Pré-candidato, Caiado avalia governo Bolsonaro como fraco e o culpa por retorno de Lula
Governador de Goiás afirma que derrota eleitoral indica falhas na gestão federal26 Abr 2026 / 07h50

Prefeito de Feira de Santana afirma que recebeu convites de aliados dos dois grupos políticos, mas garante que pretende permanecer no cargo.
O prefeito de Feira de Santana, José Ronaldo (União Brasil), afirmou que recebeu convites para disputar o cargo de vice-governador da Bahia em duas possíveis chapas para as próximas eleições estaduais.Segundo ele, os convites partiram de interlocutores ligados ao governador Jerônimo Rodrigues (PT) e ao ex-prefeito de Salvador ACM Neto (União Brasil).A declaração foi feita nesta quarta-feira (11), durante entrevista ao jornalista Dilton Coutinho, no programa Acorda Cidade.“Ser convidado com tanta atenção e respeito para disputar uma vaga de vice-governador é algo que me deixa honrado, me deixa feliz”, afirmou o prefeito.Durante a entrevista, José Ronaldo não revelou quem foram os articuladores responsáveis pelos convites. Segundo ele, as conversas ocorreram dentro do ambiente político comum e fazem parte do processo natural de articulação.“Ser convidado por pessoas respeitadas na Bahia ou no país é algo positivo. Você se sente feliz e agradecido por esse momento”, declarou.Apesar das sondagens, o prefeito afirmou que não pretende deixar o cargo para disputar outra função nas próximas eleições.“É uma decisão que precisa ser bem analisada, mas, no momento, não tenho intenção de deixar a prefeitura”, disse.Encontro com Geddel:José Ronaldo também comentou um encontro ocorrido em janeiro com o ex-ministro Geddel Vieira Lima (MDB).Segundo ele, a reunião não teve como foco a formação de chapas eleitorais, mas sim uma conversa sobre o cenário político da Bahia.Ronaldo relatou que Geddel chegou a mencionar a possibilidade de filiação ao MDB, mas afirmou que o convite foi feito de forma informal, como costuma ocorrer nas articulações partidárias.“O partido está às suas ordens, ele disse. Mas isso é algo normal na política. Já teve dirigente que chegou até a me oferecer presidência de partido, mas eu não tenho essa vontade”, concluiu.
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