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Boletim indica interrupção do crescimento, mas alerta para baixa vacinação e risco ainda elevado.28 Abr 2026 / 05h22

Operação da PF mira médico baiano suspeito de integrar quadrilha que falsificava a caneta emagrecedora Mounjaro
Foto: Reprodução | Youtube
O médico baiano Gabriel Almeida foi alvo de uma Operação da Polícia Federal nesta quinta-feira (27). Ele é apontado como um dos integrantes de uma quadrilha que fabrica ilegalmente o medicamento Mounjaro, uma das chamadas canetas emagrecedoras. Almeida tem 750 mil seguidores nas redes sociais e, apesar de baiano, atua em um consultório no bairro do Jardim Europa, área nobre da cidade de São Paulo. Ao todo, a operação, intitulada "Operação Slim", cumpre 24 mandados de busca e apreensão nos estados de São Paulo, Bahia, Pernambuco e Rio de Janeiro. Anvisa e asVigilâncias Sanitárias desses estados prestaram apoio à operação. As investigações apontaram Almeida como o principal nome da quadrilha. Ele vendia o produto e tratamentos nas redes sociais como se fosse uma atividade legalizada, mas não havia pagamento da patente e nem cumprimento das regras sanitárias. Além dele, participavam da quadrilha outros profissionais da saúde, clínicas e laboratórios. O esquema - O Mounjaro é um tipo de medicamento injetável para tratamento de diabetes e obesidade, mas que se popularizou para o uso de perda de peso rápida. A quadrilha alvo da operação se dedicava à produção, fracionamento e comercialização clandestina do princípio ativo do Mounjaro , a tirzepatida. Toda a produção, rotulagem e distribuição do produto de forma irregular acontecia, segundo as investigações, em condições incompatíveis - sem controles mínimos de qualidade, esterilidade ou rastreabilidade. O grupo ainda anunciava o produto em plataformas digitais.
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