Varejo da Bahia deve faturar R$ 15,2 bilhões no Dia das Mães
Setores básicos puxam alta, enquanto segmentos dependentes de crédito devem recuar.
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Foto: Reprodução
O varejo baiano deve faturar R$ 15,2 bilhões em maio, impulsionado pelo Dia das Mães, principal data do comércio no primeiro semestre. A projeção é da Fecomércio-BA. O valor representa crescimento real de 4% em relação ao mesmo período do ano passado.Entre os segmentos analisados, o destaque fica para os setores de consumo básico, menos dependentes de crédito. Farmácias e perfumarias devem crescer 8%, enquanto supermercados têm previsão de alta de 4%. O grupo de “outras atividades”, que inclui joalherias, chocolates e artigos esportivos, também deve avançar, com expectativa de crescimento na casa de 8%.Por outro lado, setores mais sensíveis aos juros tendem a recuar. É o caso de móveis e decoração, com queda estimada de 9%, vestuário e calçados (-5%) e eletrodomésticos (-4%). Segundo a entidade, o cenário de juros elevados continua pressionando o consumo de bens de maior valor.Ainda assim, a expectativa é de resultado positivo no mês, sustentado pelo aumento da renda dos trabalhadores e pelo aquecimento do mercado de trabalho.
Setor varejista baiano registra alta em julho e acumula crescimento no ano
Comércio varejista baiano teve alta de 0,8% em julho; redução da inadimplência e setores essenciais impulsionam desempenho, segundo o IBGE.
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Foto: Marcos Oliveira | Arquivo Sudoeste Bahia
As vendas do comércio varejista na Bahia apresentaram crescimento em julho deste ano, segundo dados divulgados pela Pesquisa Mensal de Comércio (PMC), do Instituto Brasileiro de Geografia e Estatística (IBGE). Em comparação com junho, a alta foi de 0,8%. Já na comparação com julho de 2024, o avanço chegou a 2,7%. No acumulado de 2025, o setor soma expansão de 0,9%. De acordo com especialistas, o desempenho positivo do varejo reflete, em parte, uma melhora na saúde financeira das famílias baianas, que têm conseguido reduzir seus níveis de inadimplência. Dados da Pesquisa de Endividamento e Inadimplência do Consumidor (PEIC) indicam que o percentual de famílias com contas em atraso no estado caiu para 23,8% em julho — uma redução em relação tanto a junho quanto ao mesmo período do ano passado. Esse cenário indica que os consumidores têm utilizado o crédito de forma mais consciente, direcionando parte dos recursos para a quitação de dívidas, o que por sua vez facilita o acesso a novas compras e reaquece o comércio. Entre os segmentos que mais contribuíram para o crescimento das vendas em julho, destacam-se: Artigos farmacêuticos, médicos e de perfumaria, com aumento de 13,2% em relação a julho de 2024; Combustíveis e lubrificantes, com alta de 3,8%; e Supermercados, com crescimento de 1,3%. No entanto, ao se considerar o comércio varejista ampliado — que inclui as vendas de veículos e materiais de construção —, o cenário é mais contido. Houve crescimento de 2,2% em relação a junho, mas queda de 1,4% na comparação com julho de 2024. No acumulado de 2025, o setor ampliado apresenta retração de 2,2%.
Vendas do comércio varejista crescem 0,8% em março
Expansão é puxada por equipamentos e material para informática
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Foto: Agência Brasil
- O volume de vendas do comércio varejista brasileiro teve alta de 0,8% em março deste ano, na comparação com fevereiro, quando houve estabilidade. Os dados são da Pesquisa Mensal do Comércio (PMC), divulgada nesta quarta-feira (17), no Rio de Janeiro, pelo Instituto Brasileiro de Geografia e Estatística (IBGE). O varejo cresceu 1,5% na média móvel trimestral, 3,2% na comparação com março de 2022, 2,4% no acumulado do ano e 1,2% no acumulado de 12 meses. Apesar da alta no setor, quatro das oito atividades pesquisadas pelo IBGE tiveram queda na passagem de fevereiro para março: tecidos, vestuário e calçados (-4,5%), outros artigos de uso pessoal e doméstico (-2,2%), livros, jornais, revistas e papelaria (-0,6%) e combustíveis e lubrificantes (-0,1%). O setor de supermercados, alimentos, bebidas e fumo manteve-se estável. A alta do varejo foi puxada por apenas três segmentos: equipamentos e material para escritório, informática e comunicação (7,7%), artigos farmacêuticos, médicos, ortopédicos e de perfumaria (0,7%) e móveis e eletrodomésticos (0,3%). “Esse aumento de 0,8% representa a saída de uma estabilidade em fevereiro para um resultado que podemos considerar como crescimento. Além disso, ao observarmos os últimos três meses juntos, vemos ganho de patamar de 4,5% em relação a dezembro do ano passado, último mês de queda”, explica o gerente da pesquisa, Cristiano Santos. A receita nominal do comércio varejista teve altas de 2,5% na comparação com fevereiro, 7% em relação a março do ano passado, 8,6% no acumulado do ano e 12,6% no acumulado de 12 meses. Varejo ampliado - O volume de vendas do varejo ampliado, que também inclui materiais de construção e veículos/peças cresceu 3,6% na passagem de fevereiro para março, com altas de 3,7% na atividade de veículos, motos, partes e peças e de 0,2% nos materiais de construção. O varejo ampliado também apresentou taxas de crescimento de 8,8% na comparação com março do ano passado e de 3,3% no acumulado do ano. No acumulado de 12 meses, no entanto, o setor apresenta queda de 0,2%. A receita nominal do setor teve avanços de 3,4% na comparação com fevereiro deste ano, 14% em relação a março de 2022, 10,2% no acumulado do ano e 11,3% no acumulado de 12 meses.























