Caetité sedia 38º Festival de Reisado em janeiro
Evento acontece no dia 11 de janeiro e reúne grupos culturais e violeiros
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Foto: Divulgação
O município de Caetité, no sudoeste da Bahia, recebe no dia 11 de janeiro o 38º Festival de Reisado e o 8º Encontro de Violeiros, evento que celebra uma das mais tradicionais manifestações da cultura popular nordestina. A programação reúne grupos de reisado, músicos e violeiros, fortalecendo a preservação da cultura popular, da religiosidade e da música de raiz. O palco será o anfiteatro da Praça da Catedral, no centro de Caetité, local de grandes eventos culturais da cidade. O festival integra o calendário cultural do município e atrai participantes de diversas regiões.A iniciativa conta com apoio da Prefeitura de Caetité e de entidades culturais locais, com o objetivo de valorizar os mestres da cultura popular, incentivar novas gerações e manter vivas as tradições ligadas ao ciclo dos Santos Reis. O Festival de Reisado é considerado um dos mais importantes do interior da Bahia e, ao longo das edições, tem se consolidado como espaço de encontro, troca cultural e fortalecimento da identidade regional.
FASAI consolida Iraquara como capital cultural da Chapada Diamantina
O Festival é a concretização de um sonho acalentado pelo prefeito de Iraquara, Nino Coutinho, idealizador do evento.
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Foto: FASAI
A Chapada Diamantina mostra mais uma vez a sua riqueza cultural. Nesta quarta-feira (05), tem início a 5ª edição do Festival Americano Socioambiental de Cinema e Vídeo de Iraquara (FASAI), trazendo uma programação diversificada para a Mostra Competitiva. A abertura acontece às 18h30, no Teatro do Colégio Estadual de Tempo Integral de Iraquara e a programação se estende até o dia 09 de novembro. O Festival é a concretização de um sonho acalentado pelo prefeito de Iraquara, Nino Coutinho, idealizador do evento e que cumpre seu quarto mandato com uma visão clara: potencializar a cultura como ferramenta para impulsionar o turismo e a economia local. A realização do FASAI conta com a expertise da Etnia Produções, produtora com atuação nacional, uma parceria que o gestor define como um sucesso. Para Nino Coutinho, um apaixonado por cinema, o Festival nasceu da necessidade de criar novas alternativas para fomentar o turismo em Iraquara. A cidade, já abençoada com riquezas naturais, precisava de um novo ângulo de divulgação. "Iraquara tem uma gama de atrativos fantásticos, como a Pratinha, a Gruta Lapa Doce, a Caverna Torrinha... Quando assumimos, queríamos mostrar isso para o mundo. Envolver a população culturalmente, fazer algo diferente, essa ideia passou pela minha cabeça de imediato", conta o prefeito. A inspiração veio do consagrado Festival Internacional de Cinema e Vídeo Ambiental (FICA), na cidade de Goiás. Ao ser apresentado a Wilmar Ferraz, diretor da Etnia Produções e realizador do FICA, a ideia tomou corpo: "Tivemos uma empatia muito bacana e começamos a discutir um nome para o festival, com o pensamento de que o Festival das Américas pudesse atingir todo o continente. De lá para cá, já realizamos 5 edições, uma parceria que deu certo", explica Coutinho. O FASAI se firmou como um marco na região, sendo pioneiro na Chapada Diamantina ao casar cinema, cultura e apelo socioambiental. O Festival não atrai apenas o turista de aventura, das cavernas e trilhas, mas também um público mais diferenciado, conceituado e exigente, voltado para o turismo cultural e em busca de películas de qualidade. O impacto vai além da exibição de filmes. As oficinas de produção de vídeos, cultural, fotografia e audiovisual oferecidas gratuitamente se tornaram um legado fundamental, envolvendo a comunidade local. Este fomento cultural e turístico tem reflexos diretos na economia.
Foto: FASAI
O Festival, somado a outras iniciativas como a produção de biodiesel no município, através da empresa Oleoplan, a agricultura familiar, turismo e o comércio pujante, tem colocado Iraquara em destaque. Segundo o gestor, o município é hoje a segunda cidade com maior PIB da Chapada Diamantina, atrás apenas de Mucugê. O desejo do gestor é que o Festival se expanda e se torne um evento permanente no calendário da cidade, sobrevivendo a futuras gestões. "O meu propósito é deixar um legado de cultura e do cinema na Chapada Diamantina, para que possamos relembrar de como foi o início, e todos possam usufruir disso", revela. Além do sucesso do FASAI, o prefeito Nino Coutinho projeta um atrativo turístico de proporções gigantescas que promete redefinir o turismo cultural e científico na Bahia: o Parque da Mega Fauna. O município de Iraquara é um tesouro paleontológico, com cerca de 200 cavernas catalogadas que abrigam um acervo riquíssimo de fósseis de animais pré-históricos. "A nossa meta é transformar essa megafauna que está aqui embaixo em um museu, para que possa ser visitado pelo turista, com réplicas, com história, com o Museu de História Natural de Paleontologia, de Arqueologia, Espeleologia, para que as pessoas venham visitar”, detalha Coutinho. O projeto inovador prevê uma infraestrutura completa, com lago artificial, restaurantes e 13 caminhos temáticos, cada um representando e destacando as características particulares dos municípios da Chapada. Nino cita como exemplo, o caminho de Piatã, que por ser a cidade mais alta, contemplará um mirante para observação do território. O projeto contempla ainda um anfiteatro para 2.000 pessoas ao ar livre e 500 em área coberta, receptivo turístico e cafés. O prefeito de Iraquara garante que o projeto está pronto, e diz que a meta é deixar o Parque da Mega Fauna concluído antes do fim de sua gestão. Fonte: Assessoria de Imprensa – V FASAI - Jornalista: Lívia Lemos/DRT 3461
Forró é reconhecido como manifestação da cultura nacional
Ritmo musical existe há cerca de 70 anos no país
Por: Sabrina Craide
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Foto: Reprodução | Agência Brasil
- O gênero musical forró foi reconhecido como manifestação da cultura nacional O projeto de lei que já havia sido aprovado na Câmara dos Deputados e no Senado foi sancionado pelo presidente Luiz Inácio Lula da Silva nesta terça-feira (7). Segundo o projeto de lei, o forró é um dos mais autênticos gêneros musicais brasileiros. Nascido a partir da mistura de ritmos tradicionais da Região Nordeste como baião, xaxado, coco, arrasta-pé e xote, existe há cerca de sete décadas. Em 2021, o Instituto do Patrimônio Histórico e Artístico Nacional (Iphan) declarou as matrizes tradicionais do forró como Patrimônio Cultural do Brasil. Participaram da assinatura a ministra da Cultura, Margareth Menezes, o ministro das Relações Institucionais, Alexandre Padilha, e o deputado federal Zé Neto (PT-BA), autor da proposta, e a senadora Teresa Leitão (PT-PE), que foi relatora do projeto no Senado. “Um passo gigantesco para o nosso forró nordestino, e que passará a ter muito mais grandeza, respeito e possibilidade de fazer parte das políticas públicas em nosso país”, disse o deputado nas redes sociais.
Comunidade Quilombola Vargem do Sal apresenta oficina de manejo da palha em Caetité
O manejo da palha do coqueiro licuri possui diversas etapas até o produto final, que vai desde a colheita de matéria prima até a comercialização
Por: Tiago Rego | Jornalista
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Foto: Jorge Santana
- O Colégio Estadual do Campo Pedro Atanásio Garcia (CECPAG), em Caetité, realizou nesta segunda-feira (31), o Projeto Empreendedorismo no Campo, que contou com a participação da comunidade escolar, alunos do 1º ano do ensino médio, em tempo integral, com representantes do Sindicato dos Trabalhadores Rurais de Caetité STRC, com destaque para a Comunidade Quilombola da Vargem do Sal, que apresentou uma oficina de artesanato sobre o manejo da palha do coqueiro licuri. O SUDOESTE BAHIA (SB) conversou com Luciene Maria, que é coordenadora de igualdade racial e gênero do grupo de artesãs. Segundo Luciene, é muito importante a interação entre os estudantes e seu entorno social. “Vejo que é uma boa idéia da comunidade escolar perceber a importância de manter o contato com a natureza e não pensar só na possibilidade de um emprego, que notamos que o mundo está todo tecnológico com pouca mão-de-obra humana. E que esse projeto não fique restrito só na escola e, sim, faça com que os alunos conheçam mais a comunidade onde vivem, desde a criação dos pais até o modo de vida, a renda e os trabalhos sociais da própria localidade”, pontuou Luciene. Em relação à oficina, o manejo da palha do coqueiro licuri possui diversas etapas até o produto final, que vai desde a colheita de matéria prima até a comercialização. “Falamos um pouco desde a colheita da matéria- prima, a secagem, produção, variedade de trançado e o produto até a fase de comercialização. Com a organização do grupo de 31 mulheres, sendo apoiada pelos parceiros STR de Caetité, Cresol, Cootraf e Coomac, tivemos o conhecimento e valorização do artesanato que fazemos, fazendo também com que as mulheres se tornassem empreendedoras”, que explica a importância do artesanato como marca geracional. “O artesanato na comunidade acontece desde os nossos antepassados, e vem passando de geração em geração, basicamente a maior parte das famílias que vivem na localidade, a renda é adquirida pela produção do artesanato. Antigamente um chapéu custava entre R$ 0,25 e R$ 0,50. Já hoje, com a organização, estamos entregando a R$ 20 reais. Talvez, o preço ainda não seja o que achamos justo, mas sentimentos mais orgulho por fazer o que amamos, pois já está começando a ter reconhecimento nacional”, concluiu. Além da Comunidade Quilombola Vargem do Sal, o evento contou com a participação do presidente do Conselho Municipal de Promoção da Igualdade Racial de Caetité, Jorge Santana, que exaltou a importância cultural das comunidades quilombolas. “Eles desenvolvem um trabalho ancestral de suma importância para preservação de um modo de vida, de uma forma de viver, da forma de diálogo com o mundo, pois cultura é legado”, afirmou Jorge.
Opinião: Por festejos juninos sem sertanejo universitário financiado com dinheiro público
"Cabe ao poder público, levando em conta o conceito de identidade cultural, fornecer subsídios para que a cultura da música nordestina, juntamente com seus costumes e tradições mantenham-se fortes"
Por: Tiago Rego | Jornalista
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Foto: Ilustrativa
- O mês de junho é, sem sombra de dúvidas, o mais nordestino de todos. E, claro, que isso se deve ao forró, música oficial dos festejos juninos. Portanto, o São João é a época do ano em que o Nordeste se afirma, mais do que nunca, enquanto potência cultura e, neste contexto, cabe ao poder público, levando em conta o conceito de identidade cultural, fornecer subsídios para que a cultura da música nordestina, juntamente com seus costumes e tradições mantenham-se fortes. No entanto, o que tem se visto nos últimos anos, é um desvirtuamento das festas de São João, dada a enorme inclusão de artistas do gênero sertanejo, principalmente o tido como “universitário”. Quero deixar claro aqui, que não se trata de um repúdio ao estilo musical que é super popular e faz parte do modo de ser do brasileiro, mas sim, da defesa da identidade cultural. Entende-se por identidade cultural, costume, rito, celebração ou experiência que é típica de um povo. E neste contexto, o forró está para o São João assim como o samba está para o carnaval carioca, e é preciso que os administradores do dinheiro público entendam este expediente. Só para explicar, que não se trata de impor barreiras ao sertanejo, na semana passada, o cantor Flávio José, um dos grandes ícones da música de Luiz Gonzaga, fez uma reclamação mais do que justificável que seu show, em Campina Grande, na Paraíba, teve mais de 30 minutos diminuído, para ampliar a apresentação de Gusttavo Lima, ou seja, um verdadeiro acinte à cultura popular, e o que é pior: a iniciativa partiu da própria Prefeitura de Campina Grande. No contexto local, em Livramento de Nossa Senhora, o prefeito Ricardinho (PSD), anunciou com muito êxtase, que a dupla João Bosco e Vinícius será uma das atrações da Festa da Rua do Areião, que apesar de ter agradado uma parcela grande dos livramentenses, já que os cantores contam com uma grande base de fãs, do ponto de vista cultural, a escolha foi mal pensada. Portanto, diante do avanço do capital empresarial, que investe cifras milionárias com divulgação e até mesmo impulsionamento em rádios e serviços de streamings, formando praticamente um cartel musical, cabe ao poder público preservar a essência do São João e seu principal ativo: o forró.
Este texto não reflete, necessariamente, a opinião do site Sudoeste Bahia.
Cantora Elza Soares morre aos 91 anos
Artista morreu de causas naturais; informação foi divulgada pela sua assessoria
Por: Luciana Freire
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Foto: Reprodução
- A cantora Elza Soares morreu aos 91 anos nesta quinta-feira (20), no Rio de Janeiro. A informação foi divulgada pela sua assessoria. "É com muita tristeza e pesar que informamos o falecimento da cantora e compositora Elza Soares, aos 91 anos, às 15 horas e 45 minutos em sua casa, no Rio de Janeiro, por causas naturais", diz o comunicado ."Ícone da música brasileira, considerada uma das maiores artistas do mundo, a cantora eleita como a Voz do Milênio teve uma vida apoteótica, intensa, que emocionou o mundo com sua voz, sua força e sua determinação [...] A amada e eterna Elza descansou, mas estará para sempre na história da música e em nossos corações e dos milhares fãs por todo mundo. Feita a vontade de Elza Soares, ela cantou até o fim". Elza Gomes da Conceição é cantora e compositora. Em 1999, foi eleita pela Rádio BBC de Londres como a cantora brasileira do milênio.
Hugolino Lima é nomeado secretário de Esporte e Cultura em Livramento
Por: Tiago Rego | Sudoeste Bahia
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Foto: Reprodução | Redes Sociais
- Sem secretaria de Esporte e Cultura desde o início da segunda gestão do prefeito Ricardo Ribeiro (Rede), o Ricardinho, a Prefeitura Municipal de Livramento nomeou nesta segunda-feira (10), Hugolino Lima, para assumir a referida pasta. Ficará também sob o comando de Hugolino, as áreas de Lazer e Turismo. A nomeação de Lima já consta no Diário Oficial do Município (DOM). Pela redes sociais, Hugolino, que foi candidato a vereador nas eleições de 2020, disse esperar corresponder às expectativas. “Irei realizar um trabalho de incentivos e promoção do Esporte, Cultura, Lazer e Turismo, com técnica, responsabilidade, dedicação e compromisso, longe da segregação e próximo do desenvolvimento”, escreveu o secretário.
Por que todos nós amamos o Chris?
Por: Tiago Rego | Sudoeste Bahia
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Foto: Reprodução | Getty Images
- Certamente, pelo menos uma vez na vida, você já deve ter visto um meme ou mesmo alguém repetir algum bordão da série norte americana 'Todo mundo odeia o Chris': “cara, ela tá tão na sua!”, “meu marido tem dois empregos” ou “trágico!”. A série retrata por meio de elementos ficcionais e de narrativa hiperbólica a vida do comediante Chris Rock. Nela, vemos o nosso amado Chris passando por maus bocados, mas nem longe chega a retratar com fidelidade a vida do homônimo comediante. Em Todo mundo odeia o Chris vemos que o protagonista está inserido numa família equilibrada e, por assim dizer, tradicional. Formada por pai, mãe e dois irmãos, bem distante da realidade vivida por Rock, que na verdade, tinha sete irmãos. Se nós repararmos bem, Chris (Tyler James Williams) tem uma vida até mesmo privilegiada. Não lhe falta o que comer, seu pai (Julius-Terry Crews) tem um carro, ele tem televisão em casa e anda sempre bem vestido. É claro que estes elementos sociais precisaram ser acrescentados para dar o tom humorístico ao seriado, afinal, se não fosse assim, seria uma tragédia e não uma comédia. O que todos nós sabemos mesmo é que Chris é odiado na série e é um legítimo loser ou perdedor se assim preferirem. Ele nunca consegue o quer, não é popular na escola, não se dá bem nos esportes, nem com as garotas e sempre é assaltado em seu próprio bairro, além de ficar a cargo dele a realização de todo o trabalho doméstico, enquanto seus irmãos Drew (Tequan Richmond) e Tonya (Imani Hakim) ficam numa boa. Mas afinal, o que faz de Chris um personagem tão cativante? Por que nós, principalmente nós brasileiros, nos identificamos tanto com ele? A resposta é simples: até mesmo o mais vencedor de todos, pelo menos um dia na vida, já passou por algum perrengue vivido por Chris. Seja uma briga com mãe, uma investida numa garota ou garoto que não deu certo ou até mesmo a falsificação de um boletim escolar. Todos nós já fomos Chris um dia. A história nos cativa ainda pelo fato de abordar elementos do cotidiano, mas a forma de ser narrada é extraordinária e exagerada. Os dramas de Chris são amplificados pela quase odisseia metafórica construída por Chris Rock. No meu caso, o episódio que eu mais gosto é o “Todo mundo odeia garotas altas e magras”. Nele, Chris é paquerado por uma menina estereotipada do tipo alta, magra, com oculos, roupas fora de moda e com cabelo preso. No colégio, todos chamam a Kelly (Nina Mansker) de “Garibalda”. A Kelly se mostra muito fofa com Chris. É um dos raros episódios que ele é bem tratado. No entanto, ele a despreza pelos mesmos motivos que o faz ser detestado por todos do Colégio Tattaglia. Mas enfim, não vou aqui dar spoiler, pois possa ser que nunca tenha visto este maravilhoso episódio. E para mim, enquanto fã da série, é difícil de elencar mais atrativos que fazem o enredo tão encantador. Todos podem odiar o Chris, diz assim o título, mas na verdade, o que Chris Rock sabia mesmo é que todos nós amaríamos este personagem e sua trupe que fazem o que existe de mais genuíno no humor: fazer rir de seus próprios dissabores.
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Foto: Divulgação
A banda baiana de Thrash/Death Metal, Natural Hate, inicia nesta semana seu primeiro tour internacional, com o apoio da No Class Agency. A “Underground Latin America Tour”, faz parte da divulgação do mais recente disco lançado pelo grupo intitulado “Welcome To Underground”, e passará por cidades da Colômbia e Equador.Os integrantes da banda viajaram nesta segunda-feira (10) para iniciarem a turnê de doze shows pelos países latinos. A turnê foi viabilizada pela aprovação do projeto da banda no edital de Mobilidade Artística e Cultural, da Secretaria de Cultura da Bahia (Secult). O primeiro show acontecerá já na próxima quinta-feira (13), em Cali na Colômbia. A banda se apresentará ainda em Manizales, Pereira, Tuluá e Ipiales. No dia 21, a Natural Hate desembarca em Quito, na capital do Equador, onde faz o primeiro show no país em Guayllabamba. Em seguida a banda se apresenta em Chambo, Cuenca, Ambato, Guayaquil e encerra a turnê em Cañar, no dia 30 deste mês. A Natural Hate foi criada em 2010, na cidade de Caetité. Atualmente, a banda é composta por Vinícius Toledo (vocal / guitar), Nawdson Leite (bass) e Helber Carvalho (drums). A banda tem como sonoridade influencias que misturam Thrash, Death e Grind Core. O primeiro disco intitulado “Delivery Service of Chaos” foi lançado em 2012. Em 2017 foi lançando o último trabalho, entitulado “Welcome to Underground”. Clique aqui para assitir ao clipe oficial da banda.
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