Incêndio destrói propriedades rurais e causa prejuízos em Candiba
Incêndio destrói propriedades rurais e causa prejuízos em Candiba
Chamas consumiram pastagens, currais e outras estruturas utilizadas na produção rural.
Por: Redação Sudoeste Bahia
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- Um incêndio de grandes proporções devastou pastagens, currais e outras estruturas agropecuárias na Fazenda Dourado, zona rural de Candiba, na quarta‑feira (2). As chamas, alimentadas pela vegetação seca, destruíram cerca de 11 hectares de pastagem, deixando famílias sem alimento para o rebanho e provocando prejuízos significativos aos produtores locais.
- Segundo moradores, o fogo começou após uma queima de coivara e se espalhou rapidamente, exigindo a mobilização da comunidade e a atuação do Corpo de Bombeiros. As autoridades agora avaliam os danos, que ameaçam a produção animal e a segurança das propriedades rurais da região.
Foto: Reprodução
Um incêndio de grandes proporções destruiu pastagens, estruturas rurais e ameaçou residências na região da Fazenda Dourado, zona rural de Candiba, na quarta-feira (2). As chamas se espalharam rapidamente pela vegetação seca, provocando prejuízos para produtores da região. Moradores se mobilizaram para conter o avanço do fogo e impedir que novas propriedades fossem atingidas. O Corpo de Bombeiros também foi acionado e participou do combate às chamas. Entre os danos estão áreas de pastagem, currais, chiqueiros e outras estruturas utilizadas na atividade agropecuária. Uma das famílias afetadas perdeu 11 hectares de pastagem que seriam utilizados na alimentação do rebanho. "Só do meu esposo foram 11 hectares queimados. Era uma pastagem que seria utilizada agora para os animais. A gente não sabe nem o que fazer", relatou uma moradora. Segundo relatos de moradores, o incêndio teria começado após uma queima de coivara em uma propriedade rural. As chamas se alastraram pela vegetação seca e avançaram sobre fazendas vizinhas. Agora, os produtores atingidos contabilizam os prejuízos enquanto avaliam os danos provocados pelo incêndio, que comprometeu parte da produção e colocou imóveis e animais em risco.
Lula usa dados de emprego para criticar gastos com jogos
Lula usa dados de emprego para criticar gastos com jogos
Presidente participou da divulgação de dados da Rais e defendeu o uso responsável do crédito e do dinheiro.
Por: Redação Sudoeste Bahia
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- O presidente Luiz Inácio Lula da Silva criticou o uso excessivo de dinheiro em jogos e defendeu o consumo responsável durante a divulgação dos dados da Relação Anual de Informações Sociais (Rais). Ele enfatizou que o problema está em assumir dívidas sem retorno para a vida financeira das pessoas e defendeu a orientação para que a população gaste apenas o que está dentro do próprio orçamento.
- De acordo com os dados apresentados pelo governo, o Brasil acumulou um saldo positivo de 10,1 milhões de empregos entre janeiro de 2023 e junho de 2026. Os setores de serviços, comércio, indústria, construção e agropecuária registraram crescimento, com os serviços tendo a maior alta, de 42% em relação a 2023. No entanto, os números mais recentes do Cadastro Geral de Empregados e Desempregados (Caged) indicam uma desaceleração na contratação formal.
Foto: Ricardo Stuckert | PR
O presidente Luiz Inácio Lula da Silva (PT) aproveitou a divulgação dos dados da Relação Anual de Informações Sociais (Rais), nesta quinta-feira (13), para criticar o uso de dinheiro em jogos e defender o consumo responsável. Lula afirmou que não é contra o endividamento, desde que a dívida tenha um objetivo e possa ser paga. Segundo o presidente, o problema está em assumir dívidas sem retorno para a vida financeira das pessoas. Ele também defendeu que a população seja orientada a gastar apenas o que está dentro do próprio orçamento. Ao falar sobre jogos, Lula criticou o ciclo de dívidas provocado por apostas e afirmou que muitas pessoas acabam tentando recuperar perdas com novos gastos. A participação do presidente na divulgação dos dados da Rais foi considerada incomum. Lula normalmente não participa de eventos específicos dos ministérios. De acordo com os dados apresentados pelo governo, o Brasil acumulou saldo positivo de 10,1 milhões de empregos entre janeiro de 2023 e junho de 2026. Desse total, 5,35 milhões correspondem a vínculos no setor privado e 4,75 milhões ao setor público. O crescimento foi registrado nos setores de serviços, comércio, indústria, construção e agropecuária. Serviços tiveram a maior alta, de 42% em relação a 2023. Na agropecuária, o avanço foi de 5%. Entre as regiões, Norte e Centro-Oeste apresentaram os maiores crescimentos no período, de 34,7% e 28,6%, respectivamente. Apesar do resultado acumulado positivo, os números mais recentes do Cadastro Geral de Empregados e Desempregados (Caged) indicam uma desaceleração na contratação formal. Entre abril e junho, o Caged registrou os piores resultados para o período desde 2020, durante a pandemia. Pela Rais, a variação acumulada no primeiro semestre de 2026 foi de 2,6%. Em 2025, o Brasil tinha 59,9 milhões de empregos formais, 5% a mais que no ano anterior. O aumento representou 2,8 milhões de vínculos. A maior parte dos trabalhadores estava no regime celetista, com 46,1 milhões de vínculos. O setor público reunia outros 12,6 milhões de servidores estatutários.
Empresa de sócio de João Roma teve contratos de R$ 19,7 milhões com Master
Empresa de sócio de João Roma teve contratos de R$ 19,7 milhões com Master
acheco é sócio de João Roma em empresa do setor agropecuário; ambos negam relação entre os negócios.
Por: Redação Sudoeste Bahia
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- Uma corretora pertencente ao empresário Alfredo Pacheco Pereira Neto, sócio do ex-ministro da Cidadania e candidato ao Senado João Roma, firmou contratos que somam pelo menos R$ 19,7 milhões com o Banco Master. Pacheco negou qualquer relação entre Roma e os contratos firmados pela corretora, afirmando que sua sociedade com o ex-ministro está restrita à empresa agropecuária. O candidato também negou ter participado das negociações envolvendo a corretora e o Banco Master.A corretora AB Serviços de Corretagem Financeira, pertencente a Pacheco, firmou contratos com empresas ligadas ao Banco Master, segundo informações do Metrópoles. A corretora afirmou que os contratos foram realizados de forma regular, com comprovação técnica e pagamento de tributos.
Ex-ministro João Roma - Reprodução
Uma corretora pertencente ao empresário Alfredo Pacheco Pereira Neto, sócio do ex-ministro da Cidadania e candidato ao Senado João Roma, firmou contratos que somam pelo menos R$ 19,7 milhões com o Banco Master, segundo informações do Metrópoles. Pacheco é sócio de Roma na Prata da Chapada, empresa voltada à produção agropecuária. A sociedade começou em 2021, quando Roma ainda ocupava o Ministério da Cidadania. Na Justiça Eleitoral, Roma declarou ter 50% da Prata da Chapada, participação avaliada em R$ 100 mil. A corretora AB Serviços de Corretagem Financeira, pertencente a Pacheco, também teve entre os sócios o advogado Bruno Martinez Carneiro Ribeiro Neves. Ele deixou a empresa em 2023, antes de assumir um cargo no Ibama. Procurada, a AB Serviços afirmou que os contratos com empresas ligadas ao Banco Master foram realizados de forma regular, com comprovação técnica, pagamento de tributos e sem utilização de recursos públicos. Pacheco também negou qualquer relação entre Roma e os contratos firmados pela corretora. Segundo ele, sua sociedade com o ex-ministro está restrita à empresa agropecuária. Roma apresentou a mesma justificativa e afirmou que a Prata da Chapada atua exclusivamente no setor agropecuário. O candidato também negou ter participado das negociações envolvendo a AB Serviços e o Banco Master.
PIB da Bahia cresce 2,2% no 3º trimestre de 2025
PIB da Bahia cresce 2,2% no 3º trimestre de 2025
Estado registra alta de 2,2% no terceiro trimestre, com avanço em todos os setores e desempenho destacado da agropecuária.
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Foto: Reprodução
O Produto Interno Bruto (PIB) da Bahia cresceu 2,2% no terceiro trimestre de 2025 em relação ao mesmo período de 2024, segundo a Superintendência de Estudos Econômicos e Sociais da Bahia (SEI). Na comparação com o segundo trimestre, com ajuste sazonal, houve aumento de 0,4%. No acumulado de janeiro a setembro, o avanço chega a 2,7%. No terceiro trimestre, o PIB baiano totalizou R$ 130,76 bilhões, sendo R$ 116,5 bilhões de Valor Adicionado (VA) e R$ 14,2 bilhões de impostos. Por setor, a agropecuária gerou VA de R$ 13,1 bilhões, a indústria R$ 28,2 bilhões e os serviços R$ 75,17 bilhões.De janeiro a setembro, o PIB corrente soma R$ 407 bilhões, com R$ 362,8 bilhões em Valor Adicionado e R$ 44,2 bilhões em impostos. No período, a agropecuária acumulou R$ 48,1 bilhões, a indústria R$ 86,9 bilhões e os serviços R$ 227,8 bilhões em VA. Na comparação anual, o crescimento de 2,2% no trimestre reflete avanços de 12,4% na agropecuária, impulsionada por lavouras de cereais, algodão, culturas permanentes e pela pecuária. A indústria subiu 0,9%, com alta na transformação (+1,6%), na construção (+0,2%) e na extração mineral (+21,3%). Energia, gás e água tiveram queda de 3,6%.O setor de serviços avançou 0,9%, com resultados positivos no comércio (+2,2%), nas atividades imobiliárias (+2,4%) e em outros serviços (+1,1%). Administração pública (-0,7%) e transportes (-0,4%) registraram retração. No acumulado do ano, a agropecuária cresce 10%, a indústria 3% — com destaque para a transformação (+3,3%), construção (+2,6%) e extração (+7,3%) — e os serviços avançam 1,2%, puxados pelo comércio (+0,8%), atividades imobiliárias (+2,3%) e outros serviços (+2,3%).
























