Nunes Marques determina análise de canal ‘Exército do Lula’ após guerra de decisões no TSE
Presidente da Corte Eleitoral pediu que área técnica averigue se há desinformação em canal do WhatsApp com mais de 3,7 milhões de usuários12 Out 2026 / 11h00
Por: Marcela Vilar
Foto: Divulgação | TJ/BA
Pedidos haviam sido apresentados ao Supremo Tribunal Federal pelas defesas de Gesivaldo
O ministro Luiz Fux, do Supremo Tribunal Federal (STF), manteve ontem (28) a decisão do Superior Tribunal de Justiça (STJ) que afastou o desembargador Gesivaldo Nascimento Britto do cargo de presidente do Tribunal de Justiça da Bahia (TJ-BA). Fux ainda rejeitou soltar três presos suspeitos de participarem de um esquema de venda ilegal de sentenças para regularizar terras obtidas por grilagem. O caso é investigado na Operação Faroeste, no STJ. Os pedidos haviam sido apresentados ao STF pelas defesas de Gesivaldo. Como justificativa, Fux alegou que as prisões e o afastamento foram devidamente fundamentados pelo ministro-relator do STJ, Og Fernandes. Ele observou também que as investigações ainda estão em andamento e que é necessário aguardar uma manifestação definitiva do STJ antes de o Supremo se posicionar. As investigações da Operação Faroeste já resultaram em acusação formal contra quatro desembargadores do TJ-BA, incluindo Gesivaldo, e outras 11 pessoas por organização criminosa e lavagem de dinheiro.
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