Campanato | Agência Brasil
O senador Jaques Wagner (PT-BA) anunciou nesta terça-feira (16) que irá processar a revista Veja após a publicação de uma reportagem que aponta supostas relações entre integrantes do PT da Bahia e o empresário Daniel Vorcaro, ex-CEO do Banco Master. A reação ocorreu durante um discurso no Senado Federal e também foi compartilhada pelo parlamentar nas redes sociais. Wagner classificou a matéria como irresponsável e afirmou que não há qualquer investigação da Polícia Federal que envolva seu nome ou o do ministro da Casa Civil, Rui Costa. "Eu já desafiei vários a me mostrarem qual foi a investigação da Polícia Federal que encontrou algo sobre o meu comportamento e o comportamento do ex-governador Rui Costa. Antecipar que meu advogado já está preparando a peça para processar a revista", declarou. O senador também criticou o que chamou de divulgação indevida de informações relacionadas a uma suposta delação envolvendo Daniel Vorcaro. Segundo ele, o conteúdo divulgado não foi tornado público oficialmente e estaria sendo utilizado para alimentar especulações. "Nós estamos entre o absurdo e o super absurdo. O absurdo é de uma delação que ninguém sabe o que tem dentro dela, a não ser aqueles que inquiriram o senhor Daniel Vorcaro e que levianamente e ilegalmente vazam a matéria, como vazaram no tempo da Lava Jato", afirmou. Durante o pronunciamento, Wagner disse ainda que o episódio faz parte de uma disputa de versões no ambiente político e criticou a propagação de acusações sem comprovação. Segundo o petista, trata-se de uma "guerra de narrativas". "O instituto da leviandade ou nas instituições ou na imprensa ou nas redes brasileiras precisa ter um ponto final", declarou. Até o momento, a revista não havia se manifestado publicamente sobre as declarações do senador ou sobre a anunciada ação judicial. O caso deve ter novos desdobramentos nos próximos dias.
Vorcaro cita Flávio Bolsonaro e filme "Dark Horse" em nova proposta de delação premiada
Empresário relatou aos investigadores ter recebido pedidos para o repasse de recursos destinados à produção do filme "Dark Horse"
Por: Redação Sudoeste Bahia
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- O empresário e dono do Banco Master, Daniel Vorcaro, apresentou uma nova proposta de delação premiada à Polícia Federal (PF) e à Procuradoria-Geral da República (PGR), citando o senador Flávio Bolsonaro (PL-RJ) em uma suposta cobrança de recursos para a produção do filme 'Dark Horse', uma cinebiografia sobre o ex-presidente Jair Bolsonaro (PL). De acordo com a apuração da CNN, Vorcaro detalhou movimentações relacionadas ao patrocínio milionário do longa-metragem e mencionou nominalmente o filho do ex-presidente durante os relatos prestados aos investigadores.
- Vorcaro relata ter recebido pedidos para o repasse de cerca de R$ 60 milhões para a produção do filme, o que foi revelado por um áudio divulgado pelo site The Intercept Brasil. Embora o senador Flávio Bolsonaro negue irregularidades, a proposta de delação de Vorcaro pode trazer novas revelações sobre as investigações envolvendo o ex-presidente e seu filho.
Daniel Vorcaro, dono do Banco Master, citou o senador Flávio Bolsonaro (PL-RJ) em uma nova proposta de delação premiada apresentada nesta semana à Polícia Federal (PF) e à Procuradoria-Geral da República (PGR). O empresário relatou aos investigadores ter recebido pedidos para o repasse de recursos destinados à produção do filme "Dark Horse", obra inspirada na trajetória política do ex-presidente Jair Bolsonaro (PL). De acordo com a apuração da CNN, Vorcaro incluiu o episódio em uma nova versão do acordo de delação entregue às autoridades na segunda-feira (1º). O banqueiro teria detalhado movimentações relacionadas ao patrocínio milionário do longa-metragem e mencionado nominalmente o filho do ex-presidente durante os relatos prestados aos investigadores. Vorcaro teria narrado as cobranças e as transferências de cerca de R$ 60 milhões para a produção da cinebiografia sobre o ex-presidente. Em 13 de maio, o site The Intercept Brasil revelou áudio em que o senador e pré-candidato à presidência, Flávio Bolsonaro (PL), pede a Vorcaro um repasse milionário para execução do filme Dark Horse. O parlamentar afirma que não há irregularidades e ressalta tratar-se de um contrato privado. Preso na Superintendência da Polícia Federal, em Brasília, Vorcaro teve uma proposta anterior de delação rejeitada. Na avaliação dos investigadores, o material apresentado continha omissões e deixava de esclarecer fatos considerados relevantes para as apurações.
Nunes Marques dá 20 dias para PGR opinar sobre recurso de Bolsonaro
Nunes Marques dá 20 dias para PGR opinar sobre recurso de Bolsonaro
Defesa do ex-presidente tenta anular condenação de mais de 27 anos no processo da trama golpista.
Por: Redação Sudoeste Bahia
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- O ministro Nunes Marques concedeu prazo de 20 dias à Procuradoria-Geral da República (PGR) para emitir parecer sobre o pedido de revisão criminal apresentado pelo ex-presidente Jair Bolsonaro. A defesa busca anular a condenação de 27 anos e três meses de prisão imposta a Bolsonaro no processo relacionado à trama golpista. A análise da revisão criminal será realizada pela Segunda Turma do Supremo Tribunal Federal (STF).
- O recurso foi protocolado no STF no último dia 8 de maio e busca anular os argumentos apresentados pela defesa que alegam que houve 'erro judiciário' na condução e no julgamento do processo, incluindo a validade da delação premiada do ex-ajudante de ordens Mauro Cid e falta de acesso integral às provas da investigação.
Foto: Reprodução
O ministro Nunes Marques, do Supremo Tribunal Federal (STF), concedeu nesta quarta-feira (27) prazo de 20 dias para que a Procuradoria-Geral da República (PGR) emita parecer sobre o pedido de revisão criminal apresentado pelo ex-presidente Jair Bolsonaro. A defesa busca anular a condenação de 27 anos e três meses de prisão imposta a Bolsonaro no processo relacionado à trama golpista. As informações foram divulgadas pela Agência Brasil. Após a manifestação da PGR, caberá ao ministro decidir sobre o andamento do pedido. O recurso foi protocolado no STF no último dia 8 de maio. Os advogados de Bolsonaro alegam que houve “erro judiciário” na condução e no julgamento do processo. Entre os argumentos apresentados pela defesa está o entendimento de que, por ter ocupado a Presidência da República, Bolsonaro deveria ter sido julgado pelo plenário do STF, e não pela Primeira Turma da Corte. Os advogados também questionam a validade da delação premiada do ex-ajudante de ordens Mauro Cid, afirmando que o acordo não teria ocorrido de forma voluntária. A defesa ainda alega falta de acesso integral às provas da investigação. No mérito, os defensores sustentam que não existem provas da participação direta de Bolsonaro nos atos golpistas de 8 de janeiro de 2023 nem na liderança de um plano para tentativa de golpe de Estado. Bolsonaro foi condenado no ano passado pela Primeira Turma do STF, composta pelos ministros Alexandre de Moraes, Flávio Dino, Cristiano Zanin e Cármen Lúcia. Conforme o regimento interno do Supremo, a revisão criminal deverá ser analisada pela Segunda Turma, formada pelos ministros André Mendonça, Nunes Marques, Gilmar Mendes, Dias Toffoli e Luiz Fux. Atualmente, Bolsonaro cumpre prisão domiciliar temporária por razões de saúde.
PF decide não validar proposta de delação premiada de Daniel Vorcaro
PF decide não validar proposta de delação premiada de Daniel Vorcaro
Investigação apura supostas fraudes contra o Sistema Financeiro Nacional envolvendo o Banco Master
Por: Redação Sudoeste Bahia
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- A Polícia Federal recusou a proposta de colaboração premiada do banqueiro Daniel Vorcaro, proprietário do Banco Master, devido a inconsistências nas informações fornecidas. A decisão foi comunicada ao ministro André Mendonça, do Supremo Tribunal Federal, que é o responsável pelo inquérito. A investigação, iniciada em 2024, apura a emissão de títulos financeiros sem cobertura adequada, um esquema que teria gerado prejuízos bilionários ao Sistema Financeiro Nacional.
- Apesar da recusa inicial, a PF não descarta a possibilidade de novas negociações caso Vorcaro apresente dados mais relevantes, enquanto a Procuradoria-Geral da República segue avaliando a proposta de delação. Vorcaro foi preso preventivamente em novembro de 2025 durante a Operação Compliance Zero e novamente em março deste ano. O Banco Central decretou a liquidação extrajudicial do Banco Master em 2025, e a homologação ou rejeição do acordo de delação caberá, em última instância, ao ministro André Mendonça.
Foto: Divulgação | Banco Master
A Polícia Federal decidiu não validar a proposta de colaboração premiada negociada com o banqueiro Daniel Vorcaro, dono do Banco Master. Segundo informações da investigação, os agentes responsáveis consideraram inconsistentes as informações apresentadas pelo empresário durante as negociações do acordo. A apuração foi iniciada em 2024, após solicitação do Ministério Público Federal, e investiga a emissão de títulos financeiros sem cobertura adequada, em um esquema que pode ter causado prejuízos bilionários ao Sistema Financeiro Nacional. De acordo com fontes ligadas ao caso, a decisão da PF já foi comunicada ao ministro André Mendonça, do Supremo Tribunal Federal, responsável pelo inquérito. Apesar da recusa, a polícia não descarta novas negociações caso Vorcaro apresente informações consideradas relevantes. A Procuradoria-Geral da República segue analisando a proposta de delação apresentada pela defesa do banqueiro. Vorcaro foi preso preventivamente durante a primeira fase da Operação Compliance Zero, em novembro de 2025. Ele chegou a ser liberado por decisão do Tribunal Regional Federal da 1ª Região, mas voltou a ser preso em março deste ano, durante a terceira fase da operação. Segundo a investigação, o Banco Central decretou a liquidação extrajudicial do Banco Master em 2025. A decisão final sobre um eventual acordo de delação caberá ao ministro André Mendonça, responsável por homologar ou rejeitar a colaboração premiada.
Flávio nega irregularidades em negociação para filme do pai
Flávio nega irregularidades em negociação para filme do pai
Senador confirmou relação com Daniel Vorcaro e afirmou que recursos seriam destinados a produção privada sobre a trajetória de Jair Bolsonaro.
Por: Redação Sudoeste Bahia
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- O senador Flávio Bolsonaro admitiu realizar contato com o banqueiro Daniel Vorcaro por quase um ano enquanto buscava apoio financeiro para produzir um filme sobre a vida do ex-presidente Jair Bolsonaro. O caso foi revelado por The Intercept Brasil e Flávio confirmou o pedido de recursos e a relação com Vorcaro.
- Flávio negou envolvimento com a Lei Rouanet e disse não ter oferecido vantagens ao banqueiro em troca do apoio financeiro, além de defender a instalação de uma Comissão Parlamentar de Inquérito para investigar o caso envolvendo o Banco Master.
Foto: Fábio Porciúncula | AFP
O senador Flávio Bolsonaro admitiu ter mantido contato por quase um ano com o banqueiro Daniel Vorcaro para buscar apoio financeiro destinado à produção de um filme sobre a vida do ex-presidente Jair Bolsonaro. O caso foi revelado nesta quarta-feira (13) pelo portal The Intercept Brasil. Segundo a reportagem, o projeto previa um aporte de R$ 134 milhões para a produção cinematográfica. Em nota divulgada após a publicação da matéria, Flávio confirmou o pedido de recursos e a relação com Vorcaro, mas afirmou que se tratava de uma iniciativa privada, sem uso de dinheiro público. “Foi um filho procurando patrocínio privado para um filme privado sobre a história do próprio pai”, declarou o senador. Na manifestação, ele afirmou ainda que não utilizou recursos públicos, negou envolvimento com a Lei Rouanet e disse não ter oferecido vantagens ao banqueiro em troca do apoio financeiro. Flávio também rebateu suspeitas de favorecimento político. Segundo ele, não houve intermediação de negócios com o governo nem recebimento de qualquer benefício pessoal. O parlamentar ainda defendeu a instalação de uma Comissão Parlamentar de Inquérito (CPI) para investigar o caso envolvendo o Banco Master. A reportagem do Intercept divulgou um áudio atribuído ao senador, no qual ele menciona a necessidade do envio de recursos para quitar parcelas atrasadas da produção do filme. Em outro trecho, Flávio afirma que havia preocupação com o andamento do projeto diante do atraso nos pagamentos. Conforme a publicação, parte dos valores prometidos teria sido transferida entre fevereiro e maio de 2025. O material também aponta que o apoio financeiro envolveu transferências internacionais realizadas por uma empresa ligada a Vorcaro para um fundo nos Estados Unidos administrado por Paulo Calixto. As últimas mensagens trocadas entre Flávio e Vorcaro teriam ocorrido pouco antes da liquidação do Banco Master pelo Banco Central. Dias depois, o banqueiro foi preso pela Polícia Federal em investigação relacionada a supostas fraudes financeiras. Atualmente, Daniel Vorcaro está custodiado na Superintendência da PF em Brasília e negocia um possível acordo de delação premiada. O filme sobre Jair Bolsonaro estaria sendo produzido no exterior, com elenco e equipe internacionais, e tem previsão de lançamento ainda neste ano.
























