Celular roubado? Polícia Civil começa a notificar usuários na Bahia
Celular roubado? Polícia Civil começa a notificar usuários na Bahia
Nova fase da Operação Mobile 360º começou nesta segunda-feira (10) e já mira pessoas que estão usando aparelhos com registro de furto ou roubo.
Por: Redação Sudoeste Bahia
Ouvir Notícia
Narração automática (IA)Ouvindo Notícia
Narração automática (IA)Resumo
- A Polícia Civil da Bahia iniciou uma nova fase da Operação Mobile 360º para localizar celulares registrados como furtados ou roubados e orientar pessoas que estão utilizando esses aparelhos. A ação começou na segunda-feira (10) e faz parte de um trabalho de inteligência que já contribuiu para a recuperação de mais de 10 mil smartphones no estado. Os usuários identificados estão recebendo notificações diretamente da Polícia Civil. O objetivo é permitir que quem comprou o aparelho de boa-fé procure a unidade policial indicada e regularize a situação para que o celular possa ser devolvido ao verdadeiro proprietário.
- A Polícia Civil também recomenda atenção na compra de celulares usados e advertiu que as mensagens oficiais não possuem links e não solicitam senhas, documentos, cadastros ou códigos de verificação. A medida busca evitar que compradores acabem envolvidos em casos de receptação e reduzir o risco de prejuízos financeiros para quem compra um aparelho de origem irregular.
Foto: Divulgação | Polícia Civil
A Polícia Civil da Bahia iniciou uma nova fase da Operação Mobile 360º para localizar celulares registrados como furtados ou roubados e orientar pessoas que estão utilizando esses aparelhos. A ação começou na segunda-feira (10) e faz parte de um trabalho de inteligência que, segundo a corporação, já contribuiu para a recuperação de mais de 10 mil smartphones no estado. Os usuários identificados estão recebendo notificações diretamente da Polícia Civil. O objetivo é permitir que quem comprou o aparelho de boa-fé procure a unidade policial indicada e regularize a situação para que o celular possa ser devolvido ao verdadeiro proprietário. A corporação faz um alerta importante: as mensagens oficiais não possuem links e não solicitam senhas, documentos, cadastros ou códigos de verificação. Segundo o delegado-geral adjunto de Operações, Jorge Figueiredo, a Polícia Civil adota critérios de segurança nas comunicações. Em caso de dúvida, a orientação é confirmar a informação presencialmente em qualquer delegacia e não fornecer dados pessoais por canais considerados não oficiais. A identificação dos aparelhos ocorre por meio do cruzamento de informações de inteligência. O sistema relaciona o número de IMEI de celulares que possuem restrição com as linhas telefônicas que estão sendo utilizadas nesses dispositivos. Quem estiver utilizando um aparelho identificado pela operação deve seguir as orientações recebidas na notificação e procurar a unidade policial indicada. A Polícia Civil também recomenda atenção na compra de celulares usados. Antes de fechar negócio, o consumidor deve verificar a procedência do aparelho e consultar a situação do IMEI. A medida busca evitar que compradores acabem envolvidos em casos de receptação, crime previsto no artigo 180 do Código Penal, além de reduzir o risco de prejuízos financeiros para quem compra um aparelho de origem irregular.
Justiça Eleitoral desmonta urna eletrônica para mostrar funcionamento e segurança
Tribunal afirma que sistema é auditável, não tem conexão com a internet e passa por diversas etapas de fiscalização.
Por: Redação Sudoeste Bahia
Ouvir Notícia
Narração automática (IA)Ouvindo Notícia
Narração automática (IA)Resumo
- O Tribunal Regional Eleitoral do Rio de Janeiro (TRE-RJ) realizou uma apresentação pública da urna eletrônica para jornalistas e entidades fiscalizadoras, demonstrando o funcionamento dos componentes internos do equipamento e os mecanismos de segurança do sistema de votação. A iniciativa, que integra a Semana Nacional do Sistema Eletrônico de Votação, visa ampliar a transparência e consolidar a confiança pública no processo eleitoral por meio de auditorias realizadas por diversos órgãos parceiros.
- Durante o evento, especialistas detalharam o uso de lacres, assinaturas digitais, biometria e o fato de o aparelho não possuir conexão com a internet, reduzindo significativamente os riscos de invasões externas. O tribunal também enfatizou a eficácia do voto eletrônico em relação ao antigo sistema em papel, destacando que a informatização do processo trouxe maior agilidade, segurança e confiabilidade para a apuração dos resultados das eleições brasileiras.
Foto: Fernando Frazão/Agência Brasil
O Tribunal Regional Eleitoral do Rio de Janeiro (TRE-RJ) promoveu, nesta segunda-feira (3), uma apresentação pública da urna eletrônica para jornalistas e entidades responsáveis pela fiscalização das eleições. Durante o evento, o equipamento foi desmontado para demonstrar o funcionamento dos componentes internos e explicar os mecanismos de segurança utilizados no sistema de votação. A iniciativa integra a programação da Semana Nacional do Sistema Eletrônico de Votação e tem como objetivo ampliar a transparência do processo eleitoral e fortalecer a confiança da população nas eleições brasileiras. Segundo o presidente do TRE-RJ, Claudio de Mello Tavares, a urna eletrônica passa por diversas etapas de auditoria e fiscalização realizadas por partidos políticos, Ministério Público, Ordem dos Advogados do Brasil, universidades e outros órgãos. O secretário de Tecnologia da Informação do tribunal, Michel Kovacs, explicou que as urnas contam com lacres de segurança, assinaturas digitais, biometria e sistemas de auditoria que dificultam qualquer tentativa de fraude. Ele destacou ainda que o equipamento não possui conexão com a internet durante a votação, reduzindo riscos de ataques externos. Durante a apresentação, também foi explicado que os votos são armazenados em mais de um dispositivo e que, caso uma urna apresente falha, as informações podem ser transferidas para um equipamento de reserva sem perda dos votos registrados. Ao comentar a possibilidade de retorno do voto em papel, Kovacs afirmou que a adoção da urna eletrônica contribuiu para reduzir fraudes registradas antes da informatização das eleições e defendeu que o sistema eletrônico oferece maior rapidez, segurança e confiabilidade na apuração dos resultados.
BC pode limitar Pix de empresas com falhas de segurança
BC pode limitar Pix de empresas com falhas de segurança
Medidas em estudo preveem limitações para instituições que descumprirem requisitos de segurança cibernética e buscam reduzir o risco de novos ataques hackers.
Por: Redação Sudoeste Bahia
Ouvir Notícia
Narração automática (IA)Ouvindo Notícia
Narração automática (IA)Resumo
- O Banco Central do Brasil estuda implementar novas regras regulatórias para limitar o acesso ao Pix por parte de instituições financeiras que apresentem vulnerabilidades em sua segurança cibernética. A proposta visa permitir a aplicação de sanções preventivas e cautelares imediatas, como a limitação de horários, dias e valores para transações, além da suspensão do registro de novas chaves Pix. A medida busca dar mais agilidade à supervisão da autoridade monetária, evitando fraudes antes que processos administrativos demorados sejam concluídos na Justiça.
- A iniciativa ganhou urgência após uma série de ataques cibernéticos em 2025 que resultaram em prejuízos de aproximadamente R$ 1,5 bilhão, incluindo um desvio expressivo de R$ 813 milhões envolvendo a empresa C&M Software. Para embasar a nova regulamentação e identificar gargalos tecnológicos, o Banco Central iniciou um diagnóstico do setor por meio de um questionário com mais de 400 perguntas enviado às instituições financeiras sobre infraestrutura de TI, uso de inteligência artificial e proteção de dados.
Foto: Marcello Casal jr | Agência Brasil
O Banco Central (BC) estuda criar novas regras para restringir o acesso ao Pix por instituições financeiras que não cumprirem os requisitos mínimos de segurança cibernética. A proposta faz parte de um conjunto de medidas para reforçar a proteção do sistema financeiro nacional após ataques hackers que provocaram desvios bilionários de recursos nos últimos anos. Pelas mudanças em discussão, instituições que apresentarem fragilidades em seus mecanismos de proteção poderão sofrer sanções preventivas. Entre as medidas avaliadas estão a limitação de horários, dias e valores para transações via Pix, além da proibição do registro de novas chaves no sistema de pagamentos instantâneos. Atualmente, o Banco Central pode aplicar multas e outras penalidades em casos de descumprimento das normas do Pix. No entanto, segundo técnicos da autoridade monetária, os processos administrativos costumam ser demorados e frequentemente acabam sendo contestados na Justiça. Com o novo modelo regulatório, o objetivo é permitir que a área de supervisão adote medidas cautelares antes que falhas de segurança resultem em prejuízos aos usuários e ao sistema financeiro. A expectativa é incentivar bancos e instituições de pagamento a ampliar os investimentos em tecnologia e proteção contra ataques cibernéticos. Enquanto as novas regras são elaboradas, o Banco Central iniciou uma ampla avaliação das instituições reguladas. Um questionário com mais de 400 perguntas foi enviado para medir o nível de segurança das empresas, incluindo estrutura de tecnologia da informação, utilização de inteligência artificial e mecanismos de proteção de dados relacionados às chaves Pix. As respostas servirão de base para identificar instituições com maior exposição a riscos e orientar futuras ações de fiscalização. O debate ganhou força após uma série de ataques registrados em 2025. Segundo o Banco Central, os prejuízos causados por fraudes e invasões chegaram a cerca de R$ 1,5 bilhão. O maior caso envolveu a empresa C&M Software, responsável por serviços tecnológicos ao sistema financeiro, quando cerca de R$ 813 milhões foram desviados de contas utilizadas por bancos e instituições de pagamento para operações do Pix.























