Pastor ora por Flávio Bolsonaro e pede que Brasil seja "liberto das garras de Satanás"
Oração foi realizada durante celebração dos 111 anos da Assembleia de Deus em Alagoas e reuniu milhares de fiéis.
Por: Redação Sudoeste Bahia
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- Flávio Bolsonaro (PL) participou da celebração dos 111 anos da Assembleia de Deus em Alagoas, recebendo oração do pastor José Wellington Costa Junior e permanecendo no altar durante o culto, sem fazer discurso.
- O candidato foi questionado sobre a legalidade de pedidos de votos em cultos religiosos, mas não respondeu. A legislação eleitoral proíbe pedidos explícitos de voto em cerimônias religiosas, e a eventual irregularidade dependerá de análise da Justiça Eleitoral.
Foto: Reprodução | CNN
O candidato à Presidência da República Flávio Bolsonaro (PL) participou, na noite desta terça-feira (25), da celebração dos 111 anos da Assembleia de Deus em Alagoas, onde recebeu uma oração do presidente da Convenção Geral dos Ministros das Igrejas Evangélicas Assembleias de Deus do Brasil, pastor José Wellington Costa Junior. Durante o culto, o pastor pediu bênçãos para a campanha do senador e fez uma oração pelo país. "Abençoe nosso senador Flávio Bolsonaro. Ó Pai amado, abençoe a sua campanha, abençoe os deputados que estão concorrendo, abençoe suas campanhas meu senhor", afirmou. Na sequência, acrescentou: "Esta igreja ora, esta igreja clama, esta igreja suplica para que o Brasil esteja cada dia melhor. Esta igreja ora, Senhor, para que o Brasil seja liberto das garras de Satanás, e que tua glória possa se manifestar." O culto reuniu milhares de fiéis presencialmente e também foi transmitido pela internet. Flávio Bolsonaro chegou ao evento pouco antes da oração, permaneceu no altar durante o momento religioso e deixou o local sem fazer discurso. Questionado por jornalistas sobre a legalidade de pedidos de votos em cultos religiosos, o candidato não respondeu. Também participaram da cerimônia o ex-presidente da Câmara dos Deputados Arthur Lira (PP-AL), o candidato a vice-presidente na chapa de Flávio, deputado Alfredo Gaspar (PL-AL), além de parlamentares e outras lideranças políticas. Ao apresentar os candidatos presentes, o pastor José Wellington Costa Junior afirmou que eles participavam da celebração para receber as orações da igreja. "Queremos lhe pedir, ó pai amado, que venha abençoar estas pessoas que aqui estão, para que eles possam, senhor amado, realizar o desejo dos seus corações e dos nossos corações", declarou. A legislação eleitoral proíbe pedidos explícitos de voto durante cultos religiosos. A caracterização de eventual irregularidade, no entanto, depende da análise da Justiça Eleitoral, que já adotou entendimentos diferentes em casos semelhantes.
Operação da PF prende 13 suspeitos de tráfico de maconha na Bahia, Pernambuco e Alagoas
Justiça autorizou prisões, buscas, bloqueio de contas e o sequestro de cinco imóveis.
Por: Redação Sudoeste Bahia
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- Treze pessoas foram presas na manhã desta terça-feira (18) durante a Operação Colheita Proibida, deflagrada pela Polícia Federal (PF) para combater uma organização criminosa suspeita de atuar no cultivo, beneficiamento, transporte e distribuição interestadual de maconha. A ação ocorreu na Bahia, Pernambuco e Alagoas, cumprindo 13 mandados de prisão e 12 de busca e apreensão, além do sequestro de cinco imóveis e bloqueio de até R$ 50 milhões em contas bancárias ligadas a 36 pessoas físicas e jurídicas.
- A investigação revelou duas plantações de maconha, uma em Caraúbas, Paraíba, e outra em Águas Belas, Pernambuco, ambas destruídas. A PF indica que o grupo também opera em outros estados do Nordeste e Minas Gerais, podendo responder por organização criminosa, financiamento do cultivo ilegal, tráfico de drogas, associação para o tráfico e lavagem de dinheiro, com apoio de equipes da Cipe Caatinga, Cipe Sudoeste, CPR-L, Bepi, COPES-Caatinga e 1ª Companhia Independente da Polícia Militar de Belém do São Francisco (PE).
Foto: Divulgação | Polícia Civil
Treze pessoas foram presas na manhã desta terça-feira (18) durante a Operação Colheita Proibida, deflagrada pela Polícia Federal (PF) para combater uma organização criminosa suspeita de atuar no cultivo, beneficiamento, transporte e distribuição interestadual de maconha. A ação ocorreu na Bahia, Pernambuco e Alagoas. A operação cumpriu 13 mandados de prisão e 12 de busca e apreensão, expedidos pela 1ª Vara Criminal de Juazeiro, no norte da Bahia. A Justiça também determinou o sequestro de cinco imóveis e o bloqueio de até R$ 50 milhões em contas bancárias ligadas a 36 pessoas físicas e jurídicas. Segundo a Polícia Federal, as investigações identificaram duas plantações de maconha, posteriormente destruídas. A primeira foi localizada em fevereiro deste ano, no município de Caraúbas, na Paraíba. A segunda foi encontrada em maio, em Águas Belas, no Agreste de Pernambuco. De acordo com a PF, as apurações indicam que o grupo criminoso também mantinha atuação em outros estados do Nordeste e em Minas Gerais. Os investigados poderão responder por organização criminosa, financiamento do cultivo ilegal de maconha, tráfico de drogas, associação para o tráfico e lavagem de dinheiro. A Operação Colheita Proibida contou com o apoio de equipes da Cipe Caatinga, Cipe Sudoeste e CPR-L, da Bahia, além do Bepi de Pernambuco, da COPES-Caatinga de Alagoas e da 1ª Companhia Independente da Polícia Militar de Belém do São Francisco (PE).
Passageiro é preso com quase 14 kg de cocaína em Jequié
Passageiro é preso com quase 14 kg de cocaína em Jequié
Droga estava envolta em pó de café dentro de bagagem de passageiro de ônibus que seguia de São Paulo para Alagoas
Por: Redação Sudoeste Bahia
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- Uma fiscalização da Polícia Rodoviária Federal (PRF) apreendeu cerca de 13,75 quilos de cocaína e prendeu um homem em Jequié, na Bahia. A droga estava escondida em uma bagagem, envolvida em pó de café, que chamou a atenção dos policiais durante a revista. O homem confessou que receberia dinheiro para transportar a mala até Aracaju (SE).
- A operação foi realizada no km 677 da BR-116, durante a fiscalização de um ônibus que fazia a linha entre São Paulo (SP) e Alagoas. A quantidade de droga apreendida representa mais um flagrante realizado pela PRF nas rodovias federais que cortam a Bahia.
Foto: Divulgação | PRF
Uma fiscalização da Polícia Rodoviária Federal (PRF) terminou com a apreensão de aproximadamente 13,75 quilos de cocaína e a prisão de um homem, neste domingo (9), em Jequié, no sudoeste da Bahia. A abordagem ocorreu no km 677 da BR-116, durante a fiscalização de um ônibus que fazia a linha entre São Paulo (SP) e Alagoas. Segundo a PRF, os policiais desconfiaram de um dos passageiros depois de identificarem divergências nas informações fornecidas por ele. Inicialmente, o homem teria negado possuir outras bagagens. Durante a revista no compartimento de malas, os agentes localizaram uma bagagem que chamou a atenção pelo forte odor de café. Dentro dela, foram encontrados 14 tabletes e dois sacos com uma substância análoga à cocaína. A droga estava envolta em pó de café, aparentemente numa tentativa de dificultar a identificação pelo cheiro. Ainda conforme a PRF, o passageiro afirmou que receberia uma quantia em dinheiro para transportar a mala até Aracaju, em Sergipe. Diante da apreensão, o homem foi preso em flagrante, em tese, pelo crime de tráfico de drogas. Ele foi encaminhado à Delegacia da Polícia Civil, juntamente com o material apreendido, para adoção das medidas cabíveis. A quantidade de droga apreendida representa mais um flagrante realizado durante as ações de fiscalização da PRF nas rodovias federais que cortam a Bahia.
Vice de Flávio pede à Justiça agilidade em exame de DNA para afastar suspeita de estupro
Alfredo Gaspar diz que está "indignado" e que vai provar inocência cientificamente
Por: Redação Sudoeste Bahia
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- O deputado federal Alfredo Gaspar, candidato a vice-presidente na chapa do senador Flávio Bolsonaro, solicitou à Procuradoria-Geral da República e ao Supremo Tribunal Federal a aceleração de um exame de DNA que pode afastar a suspeita de estupro de vulnerável.
- A acusação é feita por Lindbergh Farias e Soraya Thronicke, que alegam ter provas de que Gaspar cometeu o crime com uma menina de 13 anos em 2018.
Foto: Bruno Spada | Câmara dos Deputados
Candidato a vice-presidente na chapa do senador Flávio Bolsonaro (PL-RJ), o deputado federal Alfredo Gaspar (PL-AL) solicitou à Procuradoria-Geral da República (PGR) e ao Supremo Tribunal Federal (STF) a aceleração de um exame de DNA que, segundo sua defesa, pode afastar a suspeita de estupro de vulnerável. O material genético do parlamentar foi coletado em 23 de abril, após decisão da Justiça de Alagoas atendendo a um pedido feito pela própria defesa. Em manifestação enviada à PGR, os advogados afirmam que a perícia científica deverá comprovar que a acusação é "falsa, descabida e acintosa". No pedido encaminhado ao STF, a defesa requer que o ministro Gilmar Mendes, relator do caso, estabeleça um prazo de 72 horas para o início das providências necessárias à realização do exame. O caso - A apuração chegou ao Supremo após a Polícia Federal encaminhar uma notícia-crime apresentada pelo deputado federal Lindbergh Farias (PT-RJ) e pela senadora Soraya Thronicke (Podemos-MS), que pedem a investigação da suspeita envolvendo Alfredo Gaspar. Em seguida, Gilmar Mendes remeteu o caso à PGR, responsável por decidir se solicita ou não a abertura formal de investigação contra autoridades com foro privilegiado. Antes de se manifestar, o órgão determinou diligências complementares, entre elas um pedido para que a senadora apresente mais informações que sustentem a acusação. Na notícia-crime, Lindbergh e Soraya sustentam que existem "registros documentais e conversas" que, em tese, apontam para "a prática do crime de estupro de vulnerável contra uma menina que, ao tempo dos fatos, contava 13 anos de idade". Segundo os parlamentares, dessa suposta relação teria nascido uma criança.
Quem é Alfredo Gaspar, escolhido como vice de Flávio Bolsonaro na disputa pela Presidência
Nascido em Maceió, única capital nordestina onde Bolsonaro teve maioria de votos em 2022, Alfredo Gaspar ganhou projeção política em Alagoas antes de ser escolhido como vice
Por: Redação Sudoeste Bahia
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- O deputado federal Alfredo Gaspar de Mendonça Neto, do PL-AL, foi anunciado como candidato a vice-presidente na chapa de Flávio Bolsonaro. Gaspar, natural de Maceió, é advogado e ex-promotor de Justiça, e tem uma longa história de atuação em cargos públicos em Alagoas. Ele foi presidente da Secretaria de Segurança Pública e comandou a CPI do INSS, ganhando projeção nacional.
- A escolha de Gaspar pelo PL ocorreu após mudanças de estratégia do partido e semanas de negociações para formar a chapa presidencial. Outros nomes, como Tereza Cristina e Daniella Marques, foram considerados para a vaga de vice antes da escolha final de Alfredo Gaspar.
Foto: Bruno Spada/Câmara dos Deputados
Anunciado nesta quarta-feira (5) como candidato a vice-presidente na chapa de Flávio Bolsonaro (PL), o deputado federal Alfredo Gaspar de Mendonça Neto (PL-AL), de 55 anos, é advogado, ex-promotor de Justiça e representante de Alagoas na Câmara dos Deputados. Natural de Maceió, capital de Alagoas, Alfredo Gaspar tem pós-graduação em Direito Público. A cidade onde nasceu também se tornou um símbolo da força do bolsonarismo no Nordeste: Maceió foi a única capital da região em que Jair Bolsonaro (PL) obteve maioria dos votos no segundo turno das eleições presidenciais de 2022. Antes de ingressar na política, Gaspar atuou por mais de 20 anos como promotor de Justiça no Ministério Público de Alagoas. Durante a carreira, ocupou cargos como procurador-geral de Justiça do estado e presidente do Grupo Estadual de Combate às Organizações Criminosas. Na área da segurança pública, comandou a Secretaria de Segurança Pública de Alagoas em dois períodos: entre 2015 e 2016 e, posteriormente, entre 2021 e 2022. Também presidiu o Grupo Nacional de Combate às Organizações Criminosas, ligado ao Conselho Nacional de Procuradores-Gerais. Eleito deputado federal em 2022, Gaspar assumiu o primeiro mandato na Câmara dos Deputados em 2023. No Congresso, integrou comissões como a de Constituição e Justiça e de Cidadania (CCJ), Relações Exteriores e Defesa Nacional e Segurança Pública e Combate ao Crime Organizado. O parlamentar também coordenou a comissão externa criada para acompanhar o afundamento do solo em bairros de Maceió, provocado pela exploração de sal-gema na capital alagoana. O caso afetou milhares de moradores e levou à desocupação de áreas da cidade. CPMI do INSS - Gaspar ganhou projeção nacional ao atuar como relator da Comissão Parlamentar Mista de Inquérito (CPMI) do INSS, criada para investigar suspeitas de descontos indevidos em aposentadorias e pensões. A atuação reforçou sua aproximação com o grupo de oposição ao governo do presidente Luiz Inácio Lula da Silva (PT). Além da CPMI do INSS, o deputado participou de outras investigações no Congresso, como as CPIs das Pirâmides Financeiras e do Movimento dos Trabalhadores Rurais Sem Terra (MST). Antes de se aproximar do grupo político ligado ao ex-presidente Jair Bolsonaro, ocupou posições de liderança no União Brasil e em blocos parlamentares de centro. Mudança de estratégia - A escolha de Gaspar para a vice-presidência ocorreu após uma mudança de estratégia do PL. Durante a madrugada desta quarta-feira, o deputado havia anunciado nas redes sociais que disputaria uma vaga ao Senado por Alagoas. Horas depois, porém, o cenário mudou e ele foi confirmado como companheiro de chapa de Flávio Bolsonaro na corrida pelo Palácio do Planalto. A definição encerra semanas de negociações do partido para formar a chapa presidencial. Nomes como a senadora Tereza Cristina (PP-MS) e a ex-presidente da Caixa Econômica Federal Daniella Marques (Republicanos) chegaram a ser cotados para ocupar a vaga de vice antes da escolha final por Alfredo Gaspar.
PMs são alvo de operação por suspeita de venda de armas para facções criminosas
PMs são alvo de operação por suspeita de venda de armas para facções criminosas
A Operação Fogo Amigo cumpre 20 mandados de prisão preventiva e 33 mandados de busca e apreensão nos estados da Bahia, Alagoas e Pernambuco
Por: Redação do Sudoeste Bahia
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Foto: Divulgação | PF
- A Polícia Federal (PF), em ação integrada com a Polícia Miliar da Bahia e Pernambuco, além do Exército Brasileiro, deflagrou, na manhã desta terça-feira (21/5), a Operação Fogo Amigo, com o objetivo de desarticular organização criminosa formada por diversos policiais militares dos estados da Bahia e Pernambuco, CACs e lojistas, especializada em vender armas e munições ilegais para facções criminosas nos estados da Bahia, Pernambuco e Alagoas Cerca de 320 Policiais Federais, grupos táticos da PM, GAECO/BA, GAECO/PE e Exército cumprem 20 mandados de prisão preventiva e 33 mandados de busca e apreensão nos estados da Bahia, Pernambuco e Alagoas em desfavor de agentes de segurança pública, CACs, empresários e lojas de comercialização de armas de fogo, munições e acessórios. Foi determinado, ainda, o sequestro de bens e bloqueio de valores de até R$ 10 milhões dos investigados, além da suspensão da atividade econômica de três lojas que comercializavam material bélico de forma irregular. Durante a deflagração da operação, o Exército Brasileiro realizou fiscalização em outras lojas que comercializam armas, munições e acessórios controlados nos municípios de Juazeiro, na Bahia, e Petrolina, em Pernambuco. Os investigados responderão pelos crimes de organização criminosa, comercialização ilegal de armas e munições, lavagem de dinheiro e falsidade ideológica, cujas as penas somadas podem chegar a 35 anos de reclusão. A Polícia Federal continuará a apuração, na tentativa de elucidar a real amplitude da suposta organização criminosa, bem como identificar outros integrantes.
Mulher amarra marido antivacina e leva para tomar o imunizante contra a Covid
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Por: Redação do Sudoeste Bahia
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Foto: Reprodução | Redes Sociais
- Um vídeo simplesmente viralizou nas redes sociais desde o último domingo (30), que mostra um homem amarrado pela própria esposa, sendo conduzido para um posto de saúde para ser imunizado contra a Covid-19. Pelo que consta, o alagoano faz parte daquele grupo minoritário conhecido como antivacina. De acordo com o site Sete Segundo, o caso aconteceu em Rio Largo, em Maceió, Alagoas. Nas imagens aparece uma senhora com um homem amarrado, que seria seu esposo, sentado em um banco, que aparenta ser um posto de saúde e, em seguida, um agente aplica a vacina.
























