Colômbia chega ao 5º dia de buscas com 281 mortos após terremoto; 379 estão desaparecidos
Mais de 3,9 mil pessoas ficaram feridas e União Europeia anunciou ajuda de R$ 11,9 milhões
Por: Redação Sudoeste Bahia
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- O terremoto que atingiu a Colômbia na segunda-feira (10) já deixou 281 mortos e mais de 3,9 mil feridos, enquanto 379 pessoas continuam desaparecidas. As equipes de emergência mantêm as buscas nas áreas mais atingidas, mas a possibilidade de encontrar sobreviventes diminuiu e os trabalhos começam a se concentrar na retirada dos escombros.
- A região de Chocó, no oeste do país, foi o epicentro do abalo, que teve magnitude 7,4, o mais forte registrado na Colômbia nos últimos dez anos. O Exército colombiano participa das operações em cidades como Cali, Pereira e Manizales, e a União Europeia anunciou dois milhões de euros para apoiar as operações de resgate e o atendimento às vítimas. As autoridades colombianas declararam situação de desastre nacional por 12 meses em 12 estados, permitindo ampliar a mobilização de recursos para atender as regiões atingidas.
Foto: Reuters | Folhapress
O terremoto que atingiu a Colômbia na segunda-feira (10) já deixou 281 mortos e mais de 3,9 mil feridos, enquanto 379 pessoas continuam desaparecidas. Nesta sexta-feira (14), as equipes de emergência mantêm as buscas nas áreas mais atingidas, mas a possibilidade de encontrar sobreviventes diminuiu e os trabalhos começam a se concentrar na retirada dos escombros. As informações foram divulgadas pelo governo colombiano. Buscas entram em nova etapa - Em Cali, terceira maior cidade do país, as equipes passaram a priorizar a remoção dos destroços na maioria dos locais. David Tamayo, chefe da Unidade Nacional de Gestão de Riscos de Desastres, afirmou que a chance de encontrar pessoas com vida está menor, mas destacou que os trabalhos continuarão até que todos os desaparecidos sejam procurados. Com magnitude 7,4, o abalo foi o mais forte registrado na Colômbia nos últimos dez anos. O epicentro ficou na região de Chocó, no oeste do país, próximo ao litoral do Pacífico. Valle del Cauca, Risaralda, Quindío e Caldas também sofreram fortes impactos, com mortes e danos em estruturas. Exército atua nas áreas afetadas - O Exército colombiano participa das operações em cidades como Cali, Pereira e Manizales. Na quarta-feira (12), o governo declarou situação de desastre nacional por 12 meses em 12 estados. A medida permite ampliar a mobilização de recursos para atender as regiões atingidas. A União Europeia anunciou dois milhões de euros, cerca de R$ 11,9 milhões, para apoiar as operações de resgate e o atendimento às vítimas. Enquanto as equipes avançam na retirada dos escombros, familiares continuam aguardando informações sobre as 379 pessoas desaparecidas.
Colômbia entra no 3º dia de buscas após terremoto; total de mortos é atualizado para 233
Equipes de emergência trabalham contra o tempo enquanto cerca de 3 mil pessoas seguem desaparecidas
Por: Redação Sudoeste Bahia
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- O terremoto de magnitude 7,4 atingiu a Colômbia, deixando 233 mortos e centenas de feridos. Cerca de 3 mil pessoas ainda são consideradas desaparecidas. As equipes de emergência estão trabalhando para encontrar os sobreviventes, mas o tempo está contra elas.
- O resgate é um desafio em meio à redução do período considerado mais favorável para encontrar pessoas vivas sob os escombros. O Exército foi enviado para apoiar as equipes de emergência e a operação recebeu apoio internacional. A busca por sobreviventes continua.
Foto: Reprodução | Reuters
As equipes de emergência entraram, nesta quarta-feira (12), no terceiro dia de buscas por sobreviventes do terremoto de magnitude 7,4 que atingiu a Colômbia. O desastre deixou 233 mortos e centenas de feridos, segundo as autoridades. Cerca de 3 mil pessoas ainda são consideradas desaparecidas. Balanço é revisado - O número de mortes foi atualizado após a prefeitura de Cali reduzir de 95 para 74 o total de vítimas na cidade. A revisão fez o balanço nacional cair de 254 para 233 mortos. Cali está entre as áreas mais atingidas pelo tremor, considerado o mais forte registrado no país na última década. O resgate ocorre em meio à redução do período considerado mais favorável para encontrar pessoas vivas sob os escombros. Especialistas apontam que as primeiras 72 horas após um terremoto são decisivas. Uma mulher, Daniela Largo Sanchez, foi retirada com vida dos destroços na noite de terça-feira, cerca de 36 horas depois do tremor. Bombeiros de Cali classificaram esta quarta como um momento decisivo para os trabalhos. Exército reforça buscas - Chocó, Valle del Cauca, Risaralda, Quindío e Caldas concentram os principais impactos, com prédios e outras estruturas destruídos ou danificados. O Exército foi enviado a cidades como Cali, Pereira e Manizales para apoiar as equipes de emergência. Moradores também participam dos trabalhos de busca. A operação ganhou apoio internacional. A União Europeia anunciou, nesta quarta, € 2 milhões, cerca de R$ 11,9 milhões, para ajudar as ações de resgate na Colômbia. As equipes seguem procurando pessoas que possam estar presas sob os escombros.
Brasil tenta acordo para evitar tarifas de 25% dos EUA
Brasil tenta acordo para evitar tarifas de 25% dos EUA
Alckmin criticou atuação de Flávio Bolsonaro sobre o tema
Por: Redação Sudoeste Bahia
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- O governo brasileiro está em intensas negociações com os Estados Unidos para evitar a aplicação de tarifas extras de 25% sobre produtos nacionais, com o prazo final para um acordo estabelecido em 15 de julho. Representantes dos dois países mantêm uma agenda de reuniões, buscando convencer os EUA de que um entendimento comercial é mais vantajoso do que a imposição das novas tarifas, recomendadas pelo Escritório do Representante Comercial dos Estados Unidos (USTR). O Ministério das Relações Exteriores chegou a afirmar que a decisão norte-americana decorre de uma tentativa de interferência externa na Justiça brasileira, enquanto segue utilizando os canais diplomáticos para defender as políticas adotadas pelo Brasil.
- Em meio às tratativas, o vice-presidente Geraldo Alckmin criticou publicamente o senador Flávio Bolsonaro por sua atuação no tema, classificando-o como um dos "maus brasileiros" que trabalharam contra o país. Apesar de reconhecer a complexidade das negociações, o governo brasileiro mantém a expectativa de alcançar um entendimento antes do prazo. Caso não haja acordo até 15 de julho, os Estados Unidos poderão efetivar a tarifa adicional de 25% sobre parte das exportações brasileiras, impactando o comércio bilateral.
Foto: Marcelo Camargo | Agência Brasil
O governo brasileiro intensificou as negociações com os Estados Unidos para tentar evitar a aplicação de tarifas extras de 25% sobre parte dos produtos brasileiros. O prazo para um acordo termina em 15 de julho, e representantes dos dois países mantêm uma agenda de reuniões para discutir o tema. Segundo o governo, a estratégia é demonstrar que um acordo comercial é mais vantajoso para ambos os países do que a adoção das novas tarifas. A medida foi recomendada pelo Escritório do Representante Comercial dos Estados Unidos (USTR). Na última quarta-feira (24), o Ministério das Relações Exteriores publicou uma nota nas redes sociais afirmando que a decisão dos Estados Unidos tem origem em uma tentativa de interferência externa na Justiça brasileira. O Itamaraty informou ainda que continua utilizando os canais diplomáticos para defender que as políticas adotadas pelo Brasil não prejudicam o comércio bilateral. Durante um evento sobre o acordo entre Mercosul e União Europeia, realizado na sexta-feira (26), em São Paulo, o vice-presidente Geraldo Alckmin criticou a atuação do senador Flávio Bolsonaro (PL-RJ), pré-candidato à Presidência da República, nas tratativas envolvendo as tarifas. "Na realidade, são maus brasileiros que trabalharam contra o Brasil e agora estão tentando remediar o que foi feito", afirmou Alckmin. Apesar de considerar as negociações difíceis, o governo brasileiro acredita que ainda é possível chegar a um entendimento antes do prazo final. Caso não haja acordo até 15 de julho, os Estados Unidos poderão aplicar a tarifa adicional de 25% sobre parte dos produtos exportados pelo Brasil.
Presidnte do TSE vai convidar União Europeia para acompanhar eleições
Presidnte do TSE vai convidar União Europeia para acompanhar eleições
Convite será enviado nos próximos dias e faz parte da estratégia do tribunal para ampliar a transparência e fortalecer a confiança no processo eleitoral.
Por: Redação Sudoeste Bahia
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- O presidente do Tribunal Superior Eleitoral (TSE), ministro Kassio Nunes Marques, planeja convidar a União Europeia para atuar como observadora nas eleições brasileiras deste ano. Se aceito, será a primeira vez que uma missão oficial europeia monitorará um pleito no Brasil. A iniciativa visa ampliar a participação de observadores internacionais, reforçando a transparência e a credibilidade do processo eleitoral, com o objetivo de reduzir questionamentos sobre os resultados e o funcionamento das urnas eletrônicas.
- Este convite se insere numa estratégia mais ampla da Justiça Eleitoral para fortalecer os mecanismos de fiscalização. Além da possível presença da União Europeia, que enviaria uma Missão de Especialistas Eleitorais após trâmites diplomáticos, o TSE já confirmou a participação de organismos como a OEA, Uniore e CPLP. A Ordem dos Advogados do Brasil (OAB) também terá acompanhamento direto do processo eleitoral, conforme novas resoluções.
Foto: Reprodução
O presidente do Tribunal Superior Eleitoral (TSE), ministro Kassio Nunes Marques, pretende convidar a União Europeia para acompanhar as eleições brasileiras deste ano. Caso o bloco aceite o convite, será a primeira vez que uma missão oficial europeia participará do monitoramento de um pleito no país. A iniciativa faz parte de uma estratégia do tribunal para ampliar a participação de observadores internacionais e reforçar a transparência do processo eleitoral. Nos bastidores, Kassio tem defendido que a presença de mais instituições independentes ajuda a fortalecer a credibilidade das eleições e a reduzir questionamentos sobre os resultados e o funcionamento das urnas eletrônicas. Segundo o TSE, o convite deverá ser formalizado nos próximos dias. A expectativa é que a União Europeia envie uma Missão de Especialistas Eleitorais, modelo formado por técnicos independentes que acompanham diferentes etapas do processo eleitoral e, posteriormente, elaboram um relatório com avaliações e recomendações. A participação da missão ainda depende de trâmites diplomáticos envolvendo o governo federal, responsável pelos convites oficiais a observadores internacionais. Além da possível presença da União Europeia, o TSE já confirmou a participação de organismos que tradicionalmente acompanham eleições brasileiras, como a Organização dos Estados Americanos (OEA), a União Interamericana de Organismos Eleitorais (Uniore) e a Rede dos Órgãos Jurisdicionais e de Administração Eleitoral da Comunidade dos Países de Língua Portuguesa (CPLP). A ampliação da observação internacional ocorre em um momento em que a Justiça Eleitoral busca fortalecer mecanismos de fiscalização e transparência. Entre as novidades previstas para o pleito, está a possibilidade de acompanhamento direto do processo eleitoral pela Ordem dos Advogados do Brasil (OAB), medida incluída nas resoluções aprovadas para as eleições deste ano.
























