Moto furtada é recuperada pela Polícia Militar na BR‑030, em Caetité
Veículo foi encontrado abandonado às margens da rodovia29 Abr 2026 / 10h00

Por: Redação do Sudoeste Bahia
Foto: Marcos Oliveira | Sudoesta Bahia
- O caso da senhora Julia Arcanjo de Jesus, de 65 anos, que estava internada na Unidade Pronto Atendimento (UPA-24 Horas), de Caetité, por conta de problemas renais, adquiriu vasta repercussão na cidade, no último domingo (03), após divulgação um áudio do filho da vítima em que clamava por ajuda. Julia que é moradora do bairro Buenos Aires deu entrada na unidade de saúde com um inchaço na região do abdômen, e aguardava transferência para um leito de UTI. Em virtude do fato, diversos vídeos foram divulgados através das redes sociais e o caso médico adquiriu outra proporção. A Prefeitura Municipal de Caetité afirmou por meio de comunicado divulgado nesta quarta-feira (06), que não houve nenhuma negligência em relação à situação da paciente por parte da Secretaria Municipal de Saúde (SMS) e que todos os procedimentos médicos foram realizados. Ainda segundo a prefeitura, o fato foi explorado de forma antiética e expôs o sofrimento de uma pessoa sem a menor necessidade. “A SMS enfatiza que, de acordo com protocolos estabelecidos, é vedada a entrada de profissionais da saúde que não sejam aqueles que já trabalham naquela unidade de saúde. A SMS ressalta que a paciente foi, assim que deu entrada na UPA-24 Horas, examinada pelos médicos e, de imediato, colocada no Sistema Estadual de Regulação de Vagas, que é de única e exclusiva responsabilidade do Governo do Estado da Bahia. Repudiamos veementemente a exposição desnecessária da paciente em seu momento de fragilidade e dor, bem como do seu prontuário médico, um documento pessoal e sigiloso, que não deve ser exposto de forma desumana, antiética e sensacionalista. Por fim, lamentamos a autopromoção de alguns à custa da dor da população.”
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