Homem morre após ser atropelado por dois veículos na BA‑156, em Caetité
Vítima entrou repentinamente na pista, segundo informações iniciais27 Abr 2026 / 22h20

A luta contra o câncer não pode esperar. A demora em resolver essa crise tem um custo real: vidas.
Foto: Marcos Oliveira | Sudoeste Bahia
A crise na Unidade de Alta Complexidade em Oncologia (Unacon) de Caetité chegou a um ponto insustentável. Os serviços, que deveriam garantir tratamento digno e contínuo a pacientes com câncer de mais de 40 municípios da região, estão praticamente paralisados. A população, já penalizada por meses de descaso, agora clama por uma solução urgente.
Desde o ano passado, a Unacon sofre com a falta de repasses regulares por parte do Governo do Estado, atrasos salariais, demissões de profissionais e abandono da estrutura. A mudança na gestão – com a saída da Fundação Terra Mãe e a entrada do Instituto Provida, contratada pela Prefeitura – não trouxe alívio. Pelo contrário, o cenário se agravou. A maioria dos atendimentos está suspensa, os leitos seguem ociosos e pacientes ficam sem atendimento, sem tratamento e, em muitos casos, sem esperança.
Essa negligência é inadmissível. A saúde da população não pode continuar sendo vítima de burocracia, disputas políticas ou falta de gestão. Em vez de disputas partidárias, é hora de união. A população não quer saber de quem é a culpa: quer solução. O momento exige que Governo do Estado, Prefeitura e representantes políticos deixem as bandeiras de lado e ajam de forma conjunta, responsável e urgente para reerguer a Unacon.
A luta contra o câncer não pode esperar. A demora em resolver essa crise tem um custo real: vidas. É hora de priorizar o bem comum, restaurar os serviços da Unacon e garantir, de forma permanente, o acesso digno à saúde para Caetité e toda a região.
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