Mais quatro países voltam a comprar carne bovina do Brasil
Arábia Saudita, Palestina, Jordânia e Malásia tinham decidido pelo embargo do produto após caso de vaca louca no Pará
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Foto: Reprodução | Agência Brasil
- Os países Arábia Saudita, Palestina, Jordânia e Malásia voltaram a importar a carne bovina brasileira. As Federações tinham decidido pelo embargo do produto após detecção de caso isolado da doença da vaca louca no Pará. A suspensão de exportação também havia atingido a China, maior parceira comercial do Brasil, mas o embargo caiu esta semana, de acordo com o Ministério da Agricultura. A retomada das compras pelos chineses foi informada dias antes da previsão de embarque do presidente Luiz Inácio Lula da Silva (PT) para a China, onde deve se encontrar com Xi Jinping para discutir, entre outros temas, avanços na pauta comercial entre os países. No total, cinco países tiveram os mercados momentaneamente fechados, mas já reabertos. De acordo com o Itamaraty, outros seis continuam com suspensões totais ou parciais sobre a compra da carne bovina brasileira: Bahrein, Cazaquistão, Catar, Irã, Rússia e Tailândia.
Preço da carne cai em fevereiro; picanha registra maior queda
Alimento teve queda de 1,22%
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Foto: Reprodução
- Os preços das carnes caíram 1,22% em fevereiro no Brasil, segundo dados divulgados nesta sexta-feira (10) pelo Instituto Brasileiro de Geografia e Estatística (IBGE). É a maior baixa desses produtos no Índice Nacional de Preços ao Consumidor Amplo (IPCA) desde novembro de 2021, a mais intensa em 15 meses. Em novembro de 2021, o valor das carnes recuou 1,38%. A variação do Índice Nacional de Preços ao Consumidor Amplo (IPCA) foi calculada a partir dos preços coletados no período de 28 de janeiro a 28 de fevereiro, segundo o IBGE. A variação das carnes reflete os preços de 18 subitens. No último mês, a picanha foi o corte pesquisado com a maior queda, de 2,63%. Em seguida, vieram fígado (-2,50%), alcatra (-2,50%), capa de filé (-2,37%) e costela (-2,28%).
Casos de mal da vaca louca não são risco à produção bovina, diz OIE
Os dois casos foram identificados em frigoríficos de MG e MT
Por: Gabriel Amorim
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Foto: Reprodução | Agência Brasil
- A Organização Mundial de Saúde Animal (OIE) concluiu nesta segunda-feira (6) que os dois casos de encefalopatia espongiforme bovina (EEB), conhecida como o mal da vaca louca, detectados em frigoríficos de Minas Gerais e de Mato Grosso, não representam risco para a cadeia de produção bovina. Segundo o Ministério da Agricultura, Pecuária e Abastecimento, os informes foram apresentados pelo Serviço Veterinário Oficial do Brasil. Os casos ocorreram de forma independente e isolada e foram confirmados pelo laboratório de referência internacional da OIE, localizado no Canadá, na última sexta-feira (3). De acordo com o ministério, "o Brasil mantém sua classificação como país de risco insignificante para a doença, não justificando qualquer impacto no comércio de animais e seus produtos e subprodutos". Entenda o caso - Dois casos atípicos de mal da vaca louca foram identificados em frigoríficos de Nova Canaã do Norte (MT) e de Belo Horizonte. A confirmação foi pelo laboratório de referência da OIE, em Alberta, no Canadá. Os dois casos atípicos, um em cada estabelecimento, foram detectados durante a inspeção realizada antes do abate dos animais. “Trata-se de vacas de descarte que apresentavam idade avançada e que estavam em decúbito [deitadas] nos currais”, explicou o Ministério da Agricultura, por meio de nota.
Adab apreende 400 Kg de carne de origem clandestina em Matina
Por: Redação do Sudoeste Bahia
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Foto: Divulgação | PM
- A Agência de Defesa Agropecuária da Bahia (Adab) apreendeu no último domingo (28), cerca de 400 Kg de carne de origem clandestina, que estava sendo comercializada no Mercado Municipal da cidade de Matina e também em um supermercado local. Conforme informações divulgadas pela Adab, a carne estava sendo vendida em condições de refrigeração que não atendiam a qualquer exigência sanitária. No supermercado, o proprietário do estabelecimento não apresentou selo de fiscalização e, por isso, foi preso em flagrante. Toda mercadoria foi incinerada. A ação da agência contou com o apoio da Polícia Militar (PM).
Adab apreende mais de 200 Kg de carne clandestina no distrito de Maniaçu, em Caetité
Por: Redação do Sudoeste Bahia
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Foto: Divulgação | Adab
- Conforme informou a Agência de Defesa Agropecuária da Bahia (Adab), na última quinta-feira (25), 210 Kg de carne, de origem clandestina foram apreendidas no distrito de Maniaçu, em Caetité. A operação se deu de forma conjunta com a Polícia Militar (PM). A ação da Abab faz parte de uma série de fiscalizações que a agência tem feito na Região de Guanambi. Ainda de acordo com a Adab, em muitas localidades, além da carne ser de origem clandestina, ou seja, o bovino foi abatido sem que houvesse inspeção de órgão competente, na maioria dos casos, a proteína animal é comercializada em condições não adequadas de refrigeração, portanto, podendo comprometer a saúde humana. No caso da apreensão de Maniaçu, o material foi incinerado.























