Ivana Bastos reúne 22 prefeitos em encontro político no Sudoeste da Bahia
Ivana Bastos reúne 22 prefeitos em encontro político no Sudoeste da Bahia
Evento em Guanambi marca primeira mobilização da campanha e reforça apoio de gestores da região
Por: Redação Sudoeste Bahia
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- Na noite de segunda‑feira (17), a candidata a deputada estadual Ivana Bastos reuniu 22 prefeitos e prefeitas do Sudoeste da Bahia em Guanambi, marcando o primeiro grande encontro de mobilização de sua campanha. O evento contou com ex‑prefeitos, lideranças políticas e apoiadores de municípios como Feira da Mata, Malhada, Iuiu, Palmas de Monte Alto, entre outros, e incluiu discursos de apoio que destacaram a presença constante da candidata, parcerias firmadas e resultados em infraestrutura, saúde e desenvolvimento regional.
- Além de reforçar o compromisso de ampliar a mobilização política nas cidades, a reunião teve um momento emotivo quando Ivana lembrou de seu pai, Fernando Bastos, ao falar sobre o significado do espaço Guadalajara, local onde o encontro foi realizado. O encontro marca o início oficial da caminhada eleitoral de Ivana Bastos no Sudoeste baiano, com novos encontros regionais previstos nas próximas semanas.
Foto: Divulgação
A candidata a deputada estadual Ivana Bastos reuniu 22 prefeitos e prefeitas do Sudoeste da Bahia na noite de segunda‑feira (17), em Guanambi, durante o primeiro grande encontro de mobilização de sua campanha. O evento também contou com a presença de ex‑prefeitos, lideranças políticas e apoiadores de diversos municípios da região. Participaram gestores de cidades como Feira da Mata, Malhada, Iuiu, Palmas de Monte Alto, Urandi, Pindaí, Candiba, Matina, Igaporã, Botuporã, Caturama, Rio de Contas, Livramento de Nossa Senhora, Caetité, Ibiassucê, Licínio de Almeida, Caculé, Rio do Antônio, Malhada de Pedras, Dom Basílio e Serra do Ramalho, entre outras. O encontro foi marcado por discursos de apoio e reconhecimento ao trabalho desenvolvido por Ivana nos municípios ao longo dos últimos anos. Os prefeitos destacaram a presença constante da candidata na região, as parcerias firmadas com as administrações municipais e os resultados obtidos em áreas como infraestrutura, saúde e desenvolvimento regional. A reunião também reforçou o compromisso do grupo em ampliar a mobilização política nas cidades, envolvendo vereadores, lideranças comunitárias e apoiadores. Em um dos momentos mais emocionantes da noite, Ivana lembrou do pai, Fernando Bastos, ao falar sobre o significado do espaço Guadalajara, local onde o encontro foi realizado. “É o primeiro evento político da minha vida sem o meu pai aqui na Guadalajara. Foi aqui que eu conheci a política e foi aqui que eu aprendi política. Estar neste lugar, cercada por tantos amigos, prefeitos, prefeitas e lideranças que caminham comigo há tantos anos, tem um significado muito especial”, disse. A mobilização marca o início oficial da caminhada eleitoral de Ivana Bastos no Sudoeste baiano e deve ser seguida por novos encontros regionais nas próximas semanas.
Campanha de Flávio Bolsonaro reage após Kassab dizer que candidato tem "chance zero"
Rogério Marinho acusou o PSD de favorecer Lula; Caiado negou qualquer aproximação com o PT.
Por: Redação Sudoeste Bahia
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- Gilberto Kassab, do PSD, afirmou que Flávio Bolsonaro teria "chance zero" de vencer a eleição presidencial, provocando críticas imediatas da campanha de Flávio e acusando o PSD de apoiar Lula. O senador Rogério Marinho acusou o PSD de atuar como "linha auxiliar" para eleger Lula, enquanto Flávio Bolsonaro defendeu sua candidatura como uma busca por "resgatar o Brasil do cativeiro".
- Em resposta, Kassab manteve sua posição, destacando a independência de Ronaldo Caiado, que rejeitou qualquer aproximação com o governo federal e afirmou que sua candidatura é contra a esquerda. Caiado também criticou a campanha adversária, alegando que os ataques refletem um "momento de desespero" e reafirmou sua oposição a Lula, enquanto Kassab reiterou que o PSD acertou ao lançar a candidatura de Caiado.
Foto: Fábio Porciúncula | AFP
A declaração de Gilberto Kassab (PSD) de que Flávio Bolsonaro (PL) teria "chance zero" de vencer a eleição presidencial provocou uma escalada de críticas entre as campanhas de Ronaldo Caiado (PSD) e do candidato do PL. Durante um encontro com empresários, na última quinta-feira (13), Kassab afirmou que lideranças do chamado Centrão estariam alinhadas ao presidente Lula (PT) e avaliou que Flávio não venceria a disputa. A fala motivou reação imediata do coordenador da campanha de Flávio, o senador Rogério Marinho (PL-RN), que acusou o PSD de atuar como "linha auxiliar para tentar de qualquer forma eleger Lula". Segundo ele, "está cada vez mais claro que a candidatura apresentada não é para valer". Nas redes sociais, Flávio Bolsonaro também criticou adversários que, segundo ele, "se dizem de direita". O senador afirmou que sua candidatura busca "resgatar o Brasil do cativeiro, e não pelo poder". Após a repercussão, Kassab afirmou que sua declaração foi "bastante objetiva" e reiterou que o PSD acertou ao lançar candidatura própria com Ronaldo Caiado, a quem classificou como adversário histórico do PT. Caiado também rebateu as críticas e negou qualquer aproximação com o governo federal. "A minha candidatura é independente e não apoia ninguém. Desde o início da minha vida pública eu atuo contra a esquerda", declarou. No primeiro ato de campanha, realizado no domingo (16), em Goiás, o governador licenciado afirmou que os ataques refletem um "momento de desespero" da campanha adversária. "Esse pessoal está apavorado. Podem ficar tranquilos que o único político com mandato no Brasil, que é oposição ao Lula e que nunca votou no Lula, chama-se Ronaldo Caiado", disse. Questionado sobre um eventual segundo turno entre Lula e Flávio Bolsonaro, Caiado respondeu que acredita estar na disputa decisiva contra o atual presidente e afirmou que Kassab apenas "falou o que todo mundo já sabia".
TSE decide que carros de aplicativo não podem exibir propaganda eleitoral
TSE decide que carros de aplicativo não podem exibir propaganda eleitoral
Tribunal manteve multa aplicada a candidato e entendeu que veículos usados para transporte por aplicativo são bens de uso comum para fins eleitorais.
Por: Redação Sudoeste Bahia
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- O Tribunal Superior Eleitoral decidiu que candidatos não podem utilizar carros destinados ao transporte de passageiros por aplicativo para veicular propaganda eleitoral. A decisão foi baseada no artigo 37 da Lei nº 9.504/1997, que proíbe propaganda eleitoral em bens de uso comum.
- A Corte manteve a multa de R$ 2 mil aplicada a um candidato a vereador de Caruaru (PE), nas eleições de 2024, por divulgar seu nome e número em um veículo utilizado nesse tipo de serviço.
Foto: Marcello Casal Jr / Agência Brasil
O Tribunal Superior Eleitoral decidiu que candidatos não podem utilizar carros destinados ao transporte de passageiros por aplicativo para veicular propaganda eleitoral. A Corte manteve a multa de R$ 2 mil aplicada a um candidato a vereador de Caruaru (PE), nas eleições de 2024, por divulgar seu nome e número em um veículo utilizado nesse tipo de serviço. A decisão foi baseada no artigo 37 da Lei nº 9.504/1997, que proíbe propaganda eleitoral em bens de uso comum. Por maioria dos votos, os ministros entenderam que, embora os veículos sejam de propriedade privada, eles são acessíveis ao público em geral durante a prestação do serviço e, por isso, se enquadram na restrição prevista pela legislação eleitoral. O relator do caso, ministro Floriano de Azevedo Marques, afirmou que a finalidade da norma é impedir que candidatos obtenham vantagem eleitoral utilizando espaços de grande circulação de pessoas, ainda que esses espaços pertençam a particulares. O entendimento foi acompanhado pela maioria dos integrantes da Corte. Ficou vencido o ministro Nunes Marques, que defendeu uma interpretação mais restritiva da lei. Para ele, os carros de aplicativo se aproximam mais das motocicletas utilizadas em serviços de entrega, que não são consideradas bens de uso comum pela jurisprudência eleitoral, do que dos táxis. O ministro também propôs que, caso prevalecesse o entendimento da maioria, a nova interpretação não fosse aplicada às eleições de 2024, sob o argumento de que candidatos não tinham conhecimento prévio dessa vedação. A sugestão, no entanto, foi rejeitada, e a multa foi mantida.
Jerônimo Rodrigues tem maior rejeição entre os candidatos ao Governo da Bahia, diz Quaest
Levantamento mostra que 40% dos eleitores dizem que não votariam no atual governador; ACM Neto tem rejeição de 33%
Por: Redação Sudoeste Bahia
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- O governador Jerônimo Rodrigues (PT) do estado da Bahia aparece como um dos candidatos mais rejeitados para as eleições de 2026, de acordo com uma pesquisa divulgada pela Genial/Quaest. A pesquisa mostrou que 40% dos eleitores afirmam conhecê-lo, mas não votariam nele.
- Outros nomes avaliados na pesquisa incluem ACM Neto (União Brasil), Ronaldo Mansur (PSOL), José Estêvão (DC) e Aroldo Félix (UP), cada um com suas próprias taxas de aprovação e conhecimento entre os eleitores baianos.
Foto: Wuiga Rubini | GOVBA
O governador Jerônimo Rodrigues (PT) aparece como o pré-candidato ao Governo da Bahia com o maior índice de rejeição, de acordo com a pesquisa Genial/Quaest divulgada nesta quarta-feira (29). O levantamento aponta que 40% dos eleitores baianos afirmam conhecer o atual governador, mas dizem que não votariam nele nas eleições de 2026. A pesquisa também mostra que Jerônimo é conhecido por 90% dos entrevistados. Entre eles, metade afirmou que votaria em sua reeleição, enquanto outros 40% descartam essa possibilidade. Apenas 10% disseram não conhecer o petista. O ex-prefeito de Salvador, ACM Neto (União Brasil), também é conhecido por 90% do eleitorado. Segundo o levantamento, 57% afirmaram que votariam nele, enquanto 33% disseram que o conhecem, mas não pretendem apoiar sua candidatura. Outros 10% afirmaram não conhecer o ex-prefeito. Entre os demais nomes avaliados, Ronaldo Mansur (PSOL) é conhecido por 21% dos eleitores. Desse total, 4% disseram que votariam nele e 17% afirmaram que não votariam. A maioria, 79%, declarou não conhecer o candidato. José Estêvão (DC) é conhecido por 16% dos entrevistados. Apenas 3% afirmaram que votariam nele, enquanto 13% disseram que não apoiariam sua candidatura. Outros 84% responderam que não o conhecem. Já Aroldo Félix (UP) é o menos conhecido entre os pré-candidatos avaliados. Apenas 10% disseram conhecer seu nome. Desses, 1% afirmou que votaria nele e 9% disseram que não votariam. A grande maioria, 90% dos entrevistados, declarou não conhecer o candidato. A pesquisa Genial/Quaest ouviu 1.200 eleitores com 16 anos ou mais em diversas cidades da Bahia, entre os dias 23 e 27 de julho. O levantamento tem nível de confiança de 95% e está registrado no Tribunal Superior Eleitoral (TSE) sob os números BR-05856/2026 e BA-02331/2026.
"Eu não teria coragem de disputar a reeleição", diz ACM Neto sobre Jerônimo Rodrigues
Ex-prefeito de Salvador usou o lançamento da candidatura para contestar o cumprimento de promessas do governo estadual e apresentar sua estratégia para as eleições
Por: Redação Sudoeste Bahia
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- O ex-prefeito de Salvador, ACM Neto, lançou sua candidatura ao Governo da Bahia e criticou a gestão estadual, afirmando que o governador Jerônimo Rodrigues não cumpriu suas promessas. ACM Neto comparou a disputa de 2024 com a eleição de 2022 e afirmou que está mais preparado e experiente do que há quatro anos.
- O candidato também rejeitou a afirmação de Jerônimo de que cumpriria 92% das promessas, afirmando que apenas 33 promessas haviam sido cumpridas. ACM Neto declarou que não teria a coragem de ser candidato à reeleição, considerando que não cumpriu suas promessas em sua gestão anterior.
Foto: Reprodução
O ex-prefeito de Salvador, ACM Neto (União Brasil) lançou, nesta quarta-feira (22), sua candidatura ao Governo da Bahia. O evento foi realizado no Centro de Convenções de Salvador, no bairro da Boca do Rio, e reuniu lideranças políticas, aliados e apoiadores. Durante entrevista coletiva, ACM Neto comparou a disputa deste ano com a eleição de 2022 e afirmou que o cenário mudou porque o governador Jerônimo Rodrigues (PT), que busca a reeleição, já teve sua gestão avaliada pela população após quase quatro anos de mandato. O candidato também criticou uma declaração dada por Jerônimo durante entrevista a uma rádio de Salvador. Segundo o governador, 92% dos compromissos assumidos no plano de governo teriam sido cumpridos. ACM Neto contestou essa afirmação. "Eu confesso que, de maneira perplexa, vi um vídeo de uma entrevista que ele deu hoje pela manhã a uma rádio aqui de Salvador, quando ele disse que cumpriu 92% das promessas que fez no seu plano de governo. E aí, observem como os fatos são cruéis. O Globo, através do G1, que faz a medição das promessas cumpridas, apresentou um relatório poucos minutos ou horas depois da entrevista dele mostrando que, de 92 promessas ou propostas que ele fez, apenas 33 haviam sido cumpridas. O que representa cerca de 70% de não cumprimento das promessas dele", afirmou. Na sequência, o ex-prefeito voltou a criticar a gestão estadual. "Honestamente, se eu estivesse no lugar dele, eu não teria a coragem de ser candidato à reeleição, porque eu não sei com que cara alguém que foi candidato há quatro anos prometendo tantas coisas e não cumpriu participa de mais um pleito e tem a coragem de mais uma vez prometer as mesmas coisas que não foram cumpridas", declarou. ACM Neto também afirmou que chega à campanha mais preparado do que há quatro anos e disse que os desafios enfrentados desde a última eleição fortaleceram sua experiência política. "A segunda grande diferença para a campanha de quatro anos atrás é que hoje eu me sinto muito mais preparado, muito mais experimentado, muito mais vivido, muito mais pronto para a tarefa de ser governador do nosso estado. Enfrentamos momentos difíceis nesses quatro anos, momentos de superação. Se você for ver, ano passado, os nossos adversários diziam que eu nem seria candidato. E aqui nós estamos", concluiu.
Cúpula do PL dá prazo para avaliar viabilidade da candidatura de Flávio Bolsonaro
Revelações sobre relação com ex-banqueiro Daniel Vorcaro aumentam pressão interna; partido monitora impacto político antes de decidir próximos passos
Por: Redação Sudoeste Bahia
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- A cúpula do PL deu um prazo de 10 a 15 dias para avaliar a viabilidade da pré-candidatura do senador Flávio Bolsonaro em face de novas investigações sobre sua relação com o banqueiro Daniel Vorcaro. A crise ganhou força após Flávio admitir que visitou Vorcaro em São Paulo, apesar da prisão do empresário.
- O partido discute alternativas caso a candidatura se torne insustentável, incluindo a ex-ministra Tereza Cristina, Michelle Bolsonaro e o senador Rogério Marinho como possíveis opções.
Foto: Valter Campanato | Agência Brasil
A cúpula do PL estabeleceu um período de 10 a 15 dias para avaliar a viabilidade da pré-candidatura do senador Flávio Bolsonaro à Presidência da República. A medida ocorre após novas revelações sobre a relação do parlamentar com o ex-banqueiro Daniel Vorcaro, tema que gerou desconforto entre dirigentes e acendeu um alerta dentro do partido. As informações foram divulgadas pelo jornal O Globo. A crise ganhou força depois que Flávio admitiu ter visitado Vorcaro em São Paulo, mesmo após a prisão do empresário, que estava usando tornozeleira eletrônica. O senador afirmou que o encontro serviu para encerrar tratativas sobre o financiamento do filme “Dark Horse”, cinebiografia do ex-presidente Jair Bolsonaro. A explicação, porém, não convenceu parte da bancada, que passou a cobrar mais clareza sobre a relação entre os dois. Nos bastidores, dirigentes avaliam que o desgaste pode comprometer a estratégia eleitoral do partido caso novos fatos venham à tona. Embora publicamente o PL mantenha o discurso de apoio ao senador, lideranças já discutem alternativas caso a candidatura se torne insustentável. Entre os nomes citados estão Michelle Bolsonaro, a ex-ministra Tereza Cristina e o senador Rogério Marinho. Aliados próximos afirmam que o partido pretende reorganizar a comunicação, ampliar agendas públicas e tentar conter o impacto das denúncias relacionadas ao caso Banco Master, que envolve Vorcaro. A expectativa é que o período de avaliação ajude a medir o alcance político do episódio e definir se Flávio seguirá como aposta da sigla para a disputa presidencial.






















