17º BPM participa de fórum sobre proteção de crianças em Guanambi
17º BPM participa de fórum sobre proteção de crianças em Guanambi
Evento reuniu representantes da segurança pública, Justiça, Educação e sociedade civil para fortalecer ações de combate à violência sexual infantojuvenil.
Por: Redação Sudoeste Bahia
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- A Polícia Militar participou do 1º Fórum Municipal "Romper o Silêncio" em Guanambi, reforçando o compromisso com ações preventivas contra abuso e exploração sexual de crianças e adolescentes. O evento contou com palestras e apresentações educativas para debater o enfrentamento à violência sexual e incentivar a participação da comunidade na construção de uma rede de apoio no município.
- Além de promover ações preventivas, o fórum buscou ampliar o debate sobre o enfrentamento à violência sexual e fortalecer as políticas públicas de proteção à infância e adolescência. A Polícia Militar destaca que a participação reforça o compromisso da corporação com ações que visam conscientizar a população sobre a importância de denunciar e trabalhar juntos para proteger os menores.
Foto: Divulgação | Polícia Militar - 17ºBPM
O 17º Batalhão da Polícia Militar participou, nesta segunda-feira (25), do 1º Fórum Municipal “Romper o Silêncio e Fortalecer a Rede de Proteção”, realizado na Câmara de Vereadores de Guanambi. O encontro integrou as ações da campanha “Faça Bonito”, mobilização nacional voltada ao combate ao abuso e à exploração sexual de crianças e adolescentes, lembrado anualmente em 18 de maio. O evento reuniu representantes das áreas de segurança pública, saúde, educação, Justiça e sociedade civil com o objetivo de fortalecer o trabalho integrado da rede de proteção no município. Durante a programação, o promotor de Justiça Miller Castro ministrou uma palestra sobre os aspectos legais relacionados ao enfrentamento da violência sexual infantojuvenil. Na apresentação, ele destacou a importância das denúncias e da atuação conjunta entre os órgãos responsáveis pela proteção de crianças e adolescentes. O fórum também contou com uma apresentação teatral educativa, abordando de maneira sensível os sinais de abuso e a necessidade de romper o silêncio diante de situações de violência. Segundo a Polícia Militar, a participação do 17º BPM reforça o compromisso da corporação com ações preventivas, educativas e de conscientização social, além do fortalecimento das políticas públicas de proteção à infância e adolescência. A iniciativa buscou ampliar o debate sobre o enfrentamento à violência sexual e incentivar a participação da comunidade na construção de uma rede de apoio mais efetiva no município.
Homem mostra partes íntimas a adolescente e acaba preso em Guanambi
Homem mostra partes íntimas a adolescente e acaba preso em Guanambi
Adolescente de 17 anos denunciou trabalhador da construção civil que teria exibido genitália em via pública; polícia encaminhou suspeito à delegacia.
Por: Redação Sudoeste Bahia
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- Um homem de 29 anos foi conduzido à Delegacia de Polícia Civil de Guanambi, no sudoeste da Bahia, no último sábado (23), sob suspeita de importunação sexual contra uma adolescente de 17 anos. O incidente ocorreu nas proximidades do estádio municipal, no bairro São Francisco, e mobilizou equipes da Polícia Militar após o pai da vítima relatar que o suspeito, um trabalhador da construção civil, teria exibido suas partes íntimas à jovem quando ela retornava de um mercadinho.
- Os militares localizaram o suspeito na obra e o encaminharam à delegacia para registro da ocorrência. A importunação sexual é um crime previsto no artigo 215-A do Código Penal, com pena de um a cinco anos de prisão. A Polícia Civil dará continuidade às investigações para apurar as circunstâncias e ouvir testemunhas, ressaltando a importância da denúncia imediata em casos de violência sexual.
Foto: Marcos Oliveira | Sudoeste Bahia
Um homem de 29 anos foi conduzido à Delegacia de Polícia Civil de Guanambi, no sudoeste da Bahia, na manhã de sábado (23), suspeito de cometer importunação sexual contra uma adolescente de 17 anos. O caso ocorreu nas proximidades do estádio municipal, no bairro São Francisco, e mobilizou equipes do 17º Batalhão da Polícia Militar. De acordo com informações da corporação, os policiais realizavam patrulhamento pela Rua Dr. José Humberto Nunes quando foram abordados por um homem de 56 anos. Ele relatou que sua filha havia sido vítima de um trabalhador da construção civil instalada na região. Segundo o relato, o suspeito teria mostrado as partes íntimas para a jovem. A adolescente contou que retornava de um mercadinho quando percebeu o homem atrás do portão da obra, com as calças abaixadas, exibindo a região genital. Assustada, ela procurou o pai, que imediatamente acionou a polícia. Os militares localizaram o suspeito na parte superior da construção e o conduziram à delegacia, junto com a vítima e o solicitante. Na unidade policial, o caso foi registrado e as medidas cabíveis foram adotadas. A importunação sexual é crime previsto no artigo 215-A do Código Penal, com pena de um a cinco anos de prisão. A legislação considera como importunação qualquer ato libidinoso praticado sem consentimento da vítima, em espaços públicos ou privados. A Polícia Civil dará continuidade às investigações para apurar as circunstâncias do episódio e ouvir testemunhas. O caso reforça a importância da denúncia imediata em situações de violência sexual, garantindo proteção às vítimas e responsabilização dos autores.
Homem é preso após mulher denunciar agressões, ameaças e violência sexual em Palmas de Monte Alto
Vítima buscou ajuda no fórum da cidade e relatou agressões recorrentes
Por: Redação Sudoeste Bahia
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- Um homem de 38 anos foi preso acusado de agressões, ameaças e violência sexual contra a companheira em Palmas de Monte Alto, na Bahia. A vítima, de 39 anos, já tinha uma medida protetora, mas foi pressionada a revogá-la e relatou que foi obrigada a manter relação sexual contra a vontade. O suspeito negou as acusações e foi autuado.
Foto: Divulgação | Policia Militar
Um homem de 38 anos foi preso na tarde de quinta‑feira (14) após ser denunciado por agressões, ameaças e violência sexual contra a companheira em Palmas de Monte Alto, no sudoeste da Bahia. A vítima, de 39 anos, procurou ajuda no fórum da cidade, onde relatou que vinha sofrendo agressões físicas e psicológicas. Ela afirmou aos policiais que já tinha uma medida protetiva contra o suspeito, mas disse ter sido pressionada a revogá‑la. A mulher também contou que, na manhã do mesmo dia, foi obrigada a manter relação sexual contra a vontade. Além disso, denunciou supostos maus‑tratos praticados pelo homem contra o filho autista da família. Após receber as informações, equipes da Polícia Militar fizeram buscas e localizaram o suspeito. Ele foi detido e levado para a delegacia. Em depoimento, negou as acusações. O homem foi autuado e permanece à disposição da Justiça. O caso é investigado pela Polícia Civil.
Violência doméstica silencia evangélicas no interior da Bahia
Violência doméstica silencia evangélicas no interior da Bahia
Levantamento nacional revela alto índice de agressões entre mulheres evangélicas. Em Carinhanha, relatos expõem silêncio imposto pela fé e pela cultura.
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Foto: Câmara dos Deputados
Uma em cada quatro mulheres evangélicas no Brasil já sofreu algum tipo de violência doméstica, segundo a pesquisa “Visível e Invisível: Vitimização de Mulheres no Brasil”, realizada pelo Fórum Brasileiro de Segurança Pública. Este é o primeiro levantamento da instituição que utiliza a religião como fator de análise. Após a divulgação destes dados, moradoras de Carinhanha, no oeste da Bahia, informaram que vivem ou viveram situações semelhantes. A maioria optou pelo anonimato, temendo represálias e expondo a omissão das lideranças religiosas diante dos abusos.Uma dessas mulheres, evangélica há mais de duas décadas, relatou que sofreu agressões físicas e psicológicas ao longo de 15 anos de casamento. Segundo ela, os sinais começaram cedo. “No segundo ano, ele já demonstrava ciúmes excessivos, até com irmãos da igreja. No terceiro, vieram as primeiras agressões”, contou. Noemia*, de 45 anos, também compartilhou sua experiência. Ela afirma ter sido forçada a manter relações sexuais com o então companheiro, ue usava argumentos religiosos para justificar os abusos.“Ele dizia que meu corpo pertencia a ele, porque éramos casados, e usava a Bíblia pra validar isso. Eu chorava, resistia, mas ele não parava”, relatou.Noemia conta que, por muito tempo, acreditou que a culpa era dela. Passou a buscar respostas na fé, orando para mudar seus sentimentos.“Procurei ajuda com a esposa de um pastor e descobri que ela vivia o mesmo. Muitas mulheres passam por isso, mas a igreja silencia”, lamenta. A omissão de líderes religiosos, apontada nos depoimentos, contribui para que casos de violência permaneçam ocultos. Segundo o IBGE, os evangélicos representam o segmento religioso que mais cresce no país, o que torna ainda mais urgente o enfrentamento dessa realidade nas comunidades de fé.Nota: Os nomes das vítimas foram alterados para preservar sua identidade. Nenhuma denominação religiosa foi citada por questões de segurança. Com informações do Portal Folha do Vale.























