Erro faz homem ficar preso por quase 500 dias após ordem de soltura em Irecê
Justiça apura falha que manteve detento no Conjunto Penal de Irecê por mais de um ano depois da expedição do alvará de soltura29 Jul 2026 / 14h30
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Foto: Reprodução
O Tribunal de Contas dos Municípios (TCM) determinou, nesta terça-feira (29/08), a formulação de representação ao Ministério Público da Bahia (MP-BA) contra o prefeito de Barreiras, João Barbosa de Souza Sobrinho, conhecido como Zito Barbosa (DEM), para que se apure a prática de ato de improbidade administrativa na sua gestão. De acordo com a Corte, o gestor municipal foi “negligente” ao não realizar, a tempo, o devido procedimento licitatório para contratação de transporte escolar. Para evitar a suspensão do serviço, ele contratou uma empresa por R$ 2 milhões, via dispensa de licitação, dois meses após assumir o posto de chefe do Executivo municipal. O conselheiro relator Paolo Marconi também multou o gestor em R$ 10 mil. A relatoria concluiu que houve violação à regra da obrigatoriedade da concorrência pública, vez que, embora ciente do início das aulas em março, o prefeito se manteve inerte nos dois primeiros meses da gestão quanto à necessidade e promoveu um típico caso de “emergência fabricada”, segundo o TCM.
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