Apoiador chama prefeita Sheila Lemos de “comunista” em aeroporto de Conquista
Apoiador chama prefeita Sheila Lemos de “comunista” em aeroporto de Conquista
Mobilização ocorre em meio a uma disputa política envolvendo aliados da prefeita Sheila Lemos.
Por: Redação Sudoeste Bahia
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- A presença de apoiadores do candidato à Presidência Flávio Bolsonaro (PL) movimentou o aeroporto de Vitória da Conquista na manhã de 17 de julho, com imagens mostrando um grupo reunido no terminal. Em um dos vídeos, um apoiador chamou a prefeita Sheila Lemos (União Brasil) de “comunista”, supostamente ligado a uma alegada restrição de acesso da vereadora Lara Fernandes ao local onde o candidato seria recebido.
- O episódio ocorre em meio a uma disputa política local: Lara Fernandes acusou a gestão municipal de favorecer Wagner Alves (União Brasil), marido da prefeita, nas eleições de outubro para a Assembleia Legislativa da Bahia. Até o momento, não há esclarecimentos oficiais sobre o incidente no aeroporto.
Foto: Leitor Sudoeste Bahia - Whatsapp
A presença de apoiadores do candidato à Presidência da República Flávio Bolsonaro (PL) movimentou o aeroporto de Vitória da Conquista, no sudoeste da Bahia, na manhã desta quinta-feira (17). Imagens registradas mostram um grupo reunido dentro do terminal. Em um dos vídeos, um apoiador chama a prefeita de Vitória da Conquista, Sheila Lemos (União Brasil), de “comunista”. Até o momento, não há confirmação sobre o motivo da declaração. Uma das hipóteses levantadas é que a reação tenha relação com uma suposta restrição de acesso à vereadora Lara Fernandes ao local onde Flávio Bolsonaro seria recebido. A situação teria sido atribuída à prefeita, mas as circunstâncias do episódio não foram esclarecidas. Nos últimos dias, Lara Fernandes acusou a gestão municipal de favorecer a candidatura de Wagner Alves (União Brasil), marido de Sheila Lemos. Tanto a vereadora quanto Wagner disputam uma vaga na Assembleia Legislativa da Bahia (AL-BA) nas eleições de outubro e integram a base política da prefeita. A acusação envolvendo a suposta restrição de acesso e a manifestação do apoiador ocorrem em meio a esse cenário de disputa política. Até o momento, não foram divulgados esclarecimentos sobre o episódio no aeroporto.
Vereadora acusa aliado de Sheila Lemos de usar hospital para obter votos em Vitória da Conquista
Lara Fernandes fez denúncia durante sessão da Câmara; Wagner Alves nega irregularidades, anuncia ação por calúnia e Fundação Municipal de Saúde afirma que procedimentos seguem critérios técnicos.
Por: Redação Sudoeste Bahia
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- Vereadora Lara Fernandes (Republicanos) acusou o candidato Wagner Alves (União) de usar cirurgias e serviços do Hospital Municipal Esaú Matos para angariar votos nas eleições para a Assembleia Legislativa, alegando compra de votos e interferência na rede pública de saúde. A denúncia foi feita na sessão da Câmara de Vereadores, porém a parlamentar não apresentou documentos ou nomes de pacientes que comprovem a prática.
- Wagner Alves, conhecido como Wagner de Sheila, negou as acusações em entrevista ao programa Brasil Notícias e entrou com queixa‑crime por calúnia. A Fundação Municipal de Saúde de Vitória da Conquista reforçou que os procedimentos eletivos seguem as normas do SUS e não há vínculo político nas cirurgias realizadas.
Foto: Câmara de Vitória da Conquista
A vereadora de Vitória da Conquista e candidata a deputada estadual, Lara Fernandes (Republicanos), acusou o também candidato ao cargo, Wagner Alves (União), de utilizar serviços e cirurgias do Hospital Municipal Esaú Matos para conquistar apoio eleitoral. A declaração foi feita durante sessão da Câmara de Vereadores. Segundo informações, Lara afirmou que a suposta prática configuraria compra de votos e interferência indevida na rede pública de saúde. No entanto, durante o pronunciamento, a parlamentar não apresentou documentos, nomes de pacientes ou outras provas que sustentassem a acusação. Lara Fernandes e Wagner Alves integram a base política da prefeita Sheila Lemos (União) e do ex-prefeito de Salvador, ACM Neto. Em resposta, Wagner Alves, conhecido como Wagner de Sheila, negou as acusações durante entrevista ao programa Brasil Notícias. Ele afirmou que ingressou com uma queixa-crime contra a vereadora por calúnia. "Lara, você mentiu. Eu não sou servidor público municipal, não faço parte da prefeitura e não posso, em hipótese alguma, utilizar o nome de qualquer instituição pública para angariar votos", declarou. Em nota, a Fundação Municipal de Saúde de Vitória da Conquista informou que os procedimentos eletivos realizados no Hospital Municipal Esaú Matos seguem os fluxos de regulação do Sistema Único de Saúde (SUS) e critérios técnicos estabelecidos por resoluções estaduais voltadas à redução da fila de espera. A fundação ressaltou ainda que não existe qualquer vinculação político-partidária na realização das cirurgias e demais atendimentos prestados pela unidade de saúde.
TRE-BA nega liminar contra prefeita de Vitória da Conquista e marido por suposto abuso de poder
Relator afirmou que acusações ainda não apresentam provas concretas de desvio de finalidade ou uso da máquina pública.
Por: Redação Sudoeste Bahia
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- O Tribunal Regional Eleitoral da Bahia (TRE-BA) negou a liminar apresentada pelo deputado Dr. Marcos Adriano (PDT) contra a prefeita de Vitória da Conquista, Sheila Lemos (União), e seu marido, Wagner Alves (União), candidato a deputado estadual. A denúncia acusava a gestão municipal de abuso de poder político e econômico por meio da criação de cargos comissionados para aliados e uso de eventos oficiais, como o Arraiá da Conquista, para autopromoção eleitoral.
- Ao rejeitar o pedido, o relator, desembargador Abelardo Paulo da Matta Neto, destacou a ausência de provas concretas preliminares de finalidade eleitoral nas nomeações, justificou a presença de Wagner em eventos públicos por ser cônjuge da prefeita e pontuou que manifestações de servidores em redes pessoais estão resguardadas pela liberdade de expressão. A ação continuará em tramitação para análise de mérito.
Foto: Reprodução | Redes Sociais
O Tribunal Regional Eleitoral da Bahia (TRE-BA) negou a liminar que pedia medidas contra a prefeita de Vitória da Conquista, Sheila Lemos (União), e o marido dela, Wagner Alves (União), candidato a deputado estadual, por suspeita de abuso de poder político e econômico. A ação foi apresentada pelo deputado Dr. Marcos Adriano (PDT), que acusa a Prefeitura de usar a estrutura pública para favorecer a candidatura de Wagner. Entre as alegações estão a criação, desde 2025, de cerca de 140 cargos comissionados que teriam sido destinados a aliados políticos, ex-candidatos e parentes de vereadores da base em troca de apoio eleitoral, além do suposto uso de redes sociais de servidores para promoção política. A denúncia também cita a participação de Wagner no Arraiá da Conquista 2026, evento promovido pela prefeitura, onde ele concedeu entrevistas e teve destaque. O autor da ação pediu que a Justiça Eleitoral proibisse a Prefeitura de dar tratamento privilegiado ao candidato em eventos oficiais e de realizar novas nomeações que pudessem beneficiar apoiadores ou parentes de aliados. O desembargador Abelardo Paulo da Matta Neto, relator do processo, rejeitou os pedidos. Segundo o magistrado, nesta fase não há provas concretas de que a criação dos cargos tenha ocorrido com finalidade eleitoral, e uma intervenção na administração municipal seria inadequada com base apenas em reportagens e presunções. Sobre a participação de Wagner na festa, o relator afirmou que sua presença não poderia ser restringida e que, por ser marido da prefeita, havia justificativa para sua presença no evento, sem evidências iniciais de pedido de votos ou desvirtuamento da programação. O desembargador também considerou que publicações feitas por servidores e secretários em perfis pessoais estão protegidas pela liberdade de expressão, na ausência de indícios de uso de recursos públicos ou coação. O processo continuará em tramitação no TRE-BA, com produção de provas e posterior julgamento do mérito, quando será analisada a existência ou não de abuso de poder e eventual aplicação das sanções previstas na legislação eleitoral, incluindo cassação e inelegibilidade.
























