Flávio Dino apresenta pacote de mudanças para Justiça e cita problemas estruturais
Ministro defende mudanças estruturais, mais rigor disciplinar e revisão de regras em meio a debates internos na corte20 Abr 2026 / 15h00

Por: Marcela Vilar
Foto: Divulgação | TJ/BA
Pedidos haviam sido apresentados ao Supremo Tribunal Federal pelas defesas de Gesivaldo
O ministro Luiz Fux, do Supremo Tribunal Federal (STF), manteve ontem (28) a decisão do Superior Tribunal de Justiça (STJ) que afastou o desembargador Gesivaldo Nascimento Britto do cargo de presidente do Tribunal de Justiça da Bahia (TJ-BA). Fux ainda rejeitou soltar três presos suspeitos de participarem de um esquema de venda ilegal de sentenças para regularizar terras obtidas por grilagem. O caso é investigado na Operação Faroeste, no STJ. Os pedidos haviam sido apresentados ao STF pelas defesas de Gesivaldo. Como justificativa, Fux alegou que as prisões e o afastamento foram devidamente fundamentados pelo ministro-relator do STJ, Og Fernandes. Ele observou também que as investigações ainda estão em andamento e que é necessário aguardar uma manifestação definitiva do STJ antes de o Supremo se posicionar. As investigações da Operação Faroeste já resultaram em acusação formal contra quatro desembargadores do TJ-BA, incluindo Gesivaldo, e outras 11 pessoas por organização criminosa e lavagem de dinheiro.
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