Comissão quer votar PEC do fim da escala 6x1 até 28 de maio
Relator e presidente resistem a compensações para empresas29 Abr 2026 / 08h00

Cid encontra-se detido desde o dia 3 de maio, mantendo-se em silêncio diante das autoridades da Polícia Federal e da CPMI
Foto: Reprodução
- Caso a promessa do advogado do tenente-coronel Mauro Cid, ex-ajudante de ordens de Jair Bolsonaro, se cumpra, a Polícia Federal (PF) vai precisar pedir urgentemente ao Supremo Tribunal Federal a apreensão do passaporte do ex-presidente. Para evitar uma fuga para o exterior. Isso porque o novo advogado de Cid, Cezar Bitencourt, afirmou que o tenente-coronel irá confessar que o dinheiro oriundo da venda de um Rolex doado ao Brasil a mando do próprio ex-mandatário. Além disso, como um extra, o ex-ajudante de ordens de Bolsonaro afirmará que modificou os registros de imunização. Considere o que pode expor a respeito de suas atividades de retirada e depósito de dinheiro para Michelle, caso decida compartilhar. Cid encontra-se detido desde o dia 3 de maio, mantendo-se em silêncio diante das autoridades da Polícia Federal e da Comissão Parlamentar Mista de Inquérito (CPMI) dos Atos Golpistas. Ele pode estar angustiado com o sentimento de abandono proveniente de seu ex-empregador. O ponto crucial que possa tê-lo levado a romper com a lealdade inquestionável a Jair Bolsonaro pode ter sido a operação de busca e apreensão envolvendo seu pai, o general Mauro Lourena Cid, apontado como integrante do esquema de lavagem de joias, o que prejudicou sua reputação.
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