Erro faz homem ficar preso por quase 500 dias após ordem de soltura em Irecê
Justiça apura falha que manteve detento no Conjunto Penal de Irecê por mais de um ano depois da expedição do alvará de soltura29 Jul 2026 / 14h30
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Por: Daniel Brito
Foto: Marcelo Camargo | Agência Brasil
Para o magistrado, a recomendação da ONU para que o Brasil não interfira em processo sobre supostas irregularidades cometidas pelo juiz Sérgio Moro não se aplica ao caso
O ministro Edson Fachin, relator da Lava Jato no Supremo Tribunal Federal (STF), negou ontem (29) uma liminar pedida pela defesa do ex-presidente Luiz Inácio Lula da Silva (PT), preso desde abril, para suspender uma das ações penais em que é acusado de suposto recebimento de propina da empresa Odebrecht. No pedido, os advogados do petista alegam que uma decisão do Comitê de Direitos Humanos da ONU recomendou que o Brasil não pratique nenhum ato que interfira na conclusão do processo aberto no órgão sobre supostas irregularidades cometidas pelo juiz Sérgio Moro contra o ex-presidente. Na decisão, Fachin entendeu que a recomendação da ONU não se aplica ao caso. “Quanto às alegações atinentes ao comitê da ONU, como citado, a matéria não se enfeixa em exame preambular atinente ao campo especificamente da seara penal”, avaliou.
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