MPBA vai fiscalizar atendimento de saúde mental em Guanambi
MPBA vai fiscalizar atendimento de saúde mental em Guanambi
Procedimento prevê levantamento dos serviços em funcionamento e avaliação do atendimento oferecido à população.
Por: Redação Sudoeste Bahia
Ouvir Notícia
Narração automática (IA)Ouvindo Notícia
Narração automática (IA)Resumo
- O Ministério Público da Bahia (MPBA) abriu procedimento administrativo para fiscalizar a rede de saúde mental em Guanambi, no sudoeste baiano, por meio da 1ª Promotoria de Justiça. A medida, formalizada na Portaria nº 692.9.497159/2026 e assinada pelo promotor Rosiel Silva Santos Junior, visa avaliar se a Rede de Atenção Psicossocial (RAPS) está estruturada para atender às necessidades da população.
- Durante o acompanhamento, o MPBA vai mapear equipamentos, serviços de referência regional e a conformidade dos atendimentos médicos e psicológicos com as diretrizes nacionais. Até o momento, não há informações sobre irregularidades ou sanções à prefeitura.
Foto: Marcos Oliveira | Sudoeste Bahia
O Ministério Público da Bahia (MPBA) instaurou um procedimento administrativo para acompanhar e fiscalizar os serviços de saúde mental oferecidos à população de Guanambi, no sudoeste da Bahia. A iniciativa, conduzida pela 1ª Promotoria de Justiça do município, busca verificar se a rede de atendimento está estruturada para atender às necessidades dos pacientes. Segundo informações obtidas pelo Sudoeste Bahia, a medida foi formalizada por meio da Portaria nº 692.9.497159/2026, assinada pelo promotor de Justiça Rosiel Silva Santos Junior. O procedimento tem como objetivo avaliar a organização, a articulação e a capacidade de atendimento da Rede de Atenção Psicossocial (RAPS), que reúne serviços de saúde mental do município e da região. Durante o acompanhamento, o Ministério Público fará um levantamento dos equipamentos de saúde mental instalados e em funcionamento em Guanambi. Também serão identificados os serviços de referência regional utilizados no atendimento de pacientes que precisam de cuidados especializados. A fiscalização pretende verificar se a oferta de atendimento médico e psicológico está de acordo com as diretrizes e a legislação nacional que regulamentam a política de saúde mental. Até o momento, não foram divulgadas informações sobre eventuais irregularidades ou medidas determinadas à Prefeitura de Guanambi.
Revoltado com demora, homem ameaça invadir área médica do HGG em Guanambi
Revoltado com demora, homem ameaça invadir área médica do HGG em Guanambi
Confusão aconteceu no Hospital Regional de Guanambi e terminou sem condução à delegacia.
Por: Redação Sudoeste Bahia
Ouvir Notícia
Narração automática (IA)Ouvindo Notícia
Narração automática (IA)Resumo
- Um homem de 31 anos, insatisfeito com a demora no atendimento da filha no Hospital Regional de Guanambi, na Bahia, precisou ser contido pela Polícia Militar. A ocorrência terminou no local, após a situação ser normalizada, sem agressões físicas ou ameaças contra os profissionais de saúde.
- A PM foi acionada pelo Centro Integrado de Comunicações após uma denúncia de perturbação dentro do hospital e interveio para evitar que a discussão tomasse proporções maiores.
Foto: Marcos Oliveira | Sudoeste Bahia
Um homem de 31 anos precisou ser contido pela Polícia Militar após se revoltar com a demora no atendimento da própria filha, na tarde desta terça-feira (11), no Hospital Regional de Guanambi, no sudoeste da Bahia. A ocorrência aconteceu por volta das 13h30, na unidade localizada na Rua Dr. José Humberto Nunes, no bairro Paraíso. A Polícia Militar foi acionada pelo Centro Integrado de Comunicações (Cicom) depois de uma denúncia de perturbação dentro do hospital. Segundo o relato do vigilante de plantão aos policiais, o homem estava extremamente insatisfeito com a espera pelo atendimento da filha e teria ameaçado forçar a entrada em uma área restrita para conversar diretamente com o médico. Com a situação ficando tensa, uma equipe do 17º Batalhão de Polícia Militar (BPM) foi até o local e precisou intervir para evitar que a discussão tomasse proporções maiores. Os policiais conversaram com o homem, controlaram os ânimos e conseguiram encerrar o conflito no próprio hospital. Apesar da confusão, a PM informou que não foram constatadas agressões físicas, ameaças verbais contra os profissionais de saúde ou desacato. Por isso, ninguém foi levado para a delegacia. A ocorrência terminou no local, após a situação ser normalizada.
























