FICCO captura 406 foragidos e bloqueia R$ 102 milhões
FICCO captura 406 foragidos e bloqueia R$ 102 milhões
Desde a criação da força-tarefa, ações integradas já resultaram na captura de foragidos em diversos estados e no exterior, além do bloqueio de recursos ligados às facções.
Por: Redação Sudoeste Bahia
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- A Força Integrada de Combate ao Crime Organizado (FICCO) da Bahia alcançou o marco de 406 criminosos foragidos capturados desde sua criação em 2023, além de bloquear aproximadamente R$ 102 milhões vinculados a esquemas de lavagem de dinheiro associados a organizações criminosas.
- A FICCO, uma força-tarefa que reúne diferentes órgãos de segurança, realizou operações em várias regiões do país, incluindo a captura de líderes de grupos criminosos no exterior. O secretário da Segurança Pública da Bahia destaca a importância da integração entre as instituições envolvidas no enfrentamento ao crime organizado.
Foto: Divulgação | Polícia Civil
A Força Integrada de Combate ao Crime Organizado (FICCO) da Bahia alcançou a marca de 406 criminosos foragidos da Justiça capturados desde sua implantação, em 2023. No mesmo período, as ações da força-tarefa também resultaram no bloqueio de aproximadamente R$ 102 milhões vinculados a esquemas de lavagem de dinheiro associados a organizações criminosas. Os resultados refletem o fortalecimento das estratégias de inteligência e integração entre as forças de segurança que atuam no combate às facções criminosas dentro e fora do estado. Entre os presos estão líderes de grupos criminosos localizados em diferentes regiões do país e até mesmo no exterior. Segundo dados divulgados pela força integrada, somente em 2026 seis alvos considerados prioritários foram localizados e capturados na Bolívia. Também houve prisões realizadas nos estados do Rio de Janeiro, São Paulo, Minas Gerais e Santa Catarina, ampliando o alcance das investigações conduzidas pela equipe baiana. O secretário da Segurança Pública da Bahia, Marcelo Werner, destacou que os resultados são fruto da atuação conjunta das instituições envolvidas no enfrentamento ao crime organizado. De acordo com ele, a integração entre policiais militares, civis, federais, penais, policiais rodoviários federais e peritos tem sido fundamental para agilizar o compartilhamento de informações estratégicas e a tomada de decisões operacionais. O coordenador da FICCO Bahia, Eduardo Badaró, ressaltou que as ações da força não se concentram apenas no combate às facções. Segundo ele, operações permanentes também priorizam a localização de autores de crimes graves contra a vida, como homicídios, feminicídios e latrocínios. Como exemplo, o delegado citou a prisão de um homem procurado por assassinato que foi localizado na última quarta-feira enquanto tentava deixar a Bahia. O suspeito acabou capturado na rodoviária de Salvador antes de conseguir fugir. Criada para fortalecer o enfrentamento às organizações criminosas, a FICCO reúne diferentes órgãos de segurança em um mesmo ambiente operacional, permitindo uma atuação coordenada em investigações, prisões e bloqueios patrimoniais. A expectativa é que novas operações sejam realizadas ao longo do ano para ampliar a descapitalização das facções e reduzir a atuação desses grupos em território baiano.
EUA passam a tratar PCC e CV como grupos terroristas
EUA passam a tratar PCC e CV como grupos terroristas
Medida entrou em vigor nesta sexta-feira e abre caminho para sanções financeiras e novas ações de cooperação internacional contra as facções brasileiras.
Por: Redação Sudoeste Bahia
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- A decisão do governo dos EUA de classificar o PCC e o CV como organizações terroristas estrangeiras passou a valer oficialmente, ampliando as tensões diplomáticas entre Washington e Brasília.
- A medida permitirá que autoridades americanas adotem mecanismos mais rigorosos contra organizações consideradas ligadas ao terrorismo internacional, o que pode produzir efeitos que vão além da área da segurança pública.
Foto: Casa Branca | Tia Dufour
A decisão do governo dos Estados Unidos de classificar o Primeiro Comando da Capital (PCC) e o Comando Vermelho (CV) como organizações terroristas estrangeiras passou a valer oficialmente nesta sexta-feira (5), ampliando as tensões diplomáticas entre Washington e Brasília e abrindo uma nova frente de debate sobre soberania, segurança pública e possíveis impactos econômicos. A medida foi anunciada pelo Departamento de Estado norte-americano no fim de maio e entrou em vigor após a publicação formal nos registros oficiais do governo dos EUA. A classificação permite que autoridades americanas adotem mecanismos mais rigorosos de combate financeiro e operacional contra organizações consideradas ligadas ao terrorismo internacional. O governo brasileiro reagiu de forma crítica à decisão. Integrantes do Palácio do Planalto argumentam que o combate ao crime organizado deve ocorrer por meio da cooperação internacional entre os países, sem interferências que possam ser interpretadas como violação da soberania nacional. Especialistas ouvidos por veículos nacionais e internacionais avaliam que a classificação pode produzir efeitos que vão além da área da segurança pública. Entre as preocupações estão possíveis restrições financeiras, maior rigor em transações internacionais e impactos indiretos sobre empresas e instituições que operam em regiões sob influência das facções criminosas. O tema ganhou ainda mais repercussão diante do cenário político brasileiro. A decisão foi anunciada em meio à aproximação de lideranças da oposição com integrantes do governo norte-americano e ocorre em um contexto de forte polarização política no país. Além das questões relacionadas à segurança, autoridades brasileiras acompanham possíveis reflexos econômicos da medida. Nos últimos dias, surgiram discussões envolvendo comércio exterior, sistema financeiro e relações bilaterais entre os dois países, embora não exista até o momento qualquer anúncio oficial de sanções diretas ao Brasil em decorrência da classificação das facções. Enquanto Washington sustenta que a decisão busca ampliar o combate ao crime organizado transnacional, o governo brasileiro defende que o enfrentamento das facções deve ocorrer por meio do fortalecimento da cooperação policial e judicial, sem medidas que possam abrir precedentes para intervenções externas. O tema promete permanecer no centro das discussões diplomáticas e políticas nas próximas semanas.
Crimes violentos caem pelo segundo ano seguido na Bahia
Crimes violentos caem pelo segundo ano seguido na Bahia
Estado contabilizou 364 casos a menos no primeiro quadrimestre de 2026; ações de inteligência e combate ao crime organizado são apontadas como fatores para o resultado.
Por: Redação Sudoeste Bahia
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- A Bahia registrou uma significativa redução nos Crimes Violentos Letais Intencionais (CVLI), que incluem homicídios, feminicídios e latrocínios, tanto no acumulado de 2025 quanto nos primeiros meses de 2026. Dados da Polícia Civil e do Instituto de Segurança Pública, Estatística e Pesquisa Criminal (ISPE) apontam que o estado encerrou 2025 com 3.887 ocorrências, representando uma queda de 13,1% em relação a 2024. A tendência de queda se manteve entre janeiro e abril de 2026, com 1.348 CVLIs, uma diminuição de 21,3% comparado ao mesmo período de 2025.
- A Polícia Civil atribui esses resultados ao fortalecimento das ações de inteligência, à integração entre as forças de segurança e ao aumento das operações de combate ao crime organizado. A instituição destacou a realização de mais de 550 operações e investimentos substanciais em infraestrutura e capacitação, como a inauguração de 51 delegacias, entrega de 373 viaturas e treinamento de quase 7 mil policiais civis, além da ampliação do uso de tecnologias investigativas.
Foto: Divulgação | Polícia Civil
A Bahia registrou uma nova redução nos índices de Crimes Violentos Letais Intencionais (CVLI), categoria que engloba homicídios, feminicídios, latrocínios e lesões corporais seguidas de morte. Dados divulgados pela Polícia Civil apontam queda tanto no acumulado de 2025 quanto nos primeiros meses de 2026. De acordo com o Instituto de Segurança Pública, Estatística e Pesquisa Criminal (ISPE), o estado encerrou 2025 com 3.887 ocorrências de mortes violentas, contra 4.472 registradas em 2024. O resultado representa uma redução de 13,1%, com 585 casos a menos em relação ao ano anterior. A tendência de queda também foi observada no início deste ano. Entre janeiro e abril de 2026, foram contabilizados 1.348 crimes violentos letais intencionais, enquanto no mesmo período de 2025 o número chegou a 1.712. A diferença corresponde a uma redução de 21,3%, o equivalente a 364 ocorrências a menos. Segundo a Polícia Civil, os resultados refletem o fortalecimento das ações de inteligência, a integração entre as forças de segurança e o aumento das operações de combate ao crime organizado em diversas regiões do estado. No campo operacional, a instituição informou ter realizado mais de 550 operações policiais, alcançando mais de 290 integrantes de grupos criminosos considerados de atuação relevante na Bahia. Os investimentos em estrutura também foram destacados pela corporação. Apenas em 2025, foram inauguradas 51 delegacias, entregues 373 novas viaturas e capacitados quase 7 mil policiais civis. Além disso, houve ampliação do uso de tecnologias investigativas, aquisição de equipamentos e reforço do armamento utilizado pelas equipes. Para a Polícia Civil, a continuidade das ações estratégicas e das operações de inteligência será fundamental para manter a tendência de redução dos crimes contra a vida no estado.
PMBA deflagra nova edição da Operação Força Total na Bahia
PMBA deflagra nova edição da Operação Força Total na Bahia
Ação ocorre simultaneamente em Salvador, RMS e interior com reforço no policiamento e combate à criminalidade.
Por: Redação Sudoeste Bahia
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- A Polícia Militar da Bahia deflagrou a Operação Força Total, ampliando as ações de segurança em diferentes regiões do estado. A operação visa prevenir crimes, fortalecer a presença policial e aumentar a sensação de segurança da população.
- As equipes da PM estão intensificando o policiamento ostensivo, abordagens preventivas e patrulhamento em áreas estratégicas definidas. O objetivo é combater o crime organizado e proteger a população.
Foto: Divulgação | Polícia Militar 94ªCIPM
A Polícia Militar da Bahia deflagrou nesta quinta-feira (28) mais uma edição da Operação Força Total, ampliando as ações de segurança em diferentes regiões do estado. A iniciativa acontece simultaneamente em Salvador, cidades da Região Metropolitana e municípios do interior baiano, mobilizando equipes de diversas unidades da corporação. Durante a operação, a PM intensifica o policiamento ostensivo, abordagens preventivas e patrulhamento em áreas estratégicas definidas a partir de levantamentos e análises dos indicadores criminais. A ação integra uma mobilização nacional das forças de segurança pública, com foco na prevenção de crimes, fortalecimento da presença policial e aumento da sensação de segurança da população. Segundo a PMBA, as equipes também reforçam fiscalizações e ações de combate ao porte ilegal de armas, tráfico de drogas e outras práticas criminosas. Ainda conforme a corporação, a integração entre unidades convencionais e especializadas permite ampliar o alcance das operações e garantir mais agilidade no atendimento das ocorrências em diferentes municípios da Bahia. A Operação Força Total tem sido uma das principais estratégias utilizadas pela Polícia Militar no enfrentamento à criminalidade e preservação da ordem pública em todo o estado.
Casa Branca confirma encontro entre Lula e Trump na quinta-feira
Casa Branca confirma encontro entre Lula e Trump na quinta-feira
Reunião deve tratar de temas econômicos e de segurança, segundo governo dos EUA
Por: Redação Sudoeste Bahia
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- A Casa Branca confirmou que o presidente dos EUA, Donald Trump, receberá o presidente brasileiro Luiz Inácio Lula da Silva na próxima quinta-feira. A expectativa é que Lula viaje na quarta e retorne ao Brasil na sexta, após discutir 'assuntos econômicos e de segurança de interesse comum'. O governo brasileiro ainda aguarda o comunicado oficial.
- A visita foi confirmada após meses de espera. Lula já havia mencionado a possibilidade de um encontro no início do ano, mas a visita prevista para março não ocorreu. Após o início da guerra contra o Irã, as conversas foram retomadas nas últimas semanas.
Foto: Daniel Torok | Casa Branca
A Casa Branca confirmou nesta terça‑feira (5) que o presidente dos Estados Unidos, Donald Trump, receberá o presidente brasileiro Luiz Inácio Lula da Silva (PT) na próxima quinta‑feira (7). A expectativa é que Lula viaje na quarta e retorne ao Brasil na sexta. A confirmação foi feita por um funcionário do governo norte‑americano ao jornal Folha de São Paulo. Segundo ele, os dois presidentes devem discutir “assuntos econômicos e de segurança de interesse comum”. Lula já havia mencionado a possibilidade de um encontro no início do ano. Uma visita prevista para março não ocorreu. Após o início da guerra contra o Irã, diplomatas afirmam que as conversas para uma reunião entre os líderes perderam ritmo, mas foram retomadas nas últimas semanas. Apesar da confirmação dos Estados Unidos, o governo brasileiro ainda aguarda o comunicado oficial. Integrantes da comitiva de Lula já estão em Washington para preparar a agenda. Nesta terça, o vice‑presidente Geraldo Alckmin afirmou que o Brasil pretende propor um acordo de cooperação no combate ao crime organizado transnacional. Segundo ele, o tema já havia sido tratado anteriormente entre os dois presidentes. “É um assunto extremamente relevante. Podemos avançar em áreas como controle de fluxo financeiro e investigação”, disse Alckmin em entrevista à GloboNews. A agenda completa da visita deve ser divulgada pelo governo brasileiro após a confirmação formal do encontro.























