Região: Duas pessoas morrem em acidente entre caminhão, carro e moto na BA‑250
Outros ocupantes ficaram presos às ferragens; motociclista foi socorrido02 Ago 2026 / 10h00
Investigações apontam que vítima foi monitorada antes do crime e que homicídio teria sido encomendado.
Por: Redação Sudoeste Bahia
Foto: Divulgação | Polícia Civil
A Polícia Civil da Bahia prendeu dois investigados por participação no assassinato da advogada Cláudia Félix de Oliveira, de 51 anos, durante a Operação Vendetta, deflagrada na segunda-feira (3). O crime ocorreu no dia 25 de julho, no município de Itororó, quando homens armados invadiram a residência da vítima e efetuaram diversos disparos de arma de fogo. As prisões ocorreram em Lauro de Freitas e Dias d'Ávila. Entre os detidos está um homem de 27 anos, localizado na saída do Conjunto Penal de Lauro de Freitas, onde trabalhava como monitor de ressocialização terceirizado. Com ele, os policiais apreenderam uma pistola calibre .38 TCP, dois carregadores e 23 munições. O segundo preso é um policial militar da ativa, de 29 anos, apontado pelas investigações como participante da execução. Durante a operação, a Polícia Civil também cumpriu mandados de busca e apreensão em imóveis ligados aos investigados. Foram encontrados simulacros de armas, um colete tático, rádios comunicadores, estojos de munições de diversos calibres e documentos relacionados a outro suspeito, de 39 anos, que permanece foragido. Segundo as investigações, os suspeitos saíram de Dias d'Ávila na noite de 24 de julho em direção a Itororó e executaram o crime na madrugada seguinte. A apuração também indica que o grupo esteve na cidade dias antes para monitorar a rotina da advogada. De acordo com a Polícia Civil, a principal linha de investigação aponta que o homicídio teria sido motivado por uma dívida atribuída a um sobrinho da vítima com um homem de 20 anos, morador de Camaçari, apontado como suposto mandante do crime. A motivação ainda está sendo investigada. As diligências também identificaram e apreenderam os dois veículos utilizados na ação criminosa. Conforme a investigação, os automóveis eram alugados e um deles circulava com placa adulterada. Os dois presos permanecem à disposição da Justiça. A Polícia Civil informou que as investigações continuam para localizar os demais envolvidos, esclarecer toda a dinâmica do crime e concluir o inquérito policial.
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