Governador da Bahia diz que pode abrir mão da Sputnik V após impasse com Anvisa
Aceleração da vacinação e falta de autorização da Anvisa tiram a importância da compra do imunizante russo
Por: Rodrigo Meneses
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Foto: Marcos Oliveira | Sudoeste Bahia
- A demora para obter a autorização junto a Anvisa (Agência Nacional de Vigilância Sanitária) para poder importar a vacina Sputnik V pode inviabilizar a compra do imunizante russo pelo Consórcio Nordeste. O governador Rui Costa (PT) disse durante o Papo Correria que irá se reunir, ainda esta semana, com os governadores do Consórcio Nordeste para tomar uma decisão sobre a compra. Com o avanço da vacinação, a compra da vacina russa perdeu importância. Além disso, o ministro da Saúde Marcelo Queiroga declarou recentemente que o Brasil não precisa da Sputnik. “Caso a Anvisa e o Ministério da Saúde continuar colocando barreiras, não faz sentido comprar a Sputnik. Compramos no primeiro semestre”, disse Rui. "Faremos uma nova reunião essa semana. Conversei com o presidente do Consórcio Nordeste essa semana para tomar uma decisão, dada os sucessivos obstáculos da Anvisa e a própria declaração do ministro”, completou Rui. O governador esclareceu que nenhum valor foi pago para a empresa russa, porque a condição de pagamento no contrato é a entrega da vacina juntamente com a autorização da Anvisa, coisas que ainda não aconteceram.
Consórcio Nordeste assina termo com Anvisa para importação da Sputnik V
Expectativa é receber inicialmente pouco mais de 1 milhão de doses do imunizante russo
Por: Kamille Martinho
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Foto: Reprodução | GOV/BA
- Os governadores dos estados do Nordeste assinaram nesta quinta-feira (8) o termo de compromisso com a Agência Nacional de Vigilância Sanitária (Anvisa que autoriza a importação e uso emergencial da vacina Sputnik V. O documento exige que as gestões monitorem a população que receberá o imunizante russo e notifiquem a agência em caso de algum evento adverso. Segundo a Anvisasomente após a assinatura deste termo é que será possível protocolar o pedido de importação para o Brasil. Presidente do Consórcio Nordeste, o governador do Piauí, Wellington Dias (PT), diz que o objetivo é agora acertar a data para a entrega de 1 milhão e 147 mil doses. "Essas doses, elas vão passar por um critério de primeira e segunda dose, acompanhado, exatamente monitorado como está no termo, termo que estamos aqui celebrando com a Anvisa”, afirmou. Quando a Anvisa aprovou a importação controlada da Sputnik V, no dia 4 de junho, a autorização foi dada com uma série de restrições. A agência impôs cerca de 30 condicionantes para a vacina desembarcar em solo brasileiro, entre elas a assinatura do Termo de Compromisso e que a Anvisa não recomenda a aplicação do imunizante russo em grávidas, pessoas com doenças não controladas, com HIV e com histórico de anafilaxia pós-vacinação. Os lotes a serem destinados ao Brasil devem ser provenientes das fábricas inspecionadas pelos técnicos da agência na Rússia e fica autorizada a importação excepcional e temporária correspondente a doses para vacinação de 1% da população de cada um dos estados que compraram o imunizante.
Cinco cidades baianas serão imunizadas com vacina Sputnik V, diz governador
Remessa chegará ao estado no início do mês de julho
Por: Adele Robichez
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Foto: Reprodução | GOV/BA
- Em uma reunião entre o Fundo Russo de Investimento Direto (RDIF) e os governadores da reigão Nordeste realizada nesta terça-feira (15), foi definido que cinco cidades baianas receberão as 300 mil doses da vacina Sputnik V. A remessa chegará ao estado no início do mês de julho.Segundo o governador da Bahia, Rui Costa (PT), os municípios serão definidos nesta quarta-feira (16), junto com a Secretaria de Saúde do Estado da Bahia (Sesab). Ele adiantou que todas serão situadas próximas à Salvador e serão completamente vacinadas com o imunizante russo. “Vamos definir hoje com a Saúde Bahia quais as cidades baianas vão receber as doses da vacina Sputnik V. Serão 5 cidades próximas de Salvador, com até 50 mil habitantes, para que nós e a Anvisa possamos acompanhar os resultados. As vacinas devem chegar no início de julho”, escreveu o dirigente nas redes sociais.
Primeiro lote da Sputnik V não terá Salvador e prioriza cidades de médio porte
Segundo Fábio Vilas-Boas, vacina russa deve ser recebida pelo estado cerca de 30 dias após conclusão de “ajustes contratuais” com fabricante
Por: Adele Robichez
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Foto: Reprodução | Agência Brasil
- O Secretário de Saúde do Estado da Bahia, Fábio Vilas-Boas, afirmou nesta segunda-feira (7), que a Bahia deve receber 300 mil doses da vacina Sputnik V, aprovada pela Agência Nacional de Vigilância Sanitária na última sexta-feira (4). Após a reunião com membros da equipe da Secretaria de Saúde do Estado da Bahia (Sesab), foi decidido que elas serão distribuídas para as cidades de médio porte, que ainda serão definidas em uma reunião com o governador Rui Costa (PT), “com base no cenário epidemiológico” da Covid-19. Salvador não receberá doses da Sputnik V nessa primeira remessa. “Na Bahia, cerca de 300 mil doses serão direcionadas para cidades de médio porte - que ainda serão definidas mediante o cenário epidemiológico da taxa de contágio do coronavírus - para imunizar cerca de 150 mil pessoas”, anunciou o chefe da pasta estadual. O intervalo entre as duas doses do imunizante é de 30 dias. Segundo Vilas-Boas, as vacinas deverão ser recebidas pelo estado cerca de 30 dias após a conclusão dos “ajustes contratuais”. Ele diz que "já está em fase avançada de conversa com os russos para reduzir a 1% o que havia sido pactuado originalmente”. Isso acontece porque, em caráter excepcional, a Anvisa apenas autorizou o uso do imunizante russo em quantidades específicas. No primeiro momento, ela será utilizada dentro de um estudo de efetividade a ser seguido pelos estados requerentes. “Na última sexta-feira (4), a Anvisa autorizou a importação emergencial da vacina contra a Covid-19, Sputnik V, inicialmente limitada a 1% da população dos estados consorciados do Nordeste, Amazônia Legal, Goiás e Espírito Santo”, explicou o secretário. Ele indica que irá cumprir as exigências da agência e se compromete a “fazer o acompanhamento da eficácia e segurança da vacina que será aplicada”.
Reunião vai definir aplicação da Sputnik V na Bahia
Importação do imunizante foi liberada pela Anvisa na última sexta-feira (04)
Por: Gabriel Amorim
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Foto: Reprodução | Agência Brasil
- Uma reunião com membros da equipe da Secretaria de Saúde do Estado da Bahia (Sesab) definirá, no final da tarde desta segunda-feira (07), os detalhes de logística para a implementação da vacina russa Sputnik V no esquema de imunização do estado. A importação do imunizante foi liberada pela Agência Nacional de Vigilância Sanitária (Anvisa) na tarde da última sexta-feira (07). Em entrevista ao Jornal da Manhã, da TV Bahia, o secretário de saúde do estado, Fábio Vilas-Boas, afirmou que ajustes legais estão sendo feitos para que a importação dos lotes. “Trabalhamos intensamente durante o final de semana fazendo reuniões para poder agilizar todos os procedimentos para trazer essas vacinas mais rapidamente para a Bahia e o Brasil”, afirmou o titular da saúde no estado. Vilas-Boas disse, ainda, que inicialmente Salvador não vai receber doses do novo imunizante. “Entedemos que não devemos pulverizar a vacina aleatoriamente para poder fornecer à Anvisa dados de farmacovigilância. Então vamos concentrar em poucos municípios para podermos ter um acompanhamento próximo e rápido. Na Bahia, a ideia é que peguemos cidades de médio porte, em torno de 50 mil habitantes”, afirmou. A mesma estratégia está sendo avaliada por governadores de outros estados que também receberam doses. Depois de algumas rodadas negando a importação, a autorização necessária foi dada pela Anvisa na última sexta-feira (04). A liberação, no entanto, foi dada com algumas limitações. O acompanhamento das primeiras aplicações é mais um passo necessário para que a Anvisa libere uma importação mais ampla de doses.
Nordeste estuda concentrar primeiras doses da Sputnik V em poucas cidades
Por: Juliana Rodrigues
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Foto: Reprodução | Agência Brasil
- O governador do Piauí, Wellington Dias (PT), afirmou neste sábado (5) que os governadores do Nordeste estudam aplicar as primeiras doses da vacina Sputnik V em uma cidade de cada Estado. O imunizante foi aprovado na sexta-feira (4), com condicionantes, pela Agência Nacional de Vigilância Sanitária (Anvisa). A ideia é reproduzir um experimento realizado na cidade de Serrana (SP), pelo Instituto Butantan, para avaliar a eficácia da CoronaVac. Segundo Dias, que é o coordenador para vacinação do Fórum Nacional de Governadores e presidente do Consórcio Nordeste, a proposta foi discutida em uma reunião realizada na manhã deste sábado. "A ideia que a gente discutiu hoje é de, provavelmente, escolher cidades. Piauí, por esse 1%, duas doses, vai receber 64 mil doses. Vamos escolher uma cidade que tenha mais ou menos 32 mil pessoas para vacinar. Vamos aplicar a primeira e a segunda dose, como foi feito em Serrana, acompanhado pelo Butanta. E assim, cada um dos Estados. É mais ou menos essa a ideia", explicou, durante live do grupo de advogados Prerrogativas. Na sexta-feira, a Anvisa autorizou a importação excepcional e temporária de doses da Sputnik V feita pelos estados da Bahia, Maranhão, Sergipe, Ceará, Pernambuco e Piauí, além da vacina indiana Covaxin. A decisão vale apenas para lotes específicos de imunizantes trazidos de fora e não significa uma autorização de uso emergencial pela agência. Inicialmente, poderão ser importadas 4 milhões de doses da Covaxin e outras 928 mil da Sputnik V. Após o uso das doses autorizadas, a agência vai analisar os dados de monitoramento do uso da vacina para poder avaliar os próximos quantitativos a serem importados.
Rui celebra liberação da Sputnik V, mas lamenta limitação de doses: "Muito abaixo da necessidade"
Agência autorizou que estado use, de forma excepcional e temporária, apenas 300 mil doses do imunizante russo para aplicação na população
Por: Alexandre Santos
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Foto: Marcos Oliveira | Sudoeste Bahia
- O governador da Bahia, Rui Costa (PT), comemorou na noite desta sexta-feira (4) a decisão da Agência Nacional de Vigilância Sanitária (Anvisa) de autorizar, em caráter excepcional e temporário, estados do Nordeste a importar a Sputnik V, vacina russa contra o novo coronavírus. Pelo Twitter, o chefe do Executivo estadual afirmou, no entanto, estar "muito abaixo da real necessidade" a quantidade de imunizantes liberados para uso de somente 1% da população nacional — o que permitirá ao governo baiano aplicar apenas 300 mil doses das 9,7 milhões já compradas. “É apenas o início, mas depois de muita luta conseguimos aprovação para importar e aplicar a Sputnik V. A quantidade autorizada pela Anvisa está muito abaixo da real necessidade. Agora, é batalhar para fazer chegar logo o que foi aprovado e vacinar nosso povo. Vacina salva vidas”, escreveu o governador no Twitter. Assinado em março, o acordo para a aquisição da Sputnik V faz parte de uma negociação do Consórcio Nordeste com o Fundo de Investimentos Diretos da Rússia, que fornecerá o total 37 milhões de doses ao Brasil. No dia 26 de abril, a Anvisa rejeitou, por unanimidade, a importação e o uso do fármaco russo pelo Brasil. Um dos técnicos do órgão apontou “falta de documentação” e possíveis riscos do imunizante à saúde, dentre os quais a presença ou não de adenovírus com capacidade de replicação no corpo dos pacientes que receberem doses da vacina.
Importação da Sputnik V acaba de ser aprovada pela Anvisa, anuncia secretário de Saúde da Bahia
Por: Redação do Sudoeste Bahia
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Foto: Divulgação | Gov/BA
- Por meio do Twitter, o secretário estadual de Saúde, Fábio Villas-Boas, acaba de anunciar que a vacina russa Sputnik V foi aprovada pela Agência Nacional de Vigilância Sanitária (Anvisa), para importação excepcional. Segundo Fábio, o voto do relator Alex Campos deverá ser seguido pelos demais. Vilas-Boas celebrou a aprovação, e afirmou que a vacina irá ajudar a salvar a vida de milhares de pessoas. Na rede social, o chefe da pasta disse que pessoas saudáveis de 18 a 60 anos poderão tomar o imunizante. Ainda de acordo com o secretário, a vinda da Sputnik é mais uma luta vencida pelo governo Rui Costa (PT).
Com documentos mandados pela Bahia, Anvisa analisa hoje aprovação da Sputnik V
Em abril, agência negou importação emergencial de quase 30 milhões de doses da vacina russa contra Covid-19
Por: Adele Robichez
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Foto: Reprodução | Agência Brasil
- A Agência Nacional de Vigilância Sanitária (Anvisa) vai analisar, na tarde desta sexta-feira (4), a nova documentação enviada pelos estados da Bahia e Maranhão, para a aprovação da vacina Sputnik V. Caso ela seja concedida, o imunizante poderá ser adicionado ao Programa Nacional de Imunização (PNI). Na primeira análise, em abril, a Anvisa negou, em decisão unânime, a importação emergencial de quase 30 milhões de doses da vacina russa contra a Covid-19, solicitada por 14 estados. De acordo com o órgão, a empresa fabricante não enviou os relatórios necessários para a análise de qualidade necessários para aprovação. Por conta disso, a compra de 9,7 milhões de doses da vacina Sputnik V, formalizada pelo Governo da Bahia, não pôde avançar. O primeiro lote com doses do imunizante chegaria ao estado no mês de abril.
Bahia e Maranhão apresentam novos documentos para importar a Sputnik V
Por: Geovana Oliveira
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Foto: Reprodução | Agência Brasil
- Os governos da Bahia e do Maranhão apresentaram à Agência Nacional de Vigilância Sanitária (Anvisa) novos documentos dentro de um processo de pedido de importação de doses da vacina Sputnik V. A informação é da Agência Brasil. Os dois estados entraram com a solicitação baseados na legislação que permite a importação pelo Brasil, em caráter excepcional, de vacinas permitidas por outras autoridades sanitárias. A Sputnik V já foi autorizada em diversos países, entre eles, a Rússia. A nova requisição foi apresentada depois que um pedido anterior, feito pelos governos do Maranhão, da Bahia, do Ceará, de Sergipe e de Pernambuco, foi negado pela Diretoria Colegiada da Anvisa em abril. Segundo a diretoria da agência, não houve comprovação de segurança e eficácia, especialmente que não houve evidência de que o adenovírus usado na fabricação do imunizante não teria capacidade de replicação no corpo dos pacientes.
Novo relatório técnico da Sputnik V será enviado à Anvisa nesta quinta, diz Rui Costa
Análise de cientistas aponta erros e omissões em teste do imunizante russo
Por: Geovana Oliveira
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Foto: Reprodução | GOV/BA
- O governador Rui Costa utilizou as redes sociais nesta quinta-feira (13) para informar que um novo relatório técnico da Sputnik V, enviado pela Rússia, vai ser protocolado na Agência Nacional de Vigilância Sanitária (Anvisa) ainda hoje. "Chegou um novo relatório técnico enviado pela Rússia e vamos protocolar para a Anvisa hoje. Com a aprovação da agência, nós teríamos, de imediato, 7 milhões de vacinas chegando ao Brasil, à #Bahia e ao #Nordeste. Tenho fé que vamos conseguir", escreveu em seu perfil no Twitter. Na quarta-feira (12), um grupo de cientistas americanos e europeus publicou um artigo no qual apontam erros e omissões na última versão do estudo usado pelo Instituto Gamaleya, da Rússia, que atestava a eficácia da vacina Sputnik V contra a Covid-19. A Anvisa negou, no fim de abril, a importação emergencial de quase 30 milhões de doses da vacina russa contra a covid-19, solicitada por 14 estados. A Bahia foi um dos estados que pediu a autorização. Para justificar o impedimento, o órgão afirmou que a fiscalização e monitoramento entenderem que há riscos de uso da vacina. Entre eles, a possibilidade da reprodução do adenovírus utilizado na Sputnik V, o que poderia causar o surgimento de doenças. Desde então, os fabricantes da vacina russa acusam a Anvisa de difamação.
Rui Costa volta a defender Sputnik V; “seria o primeiro a tomar”
Por: Redação do Sudoeste Bahia
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Foto: Marcos Oliveira | Sudoeste Bahia
- Sem o aval da Anvisa, o governador Rui Costa (PT) voltou a defender a vacina russa contra a Covid-19, a Sputnik V. Em entrevista dada ao canal Globo News, na manhã de hoje (30), o governador disse que mesmo com o impeditivo da agência, vacinaria a população baiana e ainda seria o primeiro a fazer uso do imunizante. “Eu não só aplicaria, como seria o primeiro voluntário a tomar, e a minha família também. Não estaria propondo isso se não acreditasse. São mais de 20 milhões de pessoas no mundo, nenhum caso reportado”, afirmou Costa. Rui ainda rebateu o argumento da Anvisa, que afirmou que foi impedida de fiscalizar a linha de produção das vacinas. “A Anvisa declarou que foi impedida de ter acesso aos laboratórios russos. O instituto negou. Nós enviamos duas pessoas do Consórcio do Nordeste nos mesmos dias que a Anvisa estava lá. Hoje a gente fica na dúvida: quem está falando a verdade?”, indagou o governador. Para a Bahia, o petista assinou um termo com o fundo russo para aquisição de 10 milhões de doses.
Alegando riscos, Anvisa nega importação da Sputnik V por estados
De acordo com órgão, empresa fabricante não enviou relatórios necessários para análise de qualidade necessários para aprovação
Por: Adele Robichez
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Foto: Reprodução | Agência Brasil
- A Agência Nacional de Vigilância Sanitária (Anvisa) negou, nesta segunda-feira (26), em decisão unânime, a importação emergencial de quase 30 milhões de doses da vacina russa contra covid-19, a Sputnik V, solicitada por 14 estados. A Bahia foi um dos estados que pediu a autorização, após negociar a compra de 9,7 milhões de doses. O impedimento foi decidido após as gerências técnicas da agência que se ocupam da análise dos medicamentos, fiscalização e monitoramento entenderem que há riscos de uso da vacina. Um deles é a possibilidade da reprodução do adenovírus utilizado na Sputnik V, o que poderia causar o surgimento de doenças. Além disso, alegaram falta de visitas técnicas em todos os locais onde é fabricado o imunizante. Ainda de acordo com o órgão, a empresa fabricante não enviou os relatórios necessários para a análise de qualidade necessários para aprovação. A Anvisa também informou que houve uma tentativa do Fundo Russo de cancelar a inspeção presencial e os fabricantes da matéria prima da vacina não foram identificados.
STF recebe pedido da Anvisa para suspender prazo de análise da Sputnik V
Por: Gabriel Amorim
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- A Agência Nacional de Vigilância Sanitária (Anvisa) protocolou, nesta terça-feira (20), pedido direcionado ao ministro Ricardo Lewandowski, do Supremo Tribunal Federal (STF), para suspender o prazo dado ao órgão para decidir se autoriza a importação de doses da vacina russa Sputnik V. O ministro havia estipulado, na última terça-feira (13), prazo até o fim deste mês para que a Anvisa decida sobre a "importação excepcional e temporária" de doses da vacina Sputnik V. A decisão foi tomada dentro de uma ação protocolada pelo governo do Maranhão. A ação maranhense argumenta ter negociado 4,5 milhões de doses da vacina produzida pelo Instituto Gamaleya, da Rússia. A ação maranhense argumenta ter negociado 4,5 milhões de doses da vacina produzida pelo Instituto Gamaleya, da Rússia. Já a Anvisa, defende a necessidade de dados sobre qualidade, eficácia e segurança que ainda não foram obtidos e que devem ser juntados ao processo de pedido de compra para decidir sobre "importação excepcional e temporária" de doses da vacina desenvolvida pela Rússia. Para o órgão, a suspensão do prazo é a única forma de garantir que se possa atingir uma decisão de forma segura e "voltada ao melhor interesse público, propiciando a conclusão das diligências que já estão em curso" sobre o pedido de uso da vacina.
Rui critica demora da Anvisa em autorizar importação da Sputnik V
"Os brasileiros não merecem essa conduta de uma agência que foi capturada pela ideologia e por um discurso que não tem nada a ver com a ciência e com a vida humana", desabafou o governador durante o P
Por: Kamile Martinho
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Foto: Reprodução | Agência Brasil
- Durante o Papo Correria, realizado ontem à noite (6), o governador Rui Costa criticou a lentidão da Agência Nacional de Vigilância Sanitária (Anvisa) para autorizar a importação da vacina russa Sputnik. "A Anvisa convidou os governadores do Nordeste e do Norte do país para uma reunião e todos, assim como eu, estavam com uma grande expectativa. Depois de três horas de reunião, com muita burocracia, chega a informação de que eles [a Anvisa] vão precisar ir na Rússia para poder saber se autoriza ou não a vacina", explicou. A reunião aconteceu no mesmo dia em que o Brasil registra mais de 4 mil mortes por Covid-19 em 24 horas. "Os brasileiros não merecem essa conduta do Governo Federal e de uma agência que foi capturada pela ideologia e por um discurso que não tem nada a ver com a ciência e com a vida humana", desabafou o governador. Segundo ele, se for necessário, a Bahia irá ao Supremo Tribunal Federal para conseguir a liberação para importação do imunizante.
Após sanção de lei que permite compra de vacinas, governo da Bahia vai agilizar aquisição da Sputnik V
Segundo o governador Rui Costa, será formalizado junto à Agência Nacional de Vigilância Sanitária o pedido de autorização para importação e aplicação da vacina na Bahia
Por: Juliana Rodrigues
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- O governador da Bahia, Rui Costa, anunciou hoje (11) que a gestão estadual vai tomar, por meio da Procuradoria Geral do Estado e da Secretaria de Saúde (Sesab), "todas as providências necessárias" para agilizar a celebração do contrato com o Fundo Soberano Russo para aquisição da vacina Sputnik V. Além disso, o governo da Bahia pretende formalizar junto à Agência Nacional de Vigilância Sanitária o pedido de autorização para importação e aplicação da vacina. A decisão vem após a sanção, por parte do presidente Jair Bolsonaro, da lei que permite a compra de vacinas contra a Covid-19 por estados, municípios e setor privado."Determinei imediatamente à Procuradoria Geral do Estado e à Secretaria Estadual da Saúde que tomem todas as providências necessárias para agilizar, com absoluta prioridade e urgência, a celebração do contrato com o Fundo Soberano Russo para aquisição da vacina Sputnik V. Também faremos com máxima brevidade a formalização junto à Anvisa do pedido de autorização para importação e aplicação da vacina na Bahia", publicou Rui nas redes sociais.
Agência europeia aprova pedido de registro da Sputnik V
Por: Adele Robichez
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Foto: Reprodução | Agência Brasil
- A Agência Europeia de Medicamentos (EMA) aprovou o pedido de registro da Sputnik V, vacina russa contra a Covid-19. Em breve, o órgão deve decidir se será permitido o uso emergencial nos 27 países da União Europeia, de Luxemburgo, da Islândia e da Noruega. De acordo com o Fundo Russo de Investimento Direto, que investiu na produção e distribuição do imunizante desenvolvido pelo Instituto Gamaleya, a solicitação havia sido feita no dia 29 de janeiro. Não se sabe ainda qual será a decisão da EMA, mas a aceitação do registro é um passo importante para a aprovação do imunizante. A Hungria, país que faz parte do bloco europeu, já havia aprovado, de forma independente, o uso emergencial da Sputnik V.
Bahia cede 50 milhões de doses da Sputnik V para governo federal
As doses do imunizante estavam previstas em um acordo com o fundo soberano russo
Por: Kamille Martinho
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Foto: Reprodução | Agência Brasil
- A Secretaria de Saúde da Bahia (Sesab) informou ontem (4) que cedeu ao governo federal o direito às 50 milhões de doses da Sputnik V, que estavam previstas em um acordo com o fundo soberano russo, firmado em agosto do ano passado. "O acordo que foi feito entre governo da Bahia e o fundo de desenvolvimento russo responsável pela vacina Sputnik v garantiu ao Brasil a prioridade no acesso a essas 50 milhões de doses. Nós cedemos ao governo federal para que possa distribuir a todos os municípios do brasil essas doses que foram garantidas inicialmente ao governo baiano", disse o secretário de saúde da Bahia, Fábio Vilas-Boas, ao G1. De acordo com a Sesab, cerca de 500 mil doses do imunizante estão previstas para chegar no estado até abril deste ano.
Estudo preliminar indica que Sputnik V tem 91,6% de eficácia contra Covid-19
Por: Adele Robichez
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Foto: Reprodução | Agência Brasil
- A vacina Sputnik V, desenvolvida pelo laboratório biológico russo Gamaleya, registrou uma eficácia de 91,6% contra a Covid-19. O resultado preliminar foi divulgado hoje (2) pela revista científica The Lancet. A proteção contra casos moderados e graves da doença foi de 100%. O secretário da Saúde da Bahia, Fábio Vilas-Boas, anunciou o resultado preliminar em seu perfil do Twitter, classificando-o como uma "excelente notícia". O estudo analisou 19.866 participantes. Destes, 14.964 receberam a vacina e 4.092 o placebo. Entre os 2 mil adultos com mais de 60 anos, a eficácia chegou a 91,8%. O governo da Bahia está negociando a compra de doses da vacina da Rússia, mesmo sem a aprovação da Agência Nacional de Vigilância Sanitária (Anvisa). Uma ação no Supremo Tribunal Federal (STF) solicitando a autorização para adquirir a Sputnik V foi aberta pela gestão baiana. As administrações estaduais e municipais do Brasil podem fazer o pedido ao STF desde que o imunizante seja autorizada por alguma agência reguladora ligada à Organização Pan-Americana de Saúde (OPAS), braço da Organização Mundial de Saúde (OMS).
Rui critica 'soberania da Anvisa' e reclama de burocracia para liberar Sputnik V
Por: Juliana Rodrigues
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Foto: Marcos Oliveira | Sudoesta Bahia
- O governador da Bahia, Rui Costa, criticou a postura da Agência Nacional de Vigilância Sanitária (Anvisa) quanto à aprovação do uso emergencial da vacina Sputnik V. Em entrevista à GloboNews, na manhã de hoje (26), o chefe do Executivo estadual relembrou o episódio no qual a Anvisa impediu a medição da temperatura de passageiros no Aeroporto de Salvador, no último mês de março. "Com esse comportamento da Anvisa, tenho que lembrar que no início da pandemia, o estado da Bahia, na tentativa de conter a entrada do vírus, foi medir a temperatura de quem chegava no Aeroporto de Salvador, e a Anvisa entrou na justiça para impedir que o estado fizesse isso. Tivemos uma disputa judicial, e em última instância prevaleceu a posição da Anvisa, que dizia que essa é atribuição da Anvisa, e portanto não poderia ser assumida pelo estado da Bahia. Ora, para eles, conter a entrada e medir a temperatura das pessoas em aeroportos colocava em risco a 'soberania nacional'. Me desculpe, mas estamos falando de soberania da Anvisa", disse. A questão da "soberania" também foi usada como justificativa na documentação entregue pela Anvisa ao Supremo Tribunal Federal (STF) sobre o pedido de liberação da Sputnik V. Para o órgão, ”submeter a análise técnica” da instituição a “uma decisão tomada por autoridade estrangeira” é abdicar da soberania nacional. Rui, no entanto, avalia que o órgão está mais preocupado em não perder a "exclusividade" do que em preservar a saúde dos brasileiros. "Minha percepção às vezes é que estamos reféns de corporações. Talvez seja o único caso em que um estado subnacional não conseguiu medir a temperatura no aeroporto porque a agência que deveria cuidar da saúde pública estava mais preocupada com a sua autonomia, ou com as suas burocracias. Eu não consigo entender como vários países do mundo já estão usando a Sputnik e a Anvisa está preocupada em não perder seu posto de exclusividade. Essa condição, em plena pandemia, de dizer que só vai analisar qualquer vacina se fizer um estudo no Brasil... Imagine se todos os países fizessem isso, a população levaria anos pra ser vacinada", pontuou. "Não me parece racional ou bom senso, muito menos um raciocínio que não coloca vidas humanas em primeiro lugar", acrescentou o governador.
União Química inicia produção da vacina russa Sputnik V no Brasil
Por: Adele Robichez
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Foto: Reprodução | Agência Brasil
- O diretor do Fundo de Investimento Direto Russo (RDIF), Kirill Dmitriev, anunciou hoje (21) que a vacina Sputnik V já está sendo produzida no Brasil pela empresa União Química. O representante da RDIF diz que a expectativa é de que o pedido para o uso emergencial do imunizante russo contra o coronavírus no país seja feito "nas próximas semanas" à Agência Nacional de Vigilância Sanitária (Anvisa). A agência negou uma solicitação similar feita pela farmacêutica brasileira no último sábado (19) porque os ensaios clínicos da terceira fase do estudo da Sputnik V no Brasil não haviam sido autorizados. O governo da Bahia, então, requisitou ao Supremo Tribunal Federal (STF) a possibilidade de compra e distribuição das doses. Após a solicitação, o ministro do STF, Ricardo Lewandowski, determinou ontem (20), que a Anvisa forneça à administração baiana informações sobre a análise do pedido para uso emergencial das doses. Os estados e municípios podem recorrer ao Supremo para pedir esse tipo de permissão para vacinas que já tenham sido aprovadas por autoridades sanitárias de outros países, com certificação da Organização Panamericana de Saúde (Opas), mesmo sem o aval da Anvisa. A Bahia fechou um acordo com a fabricante do imunizante para a aquisição prioritária de 50 milhões de doses do imunizante em agosto do ano passado. A Sputnik V já foi aprovada pelos órgãos reguladores em países da América do Sul, como a Argentina, a Bolívia, a Venezuela e o Paraguai.
STF determina que Anvisa apresente análises da vacina Sputnik V
Por: Gabriel Amorim
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Foto: Reprodução | Agência Brasil
- O ministro do Supremo Tribunal Federal (STF), Ricardo Lewandowski, determinou na manhã de hoje (20) que a Agência Nacional de Vigilância Sanitária (Anvisa) apresente os resultados das análises feitas para responder ao pedido de uso emergencial da vacina Sputnik V desenvolvida pela Rússia para o combate à Covid-19. Depois da Anvisa negar o pedido de uso emergencial para o imunizante, o ministro do STF usará os resultados da análise feita pela agência reguladora para decidir sobre o pedido feito pelo governo da Bahia. O estado solicitou autorização para importar e distribuir as vacinas mesmo sem a autorização da Anvisa. A Procuradoria Geral do Estado argumenta que a autorização deve ser dada a imunizantes que já tenham o aval de autoridades sanitárias estrangeiras e a certificação da Organização Panamericana de Saúde (Opas), como é o caso da Sputnik V. A Sputnik V já foi aprovada para uso emergencial em países como Argentina, Bolívia, Venezuela e Paraguai. No Brasil, o imunizante deve ser produzido pela farmacêutica União Química, que pretende produzir a vacina russa para a demanda interna e para a venda a outros países da América Latina. A empresa entrou com pedido para uso emergencial de 10 milhões de doses que viriam direto da Rússia. A Anvisa recusou a solicitação, e justificou que apenas vacinas com estudos clínicos em andamento no Brasil podem ter essa autorização, o que ainda não é o caso do imunizante russo. Outra negativa da Anvisa diz respeito ao início dos testes clínicos para a Sputnik V no país, por faltarem informações que devem ser fornecidas pelo laboratório que irá produzir o imunizante. O governo da Bahia assinou em agosto de 2020 um acordo com o Fundo Soberano Russo, que administra o desenvolvimento da vacina, para o fornecimento de 50 milhões de doses.
Rui Costa anuncia testes da vacina Sputnik V na Bahia
Por: Kamille Martinho
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Foto: Marcos Oliveira | Sudoesta Bahia
- O governador da Bahia, Rui Costa, confirmou hoje (17) que a terceira fase de testagem da vacina russa Sputnik V será feita na Bahia. Em publicação feita no Twitter, Rui disse que "o Governo da Bahia se reuniu ontem (16) com representantes do governo russo e da União Química, empresa brasileira que vai produzir as vacinas no Brasil, para dar continuidade ao trabalho conjunto". "Em paralelo à testagem para certificação da Anvisa, em janeiro a União Química dará início à produção das vacinas para que elas estejam disponíveis assim q a #SputnikV for autorizada. Já asseguramos 50 milhões de doses, caso seja necessário fazermos a compra pelo @governodabahia", escreveu. Segundo Rui, a Bahiafarma, indústria responsável por fornecimento de insumos estratégicos para o Sistema Único de Saúde (SUS), poderá auxiliar na distribuição do imunizante para outros Estados e até disponibilizar sua estrutura para as etapas finais da produção da vacina.
Testes da fase três da vacina russa Sputnik devem acontecer na Bahia
Protocolos para iniciar estudos no estado serão definidos hoje (15) em reunião do Instituto Couto Maia
Por: Adele Robichez
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Foto: Reprodução | Reuters
- O comitê da vacina russa Sputnik V convidou o Instituto Couto Maia, em Salvador, para participar dos testes da fase 3 do imunizante contra o coronavírus, que devem acontecer na Bahia. A informação foi divulgada hoje (15) pela médica Ceuci Nunes, em entrevista à TV Bahia. A Agência Nacional de Vigilância Sanitária (Anvisa) exige que os testes de qualquer vacina sejam feitos nos brasileiros antes da aprovação. Isso acontece porque, como explica Ceuci, “tem as questões genéricas, de diferenças de população” a serem avaliadas. A especialista informa que os protocolos para iniciar os testes no estado ainda devem ser apresentados hoje (15) para definir, além de outras coisas, a data de início da testagem. Ela informa que o plano inicial prevê testar mil pessoas, com 500 vacinas e 500 placebos, mas é possível que essas informações mudem após a reunião. O Instituto é considerado “um dos mais bem estruturados do Brasil”, afirma a médica. Nele, há o Centro de Referência para Imunobiológicos Especiais (CRIE/Ufba). O governo da Bahia fez um acordo com o governo da Rússia em setembro, que estabeleceu o envio de todas as informações científicas da vacina Sputnik V para a Fundação Baiana de Pesquisa Científica e Desenvolvimento Tecnológico (Bahiafarma).























