Zé Cocá e Sheila Lemos são notifcados pelo TCM por possíveis irregulariades
Além de Zé Cocá, prefeitos de Vitória da Conquista e Conceição do Coité também foram notificados
Ouvir Notícia
Narração automática (IA)Ouvindo Notícia
Narração automática (IA)
Foto: Reprodução
O ex-prefeito de Jequié, Zé Cocá (PP), atualmente apontado como pré-candidato a vice-governador na chapa de ACM Neto (União Brasil), foi notificado pelo Tribunal de Contas dos Municípios da Bahia para apresentar defesa em um processo que investiga possíveis irregularidades durante sua gestão à frente da prefeitura. De acordo com o órgão de controle, Zé Cocá terá um prazo de 20 dias para responder às acusações e encaminhar documentos que comprovem a legalidade dos atos administrativos questionados.Outros gestores também foram notificados. Entre eles, a prefeita de Vitória da Conquista, Sheila Lemos (União Brasil), e o prefeito de Conceição do Coité, Marcelo Araújo (União Brasil), além de uma empresa envolvida em contrato com a administração municipal. Todos deverão se manifestar dentro do mesmo prazo. Caso contrário, os processos podem ser julgados à revelia, ou seja, sem a apresentação de defesa.As notificações foram publicadas por meio de edital do TCM, que informou ainda que os processos terão andamento independentemente da manifestação dos citados. O tribunal orienta que as defesas sejam protocoladas, preferencialmente, em formato eletrônico, mantendo os autos disponíveis para consulta presencial ou por representantes autorizados.
Zé Ronaldo e Zé Cocá ganham força na oposição para vice na chapa de ACM Neto
Zé Ronaldo e Zé Cocá despontam como favoritos; Sheila Lemos entra no radar
Ouvir Notícia
Narração automática (IA)Ouvindo Notícia
Narração automática (IA)
Foto: Reprodução
A definição do candidato a vice na chapa encabeçada por ACM Neto (União) ao governo da Bahia segue em aberto. Nos bastidores, dois nomes aparecem como favoritos: os prefeitos José Ronaldo (União), de Feira de Santana, e Zé Cocá (PP), de Jequié.Aliados avaliam que Zé Ronaldo “só não será vice se não quiser”. O entrave seria o impacto político de uma eventual saída da prefeitura de Feira para disputar a eleição. Uma pesquisa interna deve medir os efeitos eleitorais da decisão na cidade, segundo lideranças do grupo.Ronaldo já deixou o cargo em 2018 para concorrer ao governo, após ser reeleito em 2016. Nesta segunda-feira (23), afirmou que tem posição definida, mas que falará “mais na frente” sobre o tema.Com isso, Zé Cocá ganha força como alternativa. Aliados destacam o peso eleitoral no interior e a alta aprovação do prefeito em Jequié. O movimento também teria efeito simbólico, já que o gestor é visto como aliado do governador Jerônimo Rodrigues (PT).O próprio Jerônimo afirmou que mantém diálogo institucional com prefeitos que não o apoiaram na última eleição, citando Ronaldo e Cocá, e negou que investimentos do Estado estejam condicionados a alinhamentos políticos.Nos últimos dias, outro nome entrou no debate: o da prefeita de Vitória da Conquista, Sheila Lemos (União). O prefeito de Salvador, Bruno Reis, afirmou que ela é “excelente opção” para a vice.Também são citados o ex-prefeito de Belo Campo, Quinho (PSD), o ex-prefeito de Barreiras Zito (União) e um nome do Republicanos, mas, até o momento, sem o mesmo peso nas articulações.
Prefeita de Conquista avalia deixar cargo para ser vice de ACM Neto
Sheila Lemos diz que pode deixar cargo até abril para integrar chapa da oposição na Bahia
Ouvir Notícia
Narração automática (IA)Ouvindo Notícia
Narração automática (IA)
Foto: Reprodução
A prefeita de Vitória da Conquista, Sheila Lemos (União), afirmou pela primeira vez que considera deixar o cargo para disputar a eleição ao governo da Bahia neste ano. Se confirmar a decisão, terá de renunciar até o início de abril, seis meses antes do pleito marcado para 4 de outubro.A declaração foi feita nesta quarta-feira (18). Questionada sobre a possibilidade de integrar a chapa encabeçada por ACM Neto (União), a prefeita disse estar “preparada para qualquer missão”.Reeleita no primeiro turno com quase 60% dos votos, Lemos afirmou que, embora tenha sido escolhida para um mandato de quatro anos, pode assumir outro papel político. “Para ajudar a Bahia a se libertar do PT, estou preparada”, declarou.A fala representa uma mudança de postura. Até então, a prefeita evitava comentar publicamente a hipótese de deixar a administração municipal antes do fim do mandato.Em 2024, a candidatura de Lemos foi considerada irregular pelo Tribunal Regional Eleitoral da Bahia, mas ela foi absolvida pelo Tribunal Superior Eleitoral e confirmada no cargo.Vitória da Conquista é o terceiro maior colégio eleitoral da Bahia, atrás de Salvador e Feira de Santana, o que amplia o peso político da eventual participação da prefeita na chapa de oposição.
Roma convida marido de prefeita de Conquista ao PL e movimenta cenário
Convite busca fortalecer a sigla no Sudoeste baiano e reacende discussões sobre alianças locais para 2026.
Ouvir Notícia
Narração automática (IA)Ouvindo Notícia
Narração automática (IA)
Foto: Reprodução
O presidente do PL na Bahia, João Roma, convidou o advogado Wagner Lemos, marido da prefeita de Vitória da Conquista, Sheila Lemos (União Brasil), para se filiar ao partido e disputar uma vaga na Assembleia Legislativa da Bahia (AL-BA) nas eleições de 2026. Lemos já havia sido lançado como pré-candidato ao Legislativo estadual em agosto, mas ainda não está vinculado a nenhuma sigla. Em contato com a imprensa, Roma confirmou o convite e disse aguardar a decisão de Lemos.“Convidamos o Wagner Lemos para o partido. Ele ficou de avaliar”, afirmou.Segundo a reportagem, a iniciativa é interpretada nos bastidores como uma tentativa do PL de ampliar sua atuação no Sudoeste baiano e se aproximar de lideranças com mandato e projeção regional. Caso aceite a filiação, Lemos pode integrar a lista de nomes da legenda na disputa por uma cadeira na AL-BA. O anúncio da pré-candidatura de Wagner Lemos, em agosto, gerou tensão entre o PSDB e o União Brasil. Isso porque Vitória da Conquista é um dos principais redutos eleitorais do deputado estadual Tiago Correia (PSDB), líder da oposição na Assembleia. À época, foram levantadas possibilidades de divergência entre tucanos e aliados do ex-prefeito de Salvador ACM Neto (União Brasil).Em entrevista ao programa Boa Tarde Bahia, da Band, no início de setembro, Correia afirmou que a movimentação causou surpresa, mas evitou tratar o episódio como ruptura interna.“Essa informação pegou a todos de surpresa, não só o meio político como também a imprensa. Ninguém esperava que o Wagner quisesse ser candidato. É legítimo o desejo dele e da prefeita em lançá-lo, mas fomos surpreendidos diante do trabalho que desenvolvemos na cidade e das expectativas para as próximas eleições”, declarou.
Câmara de Vitória da Conquista propõe reajuste de ticket para R$ 1.800
Projeto de Lei prevê reajuste no benefício pago a vereadores e servidores; valor atual já é superior à média baiana; proposta inclui revisão anual e manutenção durante licenças remuneradas.
Ouvir Notícia
Narração automática (IA)Ouvindo Notícia
Narração automática (IA)
Foto: Reprodução
A Mesa Diretora da Câmara Municipal de Vitória da Conquista (CMVC), no sudoeste da Bahia, protocolou um Projeto de Lei que propõe reajustar o valor do ticket-alimentação para R$ 1.800. O benefício seria destinado a vereadores, servidores efetivos, comissionados e contratados por tempo determinado. Atualmente, o valor pago é de R$ 1.600 — mais que o dobro da média estadual de R$ 623, segundo dados da Associação Brasileira das Empresas de Benefícios ao Trabalhador (ABBT). A proposta, protocolada na última terça-feira (23), define o ticket como verba indenizatória, ou seja, não integrará os vencimentos nem incidirá sobre aposentadorias, pensões ou contribuições previdenciárias. O pagamento também não será estendido a aposentados, pensionistas ou funcionários terceirizados. O texto do PL ainda prevê revisão anual obrigatória, com base nos mesmos índices de reajuste aplicados aos salários dos vereadores e vencimentos dos servidores da Casa Legislativa. Se aprovada, a concessão do benefício será mantida durante períodos de férias, licença-prêmio, licença maternidade e paternidade, além de afastamentos por motivo de saúde. Por outro lado, será suspensa nos casos de licença para tratar de interesse particular, serviço militar, exercício de mandato classista, candidatura a cargo eletivo ou afastamentos considerados irregulares pela Justiça. Parlamentares licenciados para assumir cargos no Executivo também não terão direito ao benefício. A Mesa Diretora da CMVC é composta pelo presidente Ivan Cordeiro (PL) e pelos vereadores Luciano Gomes (PCdoB), Hermínio Oliveira (PP), Dinho dos Campinhos (Republicanos) e Cris Rocha (MDB). Em abril deste ano, os vencimentos dos vereadores da cidade foram reajustados de R$ 12.025,40 para R$ 18.742, com aumento também da verba de gabinete, que passou a ser de R$ 50 mil mensais. Já no âmbito do Executivo Municipal, a prefeita Sheila Lemos (União Brasil) anunciou em 2025 um reajuste de 20% no auxílio-alimentação dos servidores vinculados à Prefeitura. Após o aumento, os valores variam de R$ 261,00 a R$ 522,01, conforme a carga horária semanal.























