Motorista invade desfile de 7 de Setembro pela contramão e tem carro apreendido em Guanambi
Mulher ainda discutiu com agentes de trânsito; Polícia Militar foi acionada para controlar a situação
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Foto: Divulgação | SMTran Guanambi
Uma motorista invadiu o circuito do desfile de 7 de Setembro em Guanambi, no sudoeste da Bahia, neste domingo (7), dirigindo pela contramão da Avenida Santos Dumont, onde aconteciam as comemorações da Independência. Segundo a Superintendência Municipal de Trânsito (SMTRAN), os acessos estavam bloqueados como parte do esquema de segurança do evento, mas a condutora desrespeitou a interdição. Ao ser abordada pelos agentes, ela apresentou resistência e teria feito declarações ofensivas contra os profissionais.A Polícia Militar foi acionada para dar apoio e garantir a ordem. O veículo acabou apreendido e levado ao pátio da SMTRAN, onde ficará retido até a conclusão dos procedimentos legais.
Após ida a ato antidemocrático do dia 7 de setembro em apoio a Bolsonaro, PSB avalia expulsar prefeito de Brumado
Por: Tiago Rego | Sudoeste Bahia
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Foto: Reprodução | Achei Sudoeste
- Repercutiu muito negativamente a ida do prefeito de Brumado, Eduardo Vasconcelos (PSB), à Brasília, no dia 7 de setembro, em um ato antidemocrático que pedia, entre outras pautas, o fechamento do Supremo Tribunal Federal (STF), em apoio ao governo do presidente Jair Bolsonaro (sem partido). Segundo declarou a deputada Lídice da Mata (PSB) ao site Achei Sudoeste, por conta do ato, Eduardo poderá ser expulso do PSB, já que a sigla faz oposição a Bolsonaro. “Além de genocida, Bolsonaro está destruindo a economia do nosso país. Um homem que não tem respeito pela vida do povo brasileiro. Com essa atitude de ir à manifestação pró-Bolsonaro, ele [Eduardo Vasconcelos] fere a posição política do nosso partido”, enfatizou a deputada. Para avaliar se o comportamento de Vasconcelos é digno de expulsão, o Conselho de Ética do PSB irá instaurar um processo, em que dará ao gestor brumadense a oportunidade de apresentar a ampla defesa e o contraditório.
Organizados 2 meses antes, atos de Bolsonaro 'flopam' com menos público que o previsto
Em São Paulo, onde Bolsonaro discursou na Avenida Paulista no meio da tarde, a Polícia Militar estimou a presença de 125 mil pessoas. O esperado eram 2 milhões
Por: Juliana Rodrigues
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Foto: Reprodução | Redes Sociais
- Os atos do presidente Jair Bolsonaro (sem partido) nesta terça-feira (7), em diversas capitais do Brasil, foram menores do que previram os organizadores do evento. Mesmo com dois meses de antecedência e tendo ocorrido em um feriado, os atos 'floparam' em boa parte do país. Em São Paulo, onde Bolsonaro discursou na Avenida Paulista no meio da tarde, a Polícia Militar estimou a presença de 125 mil pessoas. O esperado eram 2 milhões — ou seja, apenas 6% do público se fez presente. Em Brasília, a primeira parcial divulgada era da presença de 105 mil pessoas, que depois foi corrigida para 400 mil. Ainda assim longe do milhão esperado. Em Salvador, a PM não divulgou uma contagem oficial.
Isolado, Bolsonaro parte para "tudo ou nada" com atos no 7 de Setembro, reconhecem aliados
Manifestações de raiz golpista se convertem em oportunidade para presidente tentar mostrar que ainda consegue mobilizar as ruas
Por: Alexandre Santos
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Foto: Reprodução | Folhapress
- Aliados de Jair Bolsonaro (sem partido) reconhecem que o presidente chega politicamente isolado ao Sete de Setembro e precisando projetar força após sucessivas notícias negativas para o governo. Segundo o jornal Folha de S. Paulo, no entorno do Planalto, há quem diga que os atos devem marcar um “tudo ou nada” para o mandatário, centro das manifestações de raiz golpista convocadas para esta terça-feira, feriado da Independência. De acordo com a publicação, ao mesmo tempo em que perde capital político com a crise entre os Poderes, intensificada por seus ataques ao Judiciário, a alta da inflação e a crise energética se colocam como novos obstáculos para o projeto de sua reeleição em 2022. Nesse quadro, de acordo com auxiliares, os protestos se converteram na oportunidade para Bolsonaro tentar mostrar que ainda consegue mobilizar as ruas. Um comparecimento aquém do desejado —dizem interlocutores— reforçaria a percepção de que Bolsonaro tem cada vez menos condições de viabilizar sua campanha para 2022, o que poderia impulsionar atos da oposição. À Folha um dirigente partidário de centro comparou esse hipotético cenário ao do ex-presidente Fernando Collor. Ao convocar manifestações em seu apoio em 1992, acabou provando que tinha poucos apoiadores, facilitando o caminho para o impeachment. Por outro lado, caso seja bem-sucedido em se apresentar como um líder de massas, Bolsonaro espera sair das cordas diante do desgaste que se acumula no Judiciário, no Senado e, mais recentemente, entre líderes empresariais.























