Erro faz homem ficar preso por quase 500 dias após ordem de soltura em Irecê
Justiça apura falha que manteve detento no Conjunto Penal de Irecê por mais de um ano depois da expedição do alvará de soltura29 Jul 2026 / 14h30
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Foto: Reprodução | Blog do Anderson
Após ser observada suposta irregularidade na contratação de um escritório de advocacia, o Tribunal de Contas dos Municípios (TCM-BA) multou o ex-prefeito de Barra da Estiva, na Chapada Diamantina, Adriano Carlos Pires, em R$ 8 mil. Segundo o TCM-BA, o contrato, assinado em janeiro de 2016 e com validade de seis meses, custou R$ 396 mil ao cofres da prefeitura. A denúncia foi formulada pelo próprio pai do advogado contratado e, segundo o conselheiro Paolo Marconi, relator do processo, o ex-prefeito não apresentou documentos que justificassem a contratação direta, por inexigibilidade, do escritório de advocacia, bem como não comprovou a existência dos necessários pressupostos da natureza singular do objeto, da notória especialização do sujeito contratado e da inviabilidade da competição. Uma ação foi protocolada no Ministério Público do Estado (MP-BA) para apurar a suspeita de fraude.
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