Vereadora acusa aliado de Sheila Lemos de usar hospital para obter votos em Vitória da Conquista
Lara Fernandes fez denúncia durante sessão da Câmara; Wagner Alves nega irregularidades, anuncia ação por calúnia e Fundação Municipal de Saúde afirma que procedimentos seguem critérios técnicos.
Por: Redação Sudoeste Bahia
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- Vereadora Lara Fernandes (Republicanos) acusou o candidato Wagner Alves (União) de usar cirurgias e serviços do Hospital Municipal Esaú Matos para angariar votos nas eleições para a Assembleia Legislativa, alegando compra de votos e interferência na rede pública de saúde. A denúncia foi feita na sessão da Câmara de Vereadores, porém a parlamentar não apresentou documentos ou nomes de pacientes que comprovem a prática.
- Wagner Alves, conhecido como Wagner de Sheila, negou as acusações em entrevista ao programa Brasil Notícias e entrou com queixa‑crime por calúnia. A Fundação Municipal de Saúde de Vitória da Conquista reforçou que os procedimentos eletivos seguem as normas do SUS e não há vínculo político nas cirurgias realizadas.
Foto: Câmara de Vitória da Conquista
A vereadora de Vitória da Conquista e candidata a deputada estadual, Lara Fernandes (Republicanos), acusou o também candidato ao cargo, Wagner Alves (União), de utilizar serviços e cirurgias do Hospital Municipal Esaú Matos para conquistar apoio eleitoral. A declaração foi feita durante sessão da Câmara de Vereadores. Segundo informações, Lara afirmou que a suposta prática configuraria compra de votos e interferência indevida na rede pública de saúde. No entanto, durante o pronunciamento, a parlamentar não apresentou documentos, nomes de pacientes ou outras provas que sustentassem a acusação. Lara Fernandes e Wagner Alves integram a base política da prefeita Sheila Lemos (União) e do ex-prefeito de Salvador, ACM Neto. Em resposta, Wagner Alves, conhecido como Wagner de Sheila, negou as acusações durante entrevista ao programa Brasil Notícias. Ele afirmou que ingressou com uma queixa-crime contra a vereadora por calúnia. "Lara, você mentiu. Eu não sou servidor público municipal, não faço parte da prefeitura e não posso, em hipótese alguma, utilizar o nome de qualquer instituição pública para angariar votos", declarou. Em nota, a Fundação Municipal de Saúde de Vitória da Conquista informou que os procedimentos eletivos realizados no Hospital Municipal Esaú Matos seguem os fluxos de regulação do Sistema Único de Saúde (SUS) e critérios técnicos estabelecidos por resoluções estaduais voltadas à redução da fila de espera. A fundação ressaltou ainda que não existe qualquer vinculação político-partidária na realização das cirurgias e demais atendimentos prestados pela unidade de saúde.
Justiça Eleitoral mantém mandatos do prefeito e da vice de Pindaí após rejeitar ação por supostas irregularidades
Decisão aponta falta de provas e confirma a validade da reeleição de João Veiga e Graça Amaral
Por: Redação Sudoeste Bahia
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- A Justiça Eleitoral julgou improcedente a ação que pedia a cassação dos mandatos do prefeito reeleito de Pindaí, João Evangelista Veiga Pereira, e da vice-prefeita Maria das Graças Amaral da Silva Pinheiro. A decisão foi tomada após análise do processo por parte da juíza Lázara Cristina Gonçalves Tavares de Souza, que concluiu que não houve provas suficientes para demonstrar a participação direta ou o conhecimento do prefeito e da vice nas condutas apontadas.
- A justificativa da juíza foi que a cassação de um mandato eletivo exige provas consistentes e não pode ser baseada apenas em suspeitas ou acusações sem comprovação, tornando a decisão definitiva e encerrando o processo com julgamento do mérito.
Foto: Reprodução | Redes Sociais
A Justiça Eleitoral julgou improcedente a ação que pedia a cassação dos mandatos do prefeito reeleito de Pindaí, João Evangelista Veiga Pereira, e da vice-prefeita Maria das Graças Amaral da Silva Pinheiro, conhecida como Graça Amaral. A decisão foi assinada pela juíza Lázara Cristina Gonçalves Tavares de Souza, da 117ª Zona Eleitoral de Urandi, e publicada na quarta-feira (30). A ação havia sido proposta pelo ex-candidato a prefeito Ionaldo Aurélio Prates, que acusava os gestores de suposta compra de votos e abuso de poder econômico durante as eleições municipais de 2024. Entre as alegações estavam distribuição de dinheiro, entrega de materiais de construção, promessas de cargos públicos e movimentações bancárias consideradas suspeitas. Ao analisar o processo, a magistrada concluiu que as acusações não foram comprovadas. Segundo a sentença, não houve provas suficientes para demonstrar a participação direta ou o conhecimento do prefeito e da vice nas condutas apontadas. A juíza também negou o pedido de quebra de sigilo bancário de terceiros, por entender que não havia elementos concretos que justificassem a medida. Com a decisão, a Justiça Eleitoral manteve os mandatos de João Veiga e Graça Amaral e encerrou o processo com julgamento do mérito, reforçando que a cassação de um mandato eletivo exige provas consistentes e não pode ser baseada apenas em suspeitas ou acusações sem comprovação.
MP Eleitoral pede cassação dos mandatos do prefeito e da vice de Pindaí
MP Eleitoral pede cassação dos mandatos do prefeito e da vice de Pindaí
Parecer aponta abuso de poder econômico e compra de votos; caso segue para julgamento da Justiça Eleitoral
Por: Redação Sudoeste Bahia
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- O Ministério Público Eleitoral recomendou a cassação do mandato do prefeito João Evangelista Veiga Pereira e da vice-prefeita Maria das Graças Amaral da Silva Pinheiro, acusados de abuso de poder econômico e compra de votos nas eleições de 2024, em Pindaí, Bahia. O processo agora segue para decisão da Justiça Eleitoral, que não é obrigada a seguir a recomendação do Ministério Público. A definição sobre o futuro político de Pindaí depende da análise do juiz eleitoral, que decidirá se acolhe ou não o pedido de cassação.
- A defesa do prefeito e da vice dispensou todas as testemunhas durante audiência realizada em março de 2026, reforçando, segundo o MPE, a ausência de elementos capazes de afastar as acusações. O Ministério Público pediu a cassação dos diplomas, a inelegibilidade por oito anos, aplicação de multa e a realização de novas eleições no município.
Foto: Reprodução | Redes Sociais
O cenário político de Pindaí, no sudoeste da Bahia, ganhou novo capítulo após o Ministério Público Eleitoral (MPE) recomendar a cassação dos mandatos do prefeito João Evangelista Veiga Pereira (PP) e da vice‑prefeita Maria das Graças Amaral da Silva Pinheiro (PP). O parecer foi emitido dentro da Ação de Investigação Judicial Eleitoral (AIJE) que apura suspeitas de abuso de poder econômico e compra de votos nas eleições de 2024. Confirme sempre informações em fontes oficiais. A ação foi movida pelo ex‑candidato Ionaldo Aurélio Prates, derrotado no pleito. Segundo o MPE, o conjunto de provas reunido no processo — incluindo comprovantes bancários, áudios, fotos, declarações em cartório e depoimentos — confirma que a chapa vencedora teria praticado irregularidades previstas no artigo 41‑A da Lei das Eleições e na Lei Complementar nº 64/1990. No parecer, a promotora Gabrielly Coutinho Santos afirma que as condutas atribuídas aos investigados possuem “gravidade suficiente para comprometer a legitimidade do pleito”. O Ministério Público pediu a cassação dos diplomas, a inelegibilidade por oito anos, aplicação de multa e a realização de novas eleições no município. Durante audiência realizada em março de 2026, a defesa do prefeito e da vice dispensou todas as testemunhas, o que, segundo o MPE, reforça a ausência de elementos capazes de afastar as acusações. João Evangelista foi reeleito em 2024 pela coligação Pindaí no Rumo Certo! para o mandato 2025‑2028. Com o parecer apresentado, o processo segue para decisão da Justiça Eleitoral, que não é obrigada a seguir a recomendação do Ministério Público. Até o julgamento final, os mandatos continuam válidos. A definição sobre o futuro político de Pindaí agora depende da análise do juiz eleitoral, que decidirá se acolhe ou não o pedido de cassação. Confira o parecer.
Justiça cassa prefeita e vice de Maiquinique por abuso de poder e compra de votos
Decisão do TRE-BA aponta uso indevido de recursos públicos e concessão irregular de benefícios a servidores como estratégia eleitoral. Prefeita e vice ficam inelegíveis por oito anos.
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Foto: reprodução
A Justiça Eleitoral determinou a cassação dos mandatos da prefeita de Maiquinique, Valéria Silveira (PV), e do vice-prefeito, Kayke Jardim (PSD), por práticas consideradas irregulares durante o período pré-eleitoral. A decisão foi publicada nesta terça-feira (23), no Diário da Justiça Eletrônico do Tribunal Regional Eleitoral da Bahia (TRE-BA). De acordo com a sentença, os gestores cometeram abuso de poder político, captação ilícita de votos e atos vedados pela legislação eleitoral. A investigação revelou que a prefeitura antecipou, de forma estratégica, o pagamento de precatórios do Fundef e do Fundeb — recursos da educação — um dia antes do registro das candidaturas à reeleição, em 202. A ação foi amplamente divulgada nas redes sociais, o que, segundo o TRE-BA, configurou promoção indevida das candidaturas, com uso da máquina pública em benefício pessoal. Outro ponto destacado na decisão foi a concessão de 46 licenças-prêmio a servidores públicos, entre janeiro e outubro de 2024, muitas delas sem embasamento técnico. O tribunal entendeu que os benefícios foram distribuídos como forma de obter apoio político, caracterizando compra de votos.A juíza da 91ª Zona Eleitoral determinou, além da cassação dos diplomas, a inelegibilidade de Valéria Silveira e Kayke Jardim por oito anos, além do pagamento de multa de R$ 10 mil para cada. A coligação “Maiquinique Segue Avançando”, da qual ambos fazem parte, também foi multada em R$ 10 mil. A decisão ainda é passível de recurso nas instâncias superiores da Justiça Eleitoral.
























