SUS passa a oferecer novo teste para câncer colorretal
Teste imunoquímico fecal será usado em homens e mulheres entre 50 e 75 anos para detectar sinais precoces da doença22 Mai 2026 / 06h20

O ministro da Saúde, Marcelo Castro, afirmou nesta quinta-feira (26) que equipes do Exército serão enviadas ao Nordeste para atuar no combate ao mosquito Aedes aegypti, que transmite dengue, chikungunya e zika. "[O mosquito] É o inimigo número 1 da saúde", disse em entrevista ao jornal Folha de são Paulo. "Vamos pôr o Exército na rua e tudo o que estiver ao nosso alcance". A decisão ocorreu após reunião com a presidente Dilma Rousseff (PT) e representantes dos ministérios da Integração Nacional e Defesa. A medida é uma das novas estratégias do governo para tentar conter o aumento de casos de recém-nascidos com microcefalia, malformação do crânio que pode trazer sequelas graves ao desenvolvimento da criança. Em pouco mais de três meses, o Ministério da Saúde já contabiliza 739 casos suspeitos de bebês com a condição. A principal hipótese do governo é que os casos estejam relacionados a infecções de gestantes pelo vírus zika, transmitido pelo mesmo mosquito da dengue. Segundo o ministro, ainda não há definição do contingente e de quando as equipes do Exército devem começar a atuar. A ideia é que o grupo dê apoio a agentes de saúde nas ações de prevenção ao mosquito. "Temos dezembro e janeiro para destruir os criadouros. Em janeiro, também vamos entrar com fumacê", afirma Castro. Nos meses seguintes, o aumento no volume de chuvas e acúmulo de água contribui para um avanço na infestação do mosquito –e também de dengue, zika e chikungunya. "Todas as evidências são muito graves. Temos dengue que mata, chikungunya que deixa sem trabalhar por causa da dor e a zika que todo mundo pensava que era branda, mas pode estar ligada à microcefalia", afirmou.
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