Avaliação negativa do governo Lula se mantém em 40%, indica pesquisa
Levantamento indica queda na aprovação e aumento de avaliações regulares; percepção varia entre grupos sociais.
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Foto: Fabio Rodrigues Pozzebom | Agência Brasil
Pesquisa do Datafolha aponta que a avaliação negativa do governo do presidente Luiz Inácio Lula da Silva se manteve estável em 40%, mesmo com a proximidade do período eleitoral. O levantamento mostra queda na avaliação positiva, que passou de 32% para 29%. Já a parcela que considera o governo regular subiu de 26% para 29%.Na avaliação pessoal do presidente no terceiro mandato, a reprovação variou de 49% para 51%, enquanto a aprovação recuou de 47% para 45%, dentro da margem de erro. A pesquisa também indica diferenças entre grupos. A avaliação positiva é mais presente entre pessoas mais velhas, com menor escolaridade e moradores do Nordeste. Já a avaliação negativa é maior entre entrevistados com maior nível de instrução, residentes do Sul, evangélicos e pessoas com renda acima de dez salários mínimos.O levantamento traz ainda comparação com o mesmo período do governo do ex-presidente Jair Bolsonaro, que registrava índices mais elevados de avaliação negativa e menor aprovação, segundo a série histórica.
Datafolha aponta que 35% desaprovam o Congresso, enquanto 18% aprovam
A coleta de dados para a pesquisa deste mês envolveu a entrevista de 2.004 eleitores em 135 cidades do Brasil
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Foto: Reprodução | Agência Brasil
- A mais recente pesquisa do Datafolha aponta que a avaliação do Congresso Nacional permanece estável em comparação com setembro. O levantamento mostra que 18% consideram o trabalho dos 594 parlamentares como ótimo ou bom, enquanto 43% o veem como regular e 35% o reprovam como ruim ou péssimo. Esses números refletem uma continuidade em relação à pesquisa anterior, realizada aproximadamente três meses antes, na qual os percentuais eram de 16%, 48% e 33%, respectivamente. Em ambas as pesquisas, 4% dos entrevistados não souberam responder. A coleta de dados para a pesquisa deste mês envolveu a entrevista de 2.004 eleitores em 135 cidades do Brasil, realizada na última terça-feira (5), com uma margem de erro de dois pontos percentuais para mais ou para menos.
Datafolha aponta que saúde é considerada o maior problema do país atualmente
O levantamento divulgado nesta sexta-feira (8) ouviu 2.004 pessoas em 135 cidades
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Foto: Tiago Rego | Sudoeste Bahia
- Para 23% dos eleitores, a saúde é considerada a maior preocupação dos brasileiros entre as áreas que estão sob responsabilidade do governo federal. É o que diz o levantamento do Datafolha, divulgado nesta sexta-feira (8) pela Folha de S.Paulo. A pesquisa foi feita nesta terça-feira (5), e tem margem de dois pontos para mais ou para menos. Foram ouvidas 2.004 pessoas em 135 cidades. A liderança do ranking é ocupada pela área da saúde, mas outras também foram citadas por entrevistados. Segurança pública e educação tiveram 10% das menções; corrupção registrou 8%; fome angariou 7%; desemprego 7%; economia 6%; e a gestão do governo 4%. Também houve um empate de 2% em políticas públicas, área social, e inflação. Já o meio ambiente marcou apenas 1%. As melhores respostas relacionadas à gestão do governo Lula foram nas áreas da educação e cultura, que tiveram 42% e 43% de respostas positivas, respectivamente. Os dois setores com as piores avaliações foram o da segurança pública, com 27%, e o do combate à corrupção, com 29%.
Lula mantém estabilidade com 38% de aprovação no primeiro ano de governo, aponta Datafolha
Com um perfil de aprovação presidencial homogêneo, seguindo as linhas básicas da campanha eleitoral, Lula é mais bem avaliado entre nordestinos
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Foto: Ricardo Stuckert
- O presidente Luiz Inácio Lula da Silva (PT) manteve sua avaliação estável na reta final do seu primeiro ano de mandato. O petista fecha 2023 com 38% de aprovação dos brasileiros, enquanto 30% consideram seu trabalho regular, e o mesmo percentual ruim ou péssimo. Os dados são da quarta rodada de pesquisa do Datafolha sobre a popularidade do presidente, que ouviu 2.004 eleitores em 135 cidades do Brasil na terça-feira (5), com margem de erro média de dois pontos para mais ou para menos. Com um perfil de aprovação presidencial homogêneo, seguindo as linhas básicas da campanha eleitoral, sendo mais bem avaliado entre nordestinos (48%, num grupo que representa 26% da amostra) e quem tem menos escolaridade (50% nesses 28% dos ouvidos). A reprovação subiu 39% entre os 22% com curso superior e os 15% que moram no Sul. O maior índice é visto nos 4% mais ricos, sendo 47% dessas pessoas que ganham mais de 10 salários mínimos mensais veem Lula como ruim ou péssimo. Os mais jovens se destacam como 15% do eleitorado, no qual Lula atinge a maior taxa de avaliação regular (40%). Entre os evangélicos, sua reprovação é de 38%, ante 28% registrados entre católicos (52% da população ouvida).
Datafolha: 72% dos brasileiros são contra o uso recreativo da maconha
Levantamento entrevistou 2.016 brasileiros em 389 munícipios entre os dias 12 e 13 de setembro
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Foto: Reprodução
- Dados divulgados pelo levantamento do Datafolha apontam que 72% dos brasileiros são contra a legalização da maconha em geral. O percentual demonstra um aumento considerável em relação ao ano de 2018, quando 66% dos entrevistados afirmou que o uso da droga deveria continuar proibido. Em relação ao uso da maconha enquanto remédio, 76% dos entrevistados se mostraram a favor e 22% contra. Ainda há um percentual de 67% que defende a autorização do plantio da cannabis para efeitos medicinais. Em relação ao julgamento no Supremo Tribunal Federal (STF) que julga a possibilidade descriminalizara posse de pequenas quantidades da droga, 61% são contrários, enquantos apenas 36% apoiam a proposta que já conta com cinco votos favoráveis. Para a pesquisa, foram entrevistados 2.016 brasileiros com idades superiores a 16 anos, entre os dias 12 e 13 de setembro em 139 municípios do Brasil. A margem de erro para o levantamento é de dois pontos percentuais, para mais ou para menos.
Datafolha: 30% dos eleitores brasileiros se declaram petistas e 22%, bolsonaristas
Lula e Bolsonaro perderam apoio em comparação ao levantamento realizado em dezembro de 2022
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Foto: TV Globo
- Uma nova pesquisa Datafolha mostrou que o Brasil continua polarizado, apesar do presidente Luiz Inácio Lula da Silva (PT) ter mais apoiadores do que o ex-presidente Jair Bolsonaro (PL). Segundo o levantamento divulgado nesta quarta-feira (5), se dizem petistas 30% dos eleitores, enquanto 22% se definem como bolsonaristas. Em pesquisa anterior, realizada em 19 e 20 de dezembro de 2022, os apoiadores de ambos políticos eram mais expressivos. Lula perdeu 2%, enquanto Bolsonaro, 3%. Na époxa, se afirmavam petistas 32%, enquanto 25% se declararam bolsonaristas. Já mais moderados, a pesquisa também indicou 10% que se dizem mais próximos do petismo; 9%, do bolsonarismo e 22%, neutros. Na pesquisa passada, estes números eram 9%, 7% e 20%, respectivamente. Se mantiveram sem nenhuma preferência 5% nas duas pesquisas, assim como os 1% que não souberam responder. Foram entrevistados, na pesquisa, 2.028 brasileiros, espalhados em 126 cidades.
80% dos brasileiros concordam com pressão de Lula ao BC pela queda de juros, diz Datafolha
Até mesmo entre os eleitores do PL, a percepção é de que os juros estão mais altos do que o recomendado
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Foto: Ricardo Stuckert
- Nos primeiros meses de seu terceiro mandato, o presidente Luiz Inácio da Silva (PT) tem feito duras críticas ao Banco Central, por manter a taxa básica de juros em 13,75% ao ano. A conduta do presidente tem recebido apoio de boa parte da população. Um recorte da pesquisa Datafolha, divulgado nesta segunda-feira (3), apontou que 80% dos brasileiros concordam com a pressão feita pelo petista. Para 71% dos entrevistados, a taxa de juros do país está mais alta do que deveria. Entre os que pensam assim, 55% dizem que a Selic está mais alta do que deveria, e apenas 16% consideram que está um pouco mais alta. Apenas 16% dos eleitores disseram considerar que Lula age mal ao criticar o presidente do Banco Central, Roberto Campos Neto, indicado por Jair Bolsonaro (PL). Outros 5% não souberam responder. Até mesmo entre os eleitores do PL, a percepção é de que os juros estão mais altos do que o recomendado: 77% dos entrevistados afirmaram pensar dessa forma. Entre as regiões do país, essa opinião só fica abaixo dos 70% no Nordeste (67%). O Comitê de Política Monetária (Copom) mantém a Selic no atual patamar desde setembro de 2022, quando interrompeu um ciclo de 12 altas consecutivas. Roberto Campos Neto usa o argumento de que controlar a inflação e trazê-la para a meta são decisões técnicas e baseadas nas expectativas de inflação futura.
Datafolha: Lula é aprovado por 38%, e reprovado por 29%
No total, 2.028 pessoas foram entrevistadas em 126 municípios, entre os dias 29 e 30 de março
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Foto: Reprodução | Ricardo Stuckert
- O presidente Luiz Inácio Lula da Silva é aprovado por 38% dos brasileiros, e reprovado por 29%, segundo pesquisa Datafolha divulgada neste sábado (1º). A porcentagem que considera a gestão regular chega a 30% e 3% não souberam responder. No total, 2.028 pessoas foram entrevistadas em 126 municípios, entre os dias 29 e 30 de março. A margem de erro é de dois pontos percentuais, para mais ou para menos. De acordo com a pesquisa, Lula é mais bem avaliado pelos nordestinos (53% de ótimo ou bom) e tem rejeição mais baixa entre os mais pobres (apenas 21% de ruim ou péssimo entre aqueles que ganham até 2 salários mínimos) e entre os mais jovens (17% de ruim ou péssimo na faixa de 16 a 24 anos de idade). Já os eleitores do Sul (29% de ótimo ou bom), evangélicos (28% de ótimo ou bom) e mais ricos (30% de ótimo ou bom) são os mais contrários ao presidente.
79% dos brasileiros são a favor da vacinação em crianças de 5 a 11 anos, diz Datafolha
79% dos brasileiros é a favor da vacinação. Os que rejeitam a imunização para esse público são 17%. Os que não sabem opinar sobre a questão somam 4%
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Foto: Reprodução
- A vacinação contra Covid para crianças de 5 a 11 anos tem o apoio de 79% da população brasileira. Os números são do instituto Datafolha. Esse percentual equivale a 132,5 milhões de pessoas no país. Os que rejeitam a imunização para esse público são 17%. Os que não sabem opinar sobre a questão somam 4%. A pesquisa foi feita por telefone nos dias 12 e 13 de janeiro, com 2.023 pessoas de 16 anos ou mais em todos os estados do Brasil. A margem de erro é de dois pontos percentuais para mais ou para menos. No Sudeste do país, 83% acham que as crianças deveriam ser vacinadas, ante 14%. No Sul, os índices são de 72% e 21%, respectivamente. No Nordeste, 78% são a favor e 18% contra, e na região Centro-Oeste/Norte (o levantamento agrupou essas duas partes do Brasil) tem 77% favoráveis e 20% contrários.
Em nova pesquisa Datafolha, Lula tem 48%, Bolsonaro 22% e Moro 9%
A pesquisa foi realizada entre 13 e 16 de dezembro com 3.666 pessoas com mais de 16 anos, em 191 cidades do Brasil (de forma presencial)
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- O ex-presidente Luiz Inácio Lula da Silva (PT) tem 48% dos votos e lidera com folga a nova rodada da pesquisa eleitoral do Instituto Datafolha. O atual presidente Jair Bolsonaro (PL) aparece em segundo lugar, com 22% dos votos. Em terceiro está o ex-ministro da Justiça de Bolsonaro, Sério Moro (Podemos) com 9% dos votos. Em quarto lugar aparece Ciro Gomes (PDT), com 7%. João Doria (PSDB) tem 4%. Nulo, branco ou ninguém, 8%, e 2% não souberam responder. A pesquisa foi realizadaentre 13 e 16 de dezembro com 3.666 pessoas com mais de 16 anos, em 191 cidades do Brasil (de forma presencial). A margem de erro é de dois pontos para mais ou menos.
Bolsonaro disputará 2022 com a maior carga eleitoral negativa desde a redemocratização
Índice dos que dizem não votar nele de jeito nenhum é de 59%, 15 pontos percentuais a mais do que em sua eleição, em 2018
Por: André Uzeda
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Foto: Reprodução
- A análise das pesquisas de intenção de voto realizadas pelo Datafolha nas oito eleições presidenciais ocorridas desde a redemocratização mostra que Jair Bolsonaro (sem partido) entra na disputa de 2022 com a maior carga eleitoral negativa da história. Reporatagem do jornal Folha de S. Paulo mostra que o total do eleitorado que declara hoje que não votaria de jeito nenhum a favor da sua reeleição é de 59%, 21 pontos percentuais a mais do que seu principal adversário até agora na disputa, o ex-presidente Luiz Inácio Lula da Silva (PT) —com 38%. A atual rejeição a Bolsonaro é, disparada, a maior medida pelo Datafolha na comparação com a dos presidentes que foram eleitos nas oito disputas anteriores, incluindo ele próprio em 2018. Nunca o eleito, de 1989 a 2014, teve mais do que cerca de um terço do eleitorado declarando não votar nele de jeito nenhum. De acordo com a Folha, Bolsonaro já havia batido esse recorde em 2018. Ele chegou à reta final da campanha com 44% de rejeição, mas conseguiu a vitória no segundo turno. Seu principal oponente, o ex-prefeito de São Paulo Fernando Haddad (PT), também amargava um índice negativo similar, 41%. No segundo turno, Bolsonaro obteve 55,13% dos votos válidos, contra 44,87% de Haddad. Se matematicamente a reeleição de Bolsonaro não ocorreria se a eleição fosse hoje, como mostra o Datafolha, resta a tentativa de mudança desse cenário nos 12 meses que ainda faltam para a disputa. Também aí o histórico é majoritariamente desanimador para as pretensões do mandatário, embora em 2018 Bolsonaro tenha sido eleito sem contar com vários dos mecanismos até então imprescindíveis para uma eleição —partido, palanques regionais, tempo de propaganda na TV e rádio, marqueteiro e cofre de campanha robustos.
Datafolha: 45% dos brasileiros têm contas em atraso
Dívidas atrasadas com cartão de crédito foram citadas por 25% dos entrevistados
Por: Luciane Freire
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- Uma pesquisa Datafolha divulgada nesta segunda (20) mostra que 45% dos brasileiros têm alguma dívida ou conta atrasada no momento. Os outros 55% estão com os débitos em dia. Dívidas atrasadas com cartão de crédito foram citadas por 25% dos entrevistados. Conta de luz em atraso, por 22%. De água, por 16%.Outras contas incluídas na pesquisa são aluguel ou prestação de imóvel, 11%; gás, 8%; mensalidade de escola ou faculdade, 6%; prestação de automóvel ou motocicleta, também 6%; plano de saúde, 5%. Por região, a taxa mais alta está no Norte/Centro-Oeste (53%), seguido por Nordeste (48%), Sudeste (42%) e Sul (36%).
Para 69% dos brasileiros, situação econômica do país piorou, aponta Datafolha
Pesquisa também mostra que 39% estão pessimistas com economia nos próximos meses
Por: André Uzêda
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Foto: Reprodução | Wikipédia Commons
- Pesquisa Datafolha realizada de 13 a 15 de setembro aponta que, para 69% dos brasileiros, a situação econômica do país piorou nos últimos meses. O número está próximo dos maiores patamares já registrados nos levantamentos em que esse questionamento foi feito. Em 2015, no governo Dilma Rousseff (PT), chegou a 82%. Em junho de 2018, no governo Michel Temer (MDB), a 72%. No governo Jair Bolsonaro (sem partido), a pergunta apareceu nas pesquisas de 2019, quando o resultado ficou em torno de 35%, e agora, em setembro de 2021. A questão não constou dos levantamentos realizados em 2020, após o início da pandemia. A pesquisa foi feita presencialmente, com 3.667 brasileiros em 190 municípios. A margem de erro é de dois pontos percentuais para baixo ou para cima. Mesmo entre apoiadores do governo, prevalece a opinião negativa. Para 31%, a economia melhorou, para 36%, piorou. Para 32%, ficou como estava.O ambiente econômico se deteriorou nos últimos meses: crise hídrica, desemprego elevado, uma economia estagnada no último trimestre e aumento da inflação e dos juros são alguns exemplos. O pessimismo é maior entre as pessoas que têm uma avaliação negativa do governo Bolsonaro: 54% delas acham que o cenário econômico irá piorar. Entre os que avaliam o governo como ótimo/bom está em 13%. A avaliação sobre a economia é mais negativa entre mulheres (42%), entrevistados com ensino superior (47%), pessoas de 16 a 44 anos e aqueles com renda de até cinco salários mínimos (cerca de 40% nesses dois últimos recortes), todos eles grupos nos quais o governo tem baixa taxa de aprovação.
Maioria esmagadora dos brasileiros confiam na urna eletrônica, aponta Datafolha
Por: Tiago Rego | Sudoeste Bahia
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Foto: Reprodução | TSE
- Em pesquisa divulgada neste domingo (03), ao consultar 2.016 brasileiros, em todas as regiões do país, ficou mensurado que 73% dos brasileiros acreditam e confiam na urna eletrônica. Apenas 23% dos entrevistados preferem as cédulas de papel, modalidade esta que foi abandonada nos anos 90. A margem de erro do levantamento é de dois pontos percentuais para mais ou para menos. Ainda de acordo com o Datafolha, 69% das pessoas ouvidas confiam muito no sistema eleitoral de urnas eletrônicas do Brasil. O censo foi realizado de 8 a 10 de dezembro.
Pesquisa Datafolha indica que auxílio emergencial é única fonte de renda de 36% dos beneficiados
Por: Adele Robichez
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Foto: Reprodução | Agência Brasil
- Segundo uma pesquisa Datafolha, feita entre os dias 8 e 10 deste mês, o auxílio emergencial foi a única fonte de renda de 36% dos beneficiários do programa este ano. Até agosto, eram 44% pessoas dependentes da assistência, mas essa taxa caiu quando o governo reduziu o valor pela metade, foi de R$ 600 para R$ 300, e houve a retomada gradual da economia no país. Ainda de acordo com a pesquisa, o percentual de pessoas que perderam renda por causa da pandemia era de 46% em agosto, número que caiu para 42% dos entrevistados em dezembro. Aponta também que, após a redução do valor do benefício, mais da metade dos entrevistados deixaram de pagar as contas de casa e a escola ou faculdade. Dados do governo indicam que a política alcançou quase 70 milhões de brasileiros. A pesquisa entrevistou 2.016 pessoas. A margem de erro é de dois pontos percentuais para mais ou para menos.























