Bolsa Família terá aumento de 15% e valor mínimo passará para R$ 691
Bolsa Família terá aumento de 15% e valor mínimo passará para R$ 691
Governo estima impacto de R$ 5,8 bilhões em 2026 e R$ 22 bilhões em 2027.
Por: Redação Sudoeste Bahia
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- Presidente Luiz Inácio Lula da Silva anunciou um reajuste de cerca de 15% no Bolsa Família, elevando o valor mínimo de R$ 600 para R$ 691 e a média de pagamento de R$ 675 para R$ 777. A medida, divulgada no Palácio do Planalto a 17 dias das eleições presidenciais, deve impactar R$ 5,8 bilhões nas contas públicas em 2026 e R$ 22 bilhões em 2027, segundo o ministro do Planejamento Bruno Moretti, e está alinhada à recomposição da inflação acumulada desde 2023.
- O benefício, que voltou a se chamar Bolsa Família em 2023 após ter sido chamado Auxílio Brasil sob o governo Bolsonaro, não recebia reajuste desde então. O ministro do Desenvolvimento e Assistência Social, Wellington Dias, ressaltou que a legislação permite novas correções, reforçando o compromisso do governo com a proteção das famílias de baixa renda.
Foto: Reprodução
O presidente Luiz Inácio Lula da Silva anunciou nesta quinta-feira (17) um reajuste de aproximadamente 15% no Bolsa Família. Com a mudança, o valor mínimo do benefício passará de R$ 600 para R$ 691, enquanto o pagamento médio deverá subir de R$ 675 para R$ 777, segundo informações do governo federal. O anúncio foi feito no Palácio do Planalto, a 17 dias do primeiro turno das eleições presidenciais. De acordo com o ministro do Planejamento e Orçamento, Bruno Moretti, o reajuste terá impacto de R$ 5,8 bilhões nas contas públicas em 2026 e de R$ 22 bilhões em 2027. O ministro afirmou que a medida prevê a recomposição da inflação acumulada desde o início do atual governo, em 2023, e que os gastos estão dentro do espaço fiscal disponível. Já o ministro do Desenvolvimento e Assistência Social, Wellington Dias, afirmou que a legislação prevê a possibilidade de correção dos valores. O benefício mínimo de R$ 600 foi estabelecido em 2022, durante o governo de Jair Bolsonaro, quando o programa se chamava Auxílio Brasil. Em março de 2023, a gestão Lula retomou o nome Bolsa Família. Desde então, os valores não haviam sido reajustados.
Bolsa Família ajudou 5,1 milhões a deixar programa, diz ministro
Bolsa Família ajudou 5,1 milhões a deixar programa, diz ministro
Segundo Wellington Dias, famílias deixaram o programa após aumento de renda e ingresso no mercado de trabalho.
Por: Redação Sudoeste Bahia
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- O ministro do Desenvolvimento e Assistência Social, Família e Combate à Fome, Wellington Dias, afirmou que 5,1 milhões de famílias deixaram o Bolsa Família após aumentarem a renda e conquistarem autonomia financeira. Segundo ele, os beneficiários deixaram o programa porque passaram a trabalhar e não por desejo de permanecer indefinidamente.
- A declaração de Wellington Dias rebate críticas recentes de apresentadores e destaca a eficácia do programa social, que permite a superação da pobreza e a melhora dos indicadores sociais do país.
Foto: Fabio Rodrigues-Pozzebom / Agência Brasil
O ministro do Desenvolvimento e Assistência Social, Família e Combate à Fome, Wellington Dias, afirmou nesta quarta-feira (27) que 5,1 milhões de famílias deixaram o Bolsa Família desde 2023 após aumentarem a renda e conquistarem autonomia financeira. Segundo ele, o número representa cerca de 15 milhões de pessoas beneficiadas diretamente. A declaração foi dada durante o programa “Bom Dia, Ministro”, produzido pela Empresa Brasil de Comunicação. De acordo com o ministro, os dados desmontam a ideia de que beneficiários tentam permanecer no programa indefinidamente. “Saíram do Bolsa Família porque passaram a trabalhar”, afirmou. A fala também rebate críticas recentes do apresentador Luciano Huck, que sugeriu que parte dos beneficiários buscaria permanecer no programa “eternamente”. Para Wellington Dias, esse tipo de percepção está ligado a preconceitos históricos contra a população mais pobre. O ministro citou estudos para defender a eficácia do programa social. Segundo levantamento da Fundação Getulio Vargas em parceria com o Banco Mundial, cerca de 70% da primeira geração de beneficiários superou a pobreza, principalmente por meio da educação. Dados do Programa das Nações Unidas para o Desenvolvimento também foram usados pelo ministro para destacar a melhora dos indicadores sociais do país. Segundo ele, o Brasil alcançou índice de desenvolvimento humano considerado “muito alto”. Wellington Dias afirmou ainda que 5,9 milhões de inscritos no Cadastro Único atuam hoje como pequenos empreendedores, muitos deles empregando outras pessoas. De acordo com o ministro, mais de 6 milhões de brasileiros ascenderam às classes A, B e C desde a criação do Bolsa Família.
























