Lula diz que quer PF nos EUA para prender brasileiros
Em Nova Déli, presidente afirma que pretende obter aval de Trump para operações da Polícia Federal nos EUA contra crime organizado.
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O presidente Luiz Inácio Lula da Silva afirmou que pretende realizar operações da Polícia Federal nos Estados Unidos, com autorização do governo de Donald Trump, para combater o crime organizado e prender brasileiros envolvidos em atividades criminosas em solo norte-americano. A declaração foi feita neste domingo (22), em Nova Déli, onde Lula participava de uma cúpula sobre inteligência artificial e uma visita de Estado convidado pelo primeiro-ministro Narendra Modi.“Eu não quero recebê-los, eu quero prendê-los”, afirmou o presidente ao se referir aos criminosos brasileiros nos EUA.A proposta surge em meio à intenção de aprofundar a cooperação bilateral no enfrentamento ao crime organizado, inspirada em parte pela invasão americana à Venezuela que resultou na prisão do ex-presidente Nicolás Maduro sob alegação de narcotráfico e crime organizado — ação que gerou preocupação no governo brasileiro sobre instabilidade regional.Lula afirmou que o governo dos EUA já recebeu informações, como nomes e documentos da Receita Federal do Brasil, sobre suspeitos que vivem nos Estados Unidos. Ele disse que o tema será um dos principais na reunião bilateral prevista com Trump em março — encontro que deve contar com ministros, incluindo o da Justiça e representantes da PF e da Receita.O presidente também afirmou que a PF terá representantes em comitiva oficial e poderá expandir sua atuação em outros países, desde que haja autorização dos governos locais.A iniciativa sinaliza uma tentativa de intensificar o combate ao crime transnacional, mas depende de interlocução diplomática com Washington e de acordos formais sobre jurisdição e cooperação entre as forças de segurança dos dois países.
Brasileiros estão consumindo mais ovos após queda no preço da proteína
Em 2024, esse consumo deverá saltar para 6,5%, batendo em 258 unidades, segundo estimativas da entidade divulgadas nesta terça-feira (19)
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- O brasileiro consumiu mais ovos em 2023 e a expectativa para 2024 é que aumente ainda mais o consumo da proteína. Segundo a Associação Brasileira de Proteína Animal (ABPA), que representa os avicultores e suinocultores, a estimativa é que a população do país consumiu per capita 242 ovos este ano, frente aos 241 do ano passado, alta de 0,5%. Em 2024, esse consumo deverá saltar para 6,5%, batendo em 258 unidades, segundo estimativas da entidade divulgadas nesta terça-feira (19). Já no caso das exportações, o Brasil deverá vender ao exterior, este ano, 26 mil toneladas frente às 9.474 vendidas no ano passado, um crescimento de 175%. A produção deve fechar em 52.550 bilhões de unidades, crescimento de 1% em relação a 2022. No próximo ano, a produção deve crescer até 56 bilhões de unidades, alta de 6,5%. A produção de carne de frango e de porco também está aumentando este ano e deve crescer ainda mais em 2024. Este ano, a produção de carne de frango deve fechar em até 14,90 milhões de toneladas (alta de 2,6% em relação a 2022) e fechar 2024 em 15,35 milhões de toneladas, elevação de 3,75%. No caso do frango, a disponibilidade no mercado doméstico será de 10 milhões a 10,1 milhões de toneladas em 2024, cerca de 3,6% acima das 9,8 milhões de toneladas este ano.
Datafolha: 72% dos brasileiros são contra o uso recreativo da maconha
Levantamento entrevistou 2.016 brasileiros em 389 munícipios entre os dias 12 e 13 de setembro
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- Dados divulgados pelo levantamento do Datafolha apontam que 72% dos brasileiros são contra a legalização da maconha em geral. O percentual demonstra um aumento considerável em relação ao ano de 2018, quando 66% dos entrevistados afirmou que o uso da droga deveria continuar proibido. Em relação ao uso da maconha enquanto remédio, 76% dos entrevistados se mostraram a favor e 22% contra. Ainda há um percentual de 67% que defende a autorização do plantio da cannabis para efeitos medicinais. Em relação ao julgamento no Supremo Tribunal Federal (STF) que julga a possibilidade descriminalizara posse de pequenas quantidades da droga, 61% são contrários, enquantos apenas 36% apoiam a proposta que já conta com cinco votos favoráveis. Para a pesquisa, foram entrevistados 2.016 brasileiros com idades superiores a 16 anos, entre os dias 12 e 13 de setembro em 139 municípios do Brasil. A margem de erro para o levantamento é de dois pontos percentuais, para mais ou para menos.
1/3 dos brasileiros já foi alvo de tentativa de golpe bancário, indica Febraban
O índice é mais de 10% maior em comparação ao início da série histórica de pesquisas
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- O golpe bancário tem se tornado um problema frequente para os brasileiros no últimos anos. 33% da população do país afirma já ter sido vítima ou alvo de tentativas de desfalques, segundo a pesquisa RADAR Febraban, realizada pela Federação Brasileira de Bancos (Febraban), em parceria com Instituto de Planejamento Estratégico (Ibespe), divulgada nesta segunda-feira (6). Das cerca de 2 mil pessoas ouvidas pelo levantamento, entre 4 e 14 de fevereiro de 2023, 31% dizem já terem sido alvos de golpe pelo menos uma vez. O índice cresceu em comparação ao início da série histórica de pesquisas, que começou a ser realizada em setembro de 2021. À época, o número era de 21%. A fraude bancária acontece quando alguém, fazendo uso indevido da identidade de outra pessoa, realiza abertura de contas com outro CPF e emite cartões sem autorização. Os dados também podem ser roubados através de links, páginas falsas, ligações telefônicas, mensagens e redes sociais. “Os praticantes de golpes, infelizmente, são espertos e se adaptam às novas tecnologias. O uso do WhatsApp para cometer o crime é o segundo meio mais comum. Entretanto, o topo da lista segue pertencente à clonagem do cartão de crédito. Trata-se de um golpe antigo, o que faz com que a realização de campanhas de prevenção seja fundamental”, explica o sociólogo e cientista político Antônio Lavareda, presidente do Conselho Científico do IPESPE. 48% dos entrevistados citaram a clonagem do cartão de crédito ou a troca de cartões. A lista segue com os criminosos se passando por conhecidos para pedir dinheiro pelo WhatsApp (26%), a solicitação de dados por meio de suposta central telefônica (25%) e o golpe do leilão ou da loja virtual falsa (7%). O estudo foi feito com um público representativo da população adulta brasileira acima de 18 anos de todas as regiões do país, com cotas de sexo, de idade, de localidade, de instrução e de renda. A margem de erro é de 2,2 pontos percentuais para mais ou para menos.
Em 2030, 68% dos brasileiros poderão estar com excesso de peso
Dados mostram que 26% das pessoas poderão estar obesas
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Foto: Reprodução | Agência Brasil
- O ano de 2030 parece estar longe, mas uma projeção com dados alarmantes mostram como poderão estar os brasileiros daqui a oito anos: a prevalência de excesso de peso pode chegar a 68%, ou seja, sete em cada 10 pessoas, e a de obesidade a 26%, ou uma a cada quatro. Os dados levantados são do estudo A Epidemia de Obesidade e as DCNT – Causas, custos e sobrecarga no SUS, realizado por uma equipe formada por 17 pesquisadores de diversas universidades do Brasil e uma do Chile. Os resultados do estudo podem ser acessados por meio de endereço eletrônico. O estudo, que foi financiado pelo Conselho Nacional de Desenvolvimento Científico e Tecnológico (CNPq), mostra que, no Brasil, a prevalência do excesso de peso aumentou de 42,6% em 2006 para 55,4% em 2019. Já a obesidade saltou de 11,8% para 20,3% no mesmo período. Os dados revelam que o risco associado de diversas Doenças Crônicas não Transmissíveis (DCNT) é o mais preocupante e pode levar a consequências impactantes para o Sistema Único de Saúde (SUS). O acúmulo excessivo de gordura corporal está associado com o aumento no risco de mais de 30 DCNT, em maior ou menor grau. As DCNT são causadas por diversos fatores de risco, podem ficar um longo período ocultas e afetam pessoas por muitos anos, podendo resultar em incapacidades funcionais. As doenças cardiovasculares, doenças respiratórias crônicas, as neoplasias (cânceres) e a diabetes mellitus são exemplos de DCNT. Na opinião do coordenador do estudo, professor e pesquisador da Universidade Federal de São Paulo (Unifesp), Leandro Rezende, as causas populacionais podem ser o motivo para incentivar o controle do sobrepeso e da obesidade. “O excesso de peso e obesidade vêm aumentando no mundo não por causas individuais, as causas populacionais da obesidade que vêm mudando. A gente define como causa populacional um conjunto de mudanças especialmente no sistema alimentar que foram ocorrendo a partir da década de 1970, 1980 e que notavelmente a partir de mudanças da legislação, mudanças nas leis agrícolas, mudanças na legislação quanto ao marketing e ao processamento dos alimentos. São essas questões que foram mudando e que tornaram o problema do excesso de peso e obesidade em uma epidemia”. As causas do excesso de peso e da obesidade devem ser combatidas no âmbito populacional ao invés do âmbito individual, para que sejam pensadas em estratégias de prevenção mais assertivas, ressaltou o professor. “Continuar focando no problema do excesso de peso e de obesidade, assim como para outros fatores de risco, como por exemplo, o tabagismo. Olhamos para o tabagismo como fenômenos populacionais e propomos estratégias de prevenção. Conseguimos sair de uma prevalência de 30%, 40% de tabagistas no Brasil para hoje menos de 10% . Notavelmente por conta das políticas públicas que foram feitas para que pudessem combater o cigarro como fenômeno populacional e não como escolha individual [como falta de vontade das pessoas pararem de fumar]”. Políticas públicas - Uma das estratégias sugeridas no estudo são a adoção de políticas públicas e de ações voltadas à redução do consumo de alimentos ultraprocessados. A tributação desses tipos de alimentos, informação nutricional mais clara e simples no rótulo, restrição para marketing e publicidade desses produtos são exemplos dessas ações de âmbitos social e coletivo. Um exemplo é a campanha Tributo Saudável, que tem como causa aumentar o tributo de bebidas açucaradas para desestimular o consumo, ao mesmo tempo que traz impactos positivos para a economia. No Plano de Ações Estratégicas para enfrentamento das DCNT no Brasil (2021-2030), o Ministério da Saúde estipulou a meta de deter o crescimento da obesidade em adultos no país até 2030. Custo e sobrecarga no SUS - Estar com sobrepeso e obesidade não custa caro somente para a saúde do indivíduo, também para a saúde coletiva. O custo e a sobrecarga para o SUS também aumentou: somente em 2019 o gasto direto com DCNTs no país atingiu R$ 6,8 bilhões. O grupo de pesquisadores do estudo estimou que 22% desse valor (R$ 1,5 bilhão) podem ser atribuídos ao excesso de peso e à obesidade, com custos um pouco mais elevados em mulheres (R$ 762 milhões) do que nos homens (R$ 730 milhões). O levantamento mostrou que, além dos custos, foram 128,71 mil mortes, 495,99 mil hospitalizações e 31,72 milhões procedimentos ambulatoriais realizados pelo SUS, atribuíveis ao excesso de peso e obesidade. Guia Alimentar - Na visão dos pesquisadores, o Guia Alimentar para a População Brasileira também constitui uma das estratégias para implementação da diretriz de promoção da alimentação adequada e saudável que integra a Política Nacional de Alimentação e Nutrição (PNAN). Os guias alimentares contribuem para a melhora dos padrões de alimentação e nutrição e para a promoção da saúde das populações, já que os hábitos alimentares e as condições de saúde se modificam ao longo do tempo.
Seis brasileiros infectados pela ômicron apresentam sintomas leves
Todos também haviam completado o esquema vacinal. O Ministério da Saúde informou que há outros nove casos em investigação
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Foto: Reprodução | OMS
- Todos os brasileiros infectados com a ômicron, nova variante de Covid-19, apresentaram sintomas leves da doença. No país, foram detectadas seis pessoas portadoras da nova variante, todas elas também estavam com o esquema vacinal completo. Foram registradas três confirmações da ômicron em São Paulo, duas no Distrito Federal e uma no Rio Grande do Sul. Além delas, o Ministério da Saúde informou que está investigando mais nove outros casos. Destes, seis são no Rio Grande do Sul e dois no Distrito Federal. Por meio de nota, divulgada neste sábado (4), o ministério afirmou que todos os casos confirmados "têm histórico de vacina, apresentaram quadro leve da doença e estão em monitoramento, assim como em todos os seus contactantes”. A preocupação da Organização Mundial da Saúde (OMS), por enquanto, é com o alto grau de transmissibilidade da ômicron. No entanto, ainda não há dados suficientes sobre a letalidade da nova variante.
Natal: Com crise e inflação, famílias vão de ceias mais baratas e menos fartas
Crise também deverá refletir nos presentes trocados entre familiares e amigos
Por: Luciana Freire
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- A alta nos preços dos alimentos em 2021 deverá fazer com que as famílias brasileiras optem por preparar ceias de fim de ano mais baratas do que estavam acostumadas a fazer. Segundo o Índice de Preços ao Consumidor Amplo (IPCA), os alimentos tiveram uma alta acumulada de 11,71% em 12 meses em todo o país. De acordo com a consultoria Kantar, 13,6% dos lares fizeram a ceia em 2020 só com carnes típicas das comemorações de fim de ano, como chester e peru, por exemplo. No ano anterior, esse percentual era de 22,5%. Segundo Machado, a crise também deverá refletir nos presentes trocados entre familiares e amigos. "Talvez não necessariamente as pessoas presenteiem menos, mas deem presentes mais acessíveis."
Endividamento de brasileiros bate novo recorde e chega a 74,6% em outubro
o 11° mês seguido em que esse percentual aumenta. As dívidas com cartão de crédito aparecem na liderança, correspondendo a 84,9% do total de dívidas contratadas
Por: Maria Clara Andrade
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- A Confederação Nacional do Comércio (CNC) divulgou hoje dados da Pesquisa de Endividamento e Inadimplêmcia do Consumidor (Peic) do mês de outubro. O percentual de famílias que relataram ter dívidas a vencer chegou a 74,6%. O número representa uma alta de 0,6 ponto percentual em relação a setembro, o 11° aumento seguido do índice. Na comparação com o mesmo mês do ano passado, o aumento foi de 8,1 pontos. Segundo o CNC isso representa o segundo maior crescimento anual da série histórica. O índice de inadimplência, porém, apresentou redução em comparação com 2020. O percentual de famílias com dívidas ou contas em atraso atingiu 25,6%, ficando 0,1 ponto acima do registrado no mês de setembro, e 0,5 ponto abaixo do apurado em outubro do ano passado. A quantidade de famílias que declararam não ter condições de pagar contas ou dívidas também apresentou leve queda. De 10,3% foi para 10,1% na passagem mensal e caiu 1,8% na compração anual.
Datafolha: 45% dos brasileiros têm contas em atraso
Dívidas atrasadas com cartão de crédito foram citadas por 25% dos entrevistados
Por: Luciane Freire
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- Uma pesquisa Datafolha divulgada nesta segunda (20) mostra que 45% dos brasileiros têm alguma dívida ou conta atrasada no momento. Os outros 55% estão com os débitos em dia. Dívidas atrasadas com cartão de crédito foram citadas por 25% dos entrevistados. Conta de luz em atraso, por 22%. De água, por 16%.Outras contas incluídas na pesquisa são aluguel ou prestação de imóvel, 11%; gás, 8%; mensalidade de escola ou faculdade, 6%; prestação de automóvel ou motocicleta, também 6%; plano de saúde, 5%. Por região, a taxa mais alta está no Norte/Centro-Oeste (53%), seguido por Nordeste (48%), Sudeste (42%) e Sul (36%).























