Datafolha: Flávio Bolsonaro tem 51% e Lula marca 49% na última pesquisa
Datafolha: Flávio Bolsonaro tem 51% e Lula marca 49% na última pesquisa
O resultado representa um empate técnico, dentro da margem de erro de dois pontos percentuais
Por: Redação Sudoeste Bahia
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- Datafolha divulgou nesta sábado (24/10) uma pesquisa que indica Flávio Bolsonaro (PL) com 51% dos votos válidos, enquanto Luiz Inácio Lula da Silva (PT) registra 49%, configurando um empate técnico dentro da margem de erro de dois pontos percentuais. Nos votos totais, Flávio tem 48% contra 47% de Lula, com 3% de brancos e nulos e 2% de indecisos.
- A pesquisa, realizada entre 23 e 24 de outubro, ouviu 4.050 eleitores em todo o Brasil, com margem de erro de ±2 pontos e nível de confiança de 95%, e está registrada no TSE sob o código BR-09540/2026.
Foto: Reprodução
A pesquisa Datafolha divulgada neste sábado (24/10), véspera do segundo turno da eleição, aponta que o senador Flávio Bolsonaro (PL) tem 51% e o presidente Luiz Inácio Lula da Silva (PT) marcou 49% dos votos válidos. Flávio Bolsonaro (PL): 51% (+ 0,46 p.p); Luiz Inácio Lula da Silva (PT): 49% (- 0,54 p.p). O resultado representa um empate técnico, dentro da margem de erro de dois pontos percentuais. Voto válido é o critério adotado pelo Tribunal Superior Eleitoral (TSE) na divulgação dos resultados do pleito. O modalidade exclui os votos em branco e nulos e, na pesquisa, os indecisos. Nos votos totais, Flávio tem 48% dos votos contra 47% de Lula. Brancos e nulos são 3% e indecisos marcam 2% Na última pesquisa, divulgada na quinta-feira (22/10), Flávio somou 50,54% dos votos válidos, e Lula 49,46%. Metodologia: A pesquisa foi realizada na sexta-feira (23/10) e neste sábado (24/10) e ouviu 4.050 brasileiros. A margem de erro é de 2 pontos percentuais para mais ou para menos, com nível de confiança de 95%. A pesquisa está registrada no TSE sob o código BR-09540/2026.
Pesquisa Datafolha: Flávio tem 47% e Lula 46% a três dias das eleições
Pesquisa Datafolha: Flávio tem 47% e Lula 46% a três dias das eleições
No levantamento anterior, senador tinha 47% contra 45% do presidente
Por: Redação Sudoeste Bahia
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- Pesquisa Datafolha divulgada em 22 de outubro mostra que o senador Flávio Bolsonaro (PL) e o presidente Luiz Inácio Lula da Silva (PT) estão tecnicamente empatados, com 47% e 46% das intenções de voto totais, respectivamente. Excluindo brancos, nulos e indecisos, ambos alcançam 50% dos votos válidos, enquanto a rejeição também chega a 48% para cada candidato.
- A aprovação do presidente Lula registra 49% contra 48% de desaprovação, e a avaliação da gestão indica que 39% dos eleitores a consideram ruim ou péssima, 36% a julgam ótima ou boa e 24% a classificam como regular. Na pesquisa anterior, Flávio liderava levemente com 47% dos votos totais e 51% dos válidos.
Foto: Reprodução
Pesquisa Datafolha divulgada nesta quinta-feira, 22, mostra o senador Flávio Bolsonaro (PL) com 47% das intenções de votos totais e o presidente Luiz Inácio Lula da Silva (PT) com 46%. Os dois estão empatados tecnicamente. Brancos e nulos são 5% e os eleitores indecisos são 2%. Considerando apenas os votos válidos, ou seja, excluindo-se brancos e nulos e os indecisos, Flávio Bolsonaro tem 50% e Lula tem 50%. No levantamento anterior, Flávio tinha 47% dos votos totais e Lula estava com 45%. Brancos e nulos são 6% e os indecisos são 2%. Com relação aos votos válidos, o senador tinha 51% e o presidente, 49%. A nova pesquisa também indica que os dois candidatos estão empatados na rejeição dos eleitores: 48% para cada um deles. De acordo com o instituto, a aprovação do desempenho do presidente hoje é de 49%, enquanto 48% desaprovam. Quanto à avaliação de governo, são 39% os eleitores que consideram a gestão ruim ou péssima, contra 36% que a veem como ótima ou boa. São 24% os que consideram o governo regular. A pesquisa Datafolha ouviu 2.520 eleitores entre os dias 20 e 22 de outubro, de forma presencial. A margem de erro é de dois pontos porcentuais para mais ou para menos. O levantamento está registrado no Tribunal Superior Eleitoral sob o protocolo BR-09709/2026.
Flávio comenta Datafolha e diz que está "muito mais na frente" de Lula
Flávio comenta Datafolha e diz que está "muito mais na frente" de Lula
Pesquisa divulgada nesta quinta-feira (15/10) mostra empate técnico entre Flávio e Lula, com 51% e 49% dos votos válidos, respectivamente
Por: Redação Sudoeste Bahia
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- Flávio Bolsonaro (PL) afirmou, em transmissão ao vivo nas redes sociais nesta quinta‑feira (15/10), que a vantagem mostrada pela pesquisa Datafolha sobre o presidente Luiz Inácio Lula da Silva (PT) é ainda maior que a divulgada. Segundo o senador, a liderança indicada pelo levantamento – 51% dos votos válidos contra 49% de Lula – subestima o apoio real ao seu candidato, que ele descreve como “muito mais na frente”.
- A pesquisa também aponta, ao considerar votos brancos, nulos e indecisos, um placar de 47% a 45% a favor de Flávio Bolsonaro. O discurso reforça a estratégia de campanha ao criticar as “promessas vazias e mentirosas” de Lula, buscando mobilizar eleitores antes da disputa presidencial.
Foto: Reprodução | Redes Sociais
O candidato à Presidência Flávio Bolsonaro (PL) comentou, nesta quinta-feira (15/10), durante transmissão ao vivo nas redes sociais, o resultado da nova rodada da pesquisa Datafolha. O senador afirmou que a vantagem sobre o presidente Luiz Inácio Lula da Silva (PT) é maior que a apontada no levantamento. “Se a gente está na frente no Datafolha, pode ter certeza que é muito mais na frente mesmo, com as promessas vazias e mentirosas que Lula está fazendo”, declarou Flávio. Conforme a pesquisa, Flávio tem 51% dos votos válidos contra 49% de Lula. Nos votos totais, incluindo brancos, nulos e indecisos, o placar é de 47% a 45%. A transmissão de Flávio foi feita ao lado do deputado federal Nikolas Ferreira (PL-MG) e do deputado federal Guilherme Derrite (PL-SP).
Pesquisa Datafolha: Flávio tem 49% e Lula soma 45% no segundo turno
Pesquisa Datafolha: Flávio tem 49% e Lula soma 45% no segundo turno
Levantamento é o primeiro após a ida dos eleitores às urnas; na véspera das eleições, petista estava um ponto porcentual à frente no levantamento
Por: Redação Sudoeste Bahia
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- A pesquisa Datafolha divulgada nesta quinta‑feira (8) indica que o senador Flávio Bolsonaro lidera as intenções de voto para o segundo turno com 49 % do total, enquanto o presidente Luiz Inácio Lula da Silva (PT) registra 45 %. Eleitores que pretendem votar em branco ou nulo somam 5 % e 1 % ainda estão indecisos, colocando os candidatos dentro da margem de erro de dois pontos percentuais.
- Excluindo brancos, nulos e indecisos, Flávio alcança 52 % e Lula 48 %. O levantamento também mostra migrações de eleitores de candidatos como Augusto Cury (Avante), Renan Santos (Missão), Ronaldo Caiado (PSD) e Romeu Zema (Novo), além de taxas de rejeição de 46 % para Lula e 43 % para Flávio. A pesquisa, com 2.520 entrevistas realizadas entre 6 e 8 de outubro, foi contratada pela Globo e Folha de S.Paulo, tem margem de erro de dois pontos percentuais e foi registrada no TSE sob o protocolo BR‑02949/2026.
Foto: Reprodução
Pesquisa Datafolha divulgada nesta quinta-feira, 8, aponta que o senador Flávio Bolsonaro soma 49% das intenções de voto totais no segundo turno, contra 45% do presidente Luiz Inácio Lula da Silva (PT). Eleitores que vão votar em branco ou nulo são 5%, enquanto 1% estão indecisos. Os dois candidatos estão tecnicamente empatados no limite da margem de erro de dois pontos porcentuais para mais ou para menos. Considerando os votos válidos, ou seja, excluindo-se brancos, nulos e indecisos, Flávio teria hoje 52% e Lula somaria 48%. No levantamento anterior, divulgado na véspera do primeiro turno, Lula tinha 47% dos votos totais, enquanto Flávio registrava 46%. Os brancos e nulos eram 6% e, os indecisos, 2%. De acordo com o levantamento, 46% dos eleitores de Augusto Cury (Avante), Renan Santos (Missão), Ronaldo Caiado (PSD) e Romeu Zema (Novo) no primeiro turno migram para Flávio Bolsonaro. Enquanto isso, 32% declaram voto em Lula. Outros 15% afirmam que votarão em branco ou nulo. O levantamento também mediu a rejeição aos dois candidatos. São 46% os que rejeitam Lula e 43% os que não votariam em Flávio. O Datafolha ouviu 2.520 eleitores entre os dias 6 a 8 de outubro em todo território brasileiro. O levantamento foi contratado pela Globo e pela Folha de São Paulo. A margem de erro é de dois pontos porcentuais para mais ou para menos e o nível de confiança é de 95%. O levantamento foi registrado no TSE sob o protocolo BR-02949/2026.
Reprovação ao STF atinge maior índice da série histórica, diz Datafolha
Reprovação ao STF atinge maior índice da série histórica, diz Datafolha
Índice é o maior da série histórica iniciada em 2019; apenas 18% avaliam positivamente a atuação dos ministros.
Por: Redação Sudoeste Bahia
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- A pesquisa Datafolha divulgada em 26 de setembro de 2026 mostrou que a avaliação negativa do trabalho dos ministros do Supremo Tribunal Federal (STF) chegou a 47%, o maior nível desde o início da série histórica em 2019. Apenas 18% dos entrevistados consideram a atuação dos ministros ótima ou boa, enquanto 31% a classificam como regular. Entre eleitores de Lula (PT), 32% dão avaliação positiva ao STF, ao passo que 24% são negativos; entre os de Flávio Bolsonaro (PL), apenas 6% dão nota positiva e 69% avaliam a atuação como ruim ou péssima.
- A pesquisa também revelou que 45% dos respondentes apoiam a proposta do presidente do STF, ministro Edson Fachin, de criar um Código de Ética e Conduta para a Corte. Além disso, 33% acreditam que a atuação do STF prejudica mais a candidatura de Flávio Bolsonaro, enquanto 23% apontam maior prejuízo à candidatura de Lula. O levantamento, com margem de erro de dois pontos percentuais, foi realizado com 2.002 eleitores em 125 municípios e está registrado no TSE sob o número BR-00304/2026.
Foto: Gustavo Moreno | STF
A avaliação negativa do trabalho dos ministros do Supremo Tribunal Federal (STF) chegou a 47% e atingiu o maior nível da série histórica do Datafolha, iniciada em 2019. O resultado faz parte de pesquisa divulgada no sábado (26). Segundo o levantamento, 18% dos entrevistados consideram a atuação dos ministros ótima ou boa, enquanto 31% classificam o trabalho como regular. Outros 4% não souberam ou não responderam. Em maio deste ano, a avaliação negativa do STF era de 40%. Entre os eleitores que declararam voto em Luiz Inácio Lula da Silva (PT), 32% avaliaram positivamente o trabalho dos ministros, enquanto 24% fizeram uma avaliação negativa. Entre os eleitores de Flávio Bolsonaro (PL), 6% consideraram a atuação do STF ótima ou boa e 69% a classificaram como ruim ou péssima. A pesquisa também perguntou sobre a proposta do presidente do STF, ministro Edson Fachin, de criação de um Código de Ética e Conduta para os integrantes da Corte. Ao todo, 45% são favoráveis à medida, sendo 23% totalmente a favor e 23% parcialmente a favor. Outros 33% são contrários, 5% não são a favor nem contra e 17% não souberam responder. O levantamento também abordou a percepção dos eleitores sobre a influência da atuação do STF na disputa presidencial. Para 33%, a atuação dos ministros prejudica mais a candidatura de Flávio Bolsonaro, enquanto 23% apontaram maior prejuízo à candidatura de Lula. A pesquisa Datafolha foi contratada pela Folha de S.Paulo e pela TV Globo e ouviu 2.002 eleitores com 16 anos ou mais, em 125 municípios, entre os dias 22 e 23 de setembro de 2026. A margem de erro é de dois pontos percentuais para mais ou para menos, com nível de confiança de 95%. O levantamento está registrado no Tribunal Superior Eleitoral (TSE) sob o número BR-00304/2026.
Datafolha aponta empate técnico entre Lula e Flavio Bolsonaro no segundo turno
Datafolha aponta empate técnico entre Lula e Flavio Bolsonaro no segundo turno
O Datafolha entrevistou presencialmente 2.002 pessoas com 16 anos ou mais entre os dias 22 de 24 de setembro
Por: Redação Sudoeste Bahia
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- O presidente Luiz Inácio Lula da Silva (PT) e o senador Flávio Bolsonaro (PL) permanecem empatados tecnicamente para um eventual segundo turno, com 47% e 45% das intenções de voto, respectivamente, segundo a pesquisa Datafolha divulgada em 24 de setembro. A margem de erro de dois pontos percentuais coloca a disputa no limite da confiança, enquanto no primeiro turno os números são 40% para Lula e 36% para Flávio, também dentro da margem de erro.
- A pesquisa, realizada presencialmente com 2.002 eleitores entre 22 e 24 de setembro, foi contratada pelo jornal Folha de S. Paulo e pelo Grupo Globo, e registrada no TSE (protocolo BR-00304/2026). Além dos principais candidatos, o levantamento aponta apoio a Cury (5%), Caiado (4%), Renan (3%) e Zema (1%), com brancos e nulos somando 5% e indecisos 2%.
Foto: Reprodução
O presidente Luiz Inácio Lula da Silva (PT) e o senador Flávio Bolsonaro (PL) continuam empatados tecnicamente em um eventual segundo turno na disputa pela Presidência da República. Conforme pesquisa Datafolha divulgada nesta quinta-feira, 24, o petista tem 47% das intenções de voto contra 45% do candidato do PL. Brancos e nulos são 7% e indecisos, 1%. A margem de erro é de dois pontos percentuais para mais ou para menos. Na pesquisa divulgada há uma semana, em 17 de setembro, Lula marcou 46% e Flávio, 44%. Lula tem 46% a 44% contra o ex-governador de Goiás, enquanto brancos e nulos são 9% e indecisos, 1%. O petista tem 46% contra 43% das intenções de voto de Cury. Brancos e nulos são 9% e indecisos, 1%. Lula venceria (Novo) e (Missão) pelo mesmo placar: 48% a 39%. Primeiro turno - Lula e Flávio também estão empatados tecnicamente no primeiro turno, neste caso no limite da margem de erro. O presidente tem 40% (eram 39%) das intenções de voto, e o candidato do PL, 36%, mesmo porcentual da rodada anterior. No segundo pelotão, Cury tem 5% (eram 6%), Caiado continua com 4%, Renan segue com 3% e Zema oscilou de 2% para 1%, mesmo porcentual de Samara Martins (UP). Edmilson Costa (PCB), Rui Costa Pimenta (PCO), Veterinário Wilson Grassi (Democrata), Leonardo Avalanche (PRTB), Clariana Barão (DC) e Hertz Dias (PSTU) não pontuaram. Brancos e nulos somam 5% e indecisos, 2%. O Datafolha entrevistou presencialmente 2.002 pessoas com 16 anos ou mais entre os dias 22 de 24 de setembro. A margem de erro é de 2 pontos percentuais para mais ou para menos e o nível de confiança é de 95%. O levantamento, contratado pelo jornal Folha de S. Paulo e pelo Grupo Globo, foi registrado no TSE sob o protocolo BR-00304/2026.
Eleições: 47% das mulheres dizem votar em Lula contra 27% em Flávio Bolsonaro
Eleições: 47% das mulheres dizem votar em Lula contra 27% em Flávio Bolsonaro
Dados da Pnad mostram crescimento da participação feminina na renda das famílias.
Por: Redação Sudoeste Bahia
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- As mulheres já são referência financeira em 52,4% dos lares brasileiros, segundo a PNAD atualizada pela pesquisadora Janaína Feijó (FGV). O número de famílias chefiadas por mulheres dobrou desde 2012, atingindo 42,1 milhões em 2026, embora a taxa de ocupação seja de 53,5% – bem abaixo dos 73% dos homens – e o rendimento médio masculino ainda supere o feminino em 25%.
- Esses dados ganham relevância nas eleições de 2026, já que as mulheres constituem a maioria do eleitorado. O Datafolha aponta que Lula tem 47% das intenções de voto entre as chefes de família, contra 27% de Flávio Bolsonaro, mas as prioridades políticas variam conforme região, profissão e condição econômica.
Foto: Reprodução
As mulheres passaram a ser referência financeira em 52,4% dos lares brasileiros, segundo dados da Pnad atualizados pela pesquisadora Janaína Feijó, da FGV. O número de famílias chefiadas por mulheres mais que dobrou desde 2012 e chegou a 42,1 milhões em 2026. Apesar do avanço, elas ainda enfrentam desigualdades no mercado de trabalho: a taxa de ocupação é de 53,5%, contra 73% entre os homens, e o rendimento médio masculino é 25% maior. O cenário também ganha importância nas eleições de 2026, já que as mulheres são maioria do eleitorado. Segundo o Datafolha citado pela reportagem, Lula aparece com 47% das intenções de voto entre mulheres chefes de família, contra 27% de Flávio Bolsonaro. Entrevistas realizadas pela Folha mostram, porém, que as prioridades e escolhas políticas variam entre mulheres de diferentes regiões, profissões e condições econômicas.
Governo Lula avalia proibição de cassinos online e novas regras para bets
Governo Lula avalia proibição de cassinos online e novas regras para bets
Medida enfrenta discussões sobre arrecadação, contratos e fiscalização das plataformas
Por: Redação Sudoeste Bahia
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- O presidente Luiz Inácio Lula da Silva (PT) sinalizou a intenção de impor novas restrições às plataformas de apostas online, conhecidas como bets, e até proibir os cassinos virtuais, após retornar da Assembleia Geral da ONU. A medida, ainda em discussão, pode abranger limites amplos ao setor ou ações específicas contra a publicidade das empresas, e será avaliada à luz dos impactos jurídicos, econômicos e fiscais.
- Com as licenças reguladas custando R$ 30 milhões por cinco anos, o governo estima que as apostas geraram perdas líquidas de R$ 62,5 bilhões em 2025, enquanto movimentaram R$ 350,97 bilhões via Pix. O debate inclui a fiscalização de operações irregulares, o efeito sobre patrocínios esportivos e a pressão de grupos ligados ao setor, tema que deve ganhar destaque na campanha de reeleição de Lula.
Foto: Reprodução
O presidente Luiz Inácio Lula da Silva (PT) avalia adotar novas restrições às plataformas de apostas online, as chamadas bets, e proibir o funcionamento de cassinos virtuais, modalidade que inclui jogos conhecidos no Brasil como “jogo do tigrinho”. Segundo reportagem da Folha de S.Paulo publicada nesta terça-feira (22), a definição sobre as medidas deve ocorrer após o retorno de Lula da Assembleia Geral das Nações Unidas, nos Estados Unidos. Entre as alternativas em discussão está uma restrição mais ampla ao setor ou medidas específicas contra os cassinos online e a publicidade das plataformas. O governo também considera os impactos jurídicos e econômicos de uma eventual proibição. As empresas autorizadas a operar no mercado regulado pagaram R$ 30 milhões pela licença, com validade de cinco anos, e uma mudança nas regras poderia provocar disputas judiciais. A equipe econômica também avalia os efeitos sobre a arrecadação federal. O debate ocorre após o primeiro ano de funcionamento do mercado regulado de apostas no país. A regulamentação aprovada pelo Congresso no fim de 2023 estabeleceu regras para a atuação das empresas, que passaram a operar sob o novo modelo a partir de 2025. Segundo levantamento do Comitê Nacional de Secretários de Fazenda (Comsefaz) em parceria com o Centro Internacional Celso Furtado (Cicef), as famílias brasileiras tiveram uma perda líquida estimada em R$ 62,5 bilhões com apostas esportivas em 2025. O cálculo corresponde à diferença entre os valores transferidos pelos apostadores e o dinheiro devolvido em prêmios. No mesmo período, as plataformas movimentaram R$ 350,97 bilhões em transferências via Pix. O governo também enfrenta o desafio de fiscalizar eventuais plataformas que continuem funcionando de forma irregular caso determinadas modalidades sejam proibidas. Outro ponto em discussão é o impacto das bets sobre publicidade, clubes de futebol, influenciadores e outros setores que recebem recursos das empresas por meio de patrocínios e anúncios. Dados divulgados recentemente apontam que o setor investiu valores expressivos em publicidade e patrocínios, ampliando a pressão de diferentes segmentos sobre o governo. A pauta deverá ganhar espaço na campanha de Lula à reeleição. Segundo a reportagem, uma peça publicitária prevista para esta terça-feira (22) apresenta relatos de pessoas que afirmam ter acumulado dívidas relacionadas às apostas. O presidente vem defendendo publicamente medidas de combate ao que chama de vício em jogos e já mencionou o tema em discursos recentes. A pesquisa Datafolha realizada em maio indicou aumento na parcela de brasileiros que associam apostas e jogos online a comportamento de vício. Apesar da intenção de endurecer as regras, ainda não há decisão definitiva sobre o formato da eventual medida. As discussões envolvem questões regulatórias, fiscais, jurídicas e de fiscalização, além da reação de empresas, clubes esportivos e outros setores ligados ao mercado de apostas.
Datafolha: Lula tem 39% e Flávio Bolsonaro, 36% no primeiro turno
Datafolha: Lula tem 39% e Flávio Bolsonaro, 36% no primeiro turno
Pesquisa aponta empate técnico entre os dois candidatos também em uma simulação de segundo turno
Por: Redação Sudoeste Bahia
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Narração automática (IA)Resumo
- O levantamento Datafolha divulgado em 17 de setembro indica que o presidente Luiz Inácio Lula da Silva (PT) lidera com 39% das intenções de voto, seguido de perto pelo senador Flávio Bolsonaro (PL) com 36%, resultado que configura empate técnico dentro da margem de erro de dois pontos percentuais. A pesquisa, que entrevistou 2.002 eleitores em 125 municípios, também apresenta candidatos como Augusto Cury (Avante), Ronaldo Caiado (PSD), Renan Santos (Missão) e Romeu Zema (Novo).
- Em cenário de segundo turno entre Lula e Flávio Bolsonaro, o petista alcança 46% contra 44% do senador, novamente dentro da margem de erro. Outros confrontos simulados mostram Lula à frente de Ronaldo Caiado (46% a 42%), Romeu Zema (49% a 39%) e Renan Santos (47% a 38%), enquanto empata com Augusto Cury (44% a 44%). A pesquisa foi contratada pela Folha de S.Paulo e TV Globo, com nível de confiança de 95% e registro no TSE (BR-04029/2026).
Fotos: Divulgação
O presidente Luiz Inácio Lula da Silva (PT) aparece com 39% das intenções de voto para a Presidência da República, contra 36% do senador Flávio Bolsonaro (PL), segundo pesquisa Datafolha divulgada nesta quinta-feira (17). Considerando a margem de erro de dois pontos percentuais, os dois estão em empate técnico. Na sequência, aparecem Augusto Cury (Avante), com 6%; Ronaldo Caiado (PSD), com 4%; Renan Santos (Missão), com 3%; e Romeu Zema (Novo), com 2%. Samara Martins (UP) e Rui Costa Pimenta (PCO) registram 1% cada. Em um eventual segundo turno entre Lula e Flávio Bolsonaro, o petista tem 46%, enquanto o senador aparece com 44%. A diferença também está dentro da margem de erro. Nos demais cenários testados, Lula marca 46% contra 42% de Ronaldo Caiado, 49% contra 39% de Romeu Zema e 47% contra 38% de Renan Santos. Na simulação contra Augusto Cury, os dois aparecem empatados com 44% das intenções de voto. O levantamento ouviu 2.002 eleitores com 16 anos ou mais, entre os dias 15 e 17 de setembro, em 125 municípios. A margem de erro é de dois pontos percentuais para mais ou para menos, com nível de confiança de 95%. A pesquisa foi contratada pela Folha de S.Paulo e pela TV Globo e está registrada no Tribunal Superior Eleitoral (TSE) sob o número BR-04029/2026.
Datafolha: Lula e Flávio Bolsonaro têm 47% de rejeição
Datafolha: Lula e Flávio Bolsonaro têm 47% de rejeição
Pesquisa ouviu 2.002 eleitores e mostra empate no índice de rejeição
Por: Redação Sudoeste Bahia
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Narração automática (IA)Resumo
- A pesquisa Datafolha divulgada em 17 de setembro mostra que o presidente Luiz Inácio Lula da Silva (PT) e o senador Flávio Bolsonaro (PL) empataram em rejeição, com 47% dos entrevistados afirmando que não votariam em nenhum dos dois. O levantamento, realizado entre 15 e 17 de setembro com 2.002 eleitores em 125 municípios, indica ainda que a intenção de voto para o primeiro turno coloca Lula à frente com 39% e Flávio Bolsonaro com 36%, diferença dentro da margem de erro de dois pontos percentuais.
- Além dos principais candidatos, a pesquisa registra rejeição a Renan Santos (15%), Romeu Zema (14%), Ronaldo Caiado (13%) e Rui Costa Pimenta (11%), entre outros. O estudo foi contratado pela Folha de S.Paulo e TV Globo, com registro no TSE (BR-04029/2026) e nível de confiança de 95%.
Foto: Reprodução
O presidente Luiz Inácio Lula da Silva (PT) e o senador Flávio Bolsonaro (PL) aparecem empatados, com 47% de rejeição, segundo pesquisa Datafolha divulgada nesta quinta-feira (17). O levantamento aponta que os dois candidatos oscilaram um ponto percentual para cima em relação à rodada anterior, variação que está dentro da margem de erro. Na pesquisa, 47% dos entrevistados afirmaram que não votariam de jeito nenhum em Lula, enquanto o mesmo percentual declarou rejeição a Flávio Bolsonaro. Entre os demais nomes testados, Renan Santos (Missão) aparece com 15%, Romeu Zema (Novo) com 14%, Ronaldo Caiado (PSD) com 13% e Rui Costa Pimenta (PCO) com 11%. Também foram registrados índices de 10% para Samara Martins (UP) e Edmilson Costa (PCB), 9% para Augusto Cury (Avante), 7% para Clariana Barão (DC) e Hertz Dias (PSTU), e 6% para Wilson Grassi (Democrata). Segundo o Datafolha, 2% dos entrevistados disseram rejeitar todos os candidatos, enquanto outros 2% afirmaram não rejeitar nenhum deles. O mesmo percentual não soube ou não respondeu. O levantamento foi realizado entre 15 e 17 de setembro, com 2.002 eleitores de 16 anos ou mais, em 125 municípios. A margem de erro é de dois pontos percentuais para mais ou para menos, com nível de confiança de 95%. A pesquisa foi contratada pela Folha de S.Paulo e pela TV Globo e está registrada no Tribunal Superior Eleitoral (TSE) sob o número BR-04029/2026. No cenário de intenção de voto para o primeiro turno divulgado pelo mesmo levantamento, Lula aparece com 39%, enquanto Flávio Bolsonaro registra 36%. A diferença está dentro da margem de erro, configurando empate técnico.
Pesquisa aponta solidão e esgotamento como fatores ligados à abstenção eleitoral
Pesquisa aponta solidão e esgotamento como fatores ligados à abstenção eleitoral
Estudo da Avaaz em parceria com o Datafolha relaciona vínculos sociais, saúde emocional e participação democrática.
Por: Redação Sudoeste Bahia
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Narração automática (IA)Resumo
- A pesquisa Termômetro do Bem Viver, realizada pelo Datafolha em parceria com o projeto Desapocalíptica da Avaaz, revelou que a solidão, o esgotamento mental e a falta de vínculos comunitários são fatores decisivos para o afastamento de brasileiros das urnas. Dos 2.002 internautas entrevistados entre 11 e 21 de novembro de 2025, cerca de 30 milhões de eleitores deixaram de votar nos últimos pleitos, com 47 % dos participantes classificados como "desvinculados" afirmando que raramente comparecem às eleições, enquanto 94 % dos "vinculados" votaram nas últimas eleições.
- O estudo também apontou diferenças marcantes na percepção da democracia: 79 % dos vinculados consideram o regime democrático um valor inegociável, contra apenas 30 % dos desvinculados. Segundo Nana Queiroz, diretora do Projeto Desapocalíptica, o isolamento digital e as bolhas de ódio reforçam o sentimento de desesperança, reduzindo a crença na capacidade de promover mudanças coletivas e contribuindo para a abstenção eleitoral.
Foto: Reprodução | TSE
A solidão, o esgotamento mental e a falta de vínculos comunitários estão entre os fatores associados ao afastamento de brasileiros das urnas. É o que aponta a pesquisa Termômetro do Bem Viver, realizada pelo Datafolha em parceria com o projeto Desapocalíptica, da organização Avaaz. O levantamento foi divulgado nesta segunda-feira (14) e investigou a relação entre bem-estar, convivência social e participação política. De acordo com os dados, cerca de 30 milhões de eleitores deixaram de votar nos últimos pleitos. A pesquisa indica que a ausência de conexões sociais pode estar relacionada à perda de interesse pela política e à sensação de que a participação individual não é capaz de transformar a realidade. O estudo ouviu 2.002 internautas brasileiros com 18 anos ou mais, entre 11 e 21 de novembro de 2025, por meio de entrevistas online. Os participantes foram divididos em três grupos, conforme o grau de conexão com a comunidade: vinculados, relativamente vinculados e desvinculados. Entre os brasileiros classificados como desvinculados, 47% disseram que deixaram de votar ou comparecem raramente às urnas. Nesse grupo, 27% afirmaram não votar. Já entre os participantes com vínculos comunitários mais fortes, 94% declararam ter comparecido às últimas eleições. A pesquisa também identificou diferenças na percepção sobre a democracia. Entre os vinculados, 79% consideram o regime democrático um valor inegociável. O índice cai para 30% entre os desvinculados. Para Nana Queiroz, diretora do Projeto Desapocalíptica, os resultados revelam um ciclo de isolamento e exaustão. Segundo ela, parte desse público recorre à televisão e às redes sociais como forma de aliviar o cansaço, mas acaba permanecendo em ambientes digitais que podem reforçar o isolamento. Nana também aponta que as chamadas bolhas digitais e a exposição a conteúdos de ódio podem contribuir para sentimentos de desesperança e culpa. Na avaliação da diretora, pessoas que se sentem exaustas e isoladas podem passar a acreditar que não têm capacidade de promover mudanças coletivas, o que ajuda a explicar o afastamento das urnas. Os pesquisadores destacam, assim, a relação entre participação política e condições de convivência social, sem atribuir a abstenção a uma única causa.
Datafolha aponta Lula com 46% e Flávio Bolsonaro com 44% em confronto direto no 2º turno
Pesquisa mostra Lula com 39% e Flávio Bolsonaro com 35% das intenções de voto no primeiro turno; cenário mantém disputa entre os dois na liderança
Por: Redação Sudoeste Bahia
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Narração automática (IA)Resumo
- Datafolha divulgou nesta sexta‑feira (11) uma nova pesquisa sobre a eleição presidencial de 2026, mostrando um empate técnico entre o presidente Luiz Inácio Lula da Silva (PT) e o senador Flávio Bolsonaro (PL) no eventual segundo turno, com 46% e 44% das intenções de voto, respectivamente. No primeiro turno, Lula lidera com 39% e Flávio segue com 35%, enquanto Augusto Cury (Avante) aparece em terceiro lugar com 6%. A margem de erro da pesquisa é de dois pontos percentuais.
- A pesquisa também analisou outros cenários de segundo turno, indicando vantagem de Lula contra Ronaldo Caiado, Romeu Zema, Renan Santos e Augusto Cury, com percentuais entre 45% e 48%. Rejeição ao candidato também foi medida, com Flávio Bolsonaro e Lula empatados em 46% de rejeição. Segundo o levantamento, 75% dos eleitores afirmam estar decididos sobre o voto para presidente.
Foto: Reprodução
O Datafolha divulgou nesta sexta-feira (11) uma nova pesquisa sobre a eleição presidencial de 2026. Em eventual segundo turno entre o presidente Luiz Inácio Lula da Silva (PT) e o senador Flávio Bolsonaro (PL), os dois aparecem tecnicamente empatados. Lula registra 46% das intenções de voto, enquanto Flávio soma 44%. O resultado repete os números do levantamento divulgado em 3 de setembro, quando Lula também tinha 46% e Flávio, 44%. Na segunda quinzena de agosto, a vantagem do petista era maior, de quatro pontos percentuais, com 47% contra 43%. A margem de erro da pesquisa atual é de dois pontos percentuais para mais ou para menos. Disputa no primeiro turno - No primeiro turno, Lula aparece na liderança com 39% das intenções de voto, seguido por Flávio Bolsonaro, com 35%. O resultado representa uma oscilação positiva de um ponto para o petista, que tinha 38% no levantamento anterior, e de dois pontos para o senador, que havia registrado 33%. Augusto Cury (Avante) aparece em terceiro lugar, com 6%, ante 8% na pesquisa anterior. Ronaldo Caiado (PSD) tem 4%, enquanto Renan Santos (Missão) registra 3%. Romeu Zema (Novo) aparece com 2%. Samara Martins (UP), Rui Costa Pimenta (PCO), Clariana Barão (DC) e Edmilson Costa (PCB) têm 1% cada. O levantamento considera o cenário sem Pablo Marçal (PRTB), que está inelegível, mas ainda depende de decisão da Justiça Eleitoral para saber se poderá disputar a eleição. Nesse cenário, 6% dos entrevistados afirmam que votariam em branco, nulo ou em nenhum candidato, enquanto 4% estão indecisos. Simulações de segundo turno - Além do confronto entre Lula e Flávio Bolsonaro, o Datafolha testou outros quatro possíveis cenários. Contra Ronaldo Caiado, Lula aparece com 46%, enquanto o governador de Goiás registra 41%. A diferença é de cinco pontos percentuais. Na disputa contra Romeu Zema, Lula amplia a vantagem e marca 48%, contra 39% do governador de Minas Gerais. O mesmo percentual de 48% é registrado pelo petista diante de Renan Santos, que aparece com 37%. Pela primeira vez, o Datafolha também testou um eventual segundo turno entre Lula e Augusto Cury. O presidente tem 45% das intenções de voto, enquanto o candidato do Avante registra 43%. Pela margem de erro, os dois estão tecnicamente empatados. Rejeição e definição do voto - A pesquisa também mediu a rejeição aos candidatos. Flávio Bolsonaro e Lula aparecem empatados no primeiro lugar, ambos com 46% dos entrevistados afirmando que não votariam neles de jeito nenhum. Na pesquisa anterior, Flávio tinha 47% e Lula, 45%. Renan Santos aparece com 17% de rejeição, seguido por Romeu Zema, com 16%, e Ronaldo Caiado, com 14%. Augusto Cury registra 10%. Os demais candidatos têm índices inferiores a 10%. Apesar da disputa ainda apresentar espaço para mudanças, a maioria dos eleitores afirma estar decidida. Segundo o Datafolha, 75% dizem estar totalmente definidos sobre o voto para presidente, enquanto 25% admitem que ainda podem mudar de escolha.
Flávio Bolsonaro tem 47% de rejeição; Lula aparece com 45%, diz Datafolha
Flávio Bolsonaro tem 47% de rejeição; Lula aparece com 45%, diz Datafolha
Levantamento aponta que os dois principais candidatos concentram os maiores índices de rejeição entre os eleitores.
Por: Redação Sudoeste Bahia
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- A nova pesquisa Datafolha revela que Flávio Bolsonaro (PL) e o presidente Luiz Inácio Lula da Silva (PT) lideram os índices de rejeição na corrida presidencial, com 47% e 45% dos eleitores, respectivamente, afirmando que não votariam neles. O levantamento, realizado com 2.002 eleitores em 125 municípios nos dias 1º e 2 de setembro, mostra ainda que os demais candidatos apresentam rejeição entre 9% e 16%, mantendo a disputa em clima de alta aversão ao voto.
- Com os números registrados no Tribunal Superior Eleitoral (TSE) sob o código BR-03669/2026, a pesquisa indica que a rejeição pode ser decisiva para um eventual segundo turno, reforçando a volatilidade do cenário político brasileiro em 2026.
Foto: Reprodução
A nova pesquisa Datafolha mostra que Flávio Bolsonaro (PL) e o presidente Luiz Inácio Lula da Silva (PT) continuam liderando os índices de rejeição na disputa pela Presidência da República. Segundo o levantamento, 47% dos eleitores afirmam que não votariam de jeito nenhum em Flávio Bolsonaro, enquanto 45% rejeitam Lula. Os números mantêm os dois principais concorrentes praticamente empatados no quesito rejeição. Entre os demais candidatos, Augusto Cury (Avante) aparece com 9% de rejeição, seguido por Romeu Zema (Novo), com 16%, Renan Santos (Missão), com 15%, e Ronaldo Caiado (PSD), com 13%. De acordo com o instituto, o cenário reforça uma disputa marcada por altos índices de rejeição, fator considerado decisivo em uma eventual corrida de segundo turno. A pesquisa ouviu 2.002 eleitores em 125 municípios, nos dias 1º e 2 de setembro, e está registrada no Tribunal Superior Eleitoral (TSE) sob o número BR-03669/2026.
Datafolha: Lula lidera no 1º turno e mantém empate técnico com Flávio Bolsonaro no 2º
Pesquisa mostra variações em relação ao levantamento anterior dentro da margem de erro; Augusto Cury se consolida no terceiro lugar
Por: Redação Sudoeste Bahia
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- A pesquisa Datafolha divulgada nesta quinta‑feira (3) coloca o presidente Luiz Inácio Lula da Silva (PT) na liderança da corrida presidencial, com 38% das intenções de voto, seguido por Flávio Bolsonaro (PL) com 33%. Augusto Cury (Avante) surge em terceiro lugar, alcançando 8%, enquanto Ronaldo Caiado (PSD), Renan Santos (Missão) e Romeu Zema (Novo) ficam atrás com 4%, 3% e 2%, respectivamente. No cenário de segundo turno, Lula chega a 46% contra 44% de Flávio, configurando um empate técnico dentro da margem de erro, e a rejeição dos dois principais candidatos permanece alta, com 47% contra Flávio e 45% contra Lula.
- O destaque da pesquisa é o crescimento expressivo de Augusto Cury, que quadruplicou seu percentual em relação à pesquisa anterior, consolidando-se como terceira força e podendo influenciar a composição do segundo turno caso mantenha a tendência de alta nas próximas sondagens.
Foto: Reprodução
Pesquisa Datafolha divulgada nesta quinta-feira (3) mostra o presidente Luiz Inácio Lula da Silva (PT) na liderança da corrida presidencial, com 38% das intenções de voto, contra 33% de Flávio Bolsonaro (PL). Augusto Cury (Avante) aparece em terceiro, com 8%, seguido por Ronaldo Caiado (PSD), com 4%, Renan Santos (Missão), com 3%, e Romeu Zema (Novo), com 2%. Samara Martins (UP) e Edmilson Costa (PCB) têm 1% cada. Apesar da vantagem de cinco pontos de Lula no primeiro turno, o cenário muda no segundo turno. O petista aparece com 46%, contra 44% de Flávio Bolsonaro, configurando empate técnico dentro da margem de erro. Na pesquisa anterior, Lula tinha 47% e Flávio, 43%. Assim, a diferença entre os dois caiu de quatro para dois pontos percentuais. O levantamento também mostra elevada rejeição dos dois principais candidatos: 47% dizem que não votariam em Flávio Bolsonaro de jeito nenhum, enquanto 45% rejeitam Lula. O principal movimento no primeiro turno, porém, é o crescimento de Augusto Cury. O candidato do Avante chega a 8%, quatro vezes o percentual registrado na pesquisa anterior, e se consolida na terceira posição, abrindo uma distância significativa em relação aos demais concorrentes. A ascensão de Cury acrescenta uma nova variável à disputa. Embora ainda esteja distante dos dois líderes, sua votação já representa uma parcela relevante do eleitorado e pode ser decisiva para definir a composição do segundo turno, sobretudo se mantiver a trajetória de crescimento nas próximas pesquisas.
Nova pesquisa Datafolha mostra Lula com 48% e Flávio Bolsonaro com 43% no segundo turno
No primeiro turno, presidente marca 40% e senador do PL-RJ, 32%
Por: Redação Sudoeste Bahia
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- Uma nova pesquisa Datafolha aponta estabilidade na disputa pela Presidência da República, mostrando o presidente Luiz Inácio Lula da Silva na liderança contra o senador Flávio Bolsonaro. Em um eventual segundo turno, Lula aparece com 48% das intenções de voto contra 43% de Bolsonaro, indicando que a recente crise política na campanha do parlamentar teve efeito limitado. No cenário de primeiro turno, o petista soma 40% das intenções de voto frente a 32% do senador do PL.
- Considerando apenas os votos válidos, critério que exclui brancos e nulos, Lula registra 45% contra 36% de Flávio Bolsonaro, mantendo-se abaixo do índice necessário para uma vitória em primeiro turno. Demais pré-candidatos como Ronaldo Caiado, Romeu Zema e Renan Santos aparecem tecnicamente empatados na sequência, dentro da margem de erro de dois pontos percentuais do levantamento.
Foto: Reprodução
Uma nova pesquisa Datafolha, divulgada nesta sexta-feira (24), sobre a disputa pela Presidência da República indica que o presidente Luiz Inácio Lula da Silva (PT) aparece com 48% das intenções de voto em um eventual segundo turno contra o senador Flávio Bolsonaro (PL), que registra 43%. Em relação ao levantamento de junho, o cenário permanece estável, sugerindo que a recente crise política envolvendo a campanha do parlamentar teve efeito limitado sobre as preferências do eleitorado. Na simulação de primeiro turno, Lula soma 40% das intenções de voto, enquanto Flávio Bolsonaro alcança 32%. Embora os percentuais sejam semelhantes aos do levantamento anterior, a comparação direta é limitada porque a lista de pré-candidatos foi ampliada para 12 nomes nesta rodada. Já o cenário de segundo turno mantém a mesma metodologia e pode ser comparado com o estudo anterior. Considerando apenas os votos válidos — critério utilizado pela Justiça Eleitoral, que desconsidera brancos e nulos — Lula aparece com 45%, ante 36% de Flávio Bolsonaro. Para vencer a eleição no primeiro turno, um candidato precisa obter mais de 50% dos votos válidos. O Datafolha ressalta, contudo, que o índice atual de 8% de eleitores que pretendem votar em branco, nulo ou em ninguém tende a diminuir à medida que a eleição se aproxima. Na sequência da disputa, os demais pré-candidatos aparecem tecnicamente empatados dentro da margem de erro de dois pontos percentuais. Ronaldo Caiado (PSD) registra 4%, seguido por Romeu Zema (Novo) e Renan Santos (Missão), ambos com 3%. Augusto Cury (Avante) tem 2%, enquanto Samara Martins (UP), Cabo Daciolo (Mobiliza) e Rui Costa Pimenta (PCO) aparecem com 1% cada.
Datafolha: 38% avaliam governo Lula como ruim ou péssimo
Datafolha: 38% avaliam governo Lula como ruim ou péssimo
Levantamento mostra 38% de avaliação negativa e 32% de avaliação positiva do governo federal.
Por: Redação Sudoeste Bahia
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- A mais recente pesquisa Datafolha, divulgada neste sábado (20), aponta que a avaliação dos brasileiros sobre o governo do presidente Lula permanece estável, com 38% classificando a gestão como ruim ou péssima. Paralelamente, 32% consideram o governo ótimo ou bom, enquanto 29% o avaliam como regular. Estes números demonstram uma consistência notável em comparação com o levantamento anterior realizado em maio.
- O instituto também aferiu a aprovação pessoal de Lula, revelando que 49% dos entrevistados desaprovam seu trabalho, contra 48% que o aprovam, uma leve oscilação na desaprovação desde maio. A pesquisa ouviu 2.004 pessoas entre 17 e 19 de junho em diversas regiões do país, com margem de erro de dois pontos percentuais e nível de confiança de 95%, sendo registrada no Tribunal Superior Eleitoral (TSE).
Foto: Fabio Rodrigues Pozzebom | Agência Brasil
Pesquisa Datafolha divulgada neste sábado (20) mostra que a avaliação dos brasileiros sobre o governo do presidente Lula permanece estável em relação ao levantamento realizado em maio. Segundo o instituto, 38% dos entrevistados classificam a gestão como ruim ou péssima. Já 32% consideram o governo ótimo ou bom, enquanto 29% avaliam a administração como regular. Apenas 1% não soube responder. Os números são praticamente os mesmos registrados na pesquisa anterior. Em maio, a avaliação negativa também era de 38%, a positiva somava 32% e a regular atingia 28%. Na comparação com abril, houve uma leve redução da avaliação negativa, que era de 40%, e um aumento da avaliação positiva, que estava em 29%. O Datafolha também mediu os índices de aprovação pessoal do presidente Lula. Nesse cenário, 49% dos entrevistados disseram desaprovar o trabalho do presidente, enquanto 48% afirmaram aprová-lo. Outros 3% não souberam responder. Em relação ao levantamento de maio, a desaprovação oscilou um ponto percentual para cima, passando de 48% para 49%. Já a aprovação permaneceu em 48%. A pesquisa ouviu 2.004 pessoas entre os dias 17 e 19 de junho em diferentes regiões do país. A margem de erro é de dois pontos percentuais para mais ou para menos, com nível de confiança de 95%. O levantamento foi registrado no Tribunal Superior Eleitoral (TSE) sob o número BR-09956/2026.
Datafolha: Lula lidera corrida presidencial com 41%, contra 31% de Flávio Bolsonaro
Levantamento mostra estabilidade no cenário eleitoral e mantém vantagem do petista em simulações de segundo turno
Por: Redação Sudoeste Bahia
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- Uma nova pesquisa Datafolha, divulgada neste sábado (20), mostra o presidente Luiz Inácio Lula da Silva com 41% das intenções de voto no cenário principal do primeiro turno para as eleições de 2026, mantendo uma vantagem de dez pontos percentuais sobre o senador Flávio Bolsonaro, que registra 31%. Lula também lidera nas simulações de segundo turno contra Flávio Bolsonaro, com 47% das intenções de voto, contra 43% do senador, repetindo os números da rodada anterior do levantamento. A pesquisa ouviu 2.004 eleitores em 139 municípios, entre 17 e 18 de junho, com margem de erro de dois pontos percentuais.
- O estudo aponta ainda que outros pré-candidatos, como Ronaldo Caiado e Romeu Zema, aparecem com percentuais bem inferiores. A pesquisa também indicou que o caso "Dark Horse", envolvendo Flávio Bolsonaro, não provocou perdas significativas para o senador no momento, embora os impactos de outras investigações ainda não tenham sido totalmente captados. Na consulta espontânea, Lula segue à frente com 30% das menções, contra 17% de Flávio Bolsonaro, solidificando a polarização entre PT e PL a menos de dois meses do início oficial da campanha eleitoral, que promete ser dominada por debates sobre economia e segurança pública.
Foto: Reprodução
O presidente Luiz Inácio Lula da Silva aparece com 41% das intenções de voto no principal cenário de primeiro turno para as eleições de 2026, segundo pesquisa Datafolha divulgada neste sábado (20). O senador Flávio Bolsonaro registra 31%, mantendo a distância de dez porcento para o atual presidente. O levantamento ouviu 2.004 eleitores em 139 municípios entre os dias 17 e 18 de junho. A margem de erro é de dois pontos percentuais para mais ou para menos, e o estudo está registrado no Tribunal Superior Eleitoral (TSE). Atrás de Lula e Flávio aparecem nomes como Ronaldo Caiado, Romeu Zema e outros pré-candidatos, todos com percentuais bem inferiores aos dos dois líderes da disputa. Nas simulações de segundo turno, Lula também mantém vantagem. Contra Flávio Bolsonaro, o presidente aparece com 47% das intenções de voto, enquanto o senador soma 43%. O cenário repete os números registrados na rodada anterior da pesquisa. O Datafolha indica ainda que o chamado caso "Dark Horse", envolvendo Flávio Bolsonaro e o empresário Daniel Vorcaro, não provocou novas perdas para o senador neste momento. Por outro lado, os efeitos políticos das investigações relacionadas ao Banco Master e ao senador Jaques Wagner ainda não foram totalmente captados pelo levantamento. A pesquisa também mostrou que Lula lidera em cenários de segundo turno contra Caiado e Zema. Na consulta espontânea, quando os nomes dos candidatos não são apresentados aos entrevistados, o presidente aparece com 30%, enquanto Flávio Bolsonaro registra apenas 17%. Os números reforçam a polarização entre PT e PL a menos de dois meses do início oficial da campanha eleitoral. Apesar da estabilidade observada no levantamento, a disputa segue marcada por debates sobre economia, segurança pública e temas que devem dominar a reta final da pré-campanha.
Datafolha aponta pior avaliação do governo em áreas prioritárias, como segurança e corrupção
Levantamento ouviu 2.004 pessoas em todo o país nos dias 12 e 13 de maio
Por: Redação Sudoeste Bahia
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Narração automática (IA)Resumo
- Uma pesquisa Datafolha realizada em maio apontou a segurança pública como a área de pior desempenho do governo do presidente Luiz Inácio Lula da Silva, citada por 16% dos entrevistados. Saúde (15%), economia (13%) e combate à corrupção (13%) também figuram entre os principais pontos negativos. Curiosamente, esses temas também se destacam como prioridades para o próximo presidente, com a saúde liderando as preocupações (34%), seguida por educação (15%) e segurança pública (12%).
- O levantamento, que entrevistou 2.004 pessoas, revelou variações significativas por grupos demográficos, como a preocupação feminina com a saúde e dos jovens com a economia. Mesmo entre eleitores de Lula, a segurança pública é vista como o principal problema, enquanto apoiadores de Flávio Bolsonaro priorizam a crítica ao combate à corrupção. Em contraste, as áreas de melhor desempenho do governo foram o combate à fome e à miséria (13%), ao desemprego (10%) e a educação (10%). A pesquisa está registrada no TSE sob o código BR-00290/2026.
Foto: Reprodução | O Globo
A segurança pública foi apontada como a área de pior desempenho do governo do presidente Luiz Inácio Lula da Silva (PT), segundo pesquisa Datafolha realizada nos dias 12 e 13 de maio com 2.004 entrevistados em todo o país. O tema foi citado por 16% dos participantes. Na sequência aparecem saúde (15%), economia (13%) e combate à corrupção (13%). Esses mesmos temas figuram entre as prioridades indicadas pelos entrevistados para o próximo presidente, com destaque para saúde (34%), educação (15%), segurança pública (12%) e economia (11%). O levantamento mostra diferenças entre grupos. Entre mulheres, 19% apontaram a saúde como pior área do governo, contra 11% dos homens. Entre jovens de 16 a 24 anos, a economia foi o principal ponto negativo (21%), enquanto apenas 5% dos entrevistados com 60 anos ou mais citaram o tema. Mesmo entre eleitores que declaram voto em Lula, a segurança pública aparece como principal problema (18%). Já entre apoiadores de Flávio Bolsonaro (PL), o combate à corrupção lidera as críticas (17%). A pesquisa também perguntou em quais áreas o governo teve melhor desempenho. Combate à fome e à miséria (13%), combate ao desemprego (10%) e educação (10%) foram as mais citadas. O levantamento está registrado no TSE sob o código BR-00290/2026. Os dados completos da pesquisa estão disponíveis no site do Tribunal Superior Eleitoral.
Datafolha mostra empate entre Lula e Flávio Bolsonaro no 2º turno
Datafolha mostra empate entre Lula e Flávio Bolsonaro no 2º turno
O levantamento foi realizado antes da divulgação das conversas entre Flávio Bolsonaro e o empresário Daniel Vorcaro
Por: Redação Sudoeste Bahia
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- A pesquisa Datafolha divulgada neste sábado (16) trouxe resultados interessantes para a eleição presidencial de 2026. Embora o presidente Luiz Inácio Lula da Silva e o senador Flávio Bolsonaro estejam empatados em 45% das intenções de voto, é preciso considerar que a margem de erro é de dois pontos percentuais. Além disso, é importante lembrar que o levantamento foi realizado antes das conversas entre Flávio Bolsonaro e o empresário Daniel Vorcaro serem divulgadas, o que pode ter afetado os resultados.
- A pesquisa também mostra que Lula aparece à frente de outros possíveis adversários, como o governador Romeu Zema e o governador Ronaldo Caiado, na disputa pela presidência. É importante ressaltar que o Datafolha está ressaltando que o cenário não mede os possíveis impactos políticos do caso das conversas entre Flávio Bolsonaro e Daniel Vorcaro.
Foto: Reprodução
Pesquisa Datafolha divulgada neste sábado (16) aponta empate técnico entre o presidente Luiz Inácio Lula da Silva e o senador Flávio Bolsonaro em uma simulação de segundo turno para a eleição presidencial de 2026. Ambos aparecem com 45% das intenções de voto, enquanto 9% declararam voto branco ou nulo e 1% disseram estar indecisos. A margem de erro é de dois pontos percentuais. Segundo a pesquisa, o levantamento foi realizado entre os dias 12 e 13 de maio, antes da divulgação das conversas entre Flávio Bolsonaro e o empresário Daniel Vorcaro, ex-controlador do Banco Master, sobre o financiamento do filme “Dark Horse”, que retrata a trajetória de Jair Bolsonaro. Por isso, o instituto ressalta que o cenário ainda não mede os possíveis impactos políticos do caso. O Datafolha também mostrou estabilidade em relação ao levantamento anterior, realizado em abril. Na disputa contra outros possíveis adversários, Lula aparece à frente do governador Romeu Zema e do governador Ronaldo Caiado. A pesquisa ouviu 2.004 eleitores em todo o país e foi registrada no Tribunal Superior Eleitoral sob o código BR-00290/2026.
Avaliação negativa do governo Lula se mantém em 40%, indica pesquisa
Avaliação negativa do governo Lula se mantém em 40%, indica pesquisa
Levantamento indica queda na aprovação e aumento de avaliações regulares; percepção varia entre grupos sociais.
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Foto: Fabio Rodrigues Pozzebom | Agência Brasil
Pesquisa do Datafolha aponta que a avaliação negativa do governo do presidente Luiz Inácio Lula da Silva se manteve estável em 40%, mesmo com a proximidade do período eleitoral. O levantamento mostra queda na avaliação positiva, que passou de 32% para 29%. Já a parcela que considera o governo regular subiu de 26% para 29%.Na avaliação pessoal do presidente no terceiro mandato, a reprovação variou de 49% para 51%, enquanto a aprovação recuou de 47% para 45%, dentro da margem de erro. A pesquisa também indica diferenças entre grupos. A avaliação positiva é mais presente entre pessoas mais velhas, com menor escolaridade e moradores do Nordeste. Já a avaliação negativa é maior entre entrevistados com maior nível de instrução, residentes do Sul, evangélicos e pessoas com renda acima de dez salários mínimos.O levantamento traz ainda comparação com o mesmo período do governo do ex-presidente Jair Bolsonaro, que registrava índices mais elevados de avaliação negativa e menor aprovação, segundo a série histórica.
Datafolha aponta que 35% desaprovam o Congresso, enquanto 18% aprovam
Datafolha aponta que 35% desaprovam o Congresso, enquanto 18% aprovam
A coleta de dados para a pesquisa deste mês envolveu a entrevista de 2.004 eleitores em 135 cidades do Brasil
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Foto: Reprodução | Agência Brasil
- A mais recente pesquisa do Datafolha aponta que a avaliação do Congresso Nacional permanece estável em comparação com setembro. O levantamento mostra que 18% consideram o trabalho dos 594 parlamentares como ótimo ou bom, enquanto 43% o veem como regular e 35% o reprovam como ruim ou péssimo. Esses números refletem uma continuidade em relação à pesquisa anterior, realizada aproximadamente três meses antes, na qual os percentuais eram de 16%, 48% e 33%, respectivamente. Em ambas as pesquisas, 4% dos entrevistados não souberam responder. A coleta de dados para a pesquisa deste mês envolveu a entrevista de 2.004 eleitores em 135 cidades do Brasil, realizada na última terça-feira (5), com uma margem de erro de dois pontos percentuais para mais ou para menos.
Datafolha aponta que saúde é considerada o maior problema do país atualmente
Datafolha aponta que saúde é considerada o maior problema do país atualmente
O levantamento divulgado nesta sexta-feira (8) ouviu 2.004 pessoas em 135 cidades
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Foto: Tiago Rego | Sudoeste Bahia
- Para 23% dos eleitores, a saúde é considerada a maior preocupação dos brasileiros entre as áreas que estão sob responsabilidade do governo federal. É o que diz o levantamento do Datafolha, divulgado nesta sexta-feira (8) pela Folha de S.Paulo. A pesquisa foi feita nesta terça-feira (5), e tem margem de dois pontos para mais ou para menos. Foram ouvidas 2.004 pessoas em 135 cidades. A liderança do ranking é ocupada pela área da saúde, mas outras também foram citadas por entrevistados. Segurança pública e educação tiveram 10% das menções; corrupção registrou 8%; fome angariou 7%; desemprego 7%; economia 6%; e a gestão do governo 4%. Também houve um empate de 2% em políticas públicas, área social, e inflação. Já o meio ambiente marcou apenas 1%. As melhores respostas relacionadas à gestão do governo Lula foram nas áreas da educação e cultura, que tiveram 42% e 43% de respostas positivas, respectivamente. Os dois setores com as piores avaliações foram o da segurança pública, com 27%, e o do combate à corrupção, com 29%.
Lula mantém estabilidade com 38% de aprovação no primeiro ano de governo, aponta Datafolha
Com um perfil de aprovação presidencial homogêneo, seguindo as linhas básicas da campanha eleitoral, Lula é mais bem avaliado entre nordestinos
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Foto: Ricardo Stuckert
- O presidente Luiz Inácio Lula da Silva (PT) manteve sua avaliação estável na reta final do seu primeiro ano de mandato. O petista fecha 2023 com 38% de aprovação dos brasileiros, enquanto 30% consideram seu trabalho regular, e o mesmo percentual ruim ou péssimo. Os dados são da quarta rodada de pesquisa do Datafolha sobre a popularidade do presidente, que ouviu 2.004 eleitores em 135 cidades do Brasil na terça-feira (5), com margem de erro média de dois pontos para mais ou para menos. Com um perfil de aprovação presidencial homogêneo, seguindo as linhas básicas da campanha eleitoral, sendo mais bem avaliado entre nordestinos (48%, num grupo que representa 26% da amostra) e quem tem menos escolaridade (50% nesses 28% dos ouvidos). A reprovação subiu 39% entre os 22% com curso superior e os 15% que moram no Sul. O maior índice é visto nos 4% mais ricos, sendo 47% dessas pessoas que ganham mais de 10 salários mínimos mensais veem Lula como ruim ou péssimo. Os mais jovens se destacam como 15% do eleitorado, no qual Lula atinge a maior taxa de avaliação regular (40%). Entre os evangélicos, sua reprovação é de 38%, ante 28% registrados entre católicos (52% da população ouvida).
Datafolha: 72% dos brasileiros são contra o uso recreativo da maconha
Datafolha: 72% dos brasileiros são contra o uso recreativo da maconha
Levantamento entrevistou 2.016 brasileiros em 389 munícipios entre os dias 12 e 13 de setembro
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- Dados divulgados pelo levantamento do Datafolha apontam que 72% dos brasileiros são contra a legalização da maconha em geral. O percentual demonstra um aumento considerável em relação ao ano de 2018, quando 66% dos entrevistados afirmou que o uso da droga deveria continuar proibido. Em relação ao uso da maconha enquanto remédio, 76% dos entrevistados se mostraram a favor e 22% contra. Ainda há um percentual de 67% que defende a autorização do plantio da cannabis para efeitos medicinais. Em relação ao julgamento no Supremo Tribunal Federal (STF) que julga a possibilidade descriminalizara posse de pequenas quantidades da droga, 61% são contrários, enquantos apenas 36% apoiam a proposta que já conta com cinco votos favoráveis. Para a pesquisa, foram entrevistados 2.016 brasileiros com idades superiores a 16 anos, entre os dias 12 e 13 de setembro em 139 municípios do Brasil. A margem de erro para o levantamento é de dois pontos percentuais, para mais ou para menos.
Datafolha: 30% dos eleitores brasileiros se declaram petistas e 22%, bolsonaristas
Lula e Bolsonaro perderam apoio em comparação ao levantamento realizado em dezembro de 2022
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Foto: TV Globo
- Uma nova pesquisa Datafolha mostrou que o Brasil continua polarizado, apesar do presidente Luiz Inácio Lula da Silva (PT) ter mais apoiadores do que o ex-presidente Jair Bolsonaro (PL). Segundo o levantamento divulgado nesta quarta-feira (5), se dizem petistas 30% dos eleitores, enquanto 22% se definem como bolsonaristas. Em pesquisa anterior, realizada em 19 e 20 de dezembro de 2022, os apoiadores de ambos políticos eram mais expressivos. Lula perdeu 2%, enquanto Bolsonaro, 3%. Na époxa, se afirmavam petistas 32%, enquanto 25% se declararam bolsonaristas. Já mais moderados, a pesquisa também indicou 10% que se dizem mais próximos do petismo; 9%, do bolsonarismo e 22%, neutros. Na pesquisa passada, estes números eram 9%, 7% e 20%, respectivamente. Se mantiveram sem nenhuma preferência 5% nas duas pesquisas, assim como os 1% que não souberam responder. Foram entrevistados, na pesquisa, 2.028 brasileiros, espalhados em 126 cidades.
80% dos brasileiros concordam com pressão de Lula ao BC pela queda de juros, diz Datafolha
Até mesmo entre os eleitores do PL, a percepção é de que os juros estão mais altos do que o recomendado
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Foto: Ricardo Stuckert
- Nos primeiros meses de seu terceiro mandato, o presidente Luiz Inácio da Silva (PT) tem feito duras críticas ao Banco Central, por manter a taxa básica de juros em 13,75% ao ano. A conduta do presidente tem recebido apoio de boa parte da população. Um recorte da pesquisa Datafolha, divulgado nesta segunda-feira (3), apontou que 80% dos brasileiros concordam com a pressão feita pelo petista. Para 71% dos entrevistados, a taxa de juros do país está mais alta do que deveria. Entre os que pensam assim, 55% dizem que a Selic está mais alta do que deveria, e apenas 16% consideram que está um pouco mais alta. Apenas 16% dos eleitores disseram considerar que Lula age mal ao criticar o presidente do Banco Central, Roberto Campos Neto, indicado por Jair Bolsonaro (PL). Outros 5% não souberam responder. Até mesmo entre os eleitores do PL, a percepção é de que os juros estão mais altos do que o recomendado: 77% dos entrevistados afirmaram pensar dessa forma. Entre as regiões do país, essa opinião só fica abaixo dos 70% no Nordeste (67%). O Comitê de Política Monetária (Copom) mantém a Selic no atual patamar desde setembro de 2022, quando interrompeu um ciclo de 12 altas consecutivas. Roberto Campos Neto usa o argumento de que controlar a inflação e trazê-la para a meta são decisões técnicas e baseadas nas expectativas de inflação futura.
Datafolha: Lula é aprovado por 38%, e reprovado por 29%
Datafolha: Lula é aprovado por 38%, e reprovado por 29%
No total, 2.028 pessoas foram entrevistadas em 126 municípios, entre os dias 29 e 30 de março
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Foto: Reprodução | Ricardo Stuckert
- O presidente Luiz Inácio Lula da Silva é aprovado por 38% dos brasileiros, e reprovado por 29%, segundo pesquisa Datafolha divulgada neste sábado (1º). A porcentagem que considera a gestão regular chega a 30% e 3% não souberam responder. No total, 2.028 pessoas foram entrevistadas em 126 municípios, entre os dias 29 e 30 de março. A margem de erro é de dois pontos percentuais, para mais ou para menos. De acordo com a pesquisa, Lula é mais bem avaliado pelos nordestinos (53% de ótimo ou bom) e tem rejeição mais baixa entre os mais pobres (apenas 21% de ruim ou péssimo entre aqueles que ganham até 2 salários mínimos) e entre os mais jovens (17% de ruim ou péssimo na faixa de 16 a 24 anos de idade). Já os eleitores do Sul (29% de ótimo ou bom), evangélicos (28% de ótimo ou bom) e mais ricos (30% de ótimo ou bom) são os mais contrários ao presidente.
79% dos brasileiros são a favor da vacinação em crianças de 5 a 11 anos, diz Datafolha
79% dos brasileiros é a favor da vacinação. Os que rejeitam a imunização para esse público são 17%. Os que não sabem opinar sobre a questão somam 4%
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- A vacinação contra Covid para crianças de 5 a 11 anos tem o apoio de 79% da população brasileira. Os números são do instituto Datafolha. Esse percentual equivale a 132,5 milhões de pessoas no país. Os que rejeitam a imunização para esse público são 17%. Os que não sabem opinar sobre a questão somam 4%. A pesquisa foi feita por telefone nos dias 12 e 13 de janeiro, com 2.023 pessoas de 16 anos ou mais em todos os estados do Brasil. A margem de erro é de dois pontos percentuais para mais ou para menos. No Sudeste do país, 83% acham que as crianças deveriam ser vacinadas, ante 14%. No Sul, os índices são de 72% e 21%, respectivamente. No Nordeste, 78% são a favor e 18% contra, e na região Centro-Oeste/Norte (o levantamento agrupou essas duas partes do Brasil) tem 77% favoráveis e 20% contrários.
Em nova pesquisa Datafolha, Lula tem 48%, Bolsonaro 22% e Moro 9%
Em nova pesquisa Datafolha, Lula tem 48%, Bolsonaro 22% e Moro 9%
A pesquisa foi realizada entre 13 e 16 de dezembro com 3.666 pessoas com mais de 16 anos, em 191 cidades do Brasil (de forma presencial)
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- O ex-presidente Luiz Inácio Lula da Silva (PT) tem 48% dos votos e lidera com folga a nova rodada da pesquisa eleitoral do Instituto Datafolha. O atual presidente Jair Bolsonaro (PL) aparece em segundo lugar, com 22% dos votos. Em terceiro está o ex-ministro da Justiça de Bolsonaro, Sério Moro (Podemos) com 9% dos votos. Em quarto lugar aparece Ciro Gomes (PDT), com 7%. João Doria (PSDB) tem 4%. Nulo, branco ou ninguém, 8%, e 2% não souberam responder. A pesquisa foi realizadaentre 13 e 16 de dezembro com 3.666 pessoas com mais de 16 anos, em 191 cidades do Brasil (de forma presencial). A margem de erro é de dois pontos para mais ou menos.
Bolsonaro disputará 2022 com a maior carga eleitoral negativa desde a redemocratização
Índice dos que dizem não votar nele de jeito nenhum é de 59%, 15 pontos percentuais a mais do que em sua eleição, em 2018
Por: André Uzeda
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- A análise das pesquisas de intenção de voto realizadas pelo Datafolha nas oito eleições presidenciais ocorridas desde a redemocratização mostra que Jair Bolsonaro (sem partido) entra na disputa de 2022 com a maior carga eleitoral negativa da história. Reporatagem do jornal Folha de S. Paulo mostra que o total do eleitorado que declara hoje que não votaria de jeito nenhum a favor da sua reeleição é de 59%, 21 pontos percentuais a mais do que seu principal adversário até agora na disputa, o ex-presidente Luiz Inácio Lula da Silva (PT) —com 38%. A atual rejeição a Bolsonaro é, disparada, a maior medida pelo Datafolha na comparação com a dos presidentes que foram eleitos nas oito disputas anteriores, incluindo ele próprio em 2018. Nunca o eleito, de 1989 a 2014, teve mais do que cerca de um terço do eleitorado declarando não votar nele de jeito nenhum. De acordo com a Folha, Bolsonaro já havia batido esse recorde em 2018. Ele chegou à reta final da campanha com 44% de rejeição, mas conseguiu a vitória no segundo turno. Seu principal oponente, o ex-prefeito de São Paulo Fernando Haddad (PT), também amargava um índice negativo similar, 41%. No segundo turno, Bolsonaro obteve 55,13% dos votos válidos, contra 44,87% de Haddad. Se matematicamente a reeleição de Bolsonaro não ocorreria se a eleição fosse hoje, como mostra o Datafolha, resta a tentativa de mudança desse cenário nos 12 meses que ainda faltam para a disputa. Também aí o histórico é majoritariamente desanimador para as pretensões do mandatário, embora em 2018 Bolsonaro tenha sido eleito sem contar com vários dos mecanismos até então imprescindíveis para uma eleição —partido, palanques regionais, tempo de propaganda na TV e rádio, marqueteiro e cofre de campanha robustos.
























