Homem é preso em Guanambi suspeito de estuprar criança de 10 anos
Homem é preso em Guanambi suspeito de estuprar criança de 10 anos
Prisão preventiva foi cumprida durante a Operação Malhas da Lei; vítima recebe acompanhamento psicossocial.
Por: Redação Sudoeste Bahia
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- Um homem de 26 anos foi preso pela Polícia Civil em Guanambi (BA) na quarta‑feira (9) sob acusação de estupro de vulnerável contra uma criança de 10 anos. A prisão preventiva ocorreu durante a Operação Malhas da Lei, após investigação iniciada em janeiro que apontou abusos recorrentes no ambiente familiar.
- O suspeito foi localizado pelas equipes do GATTI/Semiárido e da Delegacia Territorial, permanecendo custodiado e à disposição da Justiça. A vítima foi acolhida pela rede de proteção municipal e encaminhada para acompanhamento psicossocial, enquanto a apuração do caso segue sob responsabilidade da Polícia Civil.
Foto: Divulgação | Policia Civil
Um homem de 26 anos foi preso pela Polícia Civil na quarta-feira (9), em Guanambi, no sudoeste da Bahia, suspeito de estupro de vulnerável contra uma criança de 10 anos. A prisão preventiva foi cumprida durante a Operação Malhas da Lei, após meses de investigação conduzida pela Delegacia Territorial do município. Segundo a Polícia Civil, as apurações tiveram início em janeiro deste ano e indicam que a vítima teria sofrido abusos sexuais de forma recorrente por aproximadamente três meses. O crime, conforme a investigação, teria ocorrido no ambiente familiar. O suspeito foi localizado por equipes do Grupo de Apoio Tático e Técnico à Investigação (GATTI/Semiárido) e da Delegacia Territorial de Guanambi, sendo encaminhado à unidade policial para os procedimentos legais. Ele permanece custodiado e à disposição da Justiça. A criança foi acolhida pela rede de proteção do município e encaminhada para acompanhamento psicossocial especializado. A identidade da vítima não foi divulgada, conforme determina a legislação, para preservar sua integridade e evitar qualquer forma de identificação. A investigação continua sob responsabilidade da Polícia Civil.
Unicef: quase 20 milhões de crianças sofreram abuso sexual facilitado pela internet
Pesquisa aponta que redes sociais e aplicativos de mensagens concentram a maior parte dos casos.
Por: Redação Sudoeste Bahia
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- Um relatório do UNICEF alerta que cerca de 20 milhões de jovens entre 12 e 17 anos foram vítimas de exploração ou abuso sexual facilitado pela tecnologia em apenas um ano, com 9 milhões coagidos a manter conversas de conteúdo sexual ou a enviar imagens íntimas contra a vontade. As redes sociais e aplicativos de mensagens respondem por aproximadamente 60 % dos casos, enquanto jogos online representam 14 % das ocorrências, e mais de 40 % das vítimas nunca denunciaram o crime.
- No Brasil, 19 % dos adolescentes entrevistados – quase 3 milhões – relataram sofrer violência sexual online, mas menos de 1 % dos casos foram oficialmente denunciados. O UNICEF recomenda fortalecer a orientação familiar, a educação digital e ampliar os canais de denúncia para proteger crianças e adolescentes no ambiente virtual.
Foto: Reprodução
Um relatório divulgado pelo Fundo das Nações Unidas para a Infância (Unicef) acendeu um alerta sobre a violência sexual contra crianças e adolescentes no ambiente digital. Segundo o estudo, cerca de 20 milhões de jovens entre 12 e 17 anos foram vítimas de exploração ou abuso sexual facilitado pela tecnologia em apenas um ano, considerando dados de 21 países. A pesquisa mostra que aproximadamente 9 milhões de adolescentes foram coagidos a participar de conversas de conteúdo sexual ou a enviar imagens íntimas contra a própria vontade. Outros 4 milhões tiveram fotos ou vídeos vazados, enquanto 15 milhões foram expostos a conteúdos sexuais indesejados. O levantamento indica ainda que mais de 40% das vítimas nunca haviam contado o que aconteceu, o que reforça a preocupação com a subnotificação desses crimes. As redes sociais e aplicativos de mensagens responderam por cerca de 60% dos casos, com destaque para plataformas como Instagram, Facebook, Snapchat, TikTok e WhatsApp. Já os jogos online representaram 14% das ocorrências. No Brasil, o cenário também preocupa: 19% dos adolescentes entrevistados, o equivalente a quase 3 milhões de jovens, afirmaram ter sofrido algum tipo de violência sexual facilitada pela internet. Mesmo assim, menos de 1% dos casos foi oficialmente denunciado. O estudo também revela que, em muitos episódios, os agressores fazem uso de chantagem emocional e ameaças para obrigar as vítimas a enviar novas imagens ou manter conversas de teor sexual. Para o Unicef, o fortalecimento da orientação às famílias, da educação digital e dos canais de denúncia é fundamental para combater esse tipo de crime e proteger crianças e adolescentes no ambiente virtual.
Polícia Civil prende suspeito de estuprar criança de 7 anos na zona rural de Caculé
Investigado foi preso durante a Operação Malhas da Lei e está à disposição da Justiça.
Por: Redação Sudoeste Bahia
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- A Polícia Civil de Caculé prendeu um homem de 39 anos suspeito de estupro de vulnerável contra uma criança de 7 anos, crime ocorrido em agosto na zona rural. O suspeito, ex‑marido de familiar da vítima, foi detido durante a Operação Malhas da Lei e encaminhado à Delegacia Territorial de Guanambi.
- A criança recebeu atendimento psicossocial conforme o Estatuto da Criança e do Adolescente, enquanto a polícia investiga possíveis novos episódios de violência sexual. O caso reforça a atuação das forças de segurança na proteção de menores no interior da Bahia.
Foto: Flávia Vieira | Ascom SSP
A Polícia Civil prendeu nesta sexta-feira (4) um homem de 39 anos investigado por estupro de vulnerável contra uma criança de 7 anos, no município de Caculé. Segundo as investigações, o crime aconteceu em agosto deste ano, na zona rural da cidade. O suspeito mantinha contato com a vítima por ser ex-marido de uma pessoa da família, e a polícia apura a possibilidade de outros episódios de violência sexual envolvendo a mesma criança. A prisão preventiva foi cumprida por equipes da Delegacia Territorial de Caculé durante a Operação Malhas da Lei. Após ser capturado, o investigado foi encaminhado para a Delegacia Territorial de Guanambi, onde permanece custodiado à disposição da Justiça. A criança foi encaminhada para atendimento psicossocial no município, conforme as medidas de proteção previstas no Estatuto da Criança e do Adolescente (ECA).
Médico e ex-militar são presos suspeitos de sequestro, tortura e estupro em Barreiras
Segundo a Polícia Civil, crime ocorreu em setembro de 2025 e teria sido motivado pelo fim do relacionamento entre o médico e a vítima.
Por: Redação Sudoeste Bahia
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- Três suspeitos foram presos em Barreiras (Extremo Oeste da Bahia) após a Polícia Civil investigar um crime de sequestro, tortura e estupro de um homem de 27 anos. Entre os detidos está o médico ginecologista Rodrigo Costa Brandão, o ex‑militar Adilson Rodrigues Macedo e a estudante de direito Hayra Haianne Queiroz, acusados de planejar a agressão após o fim de relacionamento com a vítima.
- A ação, denominada Operação Emboscada, contou com mandados de prisão e buscas em quatro endereços, resultando na apreensão de dispositivos eletrônicos e outros materiais. Os três permanecem à disposição da Justiça, sendo investigados por sequestro, tortura, estupro, lesão corporal grave e dano qualificado, enquanto a investigação segue analisando câmeras, depoimentos e exames periciais.
Médico preso - Reprodução
Três pessoas foram presas nesta quarta-feira (2), em Barreiras, no Extremo Oeste da Bahia, suspeitas de envolvimento no sequestro, tortura e estupro de um homem de 27 anos. Entre os investigados está o médico ginecologista Rodrigo Costa Brandão, de 38 anos, além do ex-militar do Exército Adilson Rodrigues Macedo, de 34, e da estudante de direito Hayra Haianne Queiroz, de 30. Segundo a Polícia Civil, o crime ocorreu em setembro de 2025 e teria sido planejado após o fim do relacionamento entre Rodrigo e a vítima. A investigação aponta que o médico teria contratado os outros dois suspeitos para sequestrar e agredir o homem. Conforme a apuração, Hayra teria atraído a vítima por meio de uma falsa corrida. O homem, que trabalhava como motorista de aplicativo, foi levado para um local onde, segundo a polícia, o grupo teria preparado uma emboscada. A vítima permaneceu em cativeiro por algumas horas e teria sofrido agressões físicas e violência sexual. Depois, foi abandonada sem roupas às margens de uma estrada na região de Catolândia, também no Extremo Oeste baiano. O caso começou a ser investigado depois que o homem procurou a polícia e relatou o crime. A vítima havia se formado em medicina no Paraguai. As prisões ocorreram durante a Operação Emboscada, coordenada pela 1ª Delegacia de Barreiras. Além dos mandados de prisão, a Justiça autorizou buscas em quatro endereços relacionados aos investigados. Durante a ação, os policiais apreenderam dispositivos eletrônicos e outros materiais que deverão passar por análise. A investigação também reúne imagens de câmeras de segurança, depoimentos de testemunhas, informações sobre os deslocamentos dos envolvidos e resultados de exames periciais. Os três presos são investigados pelos crimes de sequestro, tortura, estupro, lesão corporal grave e dano qualificado. Eles permanecem à disposição da Justiça, e a investigação continua para esclarecer a participação individual de cada um nos fatos.
Polícia Civil prende homem condenado por estupro de vulnerável em Barra
Polícia Civil prende homem condenado por estupro de vulnerável em Barra
Crime ocorreu em 2022 e teve como vítima a filha do condenado, que tinha 11 anos.
Por: Redação Sudoeste Bahia
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- Um homem de 36 anos, condenado por estupro de vulnerável contra a própria filha, foi preso nesta quarta‑feira (2) pela Polícia Civil em Barra, no oeste da Bahia. O crime ocorreu em 2022, quando a vítima tinha 11 anos, e o réu já havia sido detido na época, mas ficou em liberdade até a conclusão da ação penal, que resultou em 13 anos de prisão em regime fechado.
- Durante diligências da Delegacia Territorial de Barra, as equipes localizaram o condenado no centro da cidade, o levaram à unidade policial e o mantêm custodiado à disposição do Poder Judiciário.
Foto: Divulgação | Polícia Civil
Um homem de 36 anos, condenado por estupro de vulnerável contra a própria filha, foi preso nesta quarta-feira (2) pela Polícia Civil, no município de Barra, no oeste da Bahia. Segundo a investigação, o crime ocorreu em 2022, quando a vítima, então com 11 anos, passou alguns dias na residência do pai. Na época, o suspeito chegou a ser preso, mas passou a responder ao processo em liberdade por decisão judicial. Com a conclusão da ação penal, a Justiça condenou o homem a 13 anos de prisão em regime fechado e determinou o cumprimento da sentença. Durante diligências, equipes da Delegacia Territorial de Barra localizaram o condenado no Centro da cidade. Após a prisão, ele foi encaminhado à unidade policial e permanece custodiado, à disposição do Poder Judiciário.
Homem é preso por estupro de vulnerável contra seis adolescentes em Vitória da Conquista
Suspeito abordava jovens perto de campo de futebol e oferecia presentes para se aproximar
Por: Redação Sudoeste Bahia
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- Um homem de 39 anos foi preso em Vitória da Conquista, Bahia, por suspeita de estupro de vulnerável e exploração sexual contra seis adolescentes de 13 a 15 anos. A detenção ocorreu no bairro Bateias durante ação do Núcleo da Criança e do Adolescente da 10ª Coorpin, e o investigado havia sido alvo de mandado de prisão preventiva emitido pela 2ª Vara de Violência Doméstica e Familiar contra a Mulher.
- O suspeito teria se aproximado das vítimas oferecendo presentes e usando um veículo para abordá-las perto de um campo de futebol na periferia, onde elas se reuniam. As adolescentes serão acompanhadas pelo serviço psicossocial municipal e a Polícia Civil continua a investigação, ouvindo testemunhas e analisando provas em busca de outras vítimas.
Foto: Divulgação | Polícia Civil
Um homem de 39 anos foi preso na manhã desta segunda‑feira (24) suspeito de estupro de vulnerável e exploração sexual contra seis adolescentes, de 13 a 15 anos, em Vitória da Conquista, no sudoeste da Bahia. A detenção ocorreu no bairro Bateias durante ação do Núcleo da Criança e do Adolescente da 10ª Coorpin. Segundo a Polícia Civil, o investigado se aproximava das adolescentes oferecendo presentes e aproveitando sua condição financeira para criar vínculos. As investigações apontam que ele submetia as vítimas, de forma reiterada, a práticas de natureza sexual. A polícia informou ainda que o homem utilizava um veículo para abordar as jovens nas proximidades de um campo de futebol na periferia da cidade, onde elas costumavam se reunir. Contra o suspeito havia um mandado de prisão preventiva expedido pela 2ª Vara de Violência Doméstica e Familiar contra a Mulher. Ele foi localizado, preso e levado para a unidade policial, onde permanece custodiado. As adolescentes serão acompanhadas pelo serviço psicossocial do município, conforme prevê o Estatuto da Criança e do Adolescente. A Polícia Civil segue com a investigação para ouvir testemunhas, analisar provas e verificar se há outras vítimas.
Operação da Polícia Civil investiga crimes sexuais contra crianças e adolescentes em Botuporã
Mandados foram cumpridos na sede e na zona rural do município; celulares, notebook e pen drive foram apreendidos.
Por: Redação Sudoeste Bahia
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- A Polícia Civil da Bahia lançou a Operação Infância Protegida em Botuporã, cumprindo mandados de busca em sete endereços para investigar crimes de violência sexual contra crianças e adolescentes. A investigação, iniciada em julho após requisição do Ministério Público, apontou oito suspeitos, incluindo um que teria forçado uma adolescente a gravar e enviar imagens íntimas, ameaçando divulgá‑las nas redes sociais. Nas diligências, foram apreendidos 11 celulares, um notebook e um pen drive, que serão analisados em perícia para identificar mais envolvidos.
- O caso destaca a atuação coordenada entre a Polícia Civil e o Ministério Público na proteção de menores, reforçando a importância de ações rápidas e de coleta de evidências digitais. A Operação visa não apenas punir os responsáveis, mas também prevenir novas ocorrências, demonstrando o compromisso do estado com a segurança infantil e a responsabilização de quem pratica crimes contra a infância.
Foto: Divulgação | Policia Civil
A Polícia Civil da Bahia deflagrou, nesta terça-feira (18), a Operação Infância Protegida para investigar crimes de violência sexual contra crianças e adolescentes em Botuporã, no sudoeste do estado. Durante a operação, foram cumpridos dois mandados de busca e apreensão em sete endereços, entre a sede e a zona rural do município. As diligências têm como alvo oito investigados por crimes como estupro de vulnerável, ameaça, produção e divulgação de conteúdo de cunho sexual envolvendo menores. Segundo a Polícia Civil, a investigação começou em julho deste ano, após uma requisição do Ministério Público. As apurações apontam que um dos investigados mantinha um relacionamento com uma adolescente e teria convencido a vítima a gravar atos de natureza sexual e enviar imagens íntimas. Ainda conforme a investigação, o suspeito passou a ameaçar divulgar o material nas redes sociais para obrigar a adolescente a manter relações com outros homens. Durante o inquérito, outras duas vítimas também foram identificadas. Nas buscas, os policiais apreenderam 11 celulares, um notebook e um pen drive. Os equipamentos serão submetidos à perícia e análise de dados para auxiliar no avanço das investigações e na identificação de possíveis outros envolvidos.
Pai é condenado por abusar da filha com deficiência intelectual em Ibotirama
Pai é condenado por abusar da filha com deficiência intelectual em Ibotirama
Vítima tinha 12 anos e deficiência intelectual na época do crime; Justiça também determinou indenização de R$ 500 mil por danos morais.
Por: Redação Sudoeste Bahia
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- A Justiça da Bahia condenou um homem a 21 anos de prisão em regime fechado pelo crime de estupro de vulnerável contra a própria filha, uma adolescente de 12 anos com deficiência intelectual, no município de Ibotirama. O crime ocorreu em 2018, quando a vítima foi até a residência do pai para lhe entregar um alimento e acabou sendo abusada sexualmente pelo agressor.
- Além da pena de reclusão em regime fechado, a sentença de primeira instância determinou que o réu pague uma indenização de R$ 500 mil por danos morais à vítima. A denúncia foi formulada pelo Ministério Público da Bahia (MP-BA), que ressaltou a relevância da decisão judicial como um passo fundamental no combate e na punição de crimes de violência sexual contra crianças e adolescentes.
Foto: Divulgação
A Justiça condenou um homem a 21 anos de prisão, em regime fechado, pelo crime de estupro de vulnerável contra a própria filha, no município de Ibotirama, no oeste da Bahia. A decisão atendeu à denúncia apresentada pelo Ministério Público da Bahia (MP-BA). Segundo o processo, o crime ocorreu em 2018, quando a vítima tinha 12 anos e deficiência intelectual. De acordo com o MP-BA, a adolescente havia ido até a residência do pai para entregar um alimento quando foi abusada. Além da pena de prisão, a Justiça determinou que o condenado pague R$ 500 mil de indenização por danos morais à vítima. Conforme a denúncia, o homem agiu de forma consciente ao cometer o crime contra a própria filha. O processo tramitou na comarca de Ibotirama e a sentença encerra a fase de julgamento em primeira instância. O Ministério Público destacou que a condenação representa mais um passo na responsabilização de crimes de violência sexual contra crianças e adolescentes.
Mulher condenada a 30 anos por estuprar bebê e adolescente em Jussiape
Mulher condenada a 30 anos por estuprar bebê e adolescente em Jussiape
Sentença inclui indenização de R$ 80 mil às vítimas
Por: Redação Sudoeste Bahia
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- Uma mulher foi condenada a 30 anos de prisão por estuprar a própria filha, um bebê de 1 ano e 10 meses, e uma adolescente de 13 anos em Jussiape, na Chapada Diamantina. A sentença inclui crimes de produção e armazenamento de material pornográfico envolvendo as vítimas. A Justiça fixou indenização mínima de R$ 80 mil por danos morais e declarou a incapacidade da mulher para exercer o poder familiar em relação à filha.
- A denúncia apresentada pelo Ministério Público da Bahia (MPBA) indica que os crimes ocorreram antes da última semana de março de 2026. A ré constrangeu a adolescente à prática de atos sexuais e forçou a participação da criança, registrando os abusos em vídeo e guardando as imagens em seu celular. A acusada continuará presa preventivamente no Conjunto Penal de Jequié.
Foto: Reprodução
Uma mulher foi condenada a 30 anos de prisão em Jussiape, na Chapada Diamantina, por estuprar a própria filha, um bebê de 1 ano e 10 meses, e uma adolescente de 13 anos. A sentença, proferida ontem (20), também inclui crimes de produção e armazenamento de material pornográfico envolvendo as vítimas. Segundo denúncia apresentada pelo Ministério Público da Bahia (MPBA), por meio da promotora de Justiça Ana Luíza Silveira de Oliveira, os crimes ocorreram antes da última semana de março de 2026. A ré constrangeu a adolescente à prática de atos sexuais e forçou a participação da criança, registrando os abusos em vídeo e guardando as imagens em seu celular. Na decisão, a Justiça fixou indenização mínima de R$ 80 mil por danos morais, sendo R$ 30 mil destinados à adolescente e R$ 50 mil à bebê. A acusada continuará presa preventivamente no Conjunto Penal de Jequié, onde já respondia ao processo sob custódia cautelar. Além disso, foi declarada a incapacidade da mulher para exercer o poder familiar em relação à filha. O caso reforça a gravidade dos crimes de violência sexual contra vulneráveis e a atuação do MPBA na responsabilização dos agressores.
Polícia investiga suspeita de abuso sexual contra homem com deficiência em Sebastião Laranjeiras
Vítima de 42 anos apresentou sinais de violência durante atendimento no hospital; caso foi encaminhado à Polícia Civil
Por: Redação Sudoeste Bahia
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- A Polícia Civil investiga uma suspeita de abuso sexual contra um homem de 42 anos com deficiência no município de Sebastião Laranjeiras, Bahia.
- A vítima e a mãe foram levadas à Delegacia Territorial de Guanambi para formalizar o caso e realizar exames periciais. O suspeito apontado não foi localizado durante as diligências.
Foto: Divulgação | Polícia Civil
A Polícia Civil investiga uma suspeita de abuso sexual contra um homem de 42 anos, pessoa com deficiência, no município de Sebastião Laranjeiras, no sudoeste da Bahia. A ocorrência foi registrada na tarde de segunda‑feira (22), após o Hospital Municipal acionar uma equipe do 17º Batalhão da Polícia Militar. Durante o atendimento médico, profissionais identificaram sinais compatíveis com violência sexual, o que motivou o acionamento imediato da PM. A mãe da vítima, uma idosa de 82 anos, relatou aos policiais que suspeita de um familiar que mora no mesmo terreno da família. Após o atendimento inicial, a vítima e a mãe foram levadas à Delegacia Territorial de Guanambi, onde o caso foi formalizado e solicitados os exames periciais necessários para auxiliar na investigação. O suspeito apontado pela família não foi localizado durante as diligências. A Polícia Civil investiga o caso.
Adolescente desaparece durante festa junina em Pilões e é encontrada com sinais de abuso em Guanambi
Jovem de 13 anos foi localizada horas depois na casa de um familiar; caso é investigado pela Polícia Civil.
Por: Redação Sudoeste Bahia
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- Uma adolescente de 13 anos foi encontrada com sinais de violência sexual após desaparecer durante uma festa junina no distrito de Pilões, em Candiba, na madrugada de sábado (13). A família da jovem percebeu seu sumiço por volta das 2h, quando se preparava para deixar o evento. Após horas de buscas, a garota foi localizada na casa de um familiar em Guanambi, apresentando indícios de abuso sexual e relatando ter sido vítima de violência enquanto esteve desaparecida.
- A adolescente foi prontamente encaminhada ao Hospital Geral de Guanambi para atendimento médico e exames. Posteriormente, ela e seus responsáveis foram levados à Delegacia Territorial, onde a ocorrência foi registrada. A Polícia Civil informou que equipes especializadas estão encarregadas de ouvir testemunhas, analisar imagens e relatos para aprofundar a apuração do caso.
Foto: Divulgação | Polícia Civil
Uma adolescente de 13 anos foi encontrada com sinais de violência sexual após desaparecer durante uma festa junina no distrito de Pilões, em Candiba, na madrugada de sábado (13). A informação foi confirmada pelo 17º Batalhão de Polícia Militar. Segundo a corporação, a família se preparava para deixar o evento por volta das 2h quando percebeu que a adolescente não estava mais no local. Buscas foram feitas no entorno da festa e em áreas próximas, mas a jovem não foi localizada nas primeiras horas da manhã. Por volta das 10h30, a PM recebeu a informação de que a adolescente havia sido encontrada na casa de um familiar, na sede de Guanambi. De acordo com os policiais, ela apresentava indícios de abuso sexual e relatou ter sido vítima de violência enquanto esteve desaparecida. A jovem foi levada ao Hospital Geral de Guanambi, onde passou por atendimento médico e exames previstos para esse tipo de situação. Em seguida, ela e os responsáveis foram encaminhados à Delegacia Territorial de Guanambi, onde a ocorrência foi registrada. A Polícia Civil informou que equipes especializadas vão ouvir testemunhas e analisar imagens e relatos para avançar na apuração do caso.
17º BPM participa de fórum sobre proteção de crianças em Guanambi
17º BPM participa de fórum sobre proteção de crianças em Guanambi
Evento reuniu representantes da segurança pública, Justiça, Educação e sociedade civil para fortalecer ações de combate à violência sexual infantojuvenil.
Por: Redação Sudoeste Bahia
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- A Polícia Militar participou do 1º Fórum Municipal "Romper o Silêncio" em Guanambi, reforçando o compromisso com ações preventivas contra abuso e exploração sexual de crianças e adolescentes. O evento contou com palestras e apresentações educativas para debater o enfrentamento à violência sexual e incentivar a participação da comunidade na construção de uma rede de apoio no município.
- Além de promover ações preventivas, o fórum buscou ampliar o debate sobre o enfrentamento à violência sexual e fortalecer as políticas públicas de proteção à infância e adolescência. A Polícia Militar destaca que a participação reforça o compromisso da corporação com ações que visam conscientizar a população sobre a importância de denunciar e trabalhar juntos para proteger os menores.
Foto: Divulgação | Polícia Militar - 17ºBPM
O 17º Batalhão da Polícia Militar participou, nesta segunda-feira (25), do 1º Fórum Municipal “Romper o Silêncio e Fortalecer a Rede de Proteção”, realizado na Câmara de Vereadores de Guanambi. O encontro integrou as ações da campanha “Faça Bonito”, mobilização nacional voltada ao combate ao abuso e à exploração sexual de crianças e adolescentes, lembrado anualmente em 18 de maio. O evento reuniu representantes das áreas de segurança pública, saúde, educação, Justiça e sociedade civil com o objetivo de fortalecer o trabalho integrado da rede de proteção no município. Durante a programação, o promotor de Justiça Miller Castro ministrou uma palestra sobre os aspectos legais relacionados ao enfrentamento da violência sexual infantojuvenil. Na apresentação, ele destacou a importância das denúncias e da atuação conjunta entre os órgãos responsáveis pela proteção de crianças e adolescentes. O fórum também contou com uma apresentação teatral educativa, abordando de maneira sensível os sinais de abuso e a necessidade de romper o silêncio diante de situações de violência. Segundo a Polícia Militar, a participação do 17º BPM reforça o compromisso da corporação com ações preventivas, educativas e de conscientização social, além do fortalecimento das políticas públicas de proteção à infância e adolescência. A iniciativa buscou ampliar o debate sobre o enfrentamento à violência sexual e incentivar a participação da comunidade na construção de uma rede de apoio mais efetiva no município.
Homem mostra partes íntimas a adolescente e acaba preso em Guanambi
Homem mostra partes íntimas a adolescente e acaba preso em Guanambi
Adolescente de 17 anos denunciou trabalhador da construção civil que teria exibido genitália em via pública; polícia encaminhou suspeito à delegacia.
Por: Redação Sudoeste Bahia
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Narração automática (IA)Resumo
- Um homem de 29 anos foi conduzido à Delegacia de Polícia Civil de Guanambi, no sudoeste da Bahia, no último sábado (23), sob suspeita de importunação sexual contra uma adolescente de 17 anos. O incidente ocorreu nas proximidades do estádio municipal, no bairro São Francisco, e mobilizou equipes da Polícia Militar após o pai da vítima relatar que o suspeito, um trabalhador da construção civil, teria exibido suas partes íntimas à jovem quando ela retornava de um mercadinho.
- Os militares localizaram o suspeito na obra e o encaminharam à delegacia para registro da ocorrência. A importunação sexual é um crime previsto no artigo 215-A do Código Penal, com pena de um a cinco anos de prisão. A Polícia Civil dará continuidade às investigações para apurar as circunstâncias e ouvir testemunhas, ressaltando a importância da denúncia imediata em casos de violência sexual.
Foto: Marcos Oliveira | Sudoeste Bahia
Um homem de 29 anos foi conduzido à Delegacia de Polícia Civil de Guanambi, no sudoeste da Bahia, na manhã de sábado (23), suspeito de cometer importunação sexual contra uma adolescente de 17 anos. O caso ocorreu nas proximidades do estádio municipal, no bairro São Francisco, e mobilizou equipes do 17º Batalhão da Polícia Militar. De acordo com informações da corporação, os policiais realizavam patrulhamento pela Rua Dr. José Humberto Nunes quando foram abordados por um homem de 56 anos. Ele relatou que sua filha havia sido vítima de um trabalhador da construção civil instalada na região. Segundo o relato, o suspeito teria mostrado as partes íntimas para a jovem. A adolescente contou que retornava de um mercadinho quando percebeu o homem atrás do portão da obra, com as calças abaixadas, exibindo a região genital. Assustada, ela procurou o pai, que imediatamente acionou a polícia. Os militares localizaram o suspeito na parte superior da construção e o conduziram à delegacia, junto com a vítima e o solicitante. Na unidade policial, o caso foi registrado e as medidas cabíveis foram adotadas. A importunação sexual é crime previsto no artigo 215-A do Código Penal, com pena de um a cinco anos de prisão. A legislação considera como importunação qualquer ato libidinoso praticado sem consentimento da vítima, em espaços públicos ou privados. A Polícia Civil dará continuidade às investigações para apurar as circunstâncias do episódio e ouvir testemunhas. O caso reforça a importância da denúncia imediata em situações de violência sexual, garantindo proteção às vítimas e responsabilização dos autores.
Homem é preso após mulher denunciar agressões, ameaças e violência sexual em Palmas de Monte Alto
Vítima buscou ajuda no fórum da cidade e relatou agressões recorrentes
Por: Redação Sudoeste Bahia
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- Um homem de 38 anos foi preso acusado de agressões, ameaças e violência sexual contra a companheira em Palmas de Monte Alto, na Bahia. A vítima, de 39 anos, já tinha uma medida protetora, mas foi pressionada a revogá-la e relatou que foi obrigada a manter relação sexual contra a vontade. O suspeito negou as acusações e foi autuado.
Foto: Divulgação | Policia Militar
Um homem de 38 anos foi preso na tarde de quinta‑feira (14) após ser denunciado por agressões, ameaças e violência sexual contra a companheira em Palmas de Monte Alto, no sudoeste da Bahia. A vítima, de 39 anos, procurou ajuda no fórum da cidade, onde relatou que vinha sofrendo agressões físicas e psicológicas. Ela afirmou aos policiais que já tinha uma medida protetiva contra o suspeito, mas disse ter sido pressionada a revogá‑la. A mulher também contou que, na manhã do mesmo dia, foi obrigada a manter relação sexual contra a vontade. Além disso, denunciou supostos maus‑tratos praticados pelo homem contra o filho autista da família. Após receber as informações, equipes da Polícia Militar fizeram buscas e localizaram o suspeito. Ele foi detido e levado para a delegacia. Em depoimento, negou as acusações. O homem foi autuado e permanece à disposição da Justiça. O caso é investigado pela Polícia Civil.
Violência doméstica silencia evangélicas no interior da Bahia
Violência doméstica silencia evangélicas no interior da Bahia
Levantamento nacional revela alto índice de agressões entre mulheres evangélicas. Em Carinhanha, relatos expõem silêncio imposto pela fé e pela cultura.
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Foto: Câmara dos Deputados
Uma em cada quatro mulheres evangélicas no Brasil já sofreu algum tipo de violência doméstica, segundo a pesquisa “Visível e Invisível: Vitimização de Mulheres no Brasil”, realizada pelo Fórum Brasileiro de Segurança Pública. Este é o primeiro levantamento da instituição que utiliza a religião como fator de análise. Após a divulgação destes dados, moradoras de Carinhanha, no oeste da Bahia, informaram que vivem ou viveram situações semelhantes. A maioria optou pelo anonimato, temendo represálias e expondo a omissão das lideranças religiosas diante dos abusos.Uma dessas mulheres, evangélica há mais de duas décadas, relatou que sofreu agressões físicas e psicológicas ao longo de 15 anos de casamento. Segundo ela, os sinais começaram cedo. “No segundo ano, ele já demonstrava ciúmes excessivos, até com irmãos da igreja. No terceiro, vieram as primeiras agressões”, contou. Noemia*, de 45 anos, também compartilhou sua experiência. Ela afirma ter sido forçada a manter relações sexuais com o então companheiro, ue usava argumentos religiosos para justificar os abusos.“Ele dizia que meu corpo pertencia a ele, porque éramos casados, e usava a Bíblia pra validar isso. Eu chorava, resistia, mas ele não parava”, relatou.Noemia conta que, por muito tempo, acreditou que a culpa era dela. Passou a buscar respostas na fé, orando para mudar seus sentimentos.“Procurei ajuda com a esposa de um pastor e descobri que ela vivia o mesmo. Muitas mulheres passam por isso, mas a igreja silencia”, lamenta. A omissão de líderes religiosos, apontada nos depoimentos, contribui para que casos de violência permaneçam ocultos. Segundo o IBGE, os evangélicos representam o segmento religioso que mais cresce no país, o que torna ainda mais urgente o enfrentamento dessa realidade nas comunidades de fé.Nota: Os nomes das vítimas foram alterados para preservar sua identidade. Nenhuma denominação religiosa foi citada por questões de segurança. Com informações do Portal Folha do Vale.
























