Senadores bolsonaristas votam contra fim da escala 6x1 no Senado
Senadores bolsonaristas votam contra fim da escala 6x1 no Senado
Rogério Marinho, Jaime Bagattoli, Tereza Cristina e Hamilton Mourão foram contrários à PEC que reduz jornada de 44 para 40 horas semanais
Por: Redação Sudoeste Bahia
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- Quatro senadores da oposição – Rogério Marinho (PL‑RN), Jaime Bagattoli (PL‑RO), Tereza Cristina (PP‑MS) e Hamilton Mourão (Republicanos‑RS) – votaram contra a PEC 221/2019, que propõe o fim da escala 6x1 e a redução da jornada máxima semanal de 44 para 40 horas. Na Comissão de Constituição e Justiça (CCJ) do Senado, o debate durou quase cinco horas, com Marinho pedindo vista regimental e suspendendo a sessão por uma hora, enquanto Bagattoli alertou que a medida pode elevar custos para as empresas.
- A proposta, que também estabelece dois dias de repouso remunerado e permite jornada de até oito horas diárias com compensação por acordo coletivo, foi aprovada na CCJ apesar dos quatro votos contrários. Agora segue para o Plenário, onde precisará ser aprovada em dois turnos, com no mínimo 49 votos favoráveis em cada votação, para entrar em vigor.
Foto: Reprodução
Quatro senadores ligados à oposição votaram contra a proposta de emenda à Constituição (PEC) que prevê o fim da escala 6x1 no mercado de trabalho. Rogério Marinho (PL-RN), Jaime Bagattoli (PL-RO), Tereza Cristina (PP-MS) e Hamilton Mourão (Republicanos-RS) foram os únicos votos contrários registrados na Comissão de Constituição e Justiça (CCJ) do Senado, que aprovou a matéria nesta quarta-feira (2). A PEC 221/2019 segue agora para análise do Plenário. Durante a discussão, Rogério Marinho chegou a pedir vista regimental após quase cinco horas de debate, provocando a suspensão da reunião por uma hora. O senador também defendeu que a Constituição não estabeleça uma escala fixa de trabalho. Jaime Bagattoli argumentou que a redução da jornada poderá elevar os custos das empresas e afetar a produção. "Não estou pensando em política, estou pensando nas futuras gerações", afirmou. Relatada pelo senador Omar Aziz (PSD-AM), a proposta reduz de 44 para 40 horas a jornada máxima semanal e estabelece dois dias de repouso semanal remunerado, sem redução salarial. O texto prevê ainda jornada de até oito horas diárias, com possibilidade de compensação por acordo ou convenção coletiva. A aprovação na CCJ ocorreu mesmo com os quatro votos contrários. Para entrar em vigor, a PEC ainda precisa ser aprovada pelo Plenário do Senado em dois turnos, com pelo menos 49 votos favoráveis em cada votação.
























