Rui Costa diz que resultados superam governo Bolsonaro e deixa Casa Civil
Ministro afirma que obras e investimentos cresceram em relação ao governo anterior; saída está marcada para 30 de março
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Foto: Fabio Rodrigues Pozzebom | Agência Brasil
O ministro da Casa Civil, Rui Costa, afirmou que os resultados de sua gestão superam os registrados no governo de Jair Bolsonaro e confirmou que deixará o cargo no próximo dia 30 de março. A declaração foi feita em entrevista à Rádio Jequié FM. Segundo ele, os indicadores da atual administração são “n vezes maiores”, com avanços expressivos em áreas como infraestrutura e educação.“Tem número que é 10 vezes maior. A execução de estradas é quase 10 vezes maior, a construção de escolas e creches. Os números são muito maiores, infinitamente maiores do que o governo passado”, disse. Ex-governador da Bahia, Rui Costa afirmou que encerra o ciclo no ministério com “orgulho” e destacou a confiança do presidente Luiz Inácio Lula da Silva ao delegar a função.A saída faz parte da estratégia do ministro para disputar uma vaga no Senado nas próximas eleições.
"Peço desculpas, mas sempre procuro acertar", diz Rui após ser criticado por colegas do governo
O ministro passou a ser alvo de críticas tanto de colegas da gestão Luiz Inácio Lula da Silva (PT) como de parlamentares no Congresso Nacional
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Foto: Reprodução
- Alvo de críticas dos colegas por causa do temperamento, o ministro da Casa Civil, Rui Costa (PT), disse tem que procuraodo "evoluir sempre", por meio da assessoria de imprensa, pediu desculpas por "eventuais erros". "Tenho meu temperamento, procuro evoluir sempre. Peço desculpas por eventuais erros, mas sempre procuro acertar: quero muito ajudar o presidente Lula a reconstruir o Brasil. Estou focado nisso e quero contribuir", declarou Rui Costa. Segundo o jornal Folha de S. Paulo, o ministro passou a ser alvo de críticas tanto de colegas da gestão Luiz Inácio Lula da Silva (PT) como de parlamentares no Congresso Nacional. As reclamações vão desde o estilo do ministro, considerado grosseiro, e chegam a questões práticas, como a demora na autorização de nomeações de indicados para ocupar cargos na máquina federal.























