Alunos da rede estadual têm até esta quinta-feira para realizarem rematrícula
Quem não realizar o processo de rematrícula poderá perder a vaga na unidade de ensino
Por: redação do Sudoeste Bahia
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Foto: Reprodução | SEC-BA
- Os alunos da rede estadual de ensino têm até esta quinta-feira (23) para realizarem o processo de rematrícula. Para tal, o estudante deve apresentar RG, CPF e comprovante de residência. De acordo com a Secretaria Estadual de Educação (SEC-BA), em caso de não renovação, a vaga na unidade escolar onde estudou em 2023 poderá ser pedida. Portanto, a confirmação da matrícula acontecerá mediante a entrega da documentação exigida, dentro do prazo estabelecido no comprovante de matrícula, na unidade escolar em que o estudante foi matriculado. Para confirmação da matrícula, os seguintes documentos deverão ser apresentados: vias originais e cópias legíveis da Carteira de Identidade (RG) ou Certidão de Registro Civil, do Cadastro de Pessoal Física (CPF); comprovante de residência (água, luz, telefone fixo ou móvel, gás encanado, Internet, contrato de aluguel, IPTU, cartão de crédito ou TV por assinatura).
70% dos alunos brasileiros não sabem resolver problemas matemáticos simples
Apesar dos desafios enfrentados na pandemia da Covid-19, os resultados gerais do Brasil apresentaram pouca variação em relação à edição anterior
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Foto: Reprodução | Agência Brasil
- Entre os estudantes brasileiros com 15 anos de idade, ou seja, aqueles que recentemente concluíram o ensino fundamental II, 73% apresentaram desempenho abaixo do nível 2 em conhecimentos matemáticos, de acordo com os resultados do Pisa (Programa Internacional de Avaliação de Estudantes) 2022, divulgados nesta terça-feira (5). Essa porcentagem indica que sete de cada 10 alunos brasileiros têm dificuldades em realizar operações matemáticas simples. Em comparação com a média dos 81 países participantes do Pisa, que incluem membros da Organização para a Cooperação e Desenvolvimento Econômico (OCDE) e parceiros, o índice de estudantes brasileiros abaixo do nível 2 é significativamente maior, atingindo 31%. Apesar dos desafios enfrentados durante a pandemia da Covid-19, como obstáculos no ensino remoto e o fechamento prolongado das escolas, os resultados gerais do Brasil apresentaram pouca variação em relação à edição anterior do Pisa em 2018. Na área de matemática, as médias caíram apenas 5 pontos, passando de 384 para 379. Em leitura, houve uma queda de 2,5 pontos, enquanto em ciências, a diminuição foi de 0,6.
Uso excessivo de dispositivo digital afeta desempenho de alunos
Quem passa de 5 a 7 horas nesses aparelhos teve pontuação menor
Por: Carolina Pimentel
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Foto: Reprodução | Agência Brasil
- O relatório do Programa Internacional de Avaliação de Estudantes (Pisa) de 2022, divulgado nesta terça-feira (5) pela Organização para a Cooperação e Desenvolvimento Econômico (OCDE), mostra que alunos usuários de smartphones e outros dispositivos digitais de cinco a sete horas por dia tiveram pontuação menor nos testes. “Na média nos países da OCDE, os estudantes que passam até uma hora por dia na escola em dispositivos digitais para lazer obtiveram 49 pontos a mais em matemática do que os alunos cujos olhos ficavam grudados nas telas entre cinco e sete horas por dia, depois de levar em conta o perfil socioeconômico dos alunos e das escolas”, informa o relatório. Aplicado a cada três anos, o Pisa avalia os conhecimentos dos estudantes de 15 anos de idade nas três disciplinas. No total, 690 mil estudantes de 81 países fizeram os testes em 2022. A edição teve como foco o desempenho em matemática. Distração - Cerca de 65% dos estudantes afirmaram que ficaram distraídos nas aulas de matemática por estar usando celular e outros dispositivos, como tablets e laptops. No Brasil, esse percentual chegou a 80%, assim como na Argentina, no Canadá, Chile, na Finlândia, Letônia, Mongólia, Nova Zelândia e no Uruguai. Outros 59% relataram que a distração foi causada por colegas estarem usando os dispositivos. “Alunos que relataram se distrair com outros alunos usando dispositivos digitais, na maioria, ou em todas as aulas de matemática obtiveram 15 pontos a menos nos testes de matemática do Pisa do que aqueles que mal experimentaram essa experiência. Isso representa o equivalente a três quartos do valor de um ano de educação, depois de contabilizados os alunos e o perfil socioeconômico das escolas”, aponta o relatório. Em países como o Japão e a Coreia, o nível de distração relatado pelos alunos foi de 18% e 32%, respectivamente. As nações estão entre as melhores colocadas no Pisa, com pontuações acima da média da OCDE. Desafio - O relatório reconhece que o uso de celular em escola tem sido um tema controverso e desafiador para os gestores de educação nos país. A recomendação não é abandonar esses dispositivos no processo de aprendizagem. Mas que as escolas promovam a interação entre a tecnologia e o aprendizado, porém minimizem o tempo de uso para evitar desvio de atenção, bullying nas redes sociais e exposição da privacidade dos estudantes. Nos países da OCDE, 29% dos alunos responderam que utilizam smartphone várias vezes ao dia e 21% usam quase diariamente ou diariamente na escola. Conforme o relatório, em 13 países, mais de dois terços dos alunos vão a escolas onde a entrada e o uso de celular não são permitidos. Nessas nações, identificou-se que o percentual de distração em sala de aula é menor, entretanto os jovens não apresentaram uso mais responsável dos aparelhos. “Parece que as escolas podem proibir os telefones, mas nem sempre é aplicado de forma eficaz. Curiosamente, os alunos em escolas com proibição de telefone em alguns países eram menos propensos a desligar as suas notificações de redes sociais e aplicativos ao dormir. Uma explicação é que a proibição de celulares nas escolas pode fazer com que os alunos sejam menos capazes de adotar um comportamento responsável em relação ao uso do telefone”, diz o relatório.
Escolas da rede municipal podem receber cerca de 44 mil novos alunos em 2022
Quase 50% deste número é de alunos que migraram de escolas da rede privada em razão da crise causada pela pandemia
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Foto: Reprodução
- A volta às aulas 100% presenciais que aconteceu na rede municipal de educação no último dia 3 trouxe entre as novidades uma grande quantidade de novos alunos. Ao todo, a rede de educação de responsabilidade de Salvador recebeu cerca de 44 mil novos alunos. Deste total, cerca de 20 mil crianças precisaram migrar de escolas privadas para a rede pública em 2022. O principal motivo da mudança está na crise financeira enfrentada por diversas famílias por conta da pandemia. Além dos alunos que mudaram de escola, outras 24 mil crianças compõe um cadastro realizado pela prefeitura antes da matrícula, no final do ano passado. A intenção era entender quantas crianças de 2 a 5 anos, que estão fora da escola, pretendem ingressar na rede, em 2022. Segundo dados da prefeitura, até a sexta-feira (11), haviam 142 mil crianças matriculadas na rede municipal e 20 mil vagas em aberto. O aumento de novos alunos fez com que o déficit de vagas nas séries iniciais triplicasse. O programa Pé na Escola – através do qual a prefeitura compra vagas em instituições particulares e oferece para alunos matriculados na rede pública, como forma de atender a demanda, saltou de 5 mil, em 2020, para 12,5 mil, em 2021, e para 15 mil, em 2022.
Estudantes da rede estadual terão direito a cursos de idiomas
Serão beneficiados estudantes maiores de 15 anos, que estejam regularmente matriculados
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Foto: Reprodução | GOV/BA
- O governo estadual publicou, nesta quarta-feira (26), decreto que institui o Programa Outras Palavras, de incentivo ao ensino e aperfeiçoamento dos estudantes da rede pública estadual em Língua Estrangeira, por meio da oferta de cursos de idiomas, como atividade complementar. A ação visa promover a inclusão de grupos sociais mais vulneráveis e a elevação dos indicadores sociais de comunidades em situação de exclusão e vulnerabilidade socioeconômica. Serão beneficiados estudantes maiores de 15 anos, que estejam regularmente matriculados na 1ª ou 2ª séries do ensino médio em escolas da rede pública estadual, disponham de cinco horas semanais, no turno oposto àquele no qual estudam, e tenham Cadastro de Pessoas Físicas (CPF). A execução do programa fica a cargo da Secretaria da Educação (SEC), que está autorizada a celebrar contratos ou parcerias com instituições públicas ou privadas, identificar os cursos, o quantitativo de vagas a serem ofertadas e os requisitos e as condições para a obtenção do benefício. Os estudantes serão selecionados através de sorteio eletrônico realizado pela comissão de seleção, a ser instituída pelo Secretário da Educação, através de Portaria. Ainda de acordo com o decreto assinado pelo governador Rui Costa, as aulas dos cursos serão ministradas em ambiente virtual, através da Plataforma da Instituição que executará o Programa, que poderá ter, em cada edição, duração de até 02 (dois) anos letivos. Ao final, o aluno participante será avaliado nos termos a serem definidos pela SEC. A SEC ficará responsável pelo acompanhamento do desempenho e participação dos estudantes nos cursos ofertados e o Programa Outras Palavras será custeado com recursos do Tesouro Estadual.























