Angelo Coronel não descarta sabotagem após susto em voo de ACM Neto
Parlamentar afirmou que Cenipa e Polícia Federal devem apurar se houve falha mecânica, humana ou ação provocada.11 Jun 2026 / 13h30

Foto: Marcos Oliveira | Sudoeste Bahia
Deputado federal eleito como suplente em 2018, Charles Fernandes (PSD) negou envolvimento na ação que determinou a sua diplomação no lugar do colega Luiz Caetano (PT). Da mesma base que o ex-prefeito de Camaçari, Fernandes aparece como autor do processo que resultou na decisão assinada pela presidente do Tribunal Superior Eleitoral (TSE), ministra Rosa Weber, e selou a cassação do diploma de Caetano. “Eu estava em Brasília no dia e o advogado que fez isso, fez sem minha autorização”, disse Charles Fernandes ao afirmar que afastou Danilo Matos Cavalcante de Souza da sua defesa após a situação. Caetano disputava na Justiça o direito de assumir o mandato após ser enquadrado pela Lei da Ficha Limpa por improbidade administrativa. Após sentença do TSE em favor da sua diplomação no lugar do colega, o ex-prefeito de Guanambi ainda declarou que teria prontamente ligado para Caetano. “Liguei para dizer que não tinha sido iniciativa minha. O advogado não tinha essa autorização. Respeito as instituições, mas nunca faria isso, em hipótese nenhuma, com nosso colega”, concluiu. A sentença garantiu mais um lugar social-democrata na Câmara dos Deputados e menos um para o PT do governador Rui Costa. Charles Fernandes irá essa semana pegar o diploma de deputado federal. Sobre os próprios questionamentos que enfrenta na Justiça, o parlamentar diz que mantém “consciência tranquila”. “O diploma está pronto. Enfrentei diversos desafios para ser deputado federal”, completou. Fernandes foi condenado por abuso de poder político em benefício pessoal ou de terceiros. As informações são do Bahia Notícias.
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