Queda de bimotor deixa um morto e população leva parte do dinheiro no Paraguai
Aeronave transportava dólares e reais; polícia investiga desaparecimento de parte da carga22 Abr 2026 / 15h50

Artista manteve forte ligação com a Bahia, onde nasceu sua filha Nabiyah Be
Foto: Reprodução | Redes sociais
Jimmy Cliff, ícone do reggae e responsável por popularizar a música jamaicana mundialmente, morreu aos 81 anos. A família confirmou que o artista sofreu uma convulsão provocada por pneumonia. A notícia foi divulgada na madrugada desta segunda-feira (24) pela esposa, Latifa, que destacou que Cliff recebeu acompanhamento médico nas últimas semanas. “Ficamos ao lado dele em todo o processo e somos profundamente gratos ao apoio que sempre recebeu. Ele sentia esse amor”, afirmou Latifa. A família pediu privacidade durante o luto e informou que novas informações serão divulgadas posteriormente. A ligação de Cliff com o Brasil é marcada por momentos importantes. Em Salvador, em 1992, nasceu sua filha Nabiyah Be, fruto do relacionamento com a psicóloga baiana Sônia Gomes da Silva. A jovem estreou no cinema internacional em “Pantera Negra”, trazendo orgulho ao artista e reforçando sua conexão com a Bahia. Com carreira prolífica, Cliff deixou um legado cultural significativo. Sucessos como “The Harder They Come” e “Many Rivers to Cross” atravessaram gerações, consolidando seu impacto na música e no cinema, além de influenciar artistas de diferentes estilos e manter viva a cultura jamaicana globalmente.
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