Quaest: Rui Costa e Jaques Wagner lideram disputa ao Senado na Bahia
Levantamento ouviu 1.200 pessoas entre 23 e 27 de abril29 Abr 2026 / 09h00

A determinação do governador foi criticada por membros de seu próprio partido
Por: Geovana Oliveira
Foto: Divulgação | Polícia Militar
- Polícia Militar da Bahia encerrou, no último fim de semana, 23 festas conhecidas como “paredão” em todo o estado. De acordo com a PM, nas ocorrências atendidas houve a apreensão de 21 veículos, 40 equipamentos de som, uma arma de fogo, drogas, além da prisão de cinco pessoas em flagrante, cinco conduções por desobediência e oito por desacato. Segundo a corporação, os eventos são patrocinados "por grupos criminosos que fomentam a comercialização de drogas e a perturbação pública, especialmente nos finais de semana". Na última quarta-feira (13), o governador da Bahia, Rui Costa (PT), afirmou que não iria "permitir mais nenhuma festa de paredão na Bahia". A decisão, criticada por membros de seu próprio partido, aconteceu um dia após uma chacina no bairro do Uruguai, em Salvador, onde um grupo armado atacou uma festa paredão e deixou 6 mortos 18 feridos. A vereadora Maria Marighella (PT) criticou a decisão do governador. Em sua conta no Twitter, Maria Marighella escreveu que, uma vez que manifestações como o samba e o candomblé já foram proibidos, a proibição aos paredões não pode ser naturalizada. "A cultura das periferias precisam (sic) de políticas, mediações e reconhecimento", publicou a vereadora.
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