NRS reforça alerta após aumento de arboviroses no sudoeste baiano
Autoridades destacam papel da população no combate ao mosquito transmissor.
Ouvir Notícia
Narração automática (IA)Ouvindo Notícia
Narração automática (IA)
Foto: Reprodução
O aumento de casos de arboviroses no sudoeste da Bahia levou o Núcleo Regional de Saúde a reforçar o alerta à população sobre medidas de prevenção.A preocupação ocorre em um período favorável à proliferação do mosquito transmissor de doenças como dengue, chikungunya e zika.Segundo a coordenadora do núcleo, Karolina Rebouças, apesar do controle em parte dos municípios, o cenário ainda exige atenção contínua.De acordo com ela, ações de capacitação de agentes de saúde vêm sendo realizadas, mas não são suficientes sem a colaboração da população.O principal foco, segundo o órgão, é evitar o acúmulo de água parada e lixo em residências, ambientes que favorecem a reprodução do mosquito.As autoridades reforçam que o combate às arboviroses depende de ação conjunta entre poder público e moradores, especialmente em períodos de clima propício à disseminação das doenças.
Em 2023, aumentaram os casos de dengue, zika e chikungunya devido ao forte calor
Somente em 2023, 1,6 milhão de casos da doença foram registrados no país, sendo a segunda pior marca desde o ano 2000
Ouvir Notícia
Narração automática (IA)Ouvindo Notícia
Narração automática (IA)
Foto: Reprodução
- O forte calor deste ano já tem aumentado o número de casos de dengue, zika e chikungunya. Somente em 2023, 1,6 milhão de casos da doença foram registrados no país, sendo a segunda pior marca desde o ano 2000, quando o Ministério da Saúde começou a fazer esse registro. Dados do Ministério da Saúde apontam que mais de mil pessoas morreram por causa da dengue este ano (1.037), até o mês de novembro, quase o mesmo número registrado em todo o ano de 2022 (1.053). Os casos de zika também estão crescendo, com 7 mil casos confirmados (7.019) em 2023, até este mês. A chikungunya vem acompanhando esse cenário, com mais de 141 mil casos registrados desde janeiro (141.685). De acordo com o Ministério da Saúde ,essas doenças chegaram mais cedo este ano no Brasil e em outras regiões das Américas e é necessário reforçar o combate ao mosquito.
Brasil registra alta nos casos de zika vírus em relação a 2022
O nordeste ocupa o segundo lugar no ranking das regiões mais afetadas, com quase 3 mil casos notificados
Ouvir Notícia
Narração automática (IA)Ouvindo Notícia
Narração automática (IA)
Foto: Reprodução
- Do início do ano até 8 de julho, o Brasil registrou mais de 8 mil casos de Zika Vírus ao redor do país. O número representa um aumento de quase 44% em relação ao mesmo período do ano passado. O sudeste é a região que lidera o ranking de mais casos registrados, já o nordeste aparece em segundo lugar, com quase 3 mil notificações. Segundo o Ministério da Saúde, os dados "são preliminares e estão sujeitos a alterações". A pasta também explicou que a vigilância de infecções causadas pelo vírus zika "são de notificação compulsória, ou seja, todo caso suspeito ou confirmado deve ser obrigatoriamente notificado aos serviços de saúde”.























