Erro faz homem ficar preso por quase 500 dias após ordem de soltura em Irecê
Justiça apura falha que manteve detento no Conjunto Penal de Irecê por mais de um ano depois da expedição do alvará de soltura29 Jul 2026 / 14h30
Operação Slim cumpriu 24 mandados de busca e apreensão em quatro estados, com apoio da Anvisa e vigilâncias sanitárias
Foto: Reprodução | Youtube
A defesa do médico Gabriel Almeida se manifestou nesta quinta-feira (27) por meio do escritório Gamil Foppel Advogados Associados, em nota à imprensa, em resposta à operação da Polícia Federal que o envolve. Os advogados afirmam que Almeida não fabrica, manipula ou rotula medicamentos e que sua atuação se restringe à medicina clínica, ensino e palestras. Segundo a defesa, a relação do médico com a Tirzepatida, princípio ativo do Mounjaro, é exclusivamente acadêmica e científica. Em cursos e redes sociais, Almeida promove debates técnicos sobre medicamentos, analisando estudos internacionais e comparando produtos de referência com manipulados. A nota aponta que a investigação da Polícia Federal não acusa falsificação ou adulteração de remédios. Segundo o escritório, foco é jurídico, envolvendo quebra de patente e direitos de propriedade intelectual, sem relação direta com saúde pública. Por fim, os advogados dizem que Almeida atua como prescritor, cabendo ao paciente escolher onde adquirir a medicação, e que a operação envolveu mandados de busca e apreensão sem restringir sua liberdade.
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