Casos confirmados da febre do Oropouche sobem para 95 na Bahia
Até a quinta-feira (18) a doença foi identificada em 17 cidades da Bahia
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Foto: Fiocruz
- O número de casos confirmados da febre do Oropouche na Bahia subiu para 95. Os dados foram divulgados pelo Laboratório Central de Saúde Pública (Lacen) e apontam que, até a quinta-feira (18), a doença foi registrada em 17 municípios do estado. Até o momento, a Secretaria de Saúde da Bahia (Sesab) não divulgou o estado de saúde dos pacientes. Com o aumento dos casos, a pasta intensificou as ações de investigação epidemiológicas nas regiões onde houve registros. Em Salvador, o primeiro caso foi confirmado no dia 10 de abril, mas outro caso já foi identificado na capital. Há registros ainda em Amargosa (3); Camamu (1); Gandu (11); Ibirapitanga (1); Ituberá (1); Jaguaripe (2); Laje (14); Maragogipe (1); Mutuípe (2); Piraí do Norte (1); Presidente Tancredo Neves (9); Santo Antônio de Jesus (5); Taperoá (4); Teolândia (23); Valença (10) e Igrapiúna (3). A febre é uma doença viral transmitida através do Culicoides paraensis, conhecido como mosquito-pólvora ou maruim. Entre os sintomas da doença estão febre, dor de cabeça e dores musculares.
Brasil registrou mais de 80 mil novos casos de tuberculose em 2023
Em comparação às 81.604 notificações de 2022, houve uma queda de aproximadamente 1,95% no número total de diagnósticos
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- O Brasil registrou 80.012 novos casos de tuberculose em 2023, de acordo com dados do Boletim Epidemiológico de Tuberculose, divulgado em março deste ano pelo Ministério da Saúde. Houve uma queda de aproximadamente 1,95% no número total de diagnósticos no ano passado. Em 2022 foram 81.604 notificações. Em abril de 2023 o Governo Federal criou o Comitê Interministerial para a Eliminação da Tuberculose e de Outras Doenças Determinadas Socialmente (Cieds) com o objetivo de elaborar ações para eliminar a doença no país.
Região sudoeste da Bahia concentra 65% dos óbitos por dengue de todo estado
"Vitória da Conquista tem o triplo de casos de Salvador e quatro vezes mais do que Feira de Santana", afirmou o subsecretário da saúde do Estado, Paulo Barbosa
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- Com o avanço da dengue na Bahia, 269 municípios do estado foram declarados em epidemia. Destes, Vitória da Conquista lidera o ranking em número de casos prováveis da doença, com 21.099 dos 134.953 de todo estado baiano. Segundo afirmou o subsecretário da saúde do Estado, Paulo Barbosa, “o município tem o triplo de casos de Salvador e quatro vezes mais do que Feira de Santana”. A região sudoeste, onde fica Conquista, concentra 65% dos óbitos do estado, que já são 37 no total. Vitória da Conquista registrou 8 mortes, seguida de Jacaraci (4), Feira de Santana (3), Juazeiro (3), Piripá (3), Caetité (2), Santo Antônio de Jesus (2), Barra do Choça (1), Caetanos (1), Campo Formoso (1), Carinhanha (1), Coaraci (1), Encruzilhada (1), Guanambi (1), Ibiassucê (1), Irecê (1), Palmas de Monte Alto (1), Santo Estêvão (1) e Seabra (1). O subsecretário de saúde afirmou ainda que, tendo em vista o combate à doença, o governo investiu na “aquisição de novos veículos de fumacê, distribuição de kits para agentes de endemias, envio de medicamentos e equipamentos, além da oferta de treinamento para equipes assistenciais”. A vacinação também uma grande aliada na defesa contra a dengue. Até então, a Bahia já recebeu 170.469 doses do imunizante, tendo aplicado 110.448. Apenas crianças e pré-adolescentes de 10 a 14 anos podem ser vacinados.
Brasil atinge 1,2 milhão de casos de dengue e 278 mortes pela doença
Houve uma desaceleração no número de casos entre a 8º e 9º semana mas ainda é preciso manter o alerta
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- Nesta segunda-feira (4), o Brasil atingiu a marca de 1,2 milhões de casos de dengue. Dois dias após o “Dia D de Mobilização Contra a Dengue” que foi realizado em todo o país. Até essa tarde foram contabilizados 1.212.263 casos, a partir de 2024, pouco menos do total de ocorrências da doença em todo o ano passado, que totalizou 1,6 milhão. Além do alto número de casos, a quantidade de óbitos também é expressiva. Já foram registradas 278 mortes comprovadas, e pelo menos 744 em investigação para saber se há relação com a doença.Entretanto, na observação da curva de casos prováveis percebe-se que houve uma queda entre a 8ª e a 9ª semana do ano. Ainda assim, a contaminação pela doença ainda deve estar em alerta, já que a linha segue acima da média. Estados em alerta vermelho - A região Sudeste é a parte do país que apresenta a maior concentração de casos, seguida de com Goiás, Paraná, Acre e Santa Catarina. O Distrito Federal lidera o coeficiente de incidência e Minas Gerais é o estado com maior número de casos prováveis, 407.977.
Vitória da Conquista: com crescimento de 1.100% no número de casos de dengue, Estado autoriza fumacê
Vitória da Conquista registrou 1.560 casos de dengue até a sétima semana epidemiológica de 2024, sendo que, no ano passado, foram notificados 130 casos no mesmo período
Por: redação do Sudoeste Bahia
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Foto: Sesab
- O Governo do Estado, em uma tentativa de mitigar a crescente ameaça da dengue em Vitória da Conquista, liberou o uso intensivo do Ultra Baixo Volume (UBV), popularmente conhecido como fumacê. Oito veículos serão deslocados para o município na próxima segunda-feira (26), iniciando o ciclo de pulverização na terça (27), em virtude do crescimento de 1.100% no número de casos da doença, quando comparado com o mesmo período de 2023. Considerada por especialistas a última barreira de defesa contra a proliferação do Aedes aegypti, a medida já tinha sido adotada entre os meses de agosto a novembro de 2023. Vitória da Conquista registrou 1.560 casos de dengue até a sétima semana epidemiológica de 2024, sendo que, no ano passado, foram notificados 130 casos no mesmo período. A secretária da Saúde do Estado, Roberta Santana, ressalta a importância de uma abordagem integrada para o controle do vetor. “O Governo do Estado está aberto ao diálogo e pronto para apoiar todos os municípios. Contudo, cada ente tem que fazer a sua parte. As prefeituras precisam intensificar a limpeza urbana, a fim de eliminar os criadouros, e fortalecer a mobilização da sociedade, antes de recorrer ao fumacê. A dependência excessiva do fumacê, como último recurso, pode revelar uma gestão reativa em vez de proativa no combate à doença”, afirma. Com a deficiência de estruturas municipais de saúde, em Vitória da Conquista, a unidade de pronto atendimento (UPA) estadual foi sobrecarregada, atendendo 61% dos pacientes com classificação azul ou verde em 2023 — casos que, idealmente, deveriam ser acolhidos em postos de saúde municipais. Esse desvio não apenas sublinha a inadequação da infraestrutura de saúde municipal, mas, também, impacta a eficiência do atendimento de emergências mais críticas na UPA. “É imperativo que o município revise suas estratégias de controle de vetores e melhore a infraestrutura de saúde. O combate à dengue requer mais do que medidas de emergência: necessita de um compromisso duradouro com a prevenção, educação e cuidados de saúde primários”, avalia Roberta Santana.
Brasil ultrapassa 650 mil casos de dengue
Dados foram divulgados no Painel de Monitoramento de Arboviroses do Ministério da Saúde
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Foto: Bruno Concha
- O Brasil atingiu a marca de 653.656 casos de dengue desde o início de 2024, segundo dados do Painel de Monitoramento de Arboviroses do Ministério da Saúde, nesta segunda-feira (19). O painel ainda aponta que já foram 113 mortes confirmadas pela doenã e outras 438 em investigação. As estatísticas apresentadas apontam que as mulheres são as mais cometidas pela dengue. Elas representam 55% dos casos, enquanto os homens 45%. A faixa etária mais afetada é a dos 30 aos 39 anos, seguida dos 40 a 49 e depois 50 a 59 anos. O estado com maior coeficiente de incidência, de 2.405,6 casos por 100 mi habitantes é o Distrito Federal. Ele é seguido por Minas Gerais (936,1); Acre (622,4) Paraná (512,6) e Goiás (487,6). Em casos absolutos, Minas fica em primeiro lugar com 192.258 registros.
Na contramão de outros estados, Bahia tem queda em 63,2% em casos de dengue
Bahia vai na contra mão enquanto estados ao longo do país declaram emergência em saúde pública
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- Na contramão de outros estados, a Bahia tem redução no número de casos de dengue nos primeiros dois meses de 2024, se comparado com o mesmo período que o do ano passado. Os dados apontam que houve uma queda de 63,2% nos casos de dengue, 58,5% nos casos de chikungunya e 80,6% nos casos de zika. No ano passado, o quantitativo de casos suspeitos da dengue foram de 617, já neste ano caíram para 227. Chikungunya foi de 41 para 17 e Zika de 31 para 6. Apesar da situação na Bahia estar em índices baixos, diversos estados do país já declararam emergência em saúde pública por conta da doença como o Acre, Minas Gerais e Goiás, além do Distrito Federal. A vacina Qdenga, da farmacêutica Takeda, tem como meta atingir 100 milhões de doses até o ano de 2030. Na Bahia, a Secretaria de Saúde (Sesab) afirmou ao site Metro1, de Salvador, que o o Ministério da Saúde ainda não informou a programação de entrega das doses. Assim que os imunizantes chegarem, serão distribuídos para os municípios.
Sesab alerta para casos de raiva na Bahia, mas tranquiliza: "não há motivo para alarde"
Segundo coordenadora, morcegos diagnosticado com doença não se alimentam de sangue
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- A Secretaria da Saúde da Bahia (Sesab) emitiu um alerta epidemiológico nesta quinta-feira (23), após o estado registrar nove casos de raiva em morcegos neste ano. Apesar disso, a secretaria afirma que "não há motivo para alarde". Os casos foram contabilizados pelo Laboratório Central de Saúde Pública (Lacen-BA) entre 1° de janeiro e 16 de março, nas cidades de Dias D'Ávila, Camaçari e Catu, na Região Metropolitana de Salvador (RMS). Coordenadora do Programa Estadual de Imunização, Vânia Rebouças reforçou que a nota técnica da Sesab atua apenas como uma estratégia preventiva. “Não há motivo algum para alarde. Não temos nenhum caso suspeito de raiva humana e os morcegos encontrados são do tipo não hematófagos, ou seja, que não se alimentam de sangue”, explicou. Segundo a coordenadora, o alerta serve para manter a atenção e o possível distanciamento de animais silvestres, além de atualizar a vacinação antirrábica de animais domésticos. Desde 2017, a Bahia não registra casos de raiva humana. A doença tem um índice de quase 100% de chance de morte.
Casos de dengue aumentam mais de 60% na Bahia nos primeiros meses de 2023
Dados são da Secretária de Saúde do Estado da Bahia (Sesab)
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- Os números da dengue tem preocupado depois de registrar um aumento de mais de 60% nos primeiros meses de 2023. Os casos de dengue aumentaram cerca 66% na Bahia neste ano, quando comparados com o mesmo período de 2022. As informações são da Secretaria de Saúde do Estado da Bahia (Sesab), que registrou, nos primeiros meses deste ano, aproximadamente 7 mil casos. Na capital do estado, em Salvador, os casos aumentaram quase dez vezes, entre os dias 1º de janeiro e 6 de março. Quando comparado com o mesmo período no ano passado, os índices saíram de 102 para 944. No interior do estado, a situação também é grave. Em Teixeira de Freitas, no extremo sul da Bahia, por exemplo, o aumento no número de casos é de 150% em janeiro e fevereiro deste ano, em relação aos mesmos meses em 2022.
Lacen-BA registra aumento de 234% nos diagnósticos de Covid-19 em 12 dias
Quase metade do público-alvo do estado ainda não completou esquema vacinal contra doença
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- O Laboratório Central de Saúde Pública da Bahia (Lacen-BA) registrou, entre os dias 1º e 12 de janeiro de 2021, um aumento de 234% nos diagnósticos da Covid-19 no estado. De acordo com a Secretaria de Saúde da Bahia (Sesab), o laboratório analisou, neste período, mais de 3 mil exames de RT-PCR diariamente. Do primeiro dia do ano até esta quarta-feira (12), a cada 100 testes realizados, o número de resultados positivos para o coronavírus saltou de 6,55 para 21,93. Este percentual só havia sido registrado anteriormente em outubro de 2021. O último boletim divulgado pela Sesab, nesta quarta, indicou que a Bahia registrou 1.610 casos e 12 mortes pela doença em 24 horas. Desde o início da pandemia, 27.628 pessoas morreram no estado em decorrência da doença. Já o número de casos ativos atingiu 6.174, o maior desde julho de 2021. "Medidas não farmacológicas como o uso de máscara e a higiene frequente das mãos são tão importantes quanto ter o esquema vacinal completo", ressaltou a secretaria, em comunicado nas redes sociais. Em resposta a um comentário, a secretaria reforçou que ainda existem seis milhões de baianos que não completaram o esquema vacinal contra a Covid-19, número correspondente a quase metade do público-alvo, que contempla 12,7 milhões de pessoas com mais de 12 anos. Ainda segundo a Sesab, mais de 1,8 milhão de pessoas sequer tomaram a primeira dose de vacina, e 4,2 milhões estão com as segundas e terceiras doses em atraso.
Casos ativos de Covid na Bahia superam o registrado durante pico da terceira onda
Ainda assim, o número absoluto de leitos de UTI Covid ocupados no estado é consideravelmente menor em comparação ao boletim da época
Por: Maria Clara Andrade
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Foto: Reprodução
- A Secretaria Estadual de Saúde (Sesab) fez um alerta na última quarta-feira (12). O boletim epidemiológico divulgado ontem mostrou que a Bahia voltou a superar a marca de 6 mil casos ativos de Covid-19. Com 6.174 pessoas infectadas pela doença, o número é maior que o registrado durante o pico da terceira onda no estado. A última vez em que a Bahia teve uma quantidade de casos ativos próximo ao atual foi em 31/07/2021, quando havia 6.075. O percentual de leitos ocupados atualmente no estado também é maior do que o registrado na época. Porém, o número de leitos abertos agora é consideravelmente menor. Hoje, a taxa de ocupação de leitos de Unidade de Terapia Intensiva (UTI) destinados ao tratamento de Covid na Bahia está em 63%, o que representa 353 dos 564 leitos disponíveis. Enquanto isso, naquele 31 de julho do ano passado, a taxa de ocupação era menor, estava em 53%. Porém haviam 1423 leitos abertos, o que significa que 753 estavam ocupados.
Bahia detecta 11 casos de flurona em cinco municípios
Não foram registrados óbitos, segundo a Diretoria de Vigilância Epidemiológica da Bahia
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Foto: Reprodução | Rede Bahia
- A flurona, infecção simultânea do vírus da Influenza e SARS-CoV-2 (Covid-19), foi detectada em 11 pacientes de cinco municípios baianos, segundo dados divulgados no balanço desta sexta-feira (7) pela Diretoria de Vigilância Epidemiológica da Bahia. Não foram registrados óbitos. Os pacientes são residentes dos municípios de Salvador (6), Feira de Santana (2), Lauro de Freitas (1), Camaçari (1) e Juazeiro (1). São seis pacientes do sexo masculino e cinco do sexo feminino, com idades entre 13 e 91 anos. Em relação ao vírus H3N2, da Influenza A, a Secretaria da Saúde do Estado da Bahia (Sesab) registrou 1661 casos distribuídos em 128 municípios, de 1º de novembro de 2021 até 7 de janeiro deste ano. Do total de casos, 348 evoluíram para Síndrome Respiratória Aguda Grave (SRAG) e necessitaram de internação. Já nos seis primeiros dias de 2022, foram contabilizados 3.097 novos casos e 48 óbitos pela Covid-19. Somente nesta quinta-feira (6) foram registrados 1.288 novos casos, o maior número desde 12 de agosto de 2021, quando foram notificados 1.362 novos casos da Covid-19 em 24 horas.
Dom Basílio confirma primeiros registros de H3N2
Por: Redação do Sudoeste Bahia
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Foto: Reprodução | Wilker Porto
- A Secretaria de Saúde de Dom Basílio confirmou nesta segunda-feira (03), dois casos positivos da nova cepa do subtipo H3N2 na cidade. Segundo informou a pasta, os pacientes se encontram em suas casas, mas apresentaram tosse, dor de garganta, febre, dores pelo corpo e calafrios. Ainda conforme a secretaria, um dos infectados mora na zona rural de Dom Basílio e outro na sede do município. Ainda não existem vacinas que possam prevenir a H3N2, restando a cada indivíduo ter os mesmos cuidados, tal como a Covid-19. Por isso, o uso de máscara, distanciamento social sempre que possível e higienização das mãos são fundamentais para prevenção e não propagação do vírus.
Casos de mal da vaca louca não são risco à produção bovina, diz OIE
Os dois casos foram identificados em frigoríficos de MG e MT
Por: Gabriel Amorim
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Foto: Reprodução | Agência Brasil
- A Organização Mundial de Saúde Animal (OIE) concluiu nesta segunda-feira (6) que os dois casos de encefalopatia espongiforme bovina (EEB), conhecida como o mal da vaca louca, detectados em frigoríficos de Minas Gerais e de Mato Grosso, não representam risco para a cadeia de produção bovina. Segundo o Ministério da Agricultura, Pecuária e Abastecimento, os informes foram apresentados pelo Serviço Veterinário Oficial do Brasil. Os casos ocorreram de forma independente e isolada e foram confirmados pelo laboratório de referência internacional da OIE, localizado no Canadá, na última sexta-feira (3). De acordo com o ministério, "o Brasil mantém sua classificação como país de risco insignificante para a doença, não justificando qualquer impacto no comércio de animais e seus produtos e subprodutos". Entenda o caso - Dois casos atípicos de mal da vaca louca foram identificados em frigoríficos de Nova Canaã do Norte (MT) e de Belo Horizonte. A confirmação foi pelo laboratório de referência da OIE, em Alberta, no Canadá. Os dois casos atípicos, um em cada estabelecimento, foram detectados durante a inspeção realizada antes do abate dos animais. “Trata-se de vacas de descarte que apresentavam idade avançada e que estavam em decúbito [deitadas] nos currais”, explicou o Ministério da Agricultura, por meio de nota.
Em uma semana, número de casos da variante delta cresce 86% no Brasil
Delta já resultou em ao menos 67 mortes em todo o país
Por: Luciane Freire
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Foto: Reprodução | GOV/BA
- O Brasil atingiu na última terça-feira (31), um total de 2.613 casos confirmados da variante delta do coronavírus, registrando um aumento de 86% em relação ao número de diagnósticos positivos contabilizados até terça passada (1.405), segundo dados reunidos pelo Ministério da Saúde. A delta já resultou em ao menos 67 mortes em todo o país. A alta expressiva no número de casos, contudo, pode ter influência na alteração na forma de análise da variante pela Organização Mundial da Saúde (OMS). No Rio de Janeiro, estado com o maior número absoluto de casos, a delta já corresponde a 86% dos casos de Covid-19 sequenciados, segundo mapeamento da Rede Corona-Ômica de vigilância genômica do novo coronavírus no estado. Em junho, os casos de delta eram apenas 6%. No mês seguinte, saltaram para 48%; agora, são maioria absoluta. Há exatos sete dias, o Laboratório Central de Saúde Pública da Bahia (Lacen-BA) detectou, os primeiros casos da variante delta na Bahia. Os estados que já registraram vítimas da doença são: Bahia (1), Goiás (2), Maranhão (1), Minas Gerais (4), Paraná (21), Pernambuco (1), Rio de Janeiro (11), Rio Grande do Sul (19) e Santa Catarina (2). Além do Distrito Federal, com cinco óbitos.
Em meio aos Jogos Olímpicos, Tóquio registra novo recorde de casos de Covid-19
Por: Juliana Rodrigues
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Foto: Divulgação | COI
- As autoridades de Tóquio registraram neste sábado (31) mais um recorde de casos de Copvid-19 em um só dia. Foram 4.058 novos diagnósticos na capital do Japão, que recebe os Jogos Olímpicos até 8 de agosto. Mesmo com o aumento, o Comitê Olímpico Internacional (COI) e os organizadores das Olimpíadas de Tóquio têm dito que os Jogos não estão impactando no sistema de saúde japonês, já que o evento ocorre dentro de um sistema rígido de rastreamento de casos e de testagem. O mais recente boletim do COI onfirmou 21 novos casos de coronavírus em 24 horas entre pessoas ligadas aos Jogos Olímpicos. Nenhum deles em atletas ou treinadores participantes. Com os novos casos, o registro de pessoas infectadas pela doença e que estão diretamente ligadas aos jogos de Tóquio chega a 246, sendo 26 atletas.
Malhada de Pedras está há 18 dias sem novos casos de Covid-19
A cidade de Malhada de Pedras possui mais de 8 mil habitantes
Por: Luciane Freire
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Foto: Reprodução | Getty Images
- Malhada de Pedras é o único município baiano que está há mais de duas semanas sem registrar novos casos de Covid-19. Segundo dados da Secretaria de Saúde do Estado deste domingo (4), a cidade está há 18 dias sem novas notificações da doença. Localizada a 638 km de Salvador, Malhada das Pedras possui mais de 8 mil habitantes. Confira os municípios com maior tempo sem casos de infecção pelo coronavírus: Malhada de Pedras - 18 dias; Nova Redenção (Chapada Diamantina) - 12 dias; Buritirama (Oeste) - 10 dias; Boninal (Chapada Diamantina) - 9 dias; Catolândia (Oeste) - 9 dias; Pintadas (Bacia do Jacuípe) - 9 dias.
Casos de Covid na Copa América aumentam 112% em relação ao último boletim
Já são 140 casos de Covid-19 divulgados pela a organizadora do evento
Por: Alexandre Santos
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- O número de casos de Covid-19 divulgados pela Conmebol, organizadora da Copa América, aumentou 112% em relação ao último relatório divulgado. Foram 140 casos de Covid-19 na Copa América, disputada no Brasil. O último comunicado do tipo, publicado na última quinta-feira (17), informava 66 casos. De acordo com a Conmebol, foram realizados 15.235 testes até agora. São, portanto, cerca 0,9% os exames com resultados positivos. Desta vez, a entidade não informou quantos casos são de delegações estrangeiras participantes do torneio. Segundo a nota, a maioria é de "operários e empregados terceirizados". Já houve casos nas seleções da Venezuela, Colômbia, Chile e Bolívia. O Peru teve um diagnóstico detectado antes de a delegação embarcar para o Brasil. Por causa dos casos de Covid, a Conmebol alterou o regulamento da Copa América, que antes limitava a cinco as substituições de atletas infectados. Agora, não há mais limites.























