Erro faz homem ficar preso por quase 500 dias após ordem de soltura em Irecê
Justiça apura falha que manteve detento no Conjunto Penal de Irecê por mais de um ano depois da expedição do alvará de soltura29 Jul 2026 / 14h30
Lei de Abuso de Autoridade detalha os atos que podem ser considerados abuso e passíveis de punição pela Justiça
Foto: Bruno Moura | STF
O Supremo Tribunal Federal (STF) começará a julgar, nesta quinta-feira (27), cinco ações que questionam a Lei de Abuso de Autoridade, que define crimes cometidos por agentes públicos e servidores no exercício de suas funções. Inicialmente, os ministros ouvirão os argumentos e análises técnicas dos participantes do processo, e os votos serão apresentados em sessão futura, ainda a ser marcada. Editada em 2019, a Lei de Abuso de Autoridade detalha os atos que podem ser considerados abuso e passíveis de punição pela Justiça. Ela especifica as autoridades sujeitas à lei, as condutas puníveis e as penas correspondentes. Entre as autoridades que podem ser alvo de processos estão servidores públicos, militares, membros dos Três Poderes, do Ministério Público, magistrados e integrantes de conselhos de contas. O julgamento será acompanhado de perto, pois trata de um tema sensível sobre a responsabilização de autoridades e agentes públicos. O STF vai analisar o impacto da lei na atuação de diversas instituições e se suas disposições são compatíveis com a Constituição.
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